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domingo, 25 de maio de 2014

Resultados Eleições Europeias - Avenidas Novas

As eleições europeias que hoje se realizaram são eleições de nível nacional, sendo portanto a esse nível que são contabilizados os resultados e apurados os deputados eleitos por cada partido.

No entanto, não posso deixar de registar aqui os resultados que se verificaram na Freguesia de Avenidas Novas, onde se verificou uma participação de 45,66% dos eleitores, bastante superior à média nacional.

Quando alguns continuam, neste momento, a querer tirar conclusões a nível nacional dos resultados de uma eleição europeia, relativamente ao governo e a hipotéticas eleições antecipadas, quando pouco mais de 30% se prevê que obtenham, permitam-me uma breve análise a nível local.

Oito meses depois das eleições autárcicas, que PSD e CDS ganharam nas Avenidas Novas, e quando aqueles que saíram derrotados, têm actuado julgando que obteriam nas eleições que hoje se realizaram, um resultado diferente daquele de Setembro do ano passado, enganaram-se redondamente.

E se estas eleições são europeias e não locais, é bom que alguns percebam bem, que uma força politica que obtém numa Freguesia, um expressivo resultado de mais de 40%, com quase o dobro dos votos do partido que fica em segundo lugar é porque tem entre os eleitores da Freguesia um amplo apoio. E este resultado é tão ou mais expressivo, quando a Aliança Portugal vence em 17 das 19 mesas eleitorais da Freguesia.

Mas se o trabalho que o executivo das Avenidas Novas, liderado pelo PSD e por Daniel Gonçalves, fosse mau, pensando apenas em "negociatas", como ainda na semana passada PS, PCP e BE, na Assembleia de Freguesia,  se esforçaram por tentarem fazer crer, a população de certeza que saberia ter isso em consideração, e o resultado de hoje seria de certeza outro. A verdade é que com pouco mais de 7 meses de mandato o trabalho que estamos a desenvolver é já reconhecido pela população.

sábado, 24 de maio de 2014

Nunca te esqueças de votar

Nunca devemos esquecer o passado, por mais do que isso custe, pois quando esquecemos a História repete-se. Por toda a Europa os partidos de extrema direita estão a ganhar força e se não fizermos nada é porque não aprendemos nada.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Francisco Assis - O cábula mor

É fundamental que os Portugueses saibam em quem votam no próximo Domingo.

É importante que saibam qual foi o desempenho dos actuais cabeças de listas no mandato que agora termina.

As estatísticas oficiais, mostram que Francisco Assis é um Deputado faltoso e muito pouco interventivo no mandato que cumpriu em Bruxelas. Da fama de homem preguiçoso, não se livra: “Nasceu Para Não Trabalhar” !

Basta fazer a comparação com Paulo Rangel e com Nuno Melo, para percebermos o que vale o cábula Francisco Assis. As diferenças são notórias quer em intervenções e iniciativas individuais credíveis quer em todas as decisões que têm de ser negociadas.

É importante que se perceba porque é que Assis, durante a campanha eleitoral que agora está a terminar, não quis discutir a Europa.  E a resposta é simples: porque quase nada fez nos últimos 5 anos no PE, onde foi um dos deputados portugueses mais faltosos.

Duarte Marques, fez esta semana na sua crónica semanal no Expresso, intitulada "O BE quer estar de Pé e Assis nem se sentou no PE" o retrato de quem é realmente Francisco Assis.

"A vantagem da "transparência" das instituições europeias é que nos permite acompanhar e escrutinar o trabalho dos nossos eurodeputados. Se consultarmos o site do Parlamento Europeu poderemos verificar com exatidão aquele que foi o trabalho do cabeça de lista do PS às próximas eleições europeias.

Em 5 anos de mandato, Francisco Assis fez apenas 9 perguntas escritas à Comissão Europeia, teve 25 participações entre intervenções e declarações de voto e fez 0 (ZERO) relatórios. Até António Costa, que só esteve no Parlamento Europeu durante cerca de um ano e ficou conhecido pelas suas dificuldades linguísticas, fez mais do que Assis que cumpriu o mandato de 5 anos. É lamentável que em 5 anos, com staff próprio pago pelo Parlamento Europeu, todas as condições necessárias, não tenha produzido praticamente nada. A estatística não nos diz tudo, mas neste caso, nem estatística o salva. Foi mesmo zero. Aliás, até nas presenças foi pouco assíduo (só esteve em 65% das reuniões) como se poderá  ver neste relatório oficial. 

(...) É nesse aspeto o mais fraco dos cabeças de lista. João Ferreira do PCP e Marisa Matias do Bloco de Esquerda têm uma folha de serviços que não envergonha ninguém, digo-o aliás com orgulho, que os Eurodeputados portugueses têm em média uma excelente reputação em Bruxelas, independentemente dos seus partidos. Sobre Paulo Rangel sou suspeito para falar, dado que com ele trabalhei de perto, mas é hoje claramente um dos eurodeputados mais decisivos e influentes no Parlamento Europeu e a ele podemos, por exemplo, agradecer o facto de mantermos uma representação de 21 eurodeputados, conseguidos através de duras negociações na altura da reorganização do Parlamento Europeu.

É isso que está em causa nestas eleições europeias. Saber quem está mais preparado e nos garante mais empenho na defesa do interesse nacional e de Portugal. Francisco Assis (...) teve apenas 5 atividades no plenário (média anual) e fez apenas 1,5 perguntas por cado ano que esteve em Bruxelas. Será esta a mudança que os socialistas tanto defendem para o país?"

A diferença é evidente. Domingo a decisão só pode recair naqueles que já deram provas que estão à altura do desafio Europeu e que estarão sempre na primeira linha da defesa dos interesses de Portugal e dos portugueses na Europa,

Domingo voto

domingo, 18 de maio de 2014

Inquéritos sobre o posicionamento dos cidadãos face aos partidos europeus

A uma semana das eleições europeias, correm na Internet alguns inquéritos que pretendem por um lado ajudar os cidadãos a perceberem de que partido se aproximam mais e por outro lado dar a conhecer quais os partidos a nível europeu que defendem posições mais próximas das suas.

Com perguntas que abrangem uma enormidade de temas, que vão desde a economia às questões sociais, da imigração e emigração à segurança, da participação na vida politica ao conhecimento que se tem sobre o que cada partido defende, entre muitos outros temas, que permitem a que comparando as respostas dadas a cada pergunta, com o que cada partido defende, fazer um enquadramento politico do cidadão.

E das respostas, que devem ser dadas com a maior atenção, podem surgir resultados surpreendentes. Portanto atenção às respostas, para não serem surpreendidos no fim, com um resultado que os coloque próximo de partidos com os quais julga não se identificar ou pior ainda, apresentar um resultado onde o partido com o qual se identifica, não ser o primeiro apresentado pelo inquérito. 

Os inquéritos a que tive oportunidade de responder e que aconselho vivamente que respondam também,  são o desenvolvido pelo Instituto Universitário Europeu de Florença denominado "euandi" (a Europa e eu) e o "EUvox2014" que é patrocinado financeiramente pela Open Society Initiative para a Europa (as eleições europeias de 2014) e a Direcção-Geral da Comunicação do Parlamento Europeu.

Outro inquérito interessante, mas que difere dos anteriores por não fazer um enquadramento do cidadão com os partidos políticos e por ter um carácter mais cientifico, é o apresentado pelo International Survey Project "Elections, Values, and Attitudes" - EVA (ou aqui) e cujo resultado não é apresentado de imediato, sendo apenas enviado a pedido do próprio no final do inquérito (o que fiz, mas que até agora não recebi...)

Artigo de opinião de José Manuel Fernandes, no Observador de 21-5-2014

segunda-feira, 24 de março de 2014

Manifesto da Realidade

A Distrital de Lisboa do PSD está de Parabéns, com o lançamento a semana passada de uma campanha on-line e de outdoors, onde são evidenciados os resultados positivos alcançados pelo Governo e o claro falhanço das previsões feitas pela oposição e por alguns comentadores.

Se na sua vertente on-line, com um vídeo e imagens dos outdoors, a mensagem pode chegar a todo país, mas apenas aos que têm acesso à internet, nomeadamente aos utilizadores do Facebook, já os outdoors apenas são visíveis por quem anda na rua em Lisboa.

O que não se percebe é que se estando a dois meses de eleições europeias, que muitos erradamente querem fazer querer que são um teste ao Governo e quando o esforço pedido aos portugueses começa a apresentar resultados positivos, esta campanha seja promovida pela estrutura Distrital de Lisboa e não pelo PSD a nível nacional.

Ao contrário do que muitos querem fazer querer, a comunicação e a informação via internet ainda não chega à maioria da população e as publicações no Facebook, onde diga-se em abono da verdade, o PSD Nacional tem mostrado de forma permanente os resultados positivos da acção governamental, são visíveis essencialmente pelos "amigos" e por aqueles que são militantes, não chegando essa informação à maioria da população.

É pois urgente que o PSD (e o CDS), à semelhança da oposição, venham para a rua e mostrem aos portugueses de Norte a Sul do país, que os resultados dos enormes sacrifícios que lhes estão a ser pedidos começam a apresentar resultados positivos. E não me refiro apenas à utilização de outdoors. Refiro-me a uma comunicação, que de forma verdadeiramente eficaz chegue aos portugueses.

domingo, 23 de março de 2014

Manifesto Eleitoral da Aliança Portugal - Eleições Europeias 2014

Conheça aqui o Manifesto Eleitoral da Coligação Aliança Portugal
As Eleições Europeias que se vão realizar no próximo dia 25 de Maio, são as primeiras eleições que, em Portugal, se realizarão depois do fim do programa com a Troika e da execução do memorando de entendimento. Os portugueses cumpriram, com grandes sacrifícios e notável patriotismo, as obrigações e assumiram, com determinação, a responsabilidade de recuperar a estabilidade económica do nosso País – uma recuperação dolorosa depois do pedido de resgate efectuado pelo Governo socialista que deixou o País na iminência de uma ruptura de pagamentos.

Para os Portugueses, constituem a primeira oportunidade de escolher o caminho que, na Europa, iremos seguir depois do programa de assistência e da crise. Após darmos sentido aos sacrifícios, resgatarmos o país da recessão, reequilibrarmos as contas públicas, cumprirmos as metas do défice e prepararmos Portugal para regressar aos mercados internacionais da divida pública – é fundamental continuar a participar, activa e firmemente, na primeira linha da construção europeia, que queremos responsável e solidária, focada na promoção do crescimento e do emprego. 

No novo quadro de apoio comunitário, fruto da acção do governo e da sua capacidade de negociação no seio da Europa, Portugal vai agora beneficiar de um valor superior a 25 mil milhões de euros, fundamentais para relançar o país e consolidar a sua posição de parceiro europeu de relevo. 

O nosso futuro joga-se de forma determinante no quadro da União Europeia, que há muito deixou de constituir uma mera opção de política externa para se assumir como um verdadeiro projecto nacional. 

Na sequência lógica do processo de reforma e de modernização do País, que PSD e CDS vêm consistentemente protagonizando, a colaboração entre os dois partidos estende-se às próximas eleições para o Parlamento Europeu, onde se apresentarão em lista conjunta, numa coligação com a denominação ALIANÇA PORTUGAL. 

Leia aqui na integra o Acordo de coligação para as eleições para o Parlamento Europeu de 2014

domingo, 16 de março de 2014

I Am a Ukrainian

Em dia de referendo na Crimeira, cujas duas questões: "Aprova a reunificação da Crimeia com a Rússia como membro da federação da Rússia?" e "Aprova a restauração da Constituição da Crimeia de 1992 e o estatuto da Crimeia como fazendo parte da Ucrânia?" parecem ter resultado anunciado e a consequente separação da Ucrânia, este pode ter sido o preço a pagar pela determinação dos ucranianos, que de forma heroica, com sangue, suor e lágrimas, lutaram pela Liberdade, Democracia e aproximação à Europa.

Este vídeo de início de Fevereiro é um exemplo da determinação de um povo, que contra tudo o que seria previsível no inicio deste ano, venceram essa importante batalha. Terão no entanto ganho a "guerra"? O futuro próximo nos dirá se as intenções expansionistas da Russia se ficam pela Crimeira?


E quando por cá alguns parecem querer por em causa a nossa continuidade no Euro e até na UE, é importante que a luta dos Ucranianos pela Europa seja um exemplo e um incetivo para todos, e se traduza numa votação expressiva nas próximas Eleições Europeias de Maio, que de forma clara rejeite os que estão contra o projecto Europeu, os euro-cépticos e os extremistas, principalmente estes últimos, que na UE e também na Ucrânia parecem começar a ganhar um espaço excessivo.

sábado, 15 de março de 2014

A União Europeia, Portugal e o Futuro

Numa altura em que se aproximam as eleições Europeias e em que alguns estão mais interessados em fazer da acção governativa o centro do debate, esquecendo-se que o que vai a votos é a Europa e a politica que queremos para a Europa, o PSD edita um livro com o titulo "A União Europeia, Portugal e o Futuro", onde são apresentadas as Linhas Gerais de Politica Europeia, que o PSD defende.

Este é um contributo do PSD para a discussão europeia, que é mais urgente e significativo do que nunca, atendendo ao facto reconhecido de a União Europeia viver uma das mais graves crises da sua história.