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quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Quem os viu e quem os vê

Negócios 29-10-2016
As recentes situações vividas no governo, com os casos das licenciaturas falsas declaradas por dois quadros do governo - o adjunto para os Assuntos Regionais do primeiro-ministro e o chefe de gabinete do Secretário de Estado da Juventude e do Desporto - são de uma enorme gravidade. Mas teriam igualmente a mesma gravidade se tivessem acontecido num governo do PSD.

A diferença está na atitude dos geringonços, comunistas e bloquistas, para quem as situações vividas a semana passada são condenáveis mas, que com as demissões, os casos estão devidamente esclarecidos e encerrados e não se fala mais no assunto.

Agora imagine-se o que esta esquerdalha não estaria já esganiçadamente a protestar, exigindo sangue e cabeças, se os mesmos casos ocorressem num governo do PSD. Enfim, dois pesos e duas medidas, a que esta geringonça já nos vem habituando, nomeadamente com o actual silêncio dos sindicatos, sobre tudo o que se está a passar na educação, e transportes de Lisboa, para citar apenas dois exemplos.

ADENDA: "Andam por aí uns artistas do spin a tentarem fazer, pateticamente, uma analogia entre os casos das licenciaturas falsas deste Governo e o que aconteceu com Miguel Relvas. A ideia, infantil, é tentar atenuar a culpa de uns com a do outro e embrulhar tudo no mesmo.
Sejamos claros: (i) não há qualquer similitude entre as situações; (ii) as atitudes dos dois Governos são completamente diferente; (iii) o problema não é esse - e tudo isto não passa de um exercício de comunicação da Geringonça para esconder a verdadeira questão política.
(i) Relvas não alegou ter uma licenciatura sem ter obtido o título universitário. Fê-lo de acordo com as regras que a própria universidade aplicou e declarou-se licenciado com um diploma na mão
(exactamente o mesmo que fez Sócrates). Os dois boys socialistas conhecidos numa semana (até agora!) declaram TRÊS licenciaturas e não tinham nenhuma de acordo com as Universidades. Mentiram, portanto;
(ii) O Governo PSD/CDS investigou oficialmente o caso Relvas. Concluiu que a lei não tinha sido bem aplicada PELA UNIVERSIDADE e anulou administrativamente a licenciatura
(o que só não aconteceu com Sócrates, por já ter prescrito, pois as investigações também provaram irregularidades, por a Lei não ter sido aplicada correctamente). O Governo da Geringonça fez o contrário: negou, tentou esconder, mentiu, desvalorizou e agora faz spin;
(iii) O que está em causa é a distinção de atitude dos dois Governos, apesar das diferenças de gravidade dos casos. O que está em causa é que um Sec de Estado foi corrido quando informou o ministro da mentira descabelada de um boy. O que está em causa é que, a serem verdadeiras as alegações do ex-Sec de Estado, tudo indica que o ministro sabia de tudo, foi conivente e mentiu. O que está em causa é que um ministro fraquíssimo, que só se manteve no cargo até agora por se vergar à Fenprof, pode estar perto do insustentável mesmo com o apoio do dr. Nogueira. O que está em causa é que estes casos revelam a verdadeira face de quem nos (des)governa e de como estão dispostos a tudo só para se manterem no poder.
"
Carlos Abreu Amorim
Deputado do PSD

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

O futuro da democracia pelos amigos do BE

In El Metropolitano de Madrid

Para a esquerdalha, o princípio "um homem, um voto", não passa disso mesmo: um principio, que só tem valor quando lhes interessa. Para esta gente vale tudo para atingir o poder, mesmo que para isso seja necessário abolir um dos princípios mais sagrados da democracia.

É importante não nos esquecermos, que como até há pouco tempo com o Syriza, este Podemos é um partido irmão do nosso BE. Se hoje em Portugal, com apenas 10% dos votos já mandam no governo, imaginem o que seria se algum dia viessem a ser governo. Ao contrário do que alguém ironicamente um dia sugeriu, não teríamos apenas uma suspensão por uns meses da democracia. Passaríamos rapidamente a viver numa ditadura.

domingo, 11 de setembro de 2016

O BE quer a extinção dos Comandos apenas por revanchismo

Observador 10-9-2016
A esquerda radical, ao fim de quase 41 anos, ainda não conseguiu digerir, nem aceitar, a reposição dos valores e ideais que estiveram na base da Revolução de Abril e que trouxeram a Portugal a estabilidade que o país precisava e dessa forma evitando que Portugal se tenha transformado numa ditadura de esquerda, como a uma capa da Time antevia no Verão quente de 75.

Tal só foi possível, porque a 25 de Novembro de 1975, um grupo de Comandos liderados pelo então Major Jaime Neves, saiu à rua, e pagando tal acção com a vida de dois dos seus homens - Tenente Coimbra e o Furriel Pires, nos restituíram a democracia.

Não tendo outros argumentos e de forma cobarde e oportunista, aproveitando-se da recente morte de dois recrutas dos comandos esta semana, o BE e a esganiçada mor, vêm agora exigir, mais uma vez, o fim dos Comandos.

A melhor forma de respeitar e honrar a morte destes jovens é valorizar o seu esforço, e não acabar com os Comandos!

Num passado bem recente, o país já verificou que tal decisão foi um erro, pois apenas 9 anos depois de terem sido extintos, os cursos de Comandos voltaram em 2002. Não porque é bonito termos uma força altamente treinada e operacional, mas porque o país precisa cada vez mais de uma força destas, atendendo às ameaças e instabilidade internacional, que surgem um pouco por todo o lado e às quais não estamos infelizmente imunes.

Da minha parte e tenho a certeza da de muitos Portugueses, mesmo dos que em 1975 não eram nascidos, nunca esquecerei que se agora posso dizer e escrever o que me vai na alma, devo-o aos Comandos, à sua determinação, disciplina e coragem, valores dos quais o país não pode abdicar. Algo que Catarina Martins e a esquerdalha, não compreende, não aceita e tudo faz para esquecer e apagar da história. Só por isso e rigorosamente por mais nada, querem agora acabar com os Comandos.

Pelo que fizeram pelo país e pela forma como nos últimos anos têm contribuído para a defesa dos valores da Liberdade e da Democracia, em vários terrenos internacionais só me resta agradecer-lhes - Obrigado Comandos!

Adenda - Ou se se preferir, a atitude do BE mais não é que uma leviandade, como diz Vital Moreira.

Adenda 2 - "A formação dos Comandos não é dura por capricho. Por gosto ou sadismo dos instrutores. É dura por necessidade". Um excelente texto, de alguém quem conhece a realidade dos Comandos, a sua importância e necessidade. A ler!

domingo, 4 de setembro de 2016

Com amigas destas, quem precisa de inimigos

Público 21-8-2016
Expresso 2-9-2016
Primeiros sinais de uma ruptura anunciada ou apenas mais pressão sobre Costa? Vamos esperar mais um pouco pelo próximo orçamento de estado, para ver quem manda no governo e até quanto o PS está refém do BE.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

A propósito dos incendios


Num momento em que milhares de voluntários trabalham para salvar vidas, casas e florestas, é importante não nos esquecermos o que alguns pensam e dizem, sobre aqueles que colocando muito vezes a vida em risco, trabalham para salvar o que é de todos.

quinta-feira, 9 de junho de 2016

A nova DDT ou como 10% mandam no país



Se dúvidas houvesse sobre quem manda no governo, nesta entrevista Maria Mortágoa esclarece-as todas. O PS é um partido a reboque do BE e Mariana Mortágoa julga-se a nova DDT.

Um partido que nas últimas eleições legislativas apenas alcançou 10,19% dos votos (550.892), elegeu 19 deputados (em 230), não está no governo, manda a seu belo prazer nos destinos do país. Não foi nisto que mais de 2.100.000 eleitores votaram (para não falarmos nos cerca de 1.750.000 que votaram no PS).

Segundo Mariana Mortágoa "Há coisas em que há uma convergência grande e é fácil encontrar uma solução, há coisas em que ainda não há convergência mas há espaço para haver e é preciso debater muito e encontrar as melhores soluções e há matérias em que não há convergência". Imagine-se o que acontecerá quando o PS ceder ainda mais ao BE, pois a convergência que existe, já mostra resultados: Zona euro cresceu três vezes mais do que Portugal no primeiro trimestre.

Um caminho preocupante, aquele pelo qual António Costa e a geringonça estão a levar Portugal.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Antes de 4 de Outubro a extrema-esquerda era sinal de irresponsabilidade

A 3 dias das eleições, para Carlos César, PC e BE, não passavam de partidos demagógicos e radicais e Jerónimo de Sousa e Catarina Martins eram boas pessoas, mas votar neles era pedir mais irresponsabilidade.

3 dias depois, estes irresponsáveis, demagógicos e radicais passaram a ser os melhores parceiros para governar Portugal, com os quais Carlos César se tem sentado à mesa das negociações, tudo fazendo ao que parece, para garantir o poder.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

António Costa: O Bloco de Esquerda tornou-se num partido objectivamente inutil

António Costa, Quadratura do Circulo, 2011

"O Bloco tornou-se num partido objectivamente inútil"

"O Bloco não existe em parte nenhuma"

"O Bloco é um partido inexistente"

"O Bloco como partido de protesto, não acrescenta rigorosamente nada ao espectro partidário"

"Uma moção de censura, num país normal, apresentada pelo Bloco de Esquerda, não é nada"

Mas mesmo assim é com eles que te queres coligar, a todo o custo e com todas as consequências negativas que daí advêm para o país, unicamente para chegares a Primeiro-Ministro!

Mudam-se os tempos, mudam-se as ambições.

O que ontem era objectivamente inútil, hoje pode ser a chave para os socialistas chegarem ao poder. Falta perceber, apesar da abertura manifestada, qual será realmente a postura do PCP, para quem a base de um possível acordo é apenas "afastar PSD/CDS-PP do poder" e não o estabelecimento de um programa de governo estável, credível e que cumpra com os compromissos a que Portugal se obriga, seja ao nível da CE, sejam os decorrentes do acordo assinado com a Troika, a que o país foi obrigado a recorrer depois de anos de uma gestão ruinosa socialista.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

O que o PS não quis ouvir








Isto é o que de importante o Presidente disse ontem aos Portugueses em geral e em particular a António Costa, que nestas três últimas semanas acenou com um pseudo acordo que asseguraria um governo estável para 4 anos, mas que chegado o momento de o apresentar, o mesmo não existe, nem sabemos se virá a existir. Posto perante este facto não restava outra saída ao Presidente da Republica.

É realmente lamentável o comportamento de António Costa, ao tentar dar a entender aos Portugueses, que tinha um acordo com o PC e o BE, que só não o mostrava para não dar trunfos à direita, quando na verdade nada ou quase nada tem. 

Mais uma vez António Costa brinca com os Portugueses e as conclusões da reunião da Comissão Politica de ontem, são prova mais do suficiente, que ainda não conseguiu chegar a um acordo. Será que vai chegar? E se chegar, com que preço para Portugal?

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Uma Constituição à medida

Temos uma Constituição que é clara, mas só quando nos convém!

Antes das eleições, quando para o BE era um dado adquirido que quem teria maior grupo parlamentar seria o PS, a solução era fácil e não precisávamos "de inventar muito. Temos 40 anos de democracia, temos uma Constituição que é clara. O Presidente chamará o partido que tiver a maior bancada parlamentar para formar um Governo. Eu não percebo muito bem porque há todo esse debate", afirmava Catarina Martins.

Depois das eleições o BE concluiu que se o Presidente da Republica chamar o partido que tiver a maior bancada parlamentar, é porque desconhece a Constituição. Será que esta mudança radical da interpretação da Constituição terá sido motivada pela vitória da Coligação Portugal à Frente e de o maior grupo parlamentar ser o do PSD?

Percebe agora a Catarina Martins o porquê de todo este debate, criado pela esquerda, apenas porque não conseguiram ainda digerir um resultado que julgavam ser impossível?

Enfim, leituras à medida de uma constituição, que para a esquerda apenas é clara quando serve os seus intentos.

domingo, 18 de outubro de 2015

Prefiro mil vezes os credores aos comunistas

Discordando na parte em que coloca a Coligação Portugal à Frente e o PS, no mesmo prato da balança, pois é por demais evidente para todos, que a Coligação tudo tem feito para chegar a um entendimento com o PS e que o PS assumidamente não trata nem negoceia com a Coligação, como negoceia com o PC e o BE, este artigo de opinião do António Barreto merece ser lido, principalmente pela esquerda, que continua a ver vitórias em todo o lado, menos em quem ganhou estas eleições, ao mesmo tempo que se esquecem que são muitos mais os pontos que os separam do que aqueles que os poderiam unir e que isso foi por demais evidente nos ataques e insultos que trocaram durante a campanha.  

(...) Seria bom que se visse nos programas do PCP e do Bloco o que estes partidos pretendem do futuro de Portugal, da democracia em geral, da democracia avançada em particular, da União Europeia, do euro, da NATO, da iniciativa privada, do investimento internacional, do endividamento externo, da negociação da dívida...(...)  Na verdade, o PCP não faz parte das soluções democráticas. O PCP integra o sistema democrático pela simples razão de que a democracia é o regime de todos, incluindo dos não democratas. Essa é a força da democracia, por vezes a sua fraqueza. Mas o PCP nunca deu provas de considerar a democracia algo mais do que uma simples transição para o regime comunista, através de uma democracia avançada, cujos horrores são conhecidos. Enquanto o PCP se mantiver fiel a tudo quanto o fez viver até hoje, deveremos tratá-lo como todos os comunismos e fascismos: combatê-los com a liberdade. A ter de ficar nas mãos de alguém, prefiro mil vezes os credores aos comunistas. Destes, sei que não se sai vivo nem livre".

sábado, 17 de outubro de 2015

Isto é um putedo!





Há muito que o MRPP e o grande educador do proletariado português, não nos brindavam com tão deliciosa prosa.

Embora discordando ideologicamente do Camarada Arnaldo Matos, a verdade é que coloca o dedo na frida relativamente ao PC e ao BE, que depois de dizerem cobras e lagartos do PS na campanha eleitoral e de o acusarem de estar sempre do lado da direita quando esteve no governo, agora tudo parecem fazer para lhes viabilizarem um governo. Mas será que é isso mesmo que pretendem, ou estaremos assistir a uma grande farsa, em que por um lado negoceiam com o PS, e por outro, BE e PC, poucas ou nenhumas garantias de estabilidade e segurança oferecem a António Costa.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

A convergência de esquerda de que tanto se fala

Isto está bonito, está!




Entretanto Catarina Martins vai apregoando aos quatro ventos, quem manda nas negociações com António Costa: "O PS mostrou disponibilidade para aceitar as condições do Bloco de Esquerda", mostrando de forma inequívoca a posição de subserviência a que o PS e António Costa se estão a sujeitar.

Por seu turno o PC, no seu editorial de ontem do Avante, afina pelo mesmo diapasão e informa que participará na "iniciativa pela Paz e contra a NATO a realizar em Lisboa no próximo dia 24 de Outubro".


Ou seja, o que o camarada Jerónimo tem andado a dizer, é que está disponível para apoiar, ou no mínimo viabilizar, um governo com uma politica de direita, à qual se opõem, desde que seja o camarada Costa o primeiro ministro.

Está visto no que vai dar a tão propagada convergência de esquerda.

E é com esta gente que o PS e António Costa querem chegar ao poder!

domingo, 11 de outubro de 2015

Para António Costa parece valer tudo para chegar a primeiro ministro

Antes de 4 de Outubro, para António Costa o “PCP e Bloco de Esquerda eram meros partidos de protesto”, que "Querem estar nas manifestações, mas não no Governo", tendo mesmo apelidado de "parasita" o Bloco de Esquerda.

Volvidos apenas uns dias, é com estes mesmos parasitas e contestatários que António Costa negoceia, numa tentativa desesperada de chegar a primeiro ministro.


Terá sido nisto que os portugueses votaram, quando disseram que não o queriam como primeiro ministro? Não, não foi e António Costa sabe-o bem. Sabe que está a tentar obter na secretaria o que não conseguiu nas urnas e isso apenas tem um nome - Fraude!

Os portugueses sabem agora que António Costa é um melão, que apenas depois das eleições se revelou aos portugueses e aos socialistas, nos quais está a provocar divisões que poderão vir a ter consequências imprevisíveis.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Também concordo com o Bloco de Esquerda

Confesso que começo a ficar preocupado comigo mesmo. Depois de ainda esta semana ter concordado em absoluto com a intervenção do Deputado do PCP, António Filipe, é agora a vez de concordar com o Bloco de Esquerda, e logo sobre a mesma matéria - a da limitação dos mandatos autárquicos.

Então não é que em 2010 o BE concordava que a lei só se devia aplicar no mesmo município ou autarquia e que portanto um Presidente de Câmara ou de Junta de Freguesia, com 3 mandatos consecutivos cumpridos numa autarquia, se poderia recandidatar, desde que noutra autarquia. Por muito estranho que pareça é verdade. Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades.


Agradeço ao Fernando Moreira de Sá, e ao Forte Apache, a "descoberta" desta pérola bloquista de 2010.