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quarta-feira, 8 de julho de 2015

Venda dos terrenos da antiga Feira Popular em Entrecampos

Na passada quinta-feira, dia 2 ao final da tarde, estive presente na Assembleia Municipal de Lisboa (AML), na companhia do José Toga Soares, em nome da Associação de Moradores das Avenidas Novas e do Sérgio Ramalho e do Sérgio Delgado, em representação da Associação de Moradores da Praça de Entrecampos, na audição promovida conjuntamente pelas 1ª e 3ª Comissões Permanentes da AML, no âmbito de Petição n°. 11/2015 - “Pelo direito dos moradores, comerciantes e amigos das Avenidas Novas, serem ouvidos previamente sobre a venda de terrenos da antiga Feira Popular”.


Nesta audição, além das intervenções dos outros 3 representantes dos peticionários, tive oportunidade de expor às Senhoras e Senhores Deputados Municipais, quer as nossas preocupações sobre este processo, quer três pontos prévios, que entendemos necessários.

Assim comecei por referir de forma sucinta, que apesar de nos termos do regulamento da AML sobre as petições, não precisarmos de apresentar subscritores, por sermos organizações de moradores, não quisemos deixar de a apresentar subscrita por 341 cidadãos, de forma a que a mesma tivesse o imprescindível suporte popular que julgamos importante. Em segundo lugar o facto de nada nos mover contra a venda do terreno, bem como não termos objecções à mesma. Em terceiro o facto de vermos que a nossa petição já conseguiu a sua primeira vitória, que foi a convocação pela AML, de uma audição pública para amanhã.

Relativamente a esta audição pública marcada para amanhã, foi de forma muito positiva que ouvimos a Senhora Presidente da AML, afirmar que a realização da mesma se deveu à apresentação da nossa petição, e as desculpa que apresentou pelo facto de apenas ter sido possível marcar a audição dos peticionários em Comissão na passada quinta feira, mas tal deveu-se ao facto de não a ter querido marcar sem que a CML aprovasse a proposta para a venda dos terrenos da Feira Popular, o que apenas aconteceu na véspera.

Quanto às principais razões que nos levaram a promover e apresentar esta petição, referi o facto de a Câmara estar a querer vender um terreno, que a mesma apelida como sendo o "coração de lisboa", sem apresentar os estudos mínimos em que se baseia, nomeadamente para impor uma afectação de pelo menos 60% da superfície acima do solo para uso terciário e apenas de 20% para habitação. Porquê apenas 20% para habitação, quando a Câmara afirma constantemente que é necessário atrair população para a cidade e quando esta é uma zona da Cidade que nos últimos 20 a 30 anos tem vindo a perder moradores.

Por outro lado um projecto desta envergadura, vai trazer diariamente para aquela zona da cidade, alguns milhares de pessoas, com o consequente aumento de circulação rodoviária, em artérias que já hoje se apresentam permanentemente congestionadas a algumas horas do dia. A isto acresce o facto de a proposta Camarária, prever que os acessos automóveis ao estacionamento em subsolo terem que se realizar obrigatoriamente pela Av. 5 de Outubro (ficando um eventual acesso pela Av. da República condicionado à apreciação da CML em sede de licenciamento). Tudo isto sem um estudo prévio de circulação e densidade de tráfego.

Outro factor que nos preocupa é o facto de a Câmara apenas impor ao futuro promotor, em termos de contrapartidas, a "execução de um arruamento público na continuidade da Rua da Cruz Vermelha, entre a Av. 5 de Outubro e a Av. da República". Parece-nos pouco. Muito pouco mesmo, se tivermos em conta que este foi um terreno que esteve sempre ao serviço da população de Lisboa e onde existia até um Teatro - Teatro Vasco Santana.

Seria importante, do nosso ponto de vista, que na venda deste terreno, fossem consideradas contrapartidas para usufruto da população em geral, mas muito em particular daquela zona da cidade, quer na área cultural, quer na área social (centro de dia, creche, centro de apoio escolar, zonas de lazer/parque infantil, ou outros quaisquer equipamentos que apoiem uma comunidade, que apesar de localizada no coração de Lisboa, tem ainda bastantes lacunas neste tipo de valências).

Da nossa parte ficou ainda o pedido para que a AML, analise profundamente e cuidadosamente a proposta 395/CM/2015, não se deixe pressionar por prazos que são manifestamente pequenos para analisar uma proposta desta envergadura, que terá consequências não só para o futuro das Avenidas Novas, mas de toda a cidade e se for necessário adie a votação prevista para o dia 14 deste mês. É preciso ter em em conta que a proposta camarária apenas foi aprovada no passado dia 1 (e que no momento da nossa audição, ainda era desconhecida dos Senhores e Senhoras Deputadas Municipais), e que amanhã se realiza uma audição popular, em que estão previstas intervenções de 30 cidadãos.

Não será possível de forma séria, ter em consideração os contributos que venham a ser dados por esses cidadãos e as suas implicações neste processo, em apenas 2 dias uteis. Se tal acontecer a audição de amanhã não passará de um fait divers, sem nenhuma consequência prática. A este respeito no entanto, a Senhora Presidente da AML, foi muito clara ao afirmar, que não se deixará pressionar por nada nem por ninguém, e que se for necessário, a votação da proposta camarária será adiada o tempo que for necessário. 

Não quero deixar de referir a forma extremamente afável e cordial como fomos recebidos por todos os Senhores e Senhoras Deputadas Municipais, com especial relevo para os Senhores Presidentes das 1ª e 3ª Comissões, respectivamente os Senhores Deputados Hugo Chambre e Vitor Gonçalves e da Senhora Presidente da AML, Senhora Deputada Helena Roseta, bem a forma como fomos interpelados por vários dos Senhores Deputados, de todos os partidos, no final da audição.

Por fim não posso deixar de lamentar, que estando-se a falar da venda de um terreno no "coração de Lisboa" apresentado pela CML como "a última grande oportunidade para desenvolver um projecto imobiliário no centro de Lisboa", a Assembleia de Freguesia de Avenidas Novas, freguesia onde se localizam om terrenos da antiga Feira Popular e que a CML pretende agora vender a toda a pressa, se tenha mantido totalmente à parte deste debate, não tendo tomado qualquer posição sobre esta proposta camarária.

Aliás e apesar de vários membros da Assembleia de Freguesia terem, e bem, subscrito a nossa petição, o tema não foi sequer falado nas Assembleias de Freguesia que se realizaram a 27 de Maio e a 25 de Junho. Algo que infelizmente não me espanta, tendo em consideração o alheamento como a quase totalidade dos eleitos se têm mantido afastados dos problemas e projectos para a Freguesia, estando mais interessados em discutir processos de intendência em vez de analisarem, debaterem e apresentarem propostas para e sobre a Freguesia.

terça-feira, 2 de junho de 2015

Petição, sobre o processo de venda dos terrenos da antiga Feira Popular

Conjuntamente com o José Filipe Toga Soares e em representação das Associações de Moradores das Avenidas Novas e da Praça de Entrecampos, entreguei esta tarde na Assembleia Municipal de Lisboa, uma petição no sentido de obtermos esclarecimentos sobre o processo de venda dos terrenos da antiga Feira Popular em Entrecampos.

Como é afirmado na petição, esta iniciativa partiu da necessidade dos "moradores, comerciantes e amigos das Avenidas Novas, serem ouvidos previamente sobre a venda dos terrenos da antiga Feira Popular em Entrecampos, de serem estabelecidas e de se conhecerem as regras que quem comprar os terrenos terá que cumprir. Queremos saber com transparência e com antecedência o que se poderá ali construir e que contrapartidas para a cidade e a população haverá da parte de quem comprar os terrenos".

Com esta petição é minha intenção, bem como das 2 Associações de Moradores que a promoveram, dar um forte contributo para que este processo, que parece encontrar-se envolvido num manto de secretismo, se transforme num processo de debate público, aberto e transparente.

Apesar de nas regras da Assembleia Municipal de Lisboa, as petições apresentadas por organizações de moradores não necessitarem de serem subscritas por um minimo de 250 cidadãos, e apesar do pouquíssimo tempo a que nos propusemos para levar a efeito esta petição (menos de 2 semanas), não quisemos deixar de a apresentar apoiada por um número de cidadãos que, por um lado lhe desse um claro apoio popular e por outro respeitasse o exigido aos restantes cidadãos que, individualmente ou em grupo, pretendem apresentar petições à AML.

Assim, a petição foi entregue com o apoio de mais de 340 cidadãos, aos quais desde já, e na impossibilidade de o fazer individualmente junto de todos, agradeço o apoio que nos deram e tornaram possível que em tão pouco tempo fosse possível termos entregue hoje a petição.

Uma palavra final para a Associação de Moradores da Praça de Entrecampos e para o Manuel Nina, que desde o primeiro momento se associaram a esta petição, para a qual deram uma decisiva e importante contribuição, naquela que foi a primeira iniciativa conjunta das duas Associações de Moradores (que recebeu também o apoio da Comissão de Moradores do Alto do Parque).

Na sequência do sucesso desta primeira iniciativa conjunta, entre organizações de moradores da Freguesia de Avenidas Novas, espero que brevemente esta colaboração se possa estender às restantes organizações de moradores da freguesia (e porque não a outras entidades), no sentido da defesa dos interesses dos moradores, da freguesia e da cidade de Lisboa.

Veja aqui a petição.

sábado, 28 de março de 2015

Bares e barulho impedem o descanso dos moradores



Não com a dimensão desta situação do Cais do Sodré, nas Avenidas Novas, também vamos tendo os nossos casos - Rua Dona Filipa de Vilhena, Rua do Arco do Cego, Av João Crisóstomo e Rua Padre António Vieira - zonas predominantemente residenciais, mas onde a simples existência de um bar em cada uma destas ruas, perturba diariamente, e em muito, o descanso e sossego dos moradores, muitas vezes e em alguns dos casos até às 4h ou 5h horas da manhã, muito para lá do que está licenciado (e que já é muito exagerado).

Há até já casos, em que proprietários vêem os seus inquilinos rescindirem contratos de arrendamento, unicamente por causa do barulho provocado por estes estabelecimentos, perdendo dessa forma uma fonte de rendimento, apesar de terem que continuar a pagarem as suas contribuições à CML.

É também importante não escamotearmos, que alguns destes estabelecimentos, parecem servir de âncora a outras actividades, que não só provocam um sentimento de insegurança aos moradores, que chegam a ser frequentemente alvo das mais diversas ameaças, como se fossem eles que estivessem a mais nas ruas onde moram.

A CML não pode continuar, por um lado a permitir a abertura destes estabelecimentos em edifícios e zonas residenciais e por outro a fechar os olhos às irregularidades que estes estabelecimentos teimam em continuar a praticar, nomeadamente no que concerne a horários de funcionamento (com ou sem porta aberta), ruído e vibrações provocados por todo o prédio, mas também o barulho provocado por clientes que vêm para a rua confraternizar e beber e pelas actividades menos licitas que nalguns casos se praticam nas suas redondezas.

Apesar das inúmeras denúncias e queixas já apresentadas, junto da Câmara Municipal de Lisboa e da PSP, que estão plenamente informadas e conscientes da gravidade destas situações e até vão intervindo muito pontualmente, a verdade é que as situações se mantêm e com o aproximar do bom tempo, apenas têm tendência a piorar, como acontece todos os anos.

Aliás em muitas das vezes que é chamada, a PSP nada faz, evocando as mais diversas justificações ou até nem responde aos pedidos de intervenção dos moradores. Também a Câmara, apesar das reuniões com moradores, com a Associação de Moradores das Avenidas Novas e a Comissão de Moradores do Alto do Parque, onde se tem mostrado solidária com as reclamações apresentadas e apresentado promessas de intervenção, as diversas situações mantêm-se na prática inalteradas e os prevaricadores impunes. 

Urge uma verdadeira tomada de atenção e principalmente actuação da CML sobre estes casos, como um todo e não com medidas pontuais para uma zona ou outra da cidade, que como se vê não satisfazem ninguém, mas principalmente continuam a impedir que os moradores possam descansar nas suas casas. E à PSP exige-se uma permanente intervenção que até agora não tem existido.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Arco do Cego. O jardim da cerveja de Lisboa que é odiado pelos moradores

In I 8-5-2014
Notícia publicada já há 2 meses, mas que mantém infelizmente toda a actualidade e que o bom tempo, que finalmente parece ter chegado para ficar, só irá piorar.








quinta-feira, 1 de maio de 2014

sábado, 26 de abril de 2014

Conferência LISBOA ENTRE SÉCULOS - A arquitectura ameaçada do século XIX e XX

Conferência LISBOA ENTRE SÉCULOS - A arquitectura ameaçada do século XIX e XX, levou hoje ao auditório Ventura Terra, na Maternidade Alfredo da Costa, mais de 100 pessoas
Um enorme sucesso, nomeadamente se tivermos em conta que se realizou num sábado de manhã num fim de semana prolongado, fruto sem dúvida da perseverança de muitos anos em defesa do património de Lisboa do Fórum Cidadania LX, que contou com os apoios da Junta de Freguesia das Avenidas Novas, da Associação de Moradores das Avenidas Novas, do GECoRPA-Grémio do Património e da Maternidade Alfredo da Costa.

E sem querer menosprezar o trabalho de todos os que contribuíram para que esta conferência fosse possível, não posso deixar de referir o trabalho e persistência do Paulo Ferrero, que tem sido um grande defensor do património lisboeta e o pilar base do Fórum Cidadania LX.
Fica o desafio ao Fórum Cidadania LX, à Junta de Freguesia de Avenidas Novas e à Associação de Moradores das Avenidas Novas, para que a confêrencia de hoje tenha sido a primeira de um ciclo, que promova a defesa e divulgação do património de Lisboa e em particular das Avenidas Novas.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Conferência LISBOA ENTRE SÉCULOS - A arquitectura ameaçada do século XIX e XX

Organizada pelo Fórum Cidadania LX e com os apoios da Junta de Freguesia das Avenidas Novas, da Associação de Moradores das Avenidas Novas, do GECoRPA-Grémio do Património e da Maternidade Alfredo da Costa, vai decorrer este sábado dia 26 a partir das 9.30h, com entrada livre, no Auditório Ventura Terra na Maternidade Dr. Alfredo da Costa, uma conferência onde será debatido o património lisboeta edificado na viragem do século XIX para o XX e que se encontra em risco, com o seguinte programa:

Abordar-se-ão as várias componentes que contribuem para a vulnerabilidade actual deste património e, ao mesmo tempo, divulgar formas de apreciar, recuperar e dar nova vida a estas construções únicas de Lisboa. 

Serão ainda dados a conhecer estudos, metodologias e casos de sucesso, pela voz de um conjunto de jovens oradores apostados em mudar o velho paradigma que condena esta Arquitectura à demolição.

A constante preocupação do Fórum Cidadania Lx, com o desaparecimento de edifícios inteiros, a destruição de interiores e até as alterações de fachadas que vão ocorrendo ano após ano, com especial centro nas Avenidas Novas, levou a que desde o principio quer a Junta de Freguesia das Avenidas Novas, quer a Associação de Moradores das Avenidas Novas, se tenham associado a esta iniciativa, promovendo e divulgando a sua realização.

Auditório Ventura Terra

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Cerveja barata + falta de educação e civismo = lixo!

In blog O Corvo 19-2-2014
Sobre o problema da falta de civismo, maioritariamente de alunos do Instituto Superior Técnico, que faz com que o magnifico jardim do Arco Cego, esteja em parte, mas permanentemente transformado em lixeira, o blog O Corvo publica hoje um post que apenas vem comprovar aquilo que a Associação de Moradores das Avenidas Novas há muito vem denunciando e alertando - a venda a baixo preço e até fora de horas, de cerveja, cujos copos ficam espalhados no jardim, provocando o espectáculo que a imagem mostra.




E o mais grave de tudo, é que isto é provocado maioritariamente por alunos do IST, de quem seria de esperar uma consciência ambiental e uma educação própria de quem chega ao ensino superior, depois de pelo menos 12 anos de estudos, mas que infelizmente aquilo que demonstram é precisamente o contrário, um comportamento de quem não respeita nada nem ninguém. Será esta a tão falada, geração rasca, que só julga ter direitos e nenhumas obrigações para com a sociedade em que vive, fazendo com que um espaço magnifico como o jardim do Arco Cego, pareça por vezes uma lixeira a céu aberto, onde não raras vezes são visíveis ratazanas a circularem no meio do lixo.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Debate sobre Segurança nas Avenidas Novas

Sub-Intendente João Amaral, José Soares, Presidente da Associação de Moradores e Sub-Comissário Bruno Machado

O Debate sobre Segurança nas Avenidas Novas, organizado pela Associação de Moradores das Avenidas Novas, levou na passada semana ao Palácio Galveias, cerca de 70 pessoas, maioritariamente moradores, mas onde também marcaram presença alguns comerciantes, os Presidentes das Juntas de Freguesias de Nossa Senhora de Fátima e de São Sebastião, a Presidente da Associação de Pais do Agrupamento de Escolas Filipa de Lencastre e de pelo menos representantes de duas candidaturas à futura Freguesia das Avenidas Novas.

Presidente da Associação de Pais do Agrupamento de Escolas Filipa de Lencastre e os Presidentes das Juntas de Freguesias de São Sebastião e de Nossa Senhora de Fátima

As inúmeras intervenções e questões colocadas pelo público presente, permitiram aos dois representantes da PSP presentes, Sub-Intendente João Amaral e do Sub-Comissário Bruno Machado, explicar o modo de actuação da PSP, os principais problemas com que se depara actualmente a Polícia, os tipos de crimes que acontecem com mais frequência na área das Avenidas Novas e principalmente alertar para os cuidados a ter e algumas regras a seguir, de forma a serem evitados alguns crimes.


Sem deixar de frisar bem que é à Polícia que cabe o principal papel na prevenção da criminalidade, o Sub-Intendente João Amaral, não deixou de apelar a uma participação activa da população no sentido de ser também ela própria um elemento dissuasor dessa mesma criminalidade, seja tomando as mais elementares medidas de defesa, seja no denunciar junto da PSP de situações anómalas, mas que podem levar com que a Policia tenha conhecimento das mesmas e possa actuar em devido tempo. E neste aspecto deu especial relevo à atenção que todos devemos ter com amigos e vizinhos, que pela sua avançada idade estão mais vulneráveis a assaltos e burlas, mas também aos mais jovens que são facilmente aliciáveis por desconhecidos.

A Associação de Moradores das Avenidas Novas não vai certamente isentar-se das suas responsabilidades e vai ter ela própria um papel activo nessa prevenção.

Essa denuncia pronta pode permitir, como aconteceu muito recentemente, a identificação de detenção de um individuo que andaria a aliciar algumas crianças, junto de uma das nossas Escolas.


Pessoalmente, é com clara satisfação que verifico o sucesso que este Debate teve e que é fruto do diálogo permanente que mantemos com os nossos associados e com a população em geral. E foi fruto desse diálogo, que fomos alertados para várias questões de (in)segurança nas Avenidas Novas, que nos levou a organizar este debate, que teve desde o primeiro momento o apoio e colaboração já referidos da PSP, mas também da Câmara Municipal de Lisboa, que disponibilizou a sala e as condições técnicas necessárias.

Dos contactos que tive oportunidade de manter no momento com alguns dos presentes, fica a certeza que a Associação está no caminho certo, sendo um claro estimulo para que este projecto continue.

Mais fotos deste debate podem ser vistas na página do Facebook da nossa Associação

terça-feira, 4 de junho de 2013

Segurança nas Avenidas Novas

Sempre atentos às preocupações dos moradores, a Associação de Moradores das Avenidas Novas, promove na próxima quinta-feira, dia 6, pelas 21.00 horas, no Palácio Galveias, uma sessão/debate sobre a Segurança nas Avenidas Novas, que vai contar com a presença de representantes da Policia de Segurança Pública, disponíveis para responderem e esclarecerem os presentes.

Estamos preocupados com a criminalidade verificada na nossa área de actuação. Queremos ouvir os seus problemas e, em conjunto com os nossos convidados, promover o dialogo em busca de soluções para este flagelo. Contamos consigo.

domingo, 31 de março de 2013

Encontro com a Refood e com a Associação de Moradores das Avenidas Novas

Isabel Simas, Paulo Lopes, Luísa Chaves, Hunter Halder, Daniel Gonçalves, José Marinho e António Parente
Na ultima semana continuámos os contactos com os comerciantes da Freguesia e visitámos a Refood, um projecto de solidariedade que nasceu na freguesia Nossa Senhora de Fátima, iniciativa do estimável Hunter Halder, que deve continuar, ter muito mais apoio e ser alargada à área da nova Freguesia das Avenidas Novas.

Este é um projecto que irá contar de certeza com todo o apoio e empenhamento desta equipa liderada por Daniel Gonçalves, a partir das próximas eleições autárquicas.

A Refood funciona actualmente com 2 núcleos: o mais antigo e que visitámos e o de Telheiras. Em Nossa Senhora de Fátima, funcionam em instalações amavelmente cedidas pelo Pároco de Nossa Senhora de Fátima, mas que são já insuficientes para as cerca 100 famílias que apoiam, a que há que acrescentar muitos dos sem abrigo que se encontram nas ruas da Freguesia. Contam com o trabalho de 30 a 40 voluntários diariamente, num total de cerca de 230 voluntários.

É pois urgente encontrar novas instalações que permitam à Refood e ao Hunter Halder, prestar ainda um melhor e maior apoio às famílias carenciadas da Freguesia, que nos difíceis tempos que atravessamos, são cada vez mais.

No final da semana, reunimos com a Associação de Moradores das Avenidas Novas. Um encontro extremamente produtivo, onde tomámos devida nota das preocupações dos moradores, no que toca às alterações que a CML pretende introduzir nas Avenidas João Crisóstomo, Miguel Bombarda e Defensores de Chaves. Tivemos ainda oportunidade para ouvir sobre os problemas provocados pela introdução dos dois sentidos na Rua D. Filipa de Vilhena, sem esquecer os problemas dos prédios "abandonados" e que um a um vão caindo, perdendo-se dessa forma um valioso património arquitectónico, sem que se veja a CML a fazer algo para o evitar. O estado preocupante dos jardins do Arco do Cego e da Casa da Moeda, foi também abordado.

Paulo Lopes, Daniel Gonçalves, Alfredo Pereira, José Soares (Pres. da Ass de Moradores), Martins Alfaro (Pres. do Concelho Fiscal da Ass. de Moradores) e Luisa Chaves.
Relativamente à Rua D. Filipa de Vilhena, foi possível verificar in loco os problemas referidos, provocados pelo aumento de tráfego e que vão do mau estado do piso, ao aumento da poluição e que nos foram também referidos por muitos dos comerciantes com quem contactámos nesse mesmo dia.

Estas instituições terão que ser encaradas no futuro, pela próxima Junta de Freguesia, liderada pelo meu amigo e companheiro Daniel Gonçalves, como extensões da própria Junta de Freguesia, pelo papel que já hoje desempenham e que é não só reconhecido pelos moradores e comerciantes, como são cada vez mais ouvidas sobre o que se passa nas suas áreas de influencia.

Ainda no dia em que decorreu este encontro com a Associação de Moradores das Avenidas Novas, o seu Presidente foi entrevistado por uma das televisões, sobre mais um prédio que ruiu nas Avenidas Novas. Não podemos continuar a agir como se não existissem.  Temos que lhes dar as mãos e trabalhar em conjunto para o bem da Freguesia e da sua população.

Esta é uma certeza que, enquanto candidatos à nova Freguesia das Avenidas Novas, pela coligação PSD/CDS, podemos assumir sem medo de falhar, pois o que nos move é o trabalho em prol da população e portanto todos aqueles que já hoje fazem esse trabalho de forma voluntária, podem ter a certeza que nos terão sempre do seu lado.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Assim vale a pena a intervenção cívica dos moradores!

Sem esquecer as divergências que me separam e separam a Associação de Moradores das Avenidas Novas, das posições do Senhor Vereador Nunes da Silva, nomeadamente sobre as alterações que a Câmara quer implementar nas Avenidas Novas, é sempre com redobrado prazer que verifico que as propostas, a participação e a atitude demonstrada pela Associação de Moradores das Avenidas Novas, são tidas em consideração e o seu trabalho é reconhecido como positivo.

Assim vale a pena a intervenção cívica dos moradores!

Ver aqui o Oficio em PDF

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Mais estacionamento e alteração na circulação de autocarros nas Avenidas Novas

In I 2-11-2012
Pouco mais de ano depois da sua criação em 29 de Setembro de 2011, a Associação de Moradores das Avenidas Novas é hoje um parceiro credível e imprescindível  no encontrar de soluções para esta zona nobre da cidade de Lisboa que são as Avenidas Novas.

Prova disso são os recentes envolvimentos da Associação com a Câmara Municipal de Lisboa, na campanha de sensibilização que está a decorrer na zona do Jardim do Arco do Cego, mas também na sua presença a convite do Gabinete do Vereador Nunes da Silva, na reunião de 8 de Outubro, para em conjunto com as Juntas de Freguesias e com os técnicos camarários, analisar, debater e propor alternativas, para o plano camarário, Novas Avenidas Novas, apresentado a 20 de Setembro no Palácio Galveias. Mas também a sua repetida aparição na imprensa, são prova disso mesmo: da credibilidade desta Associação.


Dessa reunião e conforme comunicado distribuído aos associados e de que o Jornal I fez eco, os resultados obtidos são positivos, e constam do memorando* da CML.

Naturalmente que nem todos estarão totalmente de acordo com as alterações conseguidas pela Associação. Mas não nos podemos esquecer que a Associação nada pode impor à Câmara e que o seu papel é apenas o de tentar conseguir que a Câmara seja sensível às reclamações e observações dos moradores e comerciantes. E nesse aspecto, julgo que os resultados obtidos não deixam margem para dúvidas, para mais quando a Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, em vez de defender e representar os moradores, como seria sua obrigação e para o qual foi eleita, mais uma vez pouco ou nada mais fez do que entrar calada e sair muda da reunião.

* Os desenhos mencionados no memorando da CML, podem ser consultados aqui:
Desenho 0 - Planta de acessibilidades e estacionamento
Desenho 1 - Av. Sá da Bandeira
Desenho 2 - Av. João Crisóstomo
Desenho 3 - Av. Defensores de Chaves
Desenho 4 - R. Filipa de Vilhena
Desenho 5 - Av. Rovisco Pais
Desenho 6 - Esquema de circulação
Desenho 7 - Estacionamento
Desenho 8 - Rede de transportes públicos
Desenho 9 - Circulação pedonal

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Jardim do Arco Cego - Do sucesso à falta de civismo

Ninguém pode, hoje, negar que este Jardim é um enorme sucesso. No entanto é também visível por todos, que o mesmo não está preparado para a utilização intensiva a que tem estado sujeito.

As recentes alterações introduzidas na sua manutenção pela CML - aumento de contentores para depositar o lixo, arranjo do relvado junto aos bancos a alargamento do horário dos responsáveis pela sua limpeza e manutenção, apenas resolvem uma parte dos problemas.

A falta de civismo de muito dos seus utilizadores, com destaque para muitos alunos do IST, que não são capazes de colocar o lixo nos contentores e os donos dos cães que lamentavelmente continuam a utilizar o relvado como casa de banho dos mesmos, impedem que este se mantenha limpo.

Espero que a acção de sensibilização da CML, que está a decorrer junto dos comerciantes locais e dos utilizadores do Jardim, com especial enfoque nos alunos do IST e que conta com o apoio e colaboração da Associação de Moradores das Avenidas Novas, Associação de Estudantes do IST e Juntas de Freguesias de Nossa Senhora de Fátima e de São João de Deus, produza resultados positivos.

Esta campanha só foi possível devido à iniciativa da Associação de Moradores das Avenidas Novas junto da CML, no sentido de resolver o problema da poluição orgânica e inorgânica do Jardim do Arco do Cego, que tem afastado muitos frequentadores, principalmente moradores da zona, desse espaço verde que deveria ser de eleição.

No entanto, julgo serem necessárias algumas medidas repressivas junto daqueles que julgam que o Jardim é só deles, que podem fazer o que muito bem lhes apetece, assim como  intensificar as medidas de manutenção de forma a evitar o natural desgaste provocado pela intensa utilização, que provoca desde peladas no relvado a buracos juntos à zona dos bancos. 

Imagens de 12-10-2012, ao final da tarde

domingo, 14 de outubro de 2012

A informção escrita da Senhora Presidente de Junta de Nª Srª de Fátima e a Associação de Moradores das Avenidas Novas

Na última Assembleia de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, a Senhora Presidente  da Junta apresentou à Assembleia um documento, que alguém lhe terá escrito, e ao qual muito pomposamente chamou de "Informação escrita da Presidente da Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima à Assembleia de Freguesia de 28-Setembro-2012".

A figura da Informação Escrita do Presidente da Junta, obrigatória em todas as Assembleias Ordinárias, deve relatar a "actividade por si ou pela junta exercida, no âmbito da competência própria ou delegada, bem como da situação financeira da freguesia" (alinea o, nº 1 do artº 17º da lei 5A de 2002).

No entanto, ao analisarmos aquela que foi apresentada pela Presidente da Junta, verificamos que quanto à situação financeira da freguesia, nada se diz, pois a Senhora Presidente continua a entender que está acima da lei e como tal recusa-se a dar conhecimento dela, apesar de já ter sido fortemente criticada e condenada pela sua actuação na auditoria de 2011 do Tribunal de Contas.

Já em relação à actividade da Junta, verifica-se que ela é diminuta (para não dizer nula), reduzindo-se esta informação escrita a um desenrolar de desculpas a justificar a falta de trabalho, junto a um manifesto de apoio à Câmara Municipal, no que respeita à introdução de parquímetros no Bairro Santos e no que toca às intenções do Vereador Nunes da Silva para a Avenidas Novas, demonstrando de forma clara que a Junta continua a ignorar totalmente a opinião dos moradores. 

Por fim, resulta clara uma tentativa de branquear a falta de iniciativa da Junta e a ausência em reuniões no toca ao jardim do Arco Cego. É preciso não ter vergonha nenhuma para escrever que o Jardim do Arco Cego será "objecto de campanha de sensibilização conjunta entre a CML e a Junta". O que é que a Junta fez para tal? NADA!

Conforme pode ser lido na Informação à população distribuída na Assembleia de Freguesia, a campanha de sensibilização que está a decorrer na zona do jardim do Arco Cego, teve como ponto de partida uma reunião, solicitada pela Associação de Moradores das Avenidas Novas, na qual esteve tive o prazer de participar enquanto um dos dirigentes desta, no passado dia 20 de Junho com o Senhor Director Municipal de Ambiente Urbano, Eng Ângelo Mesquita, e na qual alertámos a CML para os diversos problemas provocadas por um excesso de frequência do espaço e que está a provocar quer uma degradação do mesmo, quer principalmente a deixar o Jardim muitíssimo sujo.

A Câmara acolheu de imediato as nossas preocupações e propôs planear uma campanha de sensibilização junto dos comerciantes, público em geral e dos estudantes do IST, em particular, e de avançar também com medidas que permitissem de imediato minorar o problema do lixo.   Ficou também acordado convidar para se associarem a essa campanha a Associação de Estudantes do IST, a Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, bem como a Junta de Freguesia de São João de Deus.

No entanto, e apesar de se terem realizado já  3 reuniões, a Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima só compareceu a uma, pelo que só com muito descaramento pode agora a Presidente da Junta assumir como sua uma iniciativa para a qual pouco ou nada contribuiu ou contribui.

A Associação de Moradores das Avenidas Novas, que tem tido a preocupação de ouvir sempre a  população antes de tomar qualquer iniciativa ou posição, perante a postura da Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, que sistematicamente a ignora, indo mesmo ao ponto de se recusar a publicar no seu site qualquer notícia em que a Associação seja referida, vê-se na obrigação de repor a verdade dos factos, tendo para isso distribuído a referida Informação à população.

Senhora Presidente, permita-me três conselhos. O primeiro que para a próxima vez peça a alguém que saiba o que é uma informação escrita, para lhe escrever uma. O segundo,  que leia sempre aquilo que lhe escrevem, para não fazer a triste figura que fez na Assembleia de Freguesia, quando concordou com a líder da bancada do PS, quando esta afirmou que deveria ser um erro o "alargar os passeios" na Av. Miguel Bombarda. É que essa é realmente a ideia do vereador Nunes da Silva para essa artéria. Por último, escreva sempre a verdade. Escreva aquilo que fez e não o que pensa fazer. Escreva aquilo que fez e não o que outros querem ou estão a fazer, principalmente se isso for contra a vontade da população. E por fim, não tente fazer suas, acções de outros. Eu sei que é difícil  mas faça um esforço ou peça aos seus dedicados e fieis assessores para o fazerem. Eles que puxem pela cabeça que é para isso que lhes paga.

domingo, 23 de setembro de 2012

"A vida das Avenidas Novas não cabe nos mapas que apresentam"

DN 21-9-2012 - Clique para ampliar

"A vida das Avenidas Novas não cabe nos mapas que apresentam"

Esta frase, dita por José Sardica no debate promovido pela Câmara de Lisboa na passada quinta-feira no Palácio Galveias, sintetiza o sentimento dos moradores e comerciantes das Avenidas Novas, face às propostas da Câmara/Vereador Nunes da Silva.

Numa reunião concorrida, apesar da falta de divulgação quer por parte da CML quer por parte da Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, a população presente em número muito significativo  foi clara na oposição aos planos da Câmara para a introdução de 2 sentidos e placa central na Av. João Crisóstomo, redução do número de faixas de rodagem e alargamento dos passeios na Av. Miguel Bombarda, das alterações pretendidas para a Av. Defensores de Chaves, que passam pela utilização da placa central como zona pedonal e via clicável e redução de uma faixa de rodagem em cada sentido, além da continuação dos dois sentidos de trânsito na R. D. Filipa de Vilhena.

A Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, apesar de representada pela sua Presidente e por mais 2 membros do executivo, entrou muda e saiu calada, como aliás nos vem habituando a tudo o que se passa na Freguesia, não sendo possível tirar outra conclusão do que a que mais uma vez e contra aqueles que devia representar e que a elegeram, concorda com os planos da Câmara.

Sobre as opiniões dos moradores e comerciantes, expressas durante o acalorado debate, a notícia do Público de sábado é reveladora da unanimidade que estas expressaram:
Clique para ampliar ou ler no CidadaniaLX

De referir ainda a intervenção do presidente da Associação de Moradores das Avenidas Novas, que deixou bem marcadas quer as dúvidas que se levantam a todos sobre o porquê destas obras num período financeiramente tão contornado e difícil para o país e para os cidadãos, quer as razões pelas quais somos contra algumas das intenções da CML, e que no final da sua intervenção entregou ao Eng. Mendes dos Reis em forma de memorando.

É no entanto importante referir que algumas das soluções agora apresentadas pela Câmara contam com a concordância da população, como seja o rebaixamento dos passeios de forma a facilitar a mobilidade, a passagem do Bairro do Arco do Cego a zona 30, a passagem a via com 2 sentidos de trânsito em toda a extensão da Av Marquês de Sá da Bandeira, bem como a alteração do cruzamento desta avenida com a Av de Berna de forma a permitir a passagem de e para a Rua da Beneficência. Esta última proposta irá permitir um acesso fácil directo ao Túnel do Rego, aberto à circulação em Dezembro de 2005, mas que continua até hoje quase que permanentemente vazio, sendo uma excelente alternativa a quem por exemplo vem ou quer ir para a Av das Forças Armadas, Bairro Santos ou mesmo Hospital de Santa Maria, fugindo à Av. 5 de Outubro ou Praça de Espanha.


domingo, 16 de setembro de 2012

Recuperar alamedas para as pessoas é prioridade nas Avenidas Novas.


Requalificar o espaço público, à imagem do que já foi feito na Duque de Ávila, (...) nas avenidas Defensores de Chaves, João Crisóstomo, Miguel Bombarda e Rua Marquês Sá da Bandeira (...), que a Câmara de Lisboa vai depositar novos esforços de requalificação do espaço público, não só para promover alterações na rede viária da zona, mas acima de tudo como forma de garantir uma redistribuição mais equitativa em favor do trânsito pedonal local.

É um processo que vai ter início, em obra, no próximo ano, (...) e que segue curso com sessão pública na próxima semana (dia 20, às 18h, no Palácio Galveias) para apresentação dos projectos.

(...) um dos vectores fundamentais destes projectos assenta no tráfego automóvel, (...) reorientar o atravessamento da zona, de facilitar os movimentos internos, bem assim como procurar mais estacionamento para os residentes.

(...) Parte daqueles planos está patente desde dia 8 e até ao dia 23 no Palácio Galveias (ao Campo Pequeno) (...) Um desígnio recentemente devolvido à Duque de Ávila, já profusamente ocupada com espaços de esplanada e sombra, área de passeio triplicada e pista ciclável (esta à míngua de utentes), (...)

Contestação local

A Associação de Moradores das Avenidas Novas está desde a primeira hora descontente com as alterações viárias na Filipa de Vilhena (duplicação de sentidos de trânsito) e redução de espaços de estacionamento, situação agravada com a construção de um estacionamento subterrâneo, já na Alves Redol, no prolongamento da João Crisóstomo (obra que está parada, segundo o vereador municipal Nunes da Silva, devido à falência do empreiteiro, a Engiarte  ).

(...) Para a câmara, a prioridade imediata aponta para os eixos da Avenida Defensores de Chaves e 5 de Outubro, para além de pôr a Marquês Sá de Bandeira com os dois sentidos em toda a sua extensão e permitir o atravessamento da Avenida de Berna até à Rua da Beneficência.(...) Na Defensores de Chaves (...), a que o plano municipal pretende dar novo uso, em benefício dos peões, com ciclovia anexa, 

(...) O plano de melhoria de acessibilidade pedonal será acentuado pela criação da "zona 30 (km/h)" do Bairro do Arco do Cego, logo no início do próximo ano. "As vias locais serão objecto de uma intervenção mais profunda, pela continuidade dos passeios nos cruzamentos e com o arranque das obras do parque da Defensores de Chaves/Arco do Cego, para então se poder avançar as obras do reperfilamento da João Crisóstomo [que passará a ter dois sentidos], e da Miguel Bombarda", precisa o vereador municipal.

Mas subsiste a questão que tem gerado a subida de tom de antagonismo entre os munícipes locais e a vereação camarária: o que fazer com os carros? O vereador afiança que o reordenamento à superfície garantirá mais 189 lugares, em resultado do reperfilamento das ruas. "Para além disso, há ainda que contar com 40 a 50% de lugares nos dois parques de estacionamento subterrâneos previstos: o da Alves Redol - já em construção - e o da Defensores de Chaves/Arco do Cego." (...)
Ler noticia completa aqui

Curiosamente, ou talvez não, continua a ser o silêncio da Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, que nem na sua página na internet dá a conhecer estas noticias, informa sobre a exposição patente no Palácio Galveias ou promove o debate do próximo dia 20. Note-se que a quase totalidade deste projecto que agora é avançado pelo Vereador Nunes da Silva, desenvolve-se na Freguesia de Nossa Senhora de Fátima.

Há qualquer coisa no comportamento e atenção que esta Junta de Freguesia e em particular da Sra Presidente de Junta, relativamente ao que se passa na sua Freguesia, que nunca hei-de conseguir entender!

E é bom não esquecer a este propósito, que já por pelo menos 3 vezes, a 29 de Julho de 2010, 29 de Setembro de 2011 e  18 de Outubro de 2011 (ver também aqui), além da reunião inicial nos Paços do Concelho, que a população (moradores, comerciantes e quem aqui trabalha) manifestou de forma bastante incisiva, seja em número de presença seja em argumentos fundamentados, as suas objecções a muitas das propostas em que o Senhor Vereador Nunes da Silva teimosamente continua a insistir, contra a vontade de todos.