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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

A história não se apaga. Olhe que não. Apaga-se, apaga-se

No funeral de Mário Soares, Jerónimo de Sousa afirmou que a história não se apaga.

A memória destes comunistas continua a ser muito pequena e principalmente muito selectiva. Basta recuarmos aos tempos do inicio da URSS e da revolução bolchevique, para encontrar-mos facilmente dezenas de imagens de onde a história foi apagada.

De entre essas, esta é certamente uma das mais famosas, e mostra Lenin em Maio de 1920, discursando ao povo, num estrado de madeira, em cujas escadas se encontram Trotski e Kámenev. Quando estes dois caíram em desgraça, os censores soviéticos apagaram-nos da imagem.

Portanto, camarada Jerónimo, olhe que não ... olhe que não ..., que a história apaga-se, principalmente quando não serve os interesses dos comunistas.

domingo, 4 de setembro de 2016

Depois do BE agora é a vez do PCP pressionar o Governo

Observador 4-9-2016
"o PCP não é uma “força de suporte ao Governo por via de um qualquer acordo de incidência parlamentar”, tendo apenas contribuído para que o “Governo [socialista] iniciasse funções e desenvolvesse a sua ação”. A independência dos comunistas mantém-se inamovível, assegurou o secretário-geral do PCP".

Mas Jerónimo de Sousa foi mais longe, e a reboque dp Bloco, reforça que "este não é um Governo do PCP, nem de esquerda" e que “As opções do PS e a sua assumida atitude de não romper com os constrangimentos externos são um grave bloqueio à resposta aos problemas do país".


Depois do Bloco, agora é a vez do PCP pressionar o Governo. O próximo orçamento de Estado, vai sem dúvida mostrar se quem governa é António Costa ou a esquerda radical que o suporta como Primeiro Ministro. Mas o próximo Orçamento vai também mostrar quem tem mais influência na geringonça: PCP ou BE.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Assim se vê a força do BE

Nos anos revolucionários do PREC, nos comícios e manifestações do PC gritava-se a plenos pulmões "assim se vê a força do PC". 

Pois é, parece realmente que a tradição já não é o que era. O camarada Jerónimo vem hoje queixar-se de ao contrário do BE, o PC não ter sido ouvido pelo PS sobre os nomes dos juízes para o Tribunal Constitucional, lamentando-se (qual Kalimero) de o PC ter sido descriminalizado.

É caso para dizer "assim se vê a força do BE". É esta gente que, nem está no governo, que nos governa! Viva a geringonça!

A tradição já não é o que era

A primeira de muitas cedências. Demorou; andou às voltas; gaguejou, mas o camarada Jerónimo lá admitiu que vem aí mais austeridade e desta vez com o beneplácito do PC.

Ou será que esta é uma estratégia do PC para conseguir distanciar-se do BE? Se assim for, não sei se lhe vai correr bem.

Vamos esperar para ver a reacção do BE. 

Decididamente a tradição já não é o que era!

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

E continuam a sonhar

"Um projecto que alguns se apressaram a declarar como definitivamente morto, mas que está não só vivo e bem vivo, como o ideal que transporta continua a iluminar o caminho dos que continuam a lutar pela concretização das mais profundas aspirações do povo, certos de que um dia ele será futuro", afirmou Jerónimo de Sousa, sobre o projecto comunista.

E que tal perguntarem aos povos de Cuba e da Coreia do Norte se se sentem iluminados, ou aos dos antigos países do pacto de Varsória, se preferem voltar aos tempos em que eram iluminados por esses "grandes" lideres como Khrushchov, Brejnev, Ceaușescu ou Hoxha.

Jerónimo e o PC continuam presos à cassete cunhalesca do século passado e não perceberam ainda que o mundo mudou.