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quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Portugal ganhou 1280 milhões a "salvar" os bancos

Maldita troika e Governo que 'deram' o dinheiro dos contribuintes aos banqueiros para salvar os bancos. (via Facebook, Duarte Marques, 28-12-2016)

domingo, 1 de janeiro de 2017

A geringonça e o aumento descontrolado da Dívida Pública em 2016

A frase atribuída a Jorge Sampaio (se bem que não foi exactamente assim que a proferiu, mas é assim que todos nos recordamos dela) "Há mais vida para além do défice", aplica-se muito bem à situação que temos hoje, em que o governo continua a insistir que tem o défice sobre controlo e que atingiremos as metas estabelecidas para este ano. Mas a que custo?

Enquanto que o anterior governo conseguiu uma redução do défice de 11,2% em 2010 para 2,98% em 2015 e ao mesmo tempo reduzir o aumento diário da dívida pública no mesmo período em mais de 25%, o actual governo socialista apoiado por PCP e BE, conseguiu em apenas 1 ano quase triplicar o aumento diário da dívida pública.

A inversão da trajectória ascendente da dívida pública, pela primeira vez em mais de 20 anos, conseguida pelo governo PSD-CDS de Pedro Passos Coelhos em 2015, foi rapidamente colocada em causa por uma geringonça, que de repente parece ter como único objectivo o valor do défice, custe isso o que custar ao país.

Factos são factos! A este ritmo, daqui a menos de um ano teremos um aumento diário da dívida pública igual ao que José Sócrates nos deixou em 2010 - 72,2 milhões de euro por dia!

sábado, 24 de dezembro de 2016

Desde 2013 que não se verificava um crescimento negativo do investimento

Entre 2013 e o 3º trimestre de 2015, o Investimento em Portugal superou o existente na Zona Euro, devido não só às perspectivas de crescimento económico, mas também devido às melhores condições de competitividade atribuídas às empresas, nomeadamente nos domínios da fiscalidade e da legislação laboral.

Desde o final de 2015 muitas dessas condições de competitividade foram revertidas, o que a par das menores perspectivas de crescimento económico, levaram muitas empresas portuguesas a diminuírem o seu investimento, que passou também a ser inferior ao que se verifica na Zona Euro.

Desde o primeiro semestre de 2013 que não se verificava também um crescimento negativo do investimento. O Investimento é uma variável essencial, pois determina, a médio e longo prazo, o crescimento económico.
Fonte: IPSD

Este é o Governo com menos investimento público desde 1951

Luís Montenegro, no debate quinzenal com o Primeiro Minsitro, 22-12-2016

Lembram-se do tempo em que o actual Primeiro Ministro dizia que o anterior Governo “diabolizou o investimento público”?

Pois bem, a realidade é bem diferente daquela que a geringonça quer convercer os portugueses, pois “o atual Governo socialista foi o que mais baixou o investimento nos últimos 65 anos”. “Com estradas por fazer e outras onde não há manutenção. Com escolas que estão ao fechar porque não têm investimento. Com problemas nos centros de saúde e hospitais. Com as prisões que não têm dinheiro para comprar a alimentação. Com os transportes públicos. (O governo) vangloria-se de ter um défice inferior a 3% à custa de receitas extraordinárias, do definhamento do serviço público que afeta a vida das pessoas e à custa do investimento público. O Estado português não gastava tão pouco do seu produto interno bruto desde 1951. Parece que foi este Primeiro-Ministro que fez um pacto com o diabo”.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Já não há dúvidas que o défice de 2015 foi de 2,98%

Porque o atual governo teima em esconder dos Portugueses, apesar de o publicar no relatório do Orçamento de Estado para 2017 (página 31), é sempre bom recordar que o governo socialista de José Sócrates deixou o país com um défice de 11,2% em 2010 e foi graças à determinação do governo PSD/CDS de Pedro Passos Coelho que terminamos 2015 com um défice inferior a 3%!

Página 31 do relatório OE 2017
E se dúvidas houvesse sobre o real valor do défice em 2015, elas ficam esclarecidas sem margem para dúvidas, quer por ser um valor calculado pelo INE, quer por o próprio governo PS - PCP - BE, o apresentar no OE 2017 e de o ter enviado para Bruxelas. A esquerdalha não tem forma de refutar que o governo de PPC conseguiu uma redução do défice em 8,22% em apenas 4 anos.

Lamentável é a forma como a comunicação social passou ao lado deste facto, pois o silencio da geringonça e do Senhor Presidente da República, sobre os sucessos que Portugal e os portugueses conseguiram durante a vigência do anterior governo, já não me surpreendem.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Espanha sem governo, consegue taxa de juro 67% inferior à nossa

Económico 14-9-2016
Dívida portuguesa a 10 anos com juros de 3,24% afasta-se da espanhola que está nos 1,07%




Mas para este governo, tudo é normal e dentro do previsto. Lembram-se quando no anterior governo as taxas estavam a descer, a oposição de esquerda dizer que tal se devia apenas à ajuda do BCE e do seu programa de compra de dívidas?

E agora qual é a razão para estarem a subir, se a ajuda do BCE continua?

Alguns factos sobre a dívida pública portuguesa e a nossa situação financeira - Aqui

domingo, 4 de setembro de 2016

Depois do BE agora é a vez do PCP pressionar o Governo

Observador 4-9-2016
"o PCP não é uma “força de suporte ao Governo por via de um qualquer acordo de incidência parlamentar”, tendo apenas contribuído para que o “Governo [socialista] iniciasse funções e desenvolvesse a sua ação”. A independência dos comunistas mantém-se inamovível, assegurou o secretário-geral do PCP".

Mas Jerónimo de Sousa foi mais longe, e a reboque dp Bloco, reforça que "este não é um Governo do PCP, nem de esquerda" e que “As opções do PS e a sua assumida atitude de não romper com os constrangimentos externos são um grave bloqueio à resposta aos problemas do país".


Depois do Bloco, agora é a vez do PCP pressionar o Governo. O próximo orçamento de Estado, vai sem dúvida mostrar se quem governa é António Costa ou a esquerda radical que o suporta como Primeiro Ministro. Mas o próximo Orçamento vai também mostrar quem tem mais influência na geringonça: PCP ou BE.

Com amigas destas, quem precisa de inimigos

Público 21-8-2016
Expresso 2-9-2016
Primeiros sinais de uma ruptura anunciada ou apenas mais pressão sobre Costa? Vamos esperar mais um pouco pelo próximo orçamento de estado, para ver quem manda no governo e até quanto o PS está refém do BE.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Os dados do 2º trimestre desmentem a geringonça

Para António Costa, João Galamba e outros geringonços, de repente parece só existirem dados estatísticos sobre o desemprego, que felizmente para todos, continuam a descer desde 2013, depois do governo de José Sócrates nos ter deixado a taxa de desemprego em claro sentido ascendente e que era a maior em Portugal, pelo menos desde 1983.

É bom não esquecermos, que apesar de nos anos seguintes essa taxa ter ainda aumentado substancialmente, fruto da profunda crise que o país atravessou e da intervenção da troika, o anterior governo PSD-CDS, conseguiu não só inverter essa tendência, como ainda apresentar no final do seu mandato, uma taxa de desemprego inferior aquela com que o tinha iniciado.

Por outras palavras, e apenas no que diz respeito ao desemprego, o actual governo apenas está a conseguir manter a trajectória que vinha de trás.

Pena é, que os restantes números da situação económica, desmintam por completo o optimismo do governo e "o bom resultado" das políticas económicas do país, apregoado por António Costa.

Resumo dos mais recentes dados divulgados pelo INE.
Os indicadores que em 2015 era positivos entram agora em terreno negativo. 

sábado, 4 de junho de 2016

Geringonça abandona idosos. Como é possivel?

Num momento em que a protecção dos animais e a criminalização de quem os maltratar está na ordem do dia, e bem, o "projeto-lei que prevê a criminalização do abandono de idosos em lares e hospitais, proposto pelo PSD/CDS-PP, deve ser chumbado no Parlamento", pela maioria de esquerda.

Para a esquerda o bem estar e a segurança dos animais vale bem mais do que a dos nossos idosos. Abandonar um  idoso num hospital é coisa secundária. 

Para a geringonça os idosos valem zero! 

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Será este um governo de interesse nacional?

À falta de razões ou justificações credíveis e de fácil compreensão para a generalidade dos portugueses, o governo lá se vai escondendo atrás do "interesse nacional", para justificar o injustificável

Sobre o aumento do salário minimo nacional, sem acordo dos parceiros sociais - "Isso é indiscutível. O governo toma as decisões em função daquilo que considera ser o interesse nacional"




Mas afinal o que é isso do "interesse nacional", que serve de justificação para tudo? Uma coisa é colocar o "interesse nacional" acima do interesse partidário, como pediam, e bem, alguns apoiantes deste governo. Algo completamente diferente é que o interesse nacional, seja a única justificação para tudo o que este governo entende fazer, independentemente dos custos futuros para o país, que algumas dessas decisões venham a ter.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Como com uma afirmação, António Costa destruiu uma credibilidade que levou 4 anos a reconstruir


Aquilo que António Costa fez hoje, foi dizer às empresas, portuguesas ou estrangeiras, que Portugal deixou de ser um estado de direito, que os contratos que assina não são para cumprir, que o estado deixará de respeitar a propriedade privada a qualquer momento, desde que essa propriedade, ou direito, impeça a concretização de uma qualquer alínea dos acordos que firmou com a extrema esquerda e que lhe permitem manter-se no poder.

Hoje o que António Costa fez, foi colocar em causa a credibilidade do país e colocá-lo em pé de igualdade, com países como Cuba, Coreira do Norte ou Venezuela. Mais uma vez, António Costa mostra que não sabe lidar, legal e democraticamente, com as adversidades, como acontece desde os tempos de faculdade, tudo fazendo para se manter no poder. Hoje António Costa igualou-se a Nícolas Maduro, ao quer transformar Portugal numa República Socialista Venezuelana, em que a vontade do povo e as Leis do país nada valem.

Mas não é só com a TAP, que António Costa está a quer quebrar com os compromissos e as boas práticas contractuais entre um estado e investidores estrangeiros. O caso da possível anulação da subconcessão do Metro Carris atribuída ao grupo ADO/Avanza, levou a que, também hoje, o governo mexicano manifestasse a sua preocupação, com a concretização de tal possibilidade.

É toda a credibilidade de um país, que nos últimos 4 anos foi recuperada a muito custo e com muitos sacrifícios dos portugueses, que António Costa de um momento para o outro resolve colocar em causa, sem sequer dizer ao país, quanto é tais decisões vão custar ao país e aos portugueses.

Mas sobre a TAP, convém relembrar aos mais distraídos e a toda a esquerda e extrema esquerda, que com demagogia e mentiras, tentam convencer os portugueses que a venda da TAP foi feita por um governo que não tinha poderes para tal, alguns factos:

"O contrato foi assinado muito antes da sessão da Assembleia da República que chumbou o programa do governo. O contrato para a venda da TAP foi assinado a 25 de Junho!

O que foi assinado a 12 de Novembro foi o acordo com os bancos. O Estado vendeu a TAP a 25 de Junho sujeito a condições suspensivas. A saber: a autorização da Concorrência; o refinanciamento e autorização da autoridade aeronáutica. Dado que todas as condições foram preenchidas, o Estado estava obrigado a cumprir o compromisso de venda de 25 de Junho e assim as acções foram transmitidas para o consórcio e este entrou com o dinheiro na TAP. Ponto  final.

António Costa o que pretende fazer? Alterar leis que permitam romper contratos mesmo sem razão? Criar normas que dêem corpo à sua vontade? Mandar nos Tribunais?
Será este país a República das Bananas? Será uma Little Italy?" In Corta Fitaspor Mariana Teixeira Alves

Quanto à questão muito querida à esquerda, de que este negócio foi mau para o Estado, porque os bancos exigiram uma garantia do Estado para reestruturar a dívida da TAP, convém lembrar de que "a dívida da TAP antes da venda já era responsabilidade do Estado, pois este era o único accionista. A venda não trouxe uma responsabilidade nova para o Estado". Antes, "A venda da TAP permitiu salvar a companhia de um problema de tesouraria".

"Vergonhoso. Lamentável. António Costa serve-se inequivocamente de José Sócrates e Nicolas Maduro como modelos de inspiração - ambos recusam encarar a verdade e atirar a toalha ao chão. Não faz parte do seu quadro ético. E pelos vistos do dele também. O que António Costa promete fazer é precisamente o oposto de apertar o cinto. Mas a obesidade ideológica não será servida fria. Os portugueses irão pagar esta taxa de aeroporto". In Estado Sentido, por John Wolf

Como é que Antonio Costa pretende concretizar esta sua ameaça revolucionária esquerdoide, não o diz. Mas uma vez que parece não ter base legal para tal, só me resta concluir que António Costa quer reintroduzir as nacionalizações forçadas pós 25 de Abril, que tantos milhões custaram a Portugal.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Vitória dos Sindicatos da Inter; Derrota para Lisboa e Portugal


Apesar do Governo já ter vindo admitir a existência de prejuízos para a economia nacional, estranha-se o silencio do Primeiro Ministro, do PCP e principalmente da Inter, para esta decisão do maior armador mundial, consequência da estratégia do PCP, executada pelo seu apêndice sindical, do quanto pior melhor, mesmo que isso signifique enormes prejuízos para o país e para o governo que agora dizem apoiar.


quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Começamos bem


Começamos bem. Para baixarem a factura da luz aumentam a dos telefones. Como, não explicam.

Sabendo-se que há mais telefones que contadores de electricidade, está bem de ver o que vai acontecer, nomeadamente  "se um consumidor ou uma família com mais do que um contrato com um operador", ou com contratos com várias operadoras, "ficará sujeito ao pagamento da taxa mais do que uma vez".

O socialismo syrizico no seu melhor.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

O que o PS não quis ouvir








Isto é o que de importante o Presidente disse ontem aos Portugueses em geral e em particular a António Costa, que nestas três últimas semanas acenou com um pseudo acordo que asseguraria um governo estável para 4 anos, mas que chegado o momento de o apresentar, o mesmo não existe, nem sabemos se virá a existir. Posto perante este facto não restava outra saída ao Presidente da Republica.

É realmente lamentável o comportamento de António Costa, ao tentar dar a entender aos Portugueses, que tinha um acordo com o PC e o BE, que só não o mostrava para não dar trunfos à direita, quando na verdade nada ou quase nada tem. 

Mais uma vez António Costa brinca com os Portugueses e as conclusões da reunião da Comissão Politica de ontem, são prova mais do suficiente, que ainda não conseguiu chegar a um acordo. Será que vai chegar? E se chegar, com que preço para Portugal?

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

A convergência de esquerda de que tanto se fala

Isto está bonito, está!




Entretanto Catarina Martins vai apregoando aos quatro ventos, quem manda nas negociações com António Costa: "O PS mostrou disponibilidade para aceitar as condições do Bloco de Esquerda", mostrando de forma inequívoca a posição de subserviência a que o PS e António Costa se estão a sujeitar.

Por seu turno o PC, no seu editorial de ontem do Avante, afina pelo mesmo diapasão e informa que participará na "iniciativa pela Paz e contra a NATO a realizar em Lisboa no próximo dia 24 de Outubro".


Ou seja, o que o camarada Jerónimo tem andado a dizer, é que está disponível para apoiar, ou no mínimo viabilizar, um governo com uma politica de direita, à qual se opõem, desde que seja o camarada Costa o primeiro ministro.

Está visto no que vai dar a tão propagada convergência de esquerda.

E é com esta gente que o PS e António Costa querem chegar ao poder!

terça-feira, 29 de setembro de 2015

O PS é o partido que em 2013 desejou um novo resgate para Portugal

Porque a memória de alguns é curta, nunca é tarde de mais para lhes lembrar certas verdades.

Em Julho de 2013, o líder do PS, António José Seguro, acompanhado entre outros por Maria de Belém, afirmava a necessidade de um segundo resgate a Portugal, defendendo que o actual Governo não tinha condições nem legitimidade para negociar com os parceiros europeus esse novo programa de ajuda a Portugal.