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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Analfabetismo, cegueira ou apenas falta de civismo

Rua Viriato
Num passeio Sábado de manhã pelas Avenidas Novas...
 Nem com a ameaça de multa!
Rua Filipe Folque
Av. 5 de Outubro
Av. João Crisóstomo
Av. Defensores de Chaves
Av. Elias Garcia
Av. Elias Garcia
Av. Marquês de Tomar
R. Padre António Vieira

sábado, 22 de novembro de 2014

Lixo e falta de civismo III

Av. Elias Garcia X Av. Defensores de Chaves
A dificuldade que alguns moradores têm em perceber para que é que serve um vidrão é assustadora. Por mais campanhas, mais apelos e mais avisos que se façam, os vidrões continuam a ser um repositório de lixo doméstico e de entulho de obras particulares, de que os culpados são aqueles que em primeira mão deviam zelar pela limpeza e bem estar da sua zona: os próprios moradores e os comerciantes.

Av. Defensores de Chaves
Av. Barbosa du Bocage
E parece que nem os avisos de multas de 727,00€, para quem colocar lixo junto dos vidrões (ou junto dos ecopontos), que esta semana começaram a ser colocados nos vidrões existentes no Bairro Santos, afasta estes comportamentos de manifesta falta de civismo. Vamos esperar pelas próximas semanas para ver se estes comportamentos se alteram, ou se finalmente a partir de Janeiro vamos ver a Lei a ser aplicada e os causadores destas lixeiras a serem punidos. 

Rua da Beneficência (Bairro Santos)
Rua Cardeal Mercier (Bairro Santos)
Rua Soeiro Pereira Gomes (Bairro Santos)
Fotos de sexta-feira dia 21-11-2014

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Praça de Touros do Campo Pequeno

In Restos de Colecção 24-10-2014
Mais um excelente post do Resto de Colecção sobre o património e história das Avenidas Novas, desta vez sobre a Praça de Touros do Campo Pequeno, cujo espaço circundante não tem tido, infelizmente, nos últimos anos a atenção e cuidado que merece e cujo estado de degradação que apresentava há menos de um ano atrás era o que se pode ver aqui, mas que já em 2012 era referenciado pelo Cidadania Lx.

Nota: Subscrevo na integra as palavras do autor ao referir que "A elaboração deste artigo deveu-se única, e exclusivamente, a lembrar e informar da história deste “imóvel de interesse público” (IGESPAR) em si, acompanhado por uma breve resenha histórica da Tourada em Portugal, espectáculo do qual não sou adepto, antes pelo contrário".

terça-feira, 14 de outubro de 2014

António Costa desistiu de Lisboa

Estrutura Ecológica de Lisboa
Querer-se reduzir o problema das inundações que se verificaram ontem e há 3 semanas, um pouco por toda a Lisboa e particularmente nas Avenidas Novas, a um simples problema de limpeza das sarjetas, é querer apenas ter tempo de antena, dizer mal apenas por dizer. E se é verdade que em grande parte da cidade não houve inundações, entre muitos outros factores, porque as sarjetas funcionaram, também não deixa de ser verdade, que à semelhança do que aconteceu há 3 semanas, na maioria se não na totalidade dos locais que inundaram nas Avenidas Novas, pouco tempo depois de parar de chover já não havia água acumulada, sinal que as sarjetas não estariam entupidas e afinal, também aí, funcionaram.

Mas há algo que não podemos nem devemos esquecer e muito menos ignorar. O sistema hídrico da cidade, as bacias de retenção/infiltração pluvial, as zonas de vulnerabilidade às inundações e mesmo as zonas sobre as quais se fazem sentir directamente os efeitos das marés, estão há muito identificadas e cartografadas, nomeadamente no PDM. Ao longo dos anos a cidade desenvolveu-se ignorando estes factores e agora sempre que existe uma precipitação anormalmente elevada num curto espaço de tempo (34 litros numa hora, como ontem entre as 14h e as 15h), o sistema pura e simplesmente não consegue dar vazão, transbordando mesmo, como foi visível em vários locais da zona mais baixa da cidade.
E se compararmos as zonas ontem inundadas nas Avenidas Novas - zonas de Entre Campos e Praça de Espanha, com a sua localização nestes dois mapas, rapidamente se verifica, que são zonas bem identificadas, consideradas como de vulnerabilidade às inundações elevada e muito elevada, donde não é surpresa para ninguém, o que aconteceu e muito provavelmente vai voltar a acontecer, pois já se percebeu que estes fenómenos têm cada vez menos tendência para serem pontuais.

Este é um assunto que requer uma intervenção séria, estando o problema diagnosticado. Falta vontade da Câmara Municipal de Lisboa, de colocar em marcha o plano de drenagem da cidade aprovado há 7 anos, sobre o qual o Senhor Vereador Manuel Salgado "diz estar a ser realizado “um levantamento exaustivo de todas as situações”, através de um estudo com o custo de 1,5 milhões de euros". Não se querem mais estudos, mas sim que se resolvam os problemas da cidade.

Aliás, para zona da Praça de Espanha, o Senhor Vereador Manuel Salgado afirma que Já tem o plano de execução pronto o colector da Avenida de Berna, que é aquele que, precisamente, vai ligar à Praça de Espanha – que funciona como uma bacia de retenção à superfície e vai depois escoar para o Vale de Alcântara. Esta é uma das obras que se prevê vir a executar”. Ou seja, por mais limpas que estejam as sarjetas, não há neste momento capacidade de escoamento do colector existente, pelo que em situações idênticas, vamos voltar a ter a ruas Silva Teles e da Beneficência inundadas. 

Outra verdade, que a enxurrada de ontem infelizmente provou, é que as infelizes declarações do Senhor Vereador Carlos Castro e do Senhor Presidente da CML a 22 de Setembro, mais não foram que uma infrutífera tentativa de sacudirem a água do capote, pois  ontem "a maré estava longe de estar cheia (...), o aviso laranja foi anunciado com antecedência, (...) e, por isso, não é possível atribuir as culpas nem à maré nem aos meteorologistas" nem à falta de avisos. Ou seja desta vez não se podem queixar de falta de tempo para a Câmara se preparar, o que na prática de nada serviu, como se constatou.

Mas depois do silencio quase total a se remeteu nas duas ocasiões, o Senhor Presidente da Câmara, se bem que dizendo que o que se verificou "nada teve a ver com a falta de limpeza das sarjetas e dos semidouros", surpreendeu tudo e todos hoje na Assembleia Municipal ao afirmar que "O plano de drenagem não faz desaparecer estas situações. A solução não existe". Inacreditável a atitude de desistência do Presidente de Câmara, própria de quem atira a tolha ao chão e desiste de lutar.

Mas uma coisa é certa, se nada se fizer, se continuarmos com planos metidos na gaveta, então é certo que não há solução. Mas se o plano de drenagem, aprovado há 7 anos, já estivesse em execução (e 30% já deveria estar concretizado) de certeza que já se teriam minorado alguns dos problemas e prejuízos verificados e as zonas afectadas seriam de certeza menores. 

Lisboa precisa de alguém que lute por Lisboa, que tudo faça por resolver os problemas de Lisboa, numa palavra de alguém que goste de Lisboa, que sinta Lisboa como sua.

sábado, 11 de outubro de 2014

Ignorância?

Num artigo sobre a ex-Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, publicado pelo DN em 24-12-2006, a então Senhora Presidente da Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, afirmou que "preside à quarta maior freguesia de Lisboa".

Segundo o INE, nos Census de 2001, Nossa Senhora de Fátima tinha como população residente 15291 indivíduos  o que fazia com que fosse a 12º Freguesia de Lisboa com mais população. Já segundo os Census de 2011, a Freguesia contava com 15283 indivíduos (menos 8), o que a colocava em 10º lugar entre as 53 Freguesias existentes então em Lisboa.

Já quanto à área, a antiga Freguesia de Nossa Senhor de Fátima com os seus 1,91 Km2, era a 14ª Maior Freguesia de Lisboa.

Qual será o indicador que colocava Nossa Senhora de Fátima em 4º lugar? Ou será que a ex-Presidente de Junta nunca chegou realmente a conhecer a Freguesia a que presidiu durante 8 anos? Se calhar a Senhora ex-Presidente de Junta, até tem alguma razão quando afirmou, num aparte durante uma intervenção minha, na Assembleia de Freguesia de Avenidas Novas, realizada no passado dia 29 de Setembro, "sou ignorante"!

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Queixinhas II

António Costa mais preocupado com a guerra interna do PS e com o debate de hoje à noite na RTP, faltou hoje mais uma vez à reunião da Assembleia Municipal de Lisboa, continuando de costas voltadas para a cidade que devia governar. Mas, entretanto, não deixou de dar um puxão de orelhas ao Vereador Carlos Castro, pelas declarações de ontem, em que acusou o IPMA de ser o culpado das inundações que trouxeram o caos a Lisboa ontempor não ter previsto tanta chuva, acrescentando que a cidade teve de se preparar “à última da hora”, pois só assim se entende que hoje,  tenha vindo o dito por não dito, negando "ter acusado o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) ou a Proteção Civil pelos danos causados pela chuva de segunda-feira, afirmando que deram uma “resposta notável”. “Não acusei, não me queixei, nem desconsiderei os serviços”, e até teceu elogios. É preciso ter muita lata!

Este é o resultado de uma Câmara que está sem Presidente, que mesmo numa situação extrema, apenas se limitou a fazer comentários de Coimbra, acompanhando a situação por telefone!!

Senhor Vereador, assuma as criticas que ontem fez e que todos pudemos ver e ouvir e peça desculpa pela suas lamentáveis declarações, não só de ontem, mas também de hoje.

Queixinhas


O vereador Carlos Castro veio ontem, com ar de virgem ofendida, queixar-se de que o IPMA, (já não ter culpado directamente o Governo, já não foi mau...) não avisou a Câmara para a chuva que anormalmente e num curto período de tempo, se abateu na cidade, claramente tentando sacudir a água do capote, pelas inúmeras inundações que um pouco por toda a cidade se verificaram. Como se esse aviso, tivesse alterado alguma coisa, quando o que aconteceu foi repentino e de curta duração.

Nem o turista Costa, se atreveu a tanto, quando no meio da sua campanha eleitoral para os lados de Coimbra, se lembrou que é o Presidente da Câmara de Lisboa, e lá veio dar um arzito da sua graça, culpando a maré alta -“Quando coincide a ponta da maré com uma ponta de precipitação anómala, é evidente que os sistemas que estão calculados para um determinado caudal não têm capacidade para responder perante um caudal anómalo”.

A verdade é que o sistema de esgotos da cidade é antigo e continua a não estar preparado para estas situações meteorológicas extremas e a Câmara não faz a sua manutenção devida nem o moderniza.

O velho problema da limpeza das sarjetas, também teve de certeza alguma influencia (residual como afirmou, de Coimbra A. Costa), mas não deixa de ser verdade que o que aconteceu ontem foi uma situação excepcional, em que a conjugação de vários factores, levou a que tivesse acontecido o que todos vimos. E as sarjetas são apenas a parte visível do sistema. De nada serve que as sarjetas estejam limpas, se condutas e colectores o não estejam, não permitam o devido e rápido escoamento da água.

Pelas Avenidas Novas, também não faltaram logo, os habituais profetas da desgraça, a dizerem que avisaram das sarjetas, que se estivem limpas, nada disto acontecia.......

Mas não os ouvi falar, quando pouco tempo depois da anormal queda de água, já não se via praticamente água nenhuma nas ruas da Freguesia (à excepção de algumas zonas na Praça de Espanha), prova de que as sarjetas funcionaram. Se as sarjetas estavam tão entupidas como afirmam, será que toda aquela água se evaporou em cerca de 1 hora? Ou será que na sua generalidade não estavam realmente entupidas e a sua limpeza é real e feita atempadamente? É o habitual dizer mal, só por dizer, aproveitando fenómenos naturais extremos que ninguém controla, nem se conseguem prever com exactidão, para terem o seu tempinho de antena.

Ontem ficaram bem visíveis as consequências do alcatroamento eleitoralista das ruas do Bairro Santos, com a água a andar nos passeios mais do que seria suposto, e as sistemáticas avarias nos semáforos, desligados em grande parte da Av. 5 de Outubro, nomeadamente no cruzamento com a Av. de Berna, onde o engarrafamento às 17.00 horas, não era certamente provocado por nenhuma inundação. E sobre estes aspectos, não vi em lado algum comentários dos velhos do Restelo (será porque por coincidência estas são competências da CML e não da JF?).

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Higiene Urbana - de quem é a responsabilidade?

Com a reorganização administrativa de Lisboa, algumas competências que até agora eram da responsabilidade da Câmara Municipal, passaram para as Juntas de Freguesia. No caso da higiene urbana saiba o que desde Março compete à Junta de Freguesia e o que continua a ser responsabilidade municipal. 

sábado, 21 de junho de 2014

Postais das Avenidas Novas 8

Rua Filipa da Mata, Bairro Santos

domingo, 15 de junho de 2014

Férias nas Avenidas Novas

Estes dois programa de Férias para crianças e jovens da Freguesia, organizados pela Junta de Freguesia de Avenidas Novas, irão abranger mais de 350 crianças.

Informações na Junta de Freguesia de Avenidas Novas - 914934991 e 217978861 para a Colónia de Férias e 933407310 para a Praia Campo

sábado, 14 de junho de 2014

Jacarandás nas Avenidas Novas

Rua Castilho
Avenida 5 de Outubro
Avenida Miguel Bombarda
Jardim Gomes de Amorim (Casa da Moeda)
Rua Castilho
Rua Castilho e Parque Eduardo VII (in Facebook - Tiara Park Hotel)

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Arraial Refood - Avenidas Novas

Luisa Chaves, Paulo Lopes, Daniel Gonçalves, Cristina Martins, António Parente e Isabel Simas
Como no ano passado, também este ano marcámos presença no Arraial da Refood, que se realizou hoje na AV. Conde Valbom. Uma causa e um projecto que já ultrapassou os limites da Freguesia, estando já espalhado por toda a Lisboa, mas que muito tem contribuindo para que muitos moradores das Avenidas Novas possam ter, pelo menos, uma refeição diária.

A área social e de apoio aos mais desprotegidos da Freguesia, foi a prioridade número um do programa, com que nos apresentamos em Setembro passado ao eleitorado das Avenidas Novas, e com o qual ganhámos as eleições na Freguesia. Como tal  não podíamos, enquanto eleitos da Freguesia, na Junta e Assembleia de Freguesia, de nos juntarmos a mais esta festa da Refood e de mais uma vez transmitirmos a nossa solidariedade e apoio ao Hunter Halder, que sabe que poderá contar sempre com o actual executivo de Avenidas Novas e com os autarcas do PSD, neste seu projecto que tanta ajuda trouxe e trás aos mais carenciados das Avenidas Novas.
Huter Halder, com os membros da Junta de Freguesia, Assembleia de Freguesia presentes e com alguns dos colaboradores da Junta de Freguesia  
Uma festa que animou a zona pedonal da Av. Conde Valbom, desde as 16 horas e até ao inicio da noite e que juntou centenas de pessoas, que de uma forma sempre bem disposta e animada, mostraram o seu apoio à Refood, ao magnifico trabalho que tem desenvolvido da Freguesia e aos voluntários que permitem que a Refood chegue cada vez a mais lares.

Uma palavra final de agradecimento muito especial para a minha grande amiga e autarca do PSD na Assembleia de Freguesia de Avenidas Novas, voluntária desde a primeira hora da Refood, Luísa Chaves, que hoje mais uma vez nos brindou com a sua alegria e que com o seu contributo foi uma das pessoas que fez com que esta festa fosse mais um enorme sucesso.