A esquerda radical, ao fim de quase 41 anos, ainda não conseguiu digerir, nem aceitar, a reposição dos valores e ideais que estiveram na base da Revolução de Abril e que trouxeram a Portugal a estabilidade que o país precisava e dessa forma evitando que Portugal se tenha transformado numa ditadura de esquerda, como a uma capa da Time antevia no Verão quente de 75.
Tal só foi possível, porque a 25 de Novembro de 1975, um grupo de Comandos liderados pelo então Major Jaime Neves, saiu à rua, e pagando tal acção com a vida de dois dos seus homens - Tenente Coimbra e o Furriel Pires, nos restituíram a democracia.
Não tendo outros argumentos e de forma cobarde e oportunista, aproveitando-se da recente morte de dois recrutas dos comandos esta semana, o BE e a esganiçada mor, vêm agora exigir, mais uma vez, o fim dos Comandos.
A melhor forma de respeitar e honrar a morte destes jovens é valorizar o seu esforço, e não acabar com os Comandos!
Num passado bem recente, o país já verificou que tal decisão foi um erro, pois apenas 9 anos depois de terem sido extintos, os cursos de Comandos voltaram em 2002. Não porque é bonito termos uma força altamente treinada e operacional, mas porque o país precisa cada vez mais de uma força destas, atendendo às ameaças e instabilidade internacional, que surgem um pouco por todo o lado e às quais não estamos infelizmente imunes.
Da minha parte e tenho a certeza da de muitos Portugueses, mesmo dos que em 1975 não eram nascidos, nunca esquecerei que se agora posso dizer e escrever o que me vai na alma, devo-o aos Comandos, à sua determinação, disciplina e coragem, valores dos quais o país não pode abdicar. Algo que Catarina Martins e a esquerdalha, não compreende, não aceita e tudo faz para esquecer e apagar da história. Só por isso e rigorosamente por mais nada, querem agora acabar com os Comandos.