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sábado, 17 de maio de 2014

Caminho para o Crescimento: Uma estratégia de reforma de médio prazo para Portugal

Portugal terminou hoje do programa de ajustamento de três anos, acordado com a UE/FMI, com as finanças públicas mais sólidas e a economia mais competitiva: em 2013, o saldo da conta corrente apresentou superávite pela primeira vez em décadas, e está no caminho certo para atingir um excedente orçamental primário este ano, o primeiro desde 1997. Juntamente com as reformas estruturais, estas políticas começaram a dar frutos já há um ano, uma vez que a economia começou a crescer de novo e a criação de emprego foi retomada.

Nestes três últimos anos foram realizados progressos consideráveis graças ao esforço e à determinação dos Portugueses. No entanto, muito há ainda por fazer.

Para fortalecer estas bases sólidas e construir sobre elas, o Governo adotou uma Estratégia de médio prazo destinada a garantir que a dívida é mantida numa trajetória claramente descendente e que as reformas prosseguirão no ritmo necessário - «Caminho para o Crescimento: Uma estratégia de reforma a médio prazo para Portugal», que descreve os principais compromissos assumidos pelo Governo, a respetiva estratégia de reformas para o futuro e apresenta uma lista e um calendário para as próximas medidas. 

No âmbito dos compromissos decorrentes da moeda única, Portugal deve prosseguir o processo de consolidação orçamental e reduzir a sua dívida pública. E, embora Portugal esteja a regressar ao crescimento, é necessário manter o atual ritmo de reformas de forma a apoiar a retoma e aumentar os ganhos de competitividade entretanto alcançados

Faça o download do documento aqui

Para obter uma lista completa e detalhes sobre as centenas de medidas adotadas durante o programa, ver: «A Gestão do Programa de Ajustamento: 1000 dias, 450 medidas cumpridas»

A Gestão do Programa de Ajustamento: 1000 dias e 450 medidas cumpridas

A Gestão do Programa de Ajustamento: 1000 dias e 450 medidas cumpridas”, foi apresentado pelo Governo no passado dia 9 e dá conta do trabalho feito ao longo dos últimos três anos no cumprimento do programa de ajustamento económico e financeiro acordado com a Troika.

Este livro explica, de forma sucinta, as metas a que o País se propôs e aquilo que foi alcançado, "não pretende portanto contar a história do Programa de Ajustamento ou avaliar o impacto do mesmo. Pretende algo bastante mais simples, mas num certo sentido mais exigível: prestar contas do que foi feito em concreto no âmbito dos Memorandos acordados pelo Estado Português e a Comissão Europeia, BCE e FMI (...) e reequilibrar a percepção que a generalidade das pessoas tem sobre o Programa de Ajustamento.

Todos conhecemos a face mais dura, nunca escamoteada, do ajustamento – o exigente caminho que tem sido percorrido para corrigir os desequilíbrios macroeconómicos e orçamentais. Todos conhecemos as metas do défice, o nível da dívida pública, a evolução dos custos do financiamento da dívida. Todos conhecemos os problemas mas também as pequenas vitórias que foram surgindo neste processo assim como os crescentes sinais de recuperação económica e criação de emprego.

Menos conhecida é a agenda estrutural presente nos Memorandos de entendimento. Se estes se resumissem às metas do défice, uma página bastaria. No entanto sabemos que os dois documentos acordados com a Comissão Europeia, BCE e FMI têm várias dezenas de páginas, sem dúvida menos lidas mas não menos importantes. São as páginas que contêm as centenas de medidas de transformação estrutural da nossa economia. 

Este documento conta essa estória menos conhecida. Descreve as medidas pouco faladas mas que no fundo ocuparam o dia-a-dia deste Governo e o de centenas de pessoas em gabinetes ministeriais e serviços da Administração Pública."

Como é salientado no prefácio do Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho, Portugal tem “todas as razões para ter esperança no futuro”.

Faça o download do livro aqui

domingo, 6 de abril de 2014

Assim ou assim - Faz hoje 3 anos

Quando há precisamente 3 anos estávamos a um passo da banca rota, lembram-se qual era a principal preocupação de José Sócrates?


Relembre aqui os acontecimentos que antecederam o pedido de ajuda externa, a 6 de Abril de 2011

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Acabo com os sem-abrigo em 4 anos e nunca defendi um segundo resgate

Depois de anteontem ter aberto a época das promessas socialistas, com a mirabolante proposta de acabar com os sem-abrigo em 4 anos, sem especificar como ou com que meios,  a não ser que vá seguir o conselho de uma ex autarca alfacinha e os vá enviar a todos para Trás-os-Montes para cavarem as muitas terras que por lá há, Tó Zé (in)Seguro afirmou hoje no debate quinzenal na A.R., que nunca defendeu um 2º resgate.

Se quanto à primeira promessa da época, ela "É uma completa irresponsabilidade. O líder socialista não faz a mínima ideia dos fatores inerentes aos sem-abrigo” e de ser considerada como “uma mera declaração de circunstância”, já a afirmação de hoje na A.R. revela uma preocupante perda de memória por parte do líder socialista, ao esquecer-se do que afirmou bem recentemente, quando afirmou que “um segundo resgate parece inevitável e que "Só um novo Governo resultante de eleições estará em condições de negociar com a troika".

Em vez de dar atenção só ao que por vezes se diz contra Portugal lá fora, o Tó Zé (in)Seguro, devia prestar mais atenção ao que passa cá dentro e ir lendo o que outros, provavelmente mais atentos à realidade, vão escrevendo lá fora sobre o enorme esforço que Portugal e os portugueses têm feito e que começa a apresentar resultados positivos. Já é tempo de parar de insinuar sobre o que o governo está a pensar fazer ou supostamente a negociar seja com quem for e de se pronunciar sobre os resultados cada vez mais consistentes da economia portuguesa.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Manifesto da memória - Reestruturar a dívida seria trágico!

Eles talvez não se lembrem do que fizeram
Talvez não se lembrem do que disseram
Mas o país lembra-se
A dívida que está a pagar não o deixa esquecer.

Curiosa a forma como pensavam alguns dos 74 subscritores do manifesto da Versailles (gente fina é outra coisa) e outros actuais apoiantes da reestruturação da divida, há uns tempos atrás.

É tempo desta gente deixar de dar palpites ao sabor do vento e começarem a serem coerentes e pensarem primeiro em Portugal em vez de continuarem a tudo fazer para terem tempo de antena nos media.

Para recordar, porque a memória, de alguns, é pequena.

domingo, 30 de março de 2014

Portugal é o herói-surpresa da retoma na Zona Euro


E quanto à gravidade das afirmações, só se forem as do líder da oposição, que continua a tudo fazer para descredibilizar os resultados do enorme esforço pedido aos portugueses, mas que começa a apresentar resultados, ainda ténues, mas claramente positivos, que levaram o Financial Times a afirmar que "Portugal é o herói-surpresa da retoma na Zona Euro".


Mas o FT não deixa no entanto de realçar que “Apesar dos sinais positivos de que a economia emergirá este ano, após três anos consecutivos de recessão (…), muitos portugueses não têm grandes perspectivas de um alívio imediato das dificuldades que vivem”, pelo que devemos encarar estes sinais positivos de forma cautelosa, pois ainda falta muito, até que os portugueses sintam nos seus bolsos estes sinais de retoma da economia e da confiança que os mercados voltaram a ter em Portugal.

sábado, 29 de março de 2014

Os Nobel e a economia portuguesa



Com ou sem restruturação, com mais ou menos austeridade as opiniões sobre o enorme esforço pedido aos portugueses e os bons resultados que se começam a registar, apontam no mesmo sentido: estamos no bom caminho.

Novos cortes só devem visar quem ganha muito

Para aqueles que acusam o Presidente da República de não intervir a tempo, as últimas intervenções do Chefe de Estado têm antecipado os acontecimentos, enviando mensagens muito claras do que pensa que devem ser os caminhos que o país deve seguir no futuro imediado.

Ontem no Alentejo, o Presidente da República foi muito claro:




Quando todos os indicadores mostram que estamos no bom caminho, destacando-se a consistente descida dos juros da dívida, nomeadamente a taxa de juro da dívida a 10 anos, que foi ontem negociada abaixo dos quatro por cento, pela primeira vez desde Janeiro de 2010, as palavras do Senhor Presidente da República não podem deixar de ter as devidas consequências.

E para os que andam, por um lado, mais distraídos com a intervenção do Senhor Presidente da República e por outro com os que julgam que o fim do programa de ajustamento em Maio, significa o fim da austeridade e do rigor financeiro e orçamental, relembro aqui o prefácio do livro Roteiros VIII, onde o Chefe de Estado afirma que, "é uma ilusão pensar que as exigências de rigor orçamental colocadas a Portugal irão desaparecer em meados de 2014, com o fim do atual programa de ajustamento económico e financeiro. Qualquer que seja o governo em funções, o escrutínio europeu reforçado das finanças públicas portuguesas, bem como a monitorização da política económica, vai prolongar-se muito para além da conclusão do atual programa de ajustamento.

Estou firmemente convicto de que os Portugueses preferem o compromisso ao conflito. Ao longo dos últimos anos, vivendo pesados sacrifícios, os nossos cidadãos revelaram um extraordinário sentido de responsabilidade. Agora, é chegado o tempo de as forças político-partidárias mostrarem que estão à altura desta exemplar atitude do povo português".

Prefácio do livro Roteiros VIII, a ler aqui na integra

sexta-feira, 21 de março de 2014

Palpites sobre dívida não contam para nada

Em entrevista à TSF, Vítor Bento afirma que o recente debate sobre a questão da dívida pública tem sido feito por vozes mal informadas e que não estudaram o problema: «a maior parte das pessoas que fala na praça pública não sabe daquilo que fala, não estudam. E, portanto, mandam palpites. Palpites que entretém o circo mediático, mas que não contam para nada, e não resolvem problema nenhum».

Sobre o "debate" a que temos assistido ultimamente sobre o que fazer acerca da nossa divida pública, Vítor Bento defende que o país deve gastar «o esforço intelectual para descobrir o que deve fazer, e estudar os problemas», em vez de se limitar a «exigir aos outros que façam coisas por nós».

A ouvir com atenção, na integra hoje a partir das 20.00h na TSF. 
Excerto da entrevista pode ser ouvido aqui

quarta-feira, 19 de março de 2014

Maldita espiral recessiva

Mais uma vez a emissão de divida hoje realizada, saldou-se num enorme sucesso, com a procura a exceder a oferta, com as taxas de juros a 6 a 12 meses a baixarem novamente, caindo para menos de metade, respectivamente para 0,438% e 0,602%. 

Também hoje os juros da dívida a 10 anos, atingiram novos mínimos desde 2010 atingindo os 4,338%, sendo cada vez mais uma certeza que iremos deixar o programa de assistência económica e financeira, abaixo dos 4,5% falados pelo Ministro Rui Machete em Novembro passado e que na altura provocaram uma resposta totalmente despropositada do líder da oposição.   


Sendo ainda taxas de juro comparativamente altas se olharmos para o que se passa noutros países europeus, estes são valores que nos permitem começar a encarar o futuro de forma mais tranquila e um sinal cada vez mais consistente da confiança dos mercados e de que estamos no bom caminho.

É caso para perguntar ao Tó Zé (in)Seguro onde para a maldita espiral recessiva.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Em 1640, foram 40 os conjurados....Hoje são 70 os ressabiados!

Ainda a propósito dos 70 irresponsáveis, convém relembrar o que o cabecilha deles disse em finais de 2005, era Primeiro Ministro José Sócrates - «SCUT pagam-se a si próprias e geram excedente orçamental». Os últimos anos mostraram-nos de forma muito dolorosa o contrário. E é este Senhor o principal impulsionador de uma ideia que só iria fazer o país e os portugueses sofrerem ainda mais do que aquilo que já nos fez sofrer, com as suas brilhantes ideias.

E se virmos bem quem são as 70 "personalidades", vem-me à memória a famosa "espiral recessiva", por muitos dos subscritores desejada e propagandeada e que fruto da firmeza do Governo e do enorme esforço pedido aos portugueses, felizmente não se verificou, sendo positivos os sinais que vão aparecendo, o que não significa, bem longe disso, que a crise acabou.

Mas convém também ter em consideração as declarações da Drª Teodora Cardoso, personalidade insuspeita, que sempre se posicionou à esquerda e que pode ser considerada de tudo, menos de apoiante do actual Governo e que sabe-se lá porquê a nossa oposição e os velhos do Restelo não comentam - “É a pior altura possível para falar da reestruturação da dívida (...) Portugal cumpriu o programa. Está a sair do programa e quer regressar aos mercados. Tem condições para isso (...) Se nós estivéssemos numa situação catastrófica, não haveria outro remédio, como não houve na Grécia. Mas nós não somos a Grécia. Dizemos isso há anos e agora parece que estamos a querer ser a Grécia outra vez. Isso [reestruturação da dívida] não resolve os problemas. O que resolve o problema da sustentabilidade da dívida é pormos a economia a crescer - e para isso precisamos de financiamento e nós não devemos afastar esse financiamento - e disciplina orçamental"

E porque este assunto tem motivado cada vez mais opiniões e cada vez mais contra, de gente dos mais variados quadrantes, gente sensata que sabe distinguir o que são interesses pessoais dos interesses do país, permitam-me aconselhar-vos mais dois artigos, bem fundamentados e que deitam por terra a ideia maluca da restruturação da divida, quando estamos apenas a dois meses do fim do programa de ajustamento financeiro a que estivemos sujeitos nos últimos anos e que deixará profundas marcas no futuro próximo da vida do país.


E é bom não nos esquecermos o que aconteceu aquando da crise do irrevogável e dos custos que isso teve para o país. É que coincidentemente ou não, ontem os Juros da dívida portuguesa sobem 10 pontos base após seis sessões em queda. Esta é, não tenho dúvidas, uma das consequências de uma atitude irrefletida e irresponsável, que foi a divulgação deste manifesto e da qual os seus subscritores tinham perfeita consciência.

Basta de empurrarem, ainda mais, para as gerações futuras, os erros que cometeram  e de se recusarem a contribuir para que o país os possa resolver. Se não querem ajudar, então que se calem.

Como dizia a minha amiga Maria Helena Coelho, "Em 1640, foram 40 os conjurados....Hoje são 70 os ressabiados!" E basta ver a lista dos 70 nomes, para realmente se perceber que esta gente lida mal com o sucesso dos outros e que não passam realmente de um grupo de ressabiados.

domingo, 16 de fevereiro de 2014

As profecias falhadas do orçamento de 2013

As profecias não concretizadas sobre o cumprimento das metas do Orçamento de Estado para 2013, proferidas pelo Tó Zé (in)Seguro e pelos brilhantes Socráticos que na altura ainda o seguravam. Quem não acertou foi o PS!

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

"É um erro tremendo dizer que queremos renegociar dívida"

In Dinheiro Vivo e TSF 8/2/2014
"O principio da renegociação é um erro". Quem o afirma é o socialista, ex-ministro das Finanças de António Guterres e actual Presidente do Tribunal de Contas, Guilherme d'Oliveira Martins.


Parece que só o Tó Zé (in)Seguro é que ainda não conseguiu perceber aquilo que é o óbvio!

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

A falácia do aumento da dívida pública

Via O Insurgente 3-2-2014
A propósito das mentiras com que Sócrates continua a brindar os poucos portugueses que ainda o ouvem aos domingos, nomeadamente a de que o actual governo é o único culpado pela continua subida da dívida pública, aqui fica um texto de Carlos Guimarães Pinto no "O Insurgente", sucinto, bem escrito, sem "palavrões" que o comum dos mortais não entende e muito esclarecedor para aqueles que continuam a achar que este governo é o culpado da crise, que Sócrates e os socialistas provocaram e que agora todos estamos a pagar.

Permitam-me acrescentar apenas um comentário do Camilo Lourenço, que retirei do Facebook - "Estou tão farto de falar no assunto da subida da dívidia pública (os défices de um ano são a dívida do ano seguinte) e dos erros de análise (pelo menos 10 pontos percentuais da subida devem-se a dívida que estava escondida e que a Troika obrigou a colocar no perímetro orçamental) que é bom ouvir mais gente a desmistificar a treta do costume..."



terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Sinais positivos (2)

Apesar do continuado discurso catastrofista da oposição e de muitos "fazedores de opinião", a verdade é que a economia portuguesa, fruto do esforço dos portugueses e da determinação do Governo, apresenta cada vez mais sinais de que 2014 será o ano da mudança.

Segundo o EUROSTAT a inflação média em Portugal no ano passado foi de 0,4%, a terceira mais baixa da União Europeia. Em termos homólogos, em Dezembro, Portugal apresentou a quinta taxa mais baixa da União Europeia.  Curiosamente desta vez não ouvimos o Tó Zé (in)Seguro a colocar em causa a credibilidade desta instituição europeia, como bem recentemente o fez relativamente ao INE. 




O Tó Zé (in)Seguro afirmava recentemente que o Primeiro Ministro andava desorientado. Mas quem parece estar realmente desorientado, é o líder do PS, pois só assim se compreendem as asneiras que repetidamente tem dito nos últimos tempos e que estes dados económicos, a serem divulgados pelas mais variadas instituições nacionais e internacionais, vêm sustentadamente contrariando, para seu mal e para bem de Portugal.


A acabar uma semana de boas noticias para Portugal, foi divulgado que o défice para 2013 deverá ficar em 4,4% do PIB, abaixo dos 5,5% que haviam sido acordados com a troika.

Utilizando uma expressão que é muito querida ao Tó Zé (in)Seguro, é caso para dizer que a "espiral recessiva" é tramada.....

Ver também aqui, mais sinais positivos

domingo, 19 de janeiro de 2014

Sinais positivos

Esta foi mais uma semana em que os sinais positivos de que estamos no bom caminho, são cada vez mais consistentes e de 2014 será o ano da viragem.

Todos os indicadores que mês após mês vão sendo conhecidos, indicam isso mesmo:

As duas emissões de divida pública, de dias 9 e 15 do corrente mês, atestam que a percepção de risco que os investidores têm sobre a dívida portuguesa está a diminuir consideravelmente.

No dia 15 os juros atingiram metade do valor pago anteriormente. Desde 2009 que Portugal não conseguia uma colocação de divida a juros tão baixos. Há cinco anos que tal não acontecia!

O Banco de Portugal reviu em alta as projeções para a economia portuguesa, prevendo crescimentos de 0.8 por cento e 1.3 por cento em 2014 e 2015.

Mas também no exterior, a percepção que existe e que começa a ser transmitida por algumas instituições financeiras como Commerzbank, que é o segundo maior banco comercial na Alemanha, é que o esforço pedido a todos os portugueses, começa a apresentar resultados credíveis e sustentados:


Todos estes indicadores revelam que Portugal está a sair da crise económica e financeira em que estava afundado em 2011, depois de 6 anos de governo Sócrates/PS. Mas apesar disso o PS do Tó Zé (in)Seguro teima em manter uma postura de contra vapor, mostrando sistematicamente ficar zangado com estes sinais ou revelar indisposição face às boas notícias.

Estas são, como é óbvio, muito boas notícias para Portugal.

Ler aqui a declaração de 15-1-2014 do Vice Presidente do PSD, após o conhecimento do sucesso que foi a emissão de divida pública de dia 15 de Janeiro.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Composição da despesa pública em 2013. É só fazer as contas......

Para aqueles que que desde que o actual governo está a tentar colocar as contas públicas em ordem, sistematicamente o atacam, afirmando que o “governo escolheu os trabalhadores públicos e os reformados como principais inimigos”, escondem de forma cobarde que é precisamente nestas áreas que se encontra 70% da despesa do estado. Se a este valor somarmos 9% que são gastos em juros, sobram.........É só fazer as contas e facilmente se conclui onde está o problema.

sábado, 11 de janeiro de 2014

Estamos no bom caminho

São já por demais evidentes os sinais de que a recuperação económica está em marcha. Os indicadores do final de 2013, a continua quedas dos juros da dívida em todos os prazos e o sucesso do leilão de dívida desta semana, são prova de que estamos no bom caminho.

Significa isto que a crise chegou ao fim? Não! Ainda falta muito, muito tempo, para que os portugueses vejam os resultados, dos sacrifícios dos últimos anos, chegarem aos seus bolsos. Mas para isso é necessário que o rigor na gestão do país não abrande, para não virmos a sofrer novamente por culpa de governos que apenas esbanjaram aquilo que era de todos nós e se esqueceram do bem estar dos portugueses e do sucesso de Portugal. Como disse recentemente Vital Moreira "A austeridade - no sentido de gestão austera das finanças públicas - veio para ficar".

Tudo isto são más noticias para a uma esquerda desajustada da realidade, que começa cada vez mais a perder credibilidade, principalmente o Partido Socialista, que quer a todo o custo apagar da história recente que foi o único culpado da entrada da Troika em Portugal e que é incapaz de dar um contributo para o sucesso de Portugal. Ao Tó Zé (in)Seguro e aos seus camaradas resta-nos pedir-lhes que...  

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

O que estamos a fazer agora devia ter sido feito há 14 anos


Quem o diz, é Teixeira dos Santos, Ex-Ministro das Finanças de José Sócrates de 2005 a 2011, que afirma apoiar as medidas que estão a ser seguidas pelo actual Governo, que em seu entender apenas pecam por tardias. Mas vai mesmo mais longe, ao considerar que relativamente aos cortes salariais e de pensões era inevitavel entrar nos rendimentos mais baixos.

É caso para perguntar, porque é que ao fim de 6 anos no Governo Socialista, deixou chegar as finanças públicas ao estado a que chegaram, de quase banca rota e porque é que nada fez que evitasse o pedido de ajuda externa a que o país se viu obrigado e os sacrifícios que, por sua inacção, os portugueses estão a sofrer.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

EU FICO. Será irrevogável?

Ele já tinha avisado há muitos anos
Só se esqueceu de dizer é que era com mais poder!
Para bem do país espera-se que as birras, as ameaças e as indirectas sobre a condução do governo, tenham acabado e que de uma vez por todos cumpram com o que apregoam
pois se não andaram a brincar aos políticos, andaram de certeza a brincar com o nosso futuro.

Hoje no I, Pedro Braz Teixeira, faz uma análise sucinta, mas muito realista, sobre esta atitude "irreflectida, incoerente e totalmente irresponsável":