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quarta-feira, 25 de junho de 2014

Segurança nas Avenidas Novas

A propósito da notícia de hoje do I, intitulada "Moradores de Lisboa não querem a prostituição como vizinha", é importante não esquecermos que temos hoje nas Avenidas Novas vários problemas de Segurança que se espalham um pouco por toda a Freguesia e que tendo origens diferentes e prejudicando naturalmente também de forma diferente os moradores, afectam de forma incisiva a qualidade de vida dos mesmos.

Como é referido na noticia, também o lado patrimonial não pode ser colocado de lado, uma vez que quer no caso da noticiado, como em alguns dos outros casos o valor patrimonial dos imoveis é fortemente atingido, desvalorizando-os.

Se no caso referido na zona da Rua Rodrigo da Fonseca, que tendo antecedentes que remontam há mais 30 ou 40 anos, mas que apesar de alguma acalmia nos últimos anos, teve um inesperado e súbito agravamento desde o Verão passado e no Bairro Santos, onde as questões de segurança são já antigas, tendo mesmo levado ao encerramento de um Centro Comercial devido ao elevado número de assaltos, as outras situações são mais recentes. Se não vejamos:

 - A existência de cidadãos de leste, que apesar de irem sendo "expulsos" pela policia (com a intervenção Câmara e da Junta de Freguesia de Avenidas Novas), dos locais que vão ocupando - Quinta do Ferro, junto aos novos edifícios da EPUL da Av das Forças Armadas, nos terrenos frente ao edifício da MEO na Av Alvaro Pais, a verdade é que estes cidadão se vão mantendo na zona, sendo actualmente visíveis diariamente em vários locais do zona, como os jardins junto a Rua da Cruz Vermelha ou da Rua Julieta Ferrão ou até nos antigos terrenos do Mercado, junto à Av das Forças Armadas, provocam uma enorme sensação de insegurança aos moradores locais;

- A já famosa, pelas piores razões, "Casa de Pasto" da Rua do Arco Cego, que abrindo e fechando sem se conseguir perceber muito bem porquê e com autorização de quem, provoca largos ajuntamentos, principalmente de jovens, frequentemente superiores a mais 100 pessoas, que provocam barulho até altas horas da noite e deixando as ruas circundantes num estado imundo, com a consequente perda de qualidade de vida por parte de todos os que moram, não só junto ao prédio onde se situa o referido estabelecimento, mas também nos quarteirões circundantes;

- Na Rua Filipa de Vilhena, no quarteirão do Jardim do Arco Cego, devido principalmente ao preço a que é vendida a cerveja pelos estabelecimentos de restauração da zona, é normal durante o dia o muro do jardim na Rua Filipa de Vilhena e o próprio jardim serem "invadidos" por jovens, a maioria estudantes do IST, que deixam a rua e o jardim num estado imundo, provocando por vezes alguns desacatos que já levaram a policia a intervir e que impedem por um lado a utilização do Jardim por outros cidadãos, que não se sentem à vontade devido à enorme quantidade de lixo que estes jovens espalham pelo jardim, e por outro prejudicam o sossego dos moradores locais, uma vez que alguns dos estabelecimentos continuam a servir os clientes, até muito para lá da hora para que estão licenciados,  

- Ainda na zona do Jardim do Arco Cego a recente abertura de um bar na Av. João Crisóstomo, numa artéria que apesar dos estabelecimentos de restauração existentes há muitos anos na zona ou mesmo do Bingo, nunca teve problemas de barulho ou de insegurança permanente durante a noite, trouxe aos moradores do prédio um verdadeiro inferno, quer com a música a propagar-se por todo o prédio, quer pelo barulho provocado frequentemente pelos clientes na rua além de algum clima de insegurança, que por vezes os grupos de clientes à porta do bar  a altas horas da noite, transmitem a quem lá vive.

No Bairro Santos o sentimento de insegurança é já antigo e cresceu nos últimos meses, com o aumento de assaltos a residências particulares, com o assassinato de um morador do Bairro, bem como do barulho e assaltos a viaturas durante a noite na zona das escadinhas da Rua Francisco de Holanda para a Rua Beneficência.

Também a onda de roubos de metais, das portas dos prédios e mesmo no interior dos mesmos, que sendo transversal a toda a Freguesia, têm-se sentido mais no Bairro Azul, e na zona entre o Saldanha e o Campo Pequeno, provoca nos moradores uma enorme insegurança e no caso dos mais idosos mesmo medo, que os leva a evitarem sair de casa, principalmente a partir do meio da tarde.

Naturalmente que o que hoje é noticiado pelo I, ao concentrar numa zona só, um pouco de todos os casos que atrás relatei, a que se soma uma crescente onda de prostituição, só por si atesta bem para a gravidade da situação, com a agravante de em alguns dias da semana, de manhã à noite, os moradores serem ameaçados pelo simples facto de estarem na rua ou de quererem entrar em suas casas, exige uma intervenção que resolva urgentemente este problema, que ameaça gravemente a segurança de quem lá vive.

Uma palavra final, de satisfação, para o facto de em quase todos estes casos os moradores se terem organizado para defenderem os seus direitos e como grupo terem uma posição mais forte junto das mais variadas entidades, apresentando propostas que contribuam para uma resolução das diversas situações, mas também para a atenção que Policia, Junta de Freguesia e mesmo a Câmara, têm dado a estes casos, se bem que nem sempre com os resultados desejados e principalmente com a rapidez que se impõe.

Pessoalmente não posso deixar de sublinhar, também com muita satisfação, a intervenção activa que a Junta de Freguesia de Avenidas Novas tem tido em muitas destas situações, mostrando não só que está atenta ao que se passa na sua área geográfica e de saber ouvir os seus moradores, mas principalmente de agir rapidamente na tentativa de contribuir para a sua resolução.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Abertura do Festival da Ponte


Paulo Lopes (PSD Assembleia de Freguesia), Fernando António (Comandante da 31ª Esquadra da PSP), José Marinho (PSD Assembleia de Freguesia) e José Melo (Coordenador da área social da Junta de Freguesia Avenidas Novas)
Na presença dos meus companheiros do PSD José Marinho e José Caeiro enquanto membros da Assembleia de Freguesia de Avenidas Novas, tivemos oportunidade de dialogar com alguns dos intervenientes neste projecto, como o Sr Comandante da 31ª Esquadra da PSP, com o coordenador da área social na Junta de Freguesia e com o Drº Rui Marques, que foi o anfitrião desta cerimónia e um dos responsáveis pelo projecto.

José Caeiro (membro da lista do PSD à Assembleia de Freguesia), Isabel Simas (membro da Junta de Freguesia), Paulo Lopes e José Marinho
Na ocasião tivemos ainda oportunidade de saudar, na pessoa do Senhor Presidente da Junta de Freguesia, a participação da Junta de Freguesia, como parceira neste projecto, que é mais uma marca de ruptura com o passado, onde a Junta de Freguesia estava de costas voltadas a tudo o que acontecia na Freguesia, incentivando não só a Junta de Freguesia para que tenha uma maior participação neste projecto, que tenho a certeza que pode ter uma palavra importante na revitalização do Bairro Santos, como também a de servir de interlocutor junto de outras entidades da Freguesia, de forma a envolve-las neste projecto.

Paulo Lopes, José Marinho e Daniel Gonçalves (Presidente da Junta de Freguesia de Avenidas Novas)
Paulo Lopes, José Marinho e o Dr. Rui Marques (Km2/IPAV)
Uma palavra final, mas nem por isso menos importante, de agradecimento a todos os voluntários, que nos últimos dias trabalharam para que a festa a que hoje assistimos fosse possível (que continuará amanhã e sábado) e que mereceram o agradecimento e o devido destaque que o Dr. Rui Marques fez questão de assinalar no final da sessão de abertura do Festival, chamando-os ao palco. Eles são e serão no futuro, tenho a certeza uma das faces mais visíveis do projecto.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

PSD intervém junto da EMEL em defesa dos moradores do Bairro Santos

Muito se tem dito e comentado nos últimos dias sobre a instalação, por parte da EMEL, de zonas de estacionamento pago e de bolsas reservadas a moradores, no Bairro Santos.

Há vários anos que se ouviam reclamações por o Bairro ser uma ilha no centro de zonas tarifadas e por esse motivo, ponto de fuga e de estacionamento de centenas de carros, cujos proprietários utilizavam o Bairro unicamente para estacionarem, para depois irem para os seus locais de trabalho fora do Bairro (como é o caso de muitos funcionários do HSM), impedindo dessa forma os moradores de estacionarem. Esta situação levou a que fossem vários os pedidos de moradores para que a Câmara ou EMEL interviessem no Bairro de forma a disciplinar o estacionamento. Aliás o assunto foi por várias vezes levantado na Assembleia de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, e a resposta que a Junta de Freguesia de então sempre deu, era a que a EMEL não considerava a zona rentável, razão pela qual não iria intervir no Bairro.

E foi na sequência dessas reclamações, (mais uma vez ouvidas ao longo da última campanha eleitoral autárquica),  que levou a que a Junta de Freguesia respondesse positivamente, e muito bem, à EMEL quando esta lhe solicitou um parecer sobre esta questão.

No entanto, esteve muito mal a EMEL na forma como iniciou este processo, desde logo por ter procedido à execução da instalação das zonas de estacionamento, sem antes ter falado com a população, levando naturalmente a inúmeros mal-entendidos e contra-informação, a que não ajudou haver ruas mal identificadas, sinalização deficiente, e folhetos distribuídos pela EMEL com informações incorrectas e funcionários incapazes de prestar os esclarecimentos necessários, ainda que sempre se tenham mostrado cordiais e educados. 

A agravar toda a situação, o facto da EMEL ter optado por apenas parquear sensivelmente metade do Bairro criando uma situação de desigualdade e de discriminação entre os moradores do Bairro, totalmente injustificada, e que levou naturalmente a que se verificasse uma fuga para a zona a sul das Ruas Cardeal Mercier e Carlos Réis, onde se verificou um aumento exponencial de viaturas à procura de estacionamento.

Tudo isto teria sido evitável se a EMEL – empresa tutelada pela Câmara Municipal de Lisboa – tivesse optado por uma postura mais dialogante, não só com os órgãos autárquicos de Avenidas Novas, mas com a própria população.

Perante todos estes problemas, os autarcas do PSD na Assembleia de Freguesia de Avenidas Novas  fizeram chegar à Junta de Freguesia várias reclamações e recomendações, que naturalmente foram por esta defendidas junto da EMEL e que entretanto já mereceram genericamente resposta positiva da EMEL, nomeadamente acedendo a que os moradores da Zona não concessionada possam requerer o dístico de residente para poderem estacionar na zona concessionada.

No entanto, mais uma vez, esta solução só contemplou parte dos moradores da rua Filipe da Mata, continuando os restantes a serem tratados como cidadãos de segunda.

Face a esta situação, e sem prejuízo de todos os esforços que têm vindo a ser desenvolvidos pela Junta de Freguesia, mas a título de complementariedade a esses mesmos esforços, os membros da Assembleia de Freguesia, eleitos pelo PSD, solicitaram à EMEL que realizasse uma visita ao Bairro, de forma a melhor identificarem e avaliarem as situações pendentes.

Na sequência da visita que se realizou na passada sexta feira, e que contou com 3 técnicos superiores da EMEL, Jose Marinho (membro da Assembleia de Freguesia), Isabel Simas (vogal da Junta de Freguesia) e José Caeiro, membro da lista do PSD, fomos já hoje informados pela EMEL que todos os moradores da zona do Bairro Santos que neste momento não é concessionada, incluindo todos os da Rua Filipe da Mata, vão poder requerer o cartão de residente, ou seja, desta forma é reposta a situação de igualdade e pacificação dos moradores, que com muita razão estavam revoltados e se sentiam discriminados pela EMEL.

Foi ainda esclarecido que não passou de um boato a afirmação de que a zona a sul das ruas Cardeal Mercier e Carlos Reis, não seria concessionada à EMEL, por  lobie/pressão da empresa Rupauto, que dessa forma poderia continuar a estacionar livremente as suas viaturas sem pagar. De facto, tal não corresponde à verdade, tendo ficado claro que a referida empresa negociou com a EMEL o aluguer de diversos lugares no parque de estacionamento da Av. Álvaro Pais, o que permite libertar muitos lugares de estacionamento, respondendo a outra reclamação antiga dos moradores, que desde há muito se queixavam de a referida empresa usar a via pública como sua garagem.

Devido às motos normalmente estacionadas na zona da Rua Soeiro Pereira Gomes, e uma vez que não estava prevista nenhuma zona para o estacionamento das mesmas, foi também por nós solicitado à EMEL que equacionasse a criação de lugares específicos para estes veículos, sugestão que foi aceite.

Informamos também que, com a nossa intervenção e a anuência da EMEL, foi possível encontrar uma solução para o estacionamento de viaturas do Tribunal Central Administrativo, que permitirá também libertar lugares de estacionamento na via pública, ao mesmo tempo que se resolve o problema do estacionamento em 2ª fila que normalmente existe naquela zona.

Os eleitos do PSD, tanto na Junta como na Assembleia de Freguesia de Avenidas Novas mostram desta forma, e mais uma vez, que estão atentos ao que se passa na Freguesia e intervêm sempre que necessário para defender os direitos legítimos dos fregueses, não se limitando a participar em reuniões ou  a levantar o braço esperando que as soluções apareçam.

Aproveitámos ainda para solicitar à EMEL que repense a decisão de não parquear a zona a sul das Ruas Cardial Mercier e Carlos Reis, criando bolsas para residentes nalgumas ruas, e proceda ao parqueamento de outras, permitindo dessa forma criar uma rotatividade no estacionamento, que só pode ser positiva para o Bairro. Ficámos com a convicção clara de que a EMEL será sensível a este pedido, pelo que foi avançada a realização de uma nova visita ao Bairro, para se fazer um balanço do funcionamento da zona já intervencionada, bem como para se saber o que realmente tenciona a EMEL fazer na outra zona.

domingo, 1 de junho de 2014

Actividades no Polidesportivo da Rua Filipe da Mata

Na Assembleia de Freguesia de Avenidas Novas, realizada na quinta-feira, por iniciativa da Junta de Freguesia, foram aprovadas por unanimidade, duas propostas de isenção de taxas pela utilização do espaço do Polidesportivo e Jardim Infantil da Rua Filipe da Mata, "com o propósito de satisfazer as necessidades das instituições sediadas na nossa Freguesia".

A primeira, solicitada pela Igreja de Ação Bíblica, visa a utilização do espaço durante o dia de hoje, por cerca de 50 famílias e tem como finalidade a realização de "Jogos em família" e de um "Almoço - churrasco oferecido pela igreja".

A segunda, foi solicitada pela Associação Quilómetro Quadrado (Instituto Padre António Vieira), para a utilização do espaço nos dias 20 e 21 de Junho, para a realização de diversas actividades integradas no "Festival da Ponte", que vai decorrer nos dias 19, 20 e 21 de Junho, em diversos locais do Bairro Santos.

Ao responder positivamente a estas duas solicitações, a Junta de Freguesia (a quem cabe a decisão de em primeira instancia aceitar ou não o pedido para a utilização do espaço), está não só a apoiar as duas instituições sediadas na Freguesia, mas ao mesmo tempo a dinamizar a vida social, cultural e desportiva do próprio Bairro, uma vez que estas iniciativas são abertas à população.

Acompanho desde 1985 a actividade autárquica da ex-Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, seja como autarca, seja como cidadão interessado na vida da Freguesia e não me lembro de por uma única vez, ver um pedido de isenção de taxas a instituições da Freguesia ou a qualquer parceria entre estas duas instituições e a Freguesia, ter surgido numa Assembleia de Freguesia.

E este é mais um claro sinal de que a actual Junta de Freguesia de Avenidas Novas está não só atenta às instituições da Freguesia, como pretende com elas ter uma forte ligação em beneficio da Freguesia, ao mesmo tempo que o faz no rigoroso cumprimento da Lei e com total transparência, a que, infelizmente, não estávamos habituados, nem era usual na gestão da Junta de Freguesia, marcando desta forma a diferença em relação a um passado recente, onde os autarcas viviam fechados dentro de quatro paredes, alheios ao que se passava na Freguesia e cuja forma de actuação era obscura e muito pouco regular, como o Tribunal de Contas apurou e revelou.

sábado, 26 de abril de 2014

Buraco de estimação - Rua Diogo Macedo

Na Rua Diogo Macedo (Bairro Santos) existe há vários anos um buraco, mesmo no meio da faixa de rodagem.
De vez em quando lá lhe vai caindo um pouco de alcatrão em cima, que como não passa disso mesmo depressa desaparece, e nem no processo eleitoralista de alcatroamento de várias artérias do Bairro Santos, em Setembro passado, houve quem visse este buraco numa das principais vias de acesso ao Bairro e o alcatroasse de forma correcta. É caso para perguntar o que é que o fiscal da então Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima (e hoje, membro ocasional da Assembleia de Freguesia de Avenidas Novas) andava a fazer.

E devido ao permamente estacionamento irregular no local, as viaturas são obrigadas a passar mesmo em cima do buraco, com as consequências inevitáveis para a mecânica e pneus e contribuindo dessa forma para um mais rápido desenvolvimento do buraco.
Até quando será que vai durar? Vamos ter que esperar pela próxima campanha eleitoral autárquica, para que a CML olhe novamente para o Bairro Santos?
O buraco em Junho de 2009 (foto Google), neste caso tapado e mais pequeno que actualmente

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

A EMEL e a reabilitação do elevador do Bairro Santos

Num extenso artigo de opinião, publicado este Sábado no Público, o ex-Vereador com o pelouro da Mobilidade e Infra-estruturas Viárias da CML no mandato anterior e actual membro da Assembleia Municipal de Lisboa, eleito pelo PS, Fernando Nunes da Silva, vem agora acusar a EMEL de incompetência, quando a empresa estava sob a sua alçada.

Estará o ex-vereador a assumir a sua incompetência e mau trabalho nos 4 anos em que teve responsabilidades na CML?

Ou será que quando afirma que "a CML deu orientações precisas à EMEL para avançar com um conjunto de importantes projectos" mas que "a resistência à mudança por parte da direcção da EMEL – mau grado o empenho e os esforços dos dois vogais do seu conselho de administração – conduziu ao sucessivo protelamento da concretização de todos estes projectos. Apesar da invejável saúde financeira da empresa, a EMEL preferiu optar por depósitos a prazo em vez de realizar estes projectos, ao mesmo tempo que se furtava ao pagamento anual da renda de concessão à CML", assume que a EMEL, enquanto empresa municipal tutelada pela CML, não só não cumpriu as suas orientações, como também não cumpriu com as obrigações a que está obrigada para com a Câmara, além de a equipa que a dirigiu nos últimos anos, não ser uma equipa coesa?

De tudo isto só se pode concluir que o Senhor ex-Vereador deixou a EMEL ser gerida num sistema de auto gestão e que apenas após deixar o cargo de Vereador é que se vem queixar do mau desempenho da EMEL, que é ao mesmo tempo confissão do péssimo serviço que prestou a Lisboa, enquanto foi Vereador desta cidade.

Mas neste artigo de opinião ficamos a saber, algo que nunca o Senhor ex-Vereador tornou publico, mau grado os inúmeros protestos e reclamações, quer da população, quer dos autarcas da Freguesia de Nossa Senhora de Fátima (Junta e Assembleia de Freguesia) de todos os partidos,  sobre o mau funcionamento dos elevadores do Bairro Santos.

Afirma o Senhor ex-vereador que no seu mandato "a CML deu orientações precisas à EMEL para avançar com  ...a reabilitação do elevador do bairro de Santos sobre a linha ferroviária de Cintura no Rego". Desta afirmação não podem restar dúvidas de quem é a responsabilidade sobre este equipamento, tão necessário para a população do Bairro Santos e que infelizmente ao longo dos anos a CML tem descuidado, levando a que só muito excepcionalmente os dois elevadores existentes no local se encontrem em funcionamento, quando não estão os dois parados, situação infelizmente muito frequente.

É preciso não esquecer, que nunca a CML assumiu plenamente as suas obrigações nesta passagem aérea sobre a linha de comboio, e que desde há muitos anos foi a Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, que a expensas próprias, efectuou muitas das reparações para que o equipamento se mantivesse a funcionar e que foi a mesma Junta e agora a das Avenidas Novas, que suportam o pagamento dos vigilantes existentes no local.

É pois o momento de pedir justificações ao actual membro da Assembleia Municipal, quer pelo estado de auto gestão a que deixou a EMEL chegar, mas também pelo estado de degradação e mau funcionamento em que permanentemente se encontram os elevadores do Bairro Santos. À actual vereação Municipal impõe-se que se pronuncie sobre o que pretende fazer, para de uma vez por todas resolver o problema das constantes avarias dos elevadores do Rego.

Curiosamente ao consultar no site da CML, a composição da actual vereação e quais os pelouros de cada vereador, reparo que a mobilidade e infra-estruturas viárias, ou deixou de ser uma prioridade desta vereação, pois não consta como responsabilidade de nenhum vereador, ou António Costa, reconhecendo a incompetência dos seus vereadores (anteriores e actuais) em lidar com esta área, preferiu assumir ele próprio o desafio. Vamos ver se assim as diversas questões que têm sido colocadas pela população, Associação de Moradores das Avenidas Novas e autarcas da Freguesia, têm não só respostas concretas, mas principalmente se as Avenidas Novas deixam de ser vistas como cobaias de experiências do Prof Nunes da Silva e da sua "brilhante" equipa e passam a ter uma estabilidade da rede viária, por todos desejada.

sábado, 23 de novembro de 2013

Lixo no Bairro Santos

Este é o estado de imundice a que a Câmara Municipal de Lisboa continua a votar o Bairro Santos. A Rua Alfredo Roque Gameiro apresenta uma falta de limpeza permanente, além de , em alguns locais, um cheiro nauseabundo. 

É urgente que as novas competências atribuídas às Juntas de Freguesia de Lisboa, comecem, gradualmente, a passar da Câmara para as Juntas de Freguesia, para que este estado de desleixo e falta de fiscalização termine, e o Bairro Santos comece a ser tratado como merece.

domingo, 8 de setembro de 2013

Obras assim não!

Esta é a obra de António Costa no Bairro Santos, prometida há mais de 2 anos e a que a Presidente de Junta de Nossa Senhora de Fátima e o seu capacho engenhocas se quiseram colar, propagandeando como sua, uma obra para a qual nada fizeram, numa estratégia eleitoralista e de pura demagogia.

O prometido arranjo das ruas do Bairro Santos não passa, nalguns dos casos, naquelas ruas cuja faixa de rodagem era (e nalguns casos ainda é) de paralelos, de um simples despejar de de uma camada de alcatrão, com o desastroso resultado que é visível, por exemplo nas Ruas Francisco Tomás da Costa e Jorge Afonso.

O resultado é um tapete de alcatrão que na melhor das situações se encontra ao nível dos passeios, mas na maior parte destes casos, está mais alto que os passeios, nalguns casos 10 cm ou mais, o que provocou a necessidade de deixar um canal entre o alcatrão e o passeio para o escoamento das águas pluviais. Vamos ver o resultado desta brilhante obra de engenharia, de que o falhado engenhocas Figueiredo tanto parece orgulhar-se, no próximo inverno. Mas não será preciso muito, para se perceber que vamos ter alguns passeios inundados.

Além nos naturais inconvenientes e perigo para todos os peões, esta situação é um enorme obstáculo para os deficientes motores e para todos os que têm uma mobilidade reduzida, como são os inúmeros idosos que vivem neste bairro.

Aliás já aconteceram nestas poucas semanas desde que colocaram este tapete de alcatrão, alguns acidentes com peões, num dos casos com graves consequências para o peão e também com pelo menos uma viatura.

Mas agora que as obras se encontram paradas, tendo ficado a meio na Rua da Beneficência, não será altura de se parar para refletir e evitar que tal desastre aconteça também na principal rua do Bairro?

É que é fácil verificar, que se a estratégia na Rua da Beneficência, onde os passeios têm pouquíssimos centímetros de altura, for a mesma, vamos ter o alcatrão mais alto que os passeios, as sarjetas e as diversas caixas técnicas (esgotos e outras), abaixo do nível do alcatrão  criando uma espécie de buracos e com todas as consequências a que atrás me referi.

Espero que o bom senso prevaleça e que em vez de despejarem umas toneladas de alcatrão a pensar unicamente nas eleições, seja feita uma verdadeira requalificação que a Rua da Beneficência merece e precisa, começando por se retirarem os paralelos e preparar devidamente o solo, para só depois ser colocado um tapete de alcatrão. É verdade que esta solução não permite ter a rua pronta antes das eleições, mas tem a vantagem de ser uma verdadeira requalificação, que todos queremos.

Basta de demagogia, popularismo e de obras de fachada a pensar nas eleições. Precisamos na nova freguesia das Avenidas Novas, de uma nova equipa que trabalhe dia a dia durante os 4 anos anos de mandato a pensar na sua Freguesia e em permanente ligação com a população e não apenas nas ultimas semanas do mandato.

Percebe-se cada vez melhor a decisão do PSD de não reiterar a confiança para mais um mandato à actual Presidente de Junta e apresentar ao eleitorado uma equipa nova, coesa, experiente, conhecedora da Freguesia e motivada, para bem servir a Freguesia e assim marcar a diferença. Alguém que Sinta Lisboa como sua.

domingo, 16 de junho de 2013

Visita ao Bairro Santos

Aproveitámos o último Domingo para uma visita de trabalho pelo Bairro Santos, em que contámos com o nosso companheiro José Marinho, morador e profundo conhecedor da realidade do Bairro, para nos guiar e apontar alguns dos problemas com que o Bairro se depara e que não têm tido por parte dos actuais autarcas a devida atenção.

Nesta visita, no dia da semana em que o Bairro tem menor movimento, dando até a sensação em algumas zonas, de um Bairro sem vida, começámos por contactar com moradores junto da Igreja da Nossa Senhora das Dores a que se seguiu um almoço que, como não podia deixar de ser, aconteceu num dos restaurantes do Bairro.

Desta visita, a que voltarei a falar brevemente, fica a certeza que o Bairro Santos tem de ser olhado por todos os responsáveis - Câmara Municipal de Lisboa, Junta de Freguesia bem como de muitas entidades, como a Policia e a Carris, de forma diferente e muito objectiva e onde o executivo da Futura Junta de Freguesia das Avenidas Novas, que sair das próximas eleições autárquicas, tem que ter um papel activo, quer no alertar todos os intervenientes do que se passa no Bairro, quer principalmente na capacidade que tem de ter de sentar todos à mesma mesa para que, de uma vez por todas, se passe do imobilismo e das promessas à acção.

Da nossa parte, da parte da coligação PSD/CDS/MPT, encabeçada pelo Daniel Gonçalves, podem contar connosco. Não nos calaremos seja em que fórum seja, a começar pela Assembleia Municipal de Lisboa, onde a actual Presidente da Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, em 8 anos de mandato, nunca interveio e em que nem sequer compareceu a quase metade das reuniões. 

Contactos no Mercado do Bairro Santos

Na continuação das actividades de campanha da Candidatura do PSD/CDS/MPT à Freguesia das Avenidas Novas, temos estado em contacto nas últimas semanas com comerciantes e moradores do Bairro Santos.

E como não podia deixar de ser, iniciámos estes contactos pelo Mercado do Bairro Santos, que esteve no centro das nossas atenções, tendo começado esta visita pela Florista da D. Teresa Lopes, a tal florista fantasma, a que aqui já me referi

Nesta prolongada visita ao Mercado, contactámos com todos os comerciantes presentes e com muitos dos clientes que ainda fazem do mercado a primeira escolha para as suas compras. Ouvimos de todos o apelo para que não deixemos fechar o mercado, mas principalmente que haja uma atenção da futura Junta de Freguesia por este espaço, que parece ser alvo de um abandono por parte da CML e da actual Junta de Freguesia, que parecem preferir ir vendo os comerciantes a desaparecerem em vez de criarem condições de revitalização e que tragam novos comerciantes e por consequência mais clientes.

Ao final da manhã, também contactámos com comerciantes que têm o seu negócio no Bairro e com os moradores, ouvindo atentamente as suas preocupações, que são em grande parte comuns, nomeadamente no que se refere a um sentimento de abandono a que o Bairro tem sido sujeito e em que o estado de conservação das ruas, a limpeza, a mobilidade e a insegurança, são as principais reclamações.

sábado, 29 de dezembro de 2012

Cabras no centro da cidade

Cabras a pastar no Centro de Lisboa - Bairro Santos.
Mais um sinal dos tempos de crise?

sábado, 10 de março de 2012

Programa BIP-ZIP 2012 - Bairro Santos


Está aberto até 30 de Março o período para candidaturas ao Programa BIP/ZIP Lisboa 2012 – Parcerias Locais.

Este programa Municipal permite “dinamizar parcerias e pequenas intervenções locais de melhoria dos “habitats” abrangidos, através do apoio a projectos levados a cabo por juntas de freguesia, associações locais, colectividades e organizações não governamentais, contribuindo para o reforço da coesão socio-territorial no município”.

De acordo com as regrasPodem concorrer ao Programa as Juntas de Freguesia que incluam nos seus territórios pelo menos um BIP/ZIP” e “as candidaturas devem ser apresentadas por uma parceria territorial composta por pelo menos duas entidades”. “Cada projecto apresentado poderá ser financiado com uma taxa de financiamento de 100% e até ao montante máximo de 50.000€”.

A Freguesia de Nossa Senhora de Fátima tem no seu território um BIP/ZIP (nº 35), no Rego (Bairro Santos e PER), pelo que a Junta de Freguesia pode ser promotora de pelo menos uma candidatura. Ou vai mais uma vez fingir que nada sabe, assobiar para o lado e desperdiçar a hipótese de desenvolver um projecto numa zona da Freguesia com tantas carências?

Ou será que a Junta de Freguesia não tem capacidade de fazer uma parceria com outra entidade da Freguesia e do Bairro Santos de forma a desenvolver um projecto para o qual pode dispor de 50.000€;

Ou será que os membros do executivo da Junta de Freguesia, os seus funcionários e assessores altamente qualificados e competentes, não estão à altura deste desafio e acham que a Freguesia não precisa de 50.000€.

Não posso deixar de manifestar o meu descontentamento, mas não admiração (porque será??), por em 2011 a Junta de Freguesia não se ter candidatado a este programa, ao contrário de outras 16 Juntas.

Até quando esta Junta de Freguesia vai continuar a desperdiçar oportunidades de intervir na Freguesia?

quinta-feira, 1 de março de 2012

Bastou chover um pouco

Bastou chover um pouco, para a Rua Diogo de Macedo, junto à Av. Álvaro Pais, ficar neste estado.

Sempre que chove, por pouco que seja, este é o resultado. As sarjetas estão tapadas há vários anos e parece que nem Câmara nem Junta de Freguesia vêm. E isto à porta de uma escola. Até quando.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Alguns problemas no Bairro Santos

Plano de Actividades para 2011 da Junta de Freguesia  de Nossa Senhora de Fátima, além da questão dos Santos Populares a que me referi no post anterior, traz-nos outras "boas noticias", neste caso na página 4, que nos diz que "O Boletim da Junta de Freguesia continuará a ser continuamente melhorado, (...), tentando obter os melhores conteúdos". 

Só se esqueceram de referir que a verdade seria algo que não estaria sempre totalmente presente. Se não vejamos a página 17 do número de Abril:
Num artigo, sobre o mau estado de conservação de passeios, arruamentos e de vários equipamentos urbanos, com o qual estou totalmente de acordo, faltou entre outras coisas, referir que a responsabilidade pela manutenção dos passeios, pilaretes, bancos e outros equipamentos urbanos é da responsabilidade da própria Junta de Freguesia.

E se dúvidas houver sobre de quem é a responsabilidade por estas intervenções, basta ler na mesma página do Plano de Actividades que, "Continuaremos a Conservação e Manutenção dos Passeios, tendo sempre em conta e atenção os valores protocolados com a CML para esse efeito". O protocolo com a CML, assinado pela Senhora Presidente de Junta em 1 de Julho de 2010, previa para este efeitos e para o ano de 2010 a importância de 64.615,36€.

Este tipo de notícias, que de forma leviana se tenta passar para os outros a nossa incompetência, faz-me lembrar alguns tiques Socráticos, a que bem recentemente os portugueses mostraram um cartão vermelho.

Já quanto ao estado dos pavimentos rodoviários  no Bairro Santos, responsabilidade da CML, só faltou dizer que o Senhor Vereador Nunes da Silva, prometeu há cerca de um ano, uma intervenção de fundo no Bairro, que deveria estar concluída no início deste ano e que até agora não começou nem se sabe quando se iniciará.

Uma palavra final para a questão dos "mostrengos de cimentos", vulgo "patas de elefante", com a qual estou de acordo e é algo que passados tantos anos já deveria ter tido uma solução definitiva. No entanto é bom não nos esquecermos que esses "mostrengos" foram sendo colocados a solicitação da Freguesia, há cerca de 16 anos, para facilitar a circulação dos autocarros. Talvez fosse portanto o momento de a Junta de Freguesia propor à CML uma solução, que permita eliminar estes "mostrengos"

No entanto é sempre positivo, verificarmos o reconhecer publicamente, por parte da Junta de  Freguesia, quer sua incapacidade para fazer a manutenção do espaço público que está à sua "responsabilidade", quer do desconhecimento de algumas realidades.