Só uma actriz, para dizer tudo isto sem se rir!
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domingo, 2 de abril de 2017
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
E agora Catarina, a China já não é um regime ditatorial?
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| Observador 12-10-2016 aqui e aqui |
Lembram-se do que os indignados, as esganiçadas e outros geringonços, bramaram aquando da venda de parte da REN e da EDP aos chineses?
A hipótese de uso de um ponto estratégico do território nacional ou da compra de metade de um banco por um regime ditatorial, não incomoda agora a Catarina? Ou será que já se esqueceu do que disse em 2011, quando o governo de "direita" vendeu parte da EDP:
Aguardo ansiosamente pelos novos protestos e comentários a estas hipóteses.
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quarta-feira, 7 de setembro de 2016
E o emprego não remunerado, não será também uma treta?
O emprego não remunerado aumentou de forma significativa no primeiro e segundo trimestres deste ano, quando comparado com os trimestres homólogos de 2015, e esse emprego justifica uma "parte significativa" do aumento do emprego que se verificou no último trimestre. Desses novos empregos, 7.200 são de "trabalhadores familiares não remunerados" (o que representa mais de 30% dos novos empregos criados).
Estranha-se agora o silêncio da Catarina Martins, que ainda há bem pouco tempo veio afirmar que o "trabalho voluntário é uma treta", que mais não é do que "subemprego ou desemprego encapotado". E o trabalho não remunerado é o quê? Como justifica a geringonça este aumento do emprego, quando mais de 30% dos empregos criados são não remunerados?
domingo, 4 de setembro de 2016
Com amigas destas, quem precisa de inimigos
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| Público 21-8-2016 |
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| Expresso 2-9-2016 |
Primeiros sinais de uma ruptura anunciada ou apenas mais pressão sobre Costa? Vamos esperar mais um pouco pelo próximo orçamento de estado, para ver quem manda no governo e até quanto o PS está refém do BE.
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Mariana Mortágoa
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
A propósito dos incendios
Num momento em que milhares de voluntários trabalham para salvar vidas, casas e florestas, é importante não nos esquecermos o que alguns pensam e dizem, sobre aqueles que colocando muito vezes a vida em risco, trabalham para salvar o que é de todos.
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quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Uma Constituição à medida
Temos uma Constituição que é clara, mas só quando nos convém!
Antes das eleições, quando para o BE era um dado adquirido que quem teria maior grupo parlamentar seria o PS, a solução era fácil e não precisávamos "de inventar muito. Temos 40 anos de democracia, temos uma Constituição que é clara. O Presidente chamará o partido que tiver a maior bancada parlamentar para formar um Governo. Eu não percebo muito bem porque há todo esse debate", afirmava Catarina Martins.
Depois das eleições o BE concluiu que se o Presidente da Republica chamar o partido que tiver a maior bancada parlamentar, é porque desconhece a Constituição. Será que esta mudança radical da interpretação da Constituição terá sido motivada pela vitória da Coligação Portugal à Frente e de o maior grupo parlamentar ser o do PSD?
Percebe agora a Catarina Martins o porquê de todo este debate, criado pela esquerda, apenas porque não conseguiram ainda digerir um resultado que julgavam ser impossível?
Depois das eleições o BE concluiu que se o Presidente da Republica chamar o partido que tiver a maior bancada parlamentar, é porque desconhece a Constituição. Será que esta mudança radical da interpretação da Constituição terá sido motivada pela vitória da Coligação Portugal à Frente e de o maior grupo parlamentar ser o do PSD?
Percebe agora a Catarina Martins o porquê de todo este debate, criado pela esquerda, apenas porque não conseguiram ainda digerir um resultado que julgavam ser impossível?
Enfim, leituras à medida de uma constituição, que para a esquerda apenas é clara quando serve os seus intentos.
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quarta-feira, 16 de setembro de 2015
Intervenção do Deputado Europeu Gonzalez Pons, sobre a situação grega e a solidariedade Europeia
Agora que a Catarina Martins e outros Syrizicos arrivistas cá do burgo, já não apoiam o Syriza, como o fizeram em Janeiro, e António Costa tudo faz para esquecer que a "vitória do Syriza era um sinal de mudança que dava força para seguir a mesma linha", mas ao mesmo tempo continuam a insistir em muitos dos pontos da receita que o Sr. Tsipras teimou em implementar na Grécia, nestes últimos 8 meses e que teve como única consequência um terceiro resgate, convém avivar a memória de alguns, para que a história não se repita, agora por cá.
Portugal e a Europa, foram solidários com a Grécia, ao contrário do que Syrizicos, tentaram fazer querer. A Grécia é que tudo fez já por 2 vezes, para não aproveitar a solidariedade Europeia. Vamos ver se à terceira é de vez e se domingo o povo grego vota por uma solução que lhes traga a estabilidade, que a Grécia, mas também a Europa, precisam.
Portugal e a Europa, foram solidários com a Grécia, ao contrário do que Syrizicos, tentaram fazer querer. A Grécia é que tudo fez já por 2 vezes, para não aproveitar a solidariedade Europeia. Vamos ver se à terceira é de vez e se domingo o povo grego vota por uma solução que lhes traga a estabilidade, que a Grécia, mas também a Europa, precisam.
E é bom que os portugueses não esqueçam, que Portugal emprestou quase 555 milhões de euros à Grécia em 2011 e 548 milhões no ano anterior, em 2010. Ou seja, a Grécia deve a Portugal cerca de 1.100 milhões de euros, algo como 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB) anual português.
Esta intervenção do Deputado Europeu Esteban Gonzalez Pons relembra-nos algumas verdades que nunca fizeram mal a ninguém e que ajudam a não nos deixarmos embalar pelo canto das sereias “ofendidas” de esquerda e extrema esquerda em Portugal.
Esta intervenção do Deputado Europeu Esteban Gonzalez Pons relembra-nos algumas verdades que nunca fizeram mal a ninguém e que ajudam a não nos deixarmos embalar pelo canto das sereias “ofendidas” de esquerda e extrema esquerda em Portugal.
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quarta-feira, 24 de junho de 2015
E agora Catarina e Costa o que é que têm a dizer?
Então não é que o camarada Tsipras está a queixar-se de não ter um programa de austeridade igual ao português. Ou estarei a perceber mal?
O que é que os camaradas Syrizicos cá do burgo, Catarina Martins e A. Costa (para quem a Vitória do Syriza era um sinal de mudança que incentivava a seguir a mesma linha), têm a dizer a isto?
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