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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

A democracia segundo Daniel Oliveira


Expresso 9-10-2015 e 1-2-2017
A coerência da esquerda radical, para quem a democracia só deve ser respeitada quando lhes convém.
Se a maioria for de esquerda, é a democracia no seu pleno e manda a maioria. Se a maioria for de direita, é uma ditadura.
Uma democracia "a la carte", de uma minoria, que com apenas 10% dos votos, age como se tivesse ganho eleições.
Via Sarah Geoffrey in Facebook

domingo, 11 de setembro de 2016

O BE quer a extinção dos Comandos apenas por revanchismo

Observador 10-9-2016
A esquerda radical, ao fim de quase 41 anos, ainda não conseguiu digerir, nem aceitar, a reposição dos valores e ideais que estiveram na base da Revolução de Abril e que trouxeram a Portugal a estabilidade que o país precisava e dessa forma evitando que Portugal se tenha transformado numa ditadura de esquerda, como a uma capa da Time antevia no Verão quente de 75.

Tal só foi possível, porque a 25 de Novembro de 1975, um grupo de Comandos liderados pelo então Major Jaime Neves, saiu à rua, e pagando tal acção com a vida de dois dos seus homens - Tenente Coimbra e o Furriel Pires, nos restituíram a democracia.

Não tendo outros argumentos e de forma cobarde e oportunista, aproveitando-se da recente morte de dois recrutas dos comandos esta semana, o BE e a esganiçada mor, vêm agora exigir, mais uma vez, o fim dos Comandos.

A melhor forma de respeitar e honrar a morte destes jovens é valorizar o seu esforço, e não acabar com os Comandos!

Num passado bem recente, o país já verificou que tal decisão foi um erro, pois apenas 9 anos depois de terem sido extintos, os cursos de Comandos voltaram em 2002. Não porque é bonito termos uma força altamente treinada e operacional, mas porque o país precisa cada vez mais de uma força destas, atendendo às ameaças e instabilidade internacional, que surgem um pouco por todo o lado e às quais não estamos infelizmente imunes.

Da minha parte e tenho a certeza da de muitos Portugueses, mesmo dos que em 1975 não eram nascidos, nunca esquecerei que se agora posso dizer e escrever o que me vai na alma, devo-o aos Comandos, à sua determinação, disciplina e coragem, valores dos quais o país não pode abdicar. Algo que Catarina Martins e a esquerdalha, não compreende, não aceita e tudo faz para esquecer e apagar da história. Só por isso e rigorosamente por mais nada, querem agora acabar com os Comandos.

Pelo que fizeram pelo país e pela forma como nos últimos anos têm contribuído para a defesa dos valores da Liberdade e da Democracia, em vários terrenos internacionais só me resta agradecer-lhes - Obrigado Comandos!

Adenda - Ou se se preferir, a atitude do BE mais não é que uma leviandade, como diz Vital Moreira.

Adenda 2 - "A formação dos Comandos não é dura por capricho. Por gosto ou sadismo dos instrutores. É dura por necessidade". Um excelente texto, de alguém quem conhece a realidade dos Comandos, a sua importância e necessidade. A ler!

sábado, 8 de novembro de 2014

Será que podemos ter um PREC em Espanha?

A propósito da recente sondagem publicada em Espanha, em que novo partido Podemos, surge à frente dos dois grandes partidos tradicionais espanhóis - PP e PSOE -, coloca-se a questão de saber se estamos perante a possibilidade de um PREC em Espanha.

Este novo partido que se diz independente, elegeu 5 deputados nas últimas eleições para o Parlamento Europeu, em Maio deste ano, onde de imediato aderiu à Esquerda Unitária Europeia (GUE).

Liderado por um ex-militante da juventude do Partido Comunista espanhol, apoiante convicto do regime de Hugo Chávez/Nicolás Maduro e com especial admiração também pelas políticas seguidas por Cristina Kirchner na Argentina e por Evo Morales na Bolívia, recebeu através da Fundação CEPS pelo menos 3,7 milhões de euros desde 2002, do governo Venezuelano de Hugo Chávez, segundo o diário El País e Periodista DigitalConsidera que o terrorismo tem explicações politicas, que os presos por terrorismo deveriam ser libertados, e vê a iniciativa privada como sinónimo de corrupção.

Com uma agenda/programa que mais do que ser de esquerda é claramente de extrema esquerda, demagógica e populista, estamos esclarecidos quanto ao seu independentismo.

Num artigo de opinião publicado esta semana no I, Luis Rosa, começando por afirmar que podemos não ser iguais, alerta para a possibilidade de um fenómeno semelhante nascer em Portugal, mas principalmente para os facto de que A demagogia das soluções fáceis muito atrai os eleitores mas é perigosa para a verdadeira democracia.

Passo a passo desmonta o populismo e a demagogia desde podemos, de que por cá vamos já tendo uns laivos quer pela mão de um Marinho e Pinto, quer mesmo pela mão de alguns Socialistas, que desde o momento em que lhes começou a cheirar a poder, começam a tudo prometer, sem apresentarem uma única proposta de como o pretendem conseguir, Luis Rosa, termina com uma chamada de atenção muita oportuna:Temos de admitir que a democracia e o sistema capitalista precisam efectivamente de reformas profundas para aproximar os cidadãos da política e para criar um novo modelo económico. Mas não será com a demagogia das soluções fáceis (e velhas) que muito atraem os eleitores descontentes que isso acontecerá. Sob pena de regressarmos a um passado falhado.

Um artigo a ler e a reter.

terça-feira, 25 de março de 2014

Adolfo Suárez

Quando Juan Carlos se aproximou do homem com quem viveu a cumplicidade de mudar a política de Espanha, Suárez perguntou-lhe: “Quem és tu?”. Respondeu o monarca, emocionado: “O teu amigo Juan Carlos”
Espanha despede-se hoje do seu primeiro presidente de governo pós Franco, num clima de união em torno do reconhecimento que teve enquanto chefe de Governo, que muito poucos hoje na Europa e quem sabe no mundo, conseguiriam:


Foram homens com o carácter, honestidade, coragem e frontalidade de Sá Carneiro e Adolfo Suárez, que desde 1974 me fizeram acreditar que faz sentido a participação activa na vida politica e que infelizmente vão sendo cada vez mais raros nos dias que correm.

segunda-feira, 24 de março de 2014

SOS Venezuela

Depois do vídeo da Ucrânia, chega-nos agora um vídeo idêntico da Venezuela, também ele mostrando a revolta pacifica de um povo, contra a prepotência dos que, apesar de terem ganho nas urnas, agem como déspotas, levando um povo diariamente às ruas gritando por aquilo que para nós é um direito inalienável: a Liberdade. E não nos devemos nunca esquecer que outros também começaram por ganhar nas urnas...

Esta é a Liberdade e a Democracia da Revolução Socialista na Venezuela.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

A Democracia do Deputado do PCP Miguel Tiago

Miguel Tiago, Deputado do PCP. Um Estalinista mascarado de Democrata! Um comunista com aspirações a ditador. 

Já agora, um partido que nas últimas eleições legislativas não chegou aos 8%, são mais do que quem? Só se for do BE?

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Para reflectir

A intervenção da secretária-geral da União Internacional de Jovens Socialistas, durante a reunião da Internacional Socialista em Cascais no inicio deste mês, deve ser merecedora de reflexão por todos nós, sejamos ou não socialistas e como o sabem, eu não o sou.

Beatriz Talegón, dirigiu-se aos líderes socialistas, mas as suas palavras vão muito para além do mundo socialista, que devem ser escutadas por todos, pois reflectem o que na realidade se passa e que muitos se recusam a querer ver. Os protestos não são nem contra nem a favor de alguém. As pessoas protestam porque estão a ver a sua vida ser afectada directamente. Como disse “O que nos deveria doer é que eles estão a pedir democracia, a pedir liberdade, (...) e nós não estamos aí”.

Apesar das criticas de que também foi alvo, esta mensagem é transversal a todos os partidos democráticos, que a deviam interpretar e adaptar as suas formas de agir e comunicar.


Veja aqui a intervenção na integra, e leia no Público e no DN

Os espontâneos, os fascistas e a Grândola

                          De Henrique Raposo, no Expresso a 21 de Fevereiro

De Alberto Gonçalves, no Diário de Notícias a 24 de Fevereiro

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Liberdade de Expressão, Grândola e o Relvas

Via 31 da Armada e Forte Apache
Os arautos da Liberdade de expressão, resolveram, nos últimos dias, a partir de um dos símbolos da nossa Liberdade, passarem para o insulto barato e para a censura. E não é o Relvas que está em causa, o que faz ou o que ele iria dizer. O que está em causa é a Liberdade.



A Liberdade que uns têm de criticar, não se pode sobrepor à Liberdade que todos temos de emitir a nossa opinião. Não podemos ficar calados e permitir que os valores da Liberdade e da Democracia, sejam postos em causa. Aqueles que agora fecham os olhos à intolerância serão os mesmos que, amanhã, dela se vão queixar.

Como o António Barreto, eu também não gostei do que se passou ontem. Não gosto de ver que a Liberdade no meu país esteja a ser posta em causa. Não quero pensar, que aqueles que lutaram por ela o tenham feito em vão. Não esqueço os homens que como o Tenente Coimbra e o Furriel Pires, caíram ao defende-la. Não quero de novo um PREC no meu país!

PS: Declarações de Augusto Santos Silva na TVI