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domingo, 6 de novembro de 2016

300 milhões de euros depois nem Parque Mayer nem Feira Popular


Para os que já não se lembram, esta é a história de como o PS em 1999 pela mão de João Soares vendeu o Parque Mayer à Bragaparques por 13 Milhões de Euros e de como nasceu todo o imbróglio politico e legal em que Lisboa se viu enrolada, por António Costa, Sá Fernandes e Fernando Medina e que teve um custo para a cidade, até agora, de pelo menos 300 milhões de euros.

Mas este foi também o início de um processo, utilizado politicamente, para em 2007 acusar um Presidente de Câmara e derrubar uma vereação, levando nesse mesmo ano à eleição de António Costa. O caso Bragapartes, como ficou conhecido, teve o seu desfecho apenas este ano, com a absolvição de Carmona Rodrigues e de todos os acusados, provando-se, sem margem para dúvidas, que António Costa só conseguiu chegar à presidência da CML, com base num processo politico e numa mentira.

Público 12-1-2016
Graças ao PS a CML perdeu em tribunal todas as acções relacionadas com este caso, Lisboa ficou sem pelo menos 300 milhões de euros, o Parque Mayer está parado e os terrenos da antiga Feira Popular apenas servem de estaleiro de obras e sem compradores. Enquanto isso o novo Teatro Capitólio está pronto e fechado, à espera das eleições para ser inaugurado.

Assim vai Lisboa. Mal! 

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Paixão de Passos pela educação maior do que a de Costa

I on-lne 1-11-2016
Apesar da presença da Troika (na altura recentemente chegada ao país), de um défice em 2010 superior a 11% (herança de José Sócrates), dos cortes nos vencimentos dos funcionários públicos (e por consequência menor despesa), Pedro Passos Coelho conseguiu gastar em 2012 na educação mais do que António Costa prevê gastar em 2017.

Se considerarmos que, fruto da reposição das 35 horas, do aumento do subsídio de alimentação, da contratação de mais 5.000 professores e da alteração às regras no pagamento das compensações pagas aos professores contratados pela não renovação dos contractos anuais e temporários, seria previsível que os custos com pessoal aumentassem no orçamento para 2017. Mas não. Ao contrário do que seria lógico, vão baixar 281 milhões de euros. Sem dúvida que Tiago Brandão Rodrigues vai ter que fazer uma enorme ginástica orçamental, para conseguir chegar ao final do ano sem problemas.

E quanto à fraca desculpa de Mário Centeno, de que a oposição está a comparar dados que não são comparáveis (de despesa realizada - ou estimada - com dados de orçamentos), ela cai por terra quando se verifica que em 2012, 2013 e 2014 se gastou realmente mais com a educação, do que o actual governo estima gastar em 2016.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Paixão de Costa pela Educação deu forte mas passou depressa

RR 14-9-2016Jornal I 31-10-2016
"Do anunciado aumento orçamental, há 15 dias, de 3,1% na Educação  temos afinal, um corte de 2,7%.

Ou seja, o governo havia ocultado informação para anunciar um aumento quando, na realidade, a informação disponível sugeria um corte orçamental na Educação. Uma ocultação inédita, assinale-se, pois nenhum governo o havia feito antes em anos e anos de apresentações de Orçamentos de Estado.

A ocultação dos dados foi uma opção política, pelo que a sua exposição introduzirá consequências políticas. Nomeadamente para PCP e BE, partidos que desde sempre nos habituaram a ser a voz mais crítica contra cortes orçamentais na Educação enquanto ataques à “escola pública”. Ou para a Fenprof, que assinalou como positivo neste OE2017 a reversão do “longo ciclo de cortes” – quando, afinal, estes se mantêm. Os parceiros do governo estão, agora, perante uma tarefa duplamente ingrata: defender um corte de 2,7% no orçamento da Educação (quando sempre defenderam aumentos) e justificar o porquê deste volume orçamental total (6023 milhões de euros) ser suficiente para a defesa da “escola pública” quando, em 2013, um volume de financiamento idêntico (6064 milhões de euros) representou um ataque à “escola pública”. Reconheça-se que não será fácil." (Alexandre Homem Cristo, Observador, 31-10-2016).

A este corte de 170 milhões no orçamento do Ministério da Educação à que acrescentar mais um corte de 281 milhões de euros referentes a despesas com pessoal da educação, o que no total representa um corte na educação, relativamente a 2016, de 451 milhões de euros. Compreende-se agora porque é que o mágico Mário Centeno, não queria mostrar os quadros exigidos pelo PSD e pela UTAU. É que realmente estão a perturbar e muito o embuste da proposta inicial do Orçamento de Estado para 2017, pois não só têm utilidade, como irão beneficiar em muito o debate, ao contrário do que a geringonça se esforçou por afirmar.

Lembram-se quando António Costa prometia, em 2015, o reacender da paixão pela educação:

RTP 9-5-2015 / JN 18-9-2015
E que logo passado uns dias teve resposta de Jerónimo de Sousa, premeditando o que agora está a acontecer:

TSF 22-9-2015
Fico à espera da indignação e das jornadas de luta em defesa da escola pública e dos professores, por parte do camarada Mário Nogueira.

domingo, 11 de setembro de 2016

A baixa politica de António Costa, o abutre político

António Costa não olha a meios para atingir os fins. Para António Costa vale tudo, mesmo mentir aos portugueses de forma escandalosa, como o fez hoje ao comentar as notícias sobre os resultados da colocação de alunos nas universidades e politécnicos, criticando duramente o anterior governo, esquecendo-se que este é o terceiro ano consecutivo, em que o número de alunos que ingressa no ensino superior aumenta, prova que tal em nada se deve ao trabalho do actual governo, mas antes uma consequência lógica de um trabalho iniciado pelo governo PSD-CDS.

O meu amigo Duarte Marques, colocou um post no Facebook, onde coloca os pontos nos ii e em poucas palavras repõe a verdade, que tanto parece incomodar a geringonça:

Mais uma imbecilidade de António Costa, o abutre político ||

A boa notícia de pelo 3º ano consecutivo voltarmos a ter mais alunos a ingressarem no ensino superior em nada se deve a políticas deste governo, mas antes do anterior que sem abdicar da exigência: a)implementou o alargamento da escolaridade obrigatória e em paralelo melhorou as taxas de escolarização dos 16, 17 e 18 anos; b) melhorou a taxa de conclusão do secundário; baixou as taxas de retenção para mínimos históricos; melhorou significativamente o sistema de ação social. 

Ou seja, se há mais alunos a terminar o 12º e com melhor aproveitamento escolar, qual a surpresa por haver mais entradas? Vejam as estatísticas e tirem as suas conclusões. Afirmar que este aumento representa a "morte do modelo de desenvolvimento que a direita quis impor neste pais" mostra bem a capacidade de mentir de António Costa. Além do mérito de alunos e professores, são as medidas que a esquerda tanto criticou que afinal dão estes resultados. As vacas não voam, os bons resultados dão trabalho.

Adenda - na sua coluna de opinião no Expresso de hoje (13-9-2016) Duarte Marques detalha melhor esta questão e explica aos geringonços, que mais não estão que "a festejar o sucesso das políticas que tanto criticaram. E assim sendo, ao que parece, Nuno Crato não era assim tão mau". A ler!

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Os dados do 2º trimestre desmentem a geringonça

Para António Costa, João Galamba e outros geringonços, de repente parece só existirem dados estatísticos sobre o desemprego, que felizmente para todos, continuam a descer desde 2013, depois do governo de José Sócrates nos ter deixado a taxa de desemprego em claro sentido ascendente e que era a maior em Portugal, pelo menos desde 1983.

É bom não esquecermos, que apesar de nos anos seguintes essa taxa ter ainda aumentado substancialmente, fruto da profunda crise que o país atravessou e da intervenção da troika, o anterior governo PSD-CDS, conseguiu não só inverter essa tendência, como ainda apresentar no final do seu mandato, uma taxa de desemprego inferior aquela com que o tinha iniciado.

Por outras palavras, e apenas no que diz respeito ao desemprego, o actual governo apenas está a conseguir manter a trajectória que vinha de trás.

Pena é, que os restantes números da situação económica, desmintam por completo o optimismo do governo e "o bom resultado" das políticas económicas do país, apregoado por António Costa.

Resumo dos mais recentes dados divulgados pelo INE.
Os indicadores que em 2015 era positivos entram agora em terreno negativo. 

sábado, 27 de agosto de 2016

Horrível mês de Agosto - Da Galp à CGD: o exemplo dos governantes e a falta de decoro


E são estes os exemplos, nos dias que correm, que vêm da parte dos nossos governantes. Falhámos? Muda-se a lei e assunto arrumado. O decoro fica algures, perdido pelo caminho. Talvez não seja má ideia promover umas ações de formação profissional nesta matéria aos nossos governantes – seguindo o exemplo do BCE que exigiu isso mesmo a alguns dos administradores da CGD a quem deu luz verde… com cartão amarelo.
Artigo de Ana Paula Azevedo, in Sol 23-8-2016, na integra aqui. Vídeo da autoria de PSD Europa.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Palavra dada, palavra honrada!

Económico 23-12-2016
Publico 23-8-2016
Palavra dada tem que ser palavra honrada!
                                                                           António Costa 10-11-2015

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Descida do IVA na restauração: das promessas eleitorais à realidade

Obrigado pela extrema esquerda a cumprir a promessa de descer o IVA na restauração, mas ao mesmo tempo confrontado com o impacto nas contas públicas, cujas perdas iniciais se estimavam em 175 milhões de euros, António Costa ligou o complicometro, reduzindo assim ao máximo o impacto nas contas públicas.

São tantas as excepções criadas pelo fisco, que o regresso à taxa intermédia de 13% na restauração, está longe de ser de fácil aplicação e ainda mais de fácil compreensão e assimilação, seja pelos empresários seja pelos clientes, que levou a Visão a criar o "Guia para perceber o que muda no IVA da restauração". Não acredita? Então veja:

"Com a redução da taxa, torna-se necessário não só distinguir entre o consumo de alimentos e bebidas, mas também quanto ao local onde vão ser consumidos (se dentro do estabelecimento ou fora dele, em regime de take away ou entrega domiciliária), e ainda ao modo como foram confecionados (no momento ou pré-preparados e embalados).

Assim, um cliente que adquira num restaurante alimentos e bebidas para consumir fora, em regime de take away, ou que peça a sua entrega noutro local, pagará, por norma, os mesmos 13% de IVA pela refeição mas, no caso das bebidas, estas deixam de ser consideradas pelo fisco como “prestação de serviços” (taxada a 23%) e passam a ser encaradas como “fornecimento de bens”, pagando a mesma taxa que é cobrada por exemplo nos supermercados (23%, 13% ou mesmo 6%). É o caso do vinho, cujo IVA pode reduzir-se de 23% para 13% quando “sai” do restaurante para ser bebido em casa.

Mas é quando surgem as exceções que tudo se complica ainda mais. Ao contrário do exemplo anterior – em que o IVA até diminui – um bolo, um gelado ou uma bica podem pagar mais imposto quando são consumidos fora de um estabelecimento, passando da taxa intermédia de 13%, aplicada ao serviço (que não é prestado no regime de take away), para a taxa normal de 23%, aplicada à venda de bens".


Guia da Visão ler na integra aqui

domingo, 19 de junho de 2016

Porquê 4.000 milhões? De que tem medo o PS?

Incomodados com a recusa do PS em aceitar a Comissão de Inquérito à CGD, a esquerda tenta disfarçar o mau estar com as habituais afirmações que o PSD quer privatizar a CGD e que esta Comissão de Inquérito irá destabilizar o sistema bancário.


Quanto à segunda e caso tal fosse verdade, bastaria o Primeiro Ministro responder às questões que o PSD colocou. O PSD já percebeu que o Sr. Primeiro Ministro foge sempre a prestar os esclarecimentos a que os portugueses têm direito. "Os portugueses têm direito a saber o que é que se passou na CGD e o porquê destas necessidades. Temos de compreender muito bem como é que a Caixa chegou a esta situação"

Os portugueses têm de saber o que incomoda tanto o Senhor Primeiro Ministro nesta questão.

É ou não verdade que a quase totalidade do crédito malparado que está na CGD, e que é uma das razões para a necessidade de recapitalização, foi decidido num tempo em que as decisões emanavam de um Governo a que António Costa pertenceu?

É ou não verdade que ao contrário do que o governo pretende, não são necessários 4 mil milhões de euros, pois os dados revelam que 1,7 mil milhões são suficiente face às novas regras do BCE?

Fica claro que, com o pedido de criação desta Comissão de Inquérito, o PSD não tem nada a esconder, com a gestão da CGD durante os últimos 4 anos, durante os quais os rácios de capital da CGD melhoraram muito. O que está em causa é a falta de transparência do governo neste processo.

Excertos da intervenção do Líder Parlamentar do PSD, Luís Montenegro, no debate quinzenal com o Primeiro Ministro, na passada quarta-feira 15 de Junho




A ler na integra!

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Costa sugere a professores que emigrem para França

Há 5 anos dizam que não eram descartáveis. E agora já são?(in esquerda.net 21-12-2011)
Ensino do português em França é oportunidade para os professores

Lembram-se do alarido que a esquerda fez, quando em Dezembro de 2011, Passos Coelho sugeriu o mesmo, em entrevista ao CM.

Onde é que estão agora as esganiçadas e os geringonços? Não se sentem indignados? Virá agora o BE afirmar que António Costa "tem uma mensagem tão direta quanto brutal a todos os portugueses: o último a sair que apague a luz" e perguntar ao primeiro ministro "quem será o próximo conjunto de portugueses a quem o Governo apontará a porta da rua"


Ou será que agora como é o geringonço mor a empurrar os professores para a emigração, já está tudo bem e até ajuda de forma positiva a baixar o desemprego? Ou será que só é criticável quem sugere a emigração para os PALOP?

Afinal o que é que mudou em cinco anos, para esta mudança radical no discurso da esquerda? A causa. Há cinco anos a culpa do desemprego dos professores era do Passos Coelho, agora é da demografia.

Como noutras matérias, esta gente tem dois discursos sobre o mesmo problema. Enfim, já nada nos surpreende neste governo e na geringonça que o apoia.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Afinal o governo de Passos Coelho relizou reformas estruturais

Geringonça a dois tempos.

Em Portugal têm o discurso de que o Governo PSD-CDS de Passos Coelho, foi a mãe de todos os males, mas quando têm de falar para lá fora, o sentido do discurso é outro. Há um ano foi António Costa a elogiar o trabalho de Passos Coelho (lembram-se do discurso no encontro com empresários chineses?) e a afirmar que Portugal estava muito melhor que há 4 anos, quando o PS e Sócrates eram Governo.


"The good thing about the debt is that it has been falling since 2014". "Patience is of the essence at this moment. The country … went through an adjustment process, very strong in its public finances". "The reforms to materialize they need time". É Mário Centeno quem o diz.

São os próprios socialistas que reconhecem os esforços e os exitos do governo PSD-CDS e dos portugueses nos últimos 4 anos. Falta apenas saber se a geringonça vai dar o tal tempo que as reformas que foram feitas precisam para se materializem, ou se apenas vão continuar a reverter o que foi conseguido e a contentar o bloco e principalmente os comunistas, para que continuem a suportar o governo, como ainda retemente fizeram no conflito com os estivadores, onde vergonhosamente e cobardemente António Costa se ajoalhou perante os sindicalistas comunistas.

Duas caras, dois discursos, a estratégia de António Costa e sus muchachos, para agradar ao seu eleitorado e à esquerda radical que o apoia, e ao mesmo tempo tentar manter a confiança dos investidores e governos estrangeiros.

sábado, 4 de junho de 2016

Geringonça abandona idosos. Como é possivel?

Num momento em que a protecção dos animais e a criminalização de quem os maltratar está na ordem do dia, e bem, o "projeto-lei que prevê a criminalização do abandono de idosos em lares e hospitais, proposto pelo PSD/CDS-PP, deve ser chumbado no Parlamento", pela maioria de esquerda.

Para a esquerda o bem estar e a segurança dos animais vale bem mais do que a dos nossos idosos. Abandonar um  idoso num hospital é coisa secundária. 

Para a geringonça os idosos valem zero! 

Geringonça assente em dois banquinhos, um deles com uma perna falsa



Intervenção de 2 de Dezembro de 2015 do Deputado Telmo Correia, que a cada dia que passa, não só não perde a actualidade como é cada vez mais o espelho da geringonça que nos (des)governa. 

sábado, 21 de maio de 2016

A subida do desemprego segundo Costa

António Costa tenta justificar o injustificável. A taxa de desemprego sobe, não porque haja mais desempregados, mas porque há mais gente que procura emprego!

Sem palavras! Vale a pena ouvir

 "Há mais desempregados porque há mais gente que procura emprego..."

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Costa o Ilusionista

Filmes do Costa - "O ILUSIONISTA"

O primeiro-ministro está a lançar curtos vídeos em que pretende maquilhar o Orçamento do Estado mais falacioso de que há memória.

António Costa, que no presente OE aumenta a carga fiscal sobre a economia portuguesa – logo, sobre todos os portugueses, vem descaradamente fingir que a austeridade terminou.

Há demasiada cosmética nestes filmes pobremente editados.

Ao dizer que o Executivo reduz o IRS a 99,7% dos portugueses, o chefe de governo ilude-nos. A verdade é que 52,6% dos portugueses já se encontram isentos de IRS.

Quando diz que baixa o IVA da restauração mas, “em contrapartida”, fez subir impostos especiais sobre o consumo, Costa troça na nossa cara. É que os impostos sobre o consumo são cegos, pagos pela generalidade dos contribuintes individuais e coletivos. Ou seja, o pobre paga o mesmo que o milionário.

Esse dinheiro vem do bolso de pessoas e empresas.

Os filmes de António Costa são a prova de que o primeiro-ministro quer “comprar” os portugueses enganando-os. A esperança de Costa é que estes não percebam à primeira vista que a carga fiscal aumentou e pensem que a austeridade chegou ao fim.

O primeiro-ministro pode considerar-se um grande cineasta mas o preço a pagar é bem caro. A JSD acredita que os portugueses não se deixarão iludir.

domingo, 20 de dezembro de 2015

A demagogia propagandística de António Costa já começou

Para chegar ao Governo, valeu tudo, até vender a alma ao diabo, desde que isso lhe garantisse o lugar de Primeiro Ministro.

Depois de chegar ao poleiro com o apoio da extrema esquerda, para António Costa continua a valer tudo, até mentir despudoradamente, desde que com isso ache que engana os portugueses e dessa forma os coloca a seu lado. Mas desta vez, e para inicio de mandato, António Costa, está a ir longe demais, no seu descaramento, demagogia e populismo com que propagandeia algumas medidas do Governo.

Primeiro foi a sobretaxa, que inicialmente prometeu acabar mal chegasse ao governo, depois que a reduziria para metade e chegado ao governo, mantem-na e para muitos igual ao que estava. Mas o despudoramento não se fica por aqui. António Costa tem a lata de afirmar que com ele os que tiverem rendimentos abaixo de 7.000€ ficam isentos, quando com o Governo PSD-CDS e por força da Lei, estes cidadãos já estavam isentos. É caso para perguntar, como é que estes socialistas isentam seja do que for, aqueles que no passado já estavam isentos. É preciso ter mesmo muito despudor, para mentir com tanto descaramento.

O tão apregoado fim da austeridade, afinal é só para alguns pensionistas, pois os que tiverem pensões milionárias acima dos 628,80€ vão continuar a ter as suas pensões congeladas e cumulo dos cúmulos, os detentores das pensões mais baixas até 262 euros (o primeiro escalão da pensão mínima de velhice e invalidez), as do regime agrícola e as pensões sociais, serão aumentas apenas cerca de 1,00€, quando o PSD-CDS proponha um aumento de 2,60€.

Nos outros escalões até aos 628,80€, que terá um aumento máximo de 2,5€ (0,4%), haverá aumentos de 0,30€ (0,01€/dia) e de 0,50€. Esta "subida é de um valor negligenciável: 0,3%, ou metade da atual taxa de inflação, que se cifrou em novembro em 0,64%, segundo o INE" e é inferior à projecção da inflação para 2016 da Comissão Europeia que se situa nos 1,1%.

Ficamos pois a saber, que depois de 4 anos de criticas e ataques ao Governo PSD-CDS por estar a destruir o estado social, estes são aumentos cheios de justiça social e que na óptica da esquerda, representam um virar de página na austeridade que tem afectado os reformados, apesar de serem inferiores à inflação, representando portanto uma perda real do poder de compra. A esquerda parece ter percebido agora, que não se pode acabar com a austeridade de um momento para outro, quando, como dizia Vitor Gaspar Não há dinheiro”. Agora entendem o que quer dizer?

Por fim temos o caso da redução da Contribuição Extraordinária de Solidariedade (CES) apresentada pelo PS, exactamente igual à que em 27 de Novembro o PSD tinha apresentadoque foi aprovada por maioria com os votos favoráveis do PS, PSD, CDS e PAN e os votos contra do PCP e BE. O caricato deste caso, é que a proposta apresentada inicialmente pelo PSD foi rejeitada pelo PS, apenas e só, porque não foi proposta pelos socialistas. Ao contrário do que apregoou António Costa em campanha eleitoral, agora sim, é caso para perguntar quem é que está a entrar numa estratégia de radicalismo ideológico.

Como afirmou o deputado do PSD Leitão Amaro, "Registamos e valorizamos a vossa mudança. Há 20 dias votaram contra porque a proposta tinha o nosso logótipo, hoje votam a favor porque a proposta tem o vosso logótipo. Quando a austeridade é de esquerda é boa; se não é vossa, é ideológica e inaceitável"

Era um absurdo que, por tática política, votássemos contra. Seremos uma oposição responsável. Não votaremos ‘não’ só porque não”.

É esta forma de estar na politica, que nos diferencia e sempre diferenciará dos Socialistas Comuna Syrizicos. Como dizia Sá Carneiro "pôr a sinceridade das posições acima dos jogos pessoais, isso é política que vale a pena

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Como com uma afirmação, António Costa destruiu uma credibilidade que levou 4 anos a reconstruir


Aquilo que António Costa fez hoje, foi dizer às empresas, portuguesas ou estrangeiras, que Portugal deixou de ser um estado de direito, que os contratos que assina não são para cumprir, que o estado deixará de respeitar a propriedade privada a qualquer momento, desde que essa propriedade, ou direito, impeça a concretização de uma qualquer alínea dos acordos que firmou com a extrema esquerda e que lhe permitem manter-se no poder.

Hoje o que António Costa fez, foi colocar em causa a credibilidade do país e colocá-lo em pé de igualdade, com países como Cuba, Coreira do Norte ou Venezuela. Mais uma vez, António Costa mostra que não sabe lidar, legal e democraticamente, com as adversidades, como acontece desde os tempos de faculdade, tudo fazendo para se manter no poder. Hoje António Costa igualou-se a Nícolas Maduro, ao quer transformar Portugal numa República Socialista Venezuelana, em que a vontade do povo e as Leis do país nada valem.

Mas não é só com a TAP, que António Costa está a quer quebrar com os compromissos e as boas práticas contractuais entre um estado e investidores estrangeiros. O caso da possível anulação da subconcessão do Metro Carris atribuída ao grupo ADO/Avanza, levou a que, também hoje, o governo mexicano manifestasse a sua preocupação, com a concretização de tal possibilidade.

É toda a credibilidade de um país, que nos últimos 4 anos foi recuperada a muito custo e com muitos sacrifícios dos portugueses, que António Costa de um momento para o outro resolve colocar em causa, sem sequer dizer ao país, quanto é tais decisões vão custar ao país e aos portugueses.

Mas sobre a TAP, convém relembrar aos mais distraídos e a toda a esquerda e extrema esquerda, que com demagogia e mentiras, tentam convencer os portugueses que a venda da TAP foi feita por um governo que não tinha poderes para tal, alguns factos:

"O contrato foi assinado muito antes da sessão da Assembleia da República que chumbou o programa do governo. O contrato para a venda da TAP foi assinado a 25 de Junho!

O que foi assinado a 12 de Novembro foi o acordo com os bancos. O Estado vendeu a TAP a 25 de Junho sujeito a condições suspensivas. A saber: a autorização da Concorrência; o refinanciamento e autorização da autoridade aeronáutica. Dado que todas as condições foram preenchidas, o Estado estava obrigado a cumprir o compromisso de venda de 25 de Junho e assim as acções foram transmitidas para o consórcio e este entrou com o dinheiro na TAP. Ponto  final.

António Costa o que pretende fazer? Alterar leis que permitam romper contratos mesmo sem razão? Criar normas que dêem corpo à sua vontade? Mandar nos Tribunais?
Será este país a República das Bananas? Será uma Little Italy?" In Corta Fitaspor Mariana Teixeira Alves

Quanto à questão muito querida à esquerda, de que este negócio foi mau para o Estado, porque os bancos exigiram uma garantia do Estado para reestruturar a dívida da TAP, convém lembrar de que "a dívida da TAP antes da venda já era responsabilidade do Estado, pois este era o único accionista. A venda não trouxe uma responsabilidade nova para o Estado". Antes, "A venda da TAP permitiu salvar a companhia de um problema de tesouraria".

"Vergonhoso. Lamentável. António Costa serve-se inequivocamente de José Sócrates e Nicolas Maduro como modelos de inspiração - ambos recusam encarar a verdade e atirar a toalha ao chão. Não faz parte do seu quadro ético. E pelos vistos do dele também. O que António Costa promete fazer é precisamente o oposto de apertar o cinto. Mas a obesidade ideológica não será servida fria. Os portugueses irão pagar esta taxa de aeroporto". In Estado Sentido, por John Wolf

Como é que Antonio Costa pretende concretizar esta sua ameaça revolucionária esquerdoide, não o diz. Mas uma vez que parece não ter base legal para tal, só me resta concluir que António Costa quer reintroduzir as nacionalizações forçadas pós 25 de Abril, que tantos milhões custaram a Portugal.

domingo, 6 de dezembro de 2015

Solução Syriza para a crise - cortes nas pensões e agravamento de impostos


Esta é a esquerda que em Janeiro deste ano fez sorrir as Catarinas, as Marisas e os Syrizicos cá do burgo, que tanto saudaram e aplaudiram. E agora, o que dizem?

Será que Costa ainda continua a pensar que o sinal Grego continua a dar força para seguir na mesma linha?