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terça-feira, 4 de abril de 2017

Entrega da petição por uma esquadra da PSP nas Avenidas Novas

Para os que colocaram em causa a capacidade de recolher as assinaturas necessárias, aqui fica a resposta!

Amanhã, pelas 15 horas, a Junta de Freguesia de Avenidas Novas vai entregar, na Assembleia da República, as assinaturas recolhidas no âmbito da petição para instalação de uma esquadra da PSP na freguesia de Avenidas Novas.

Há os que falam e são muitos. Mas há também os que agem e não voltam as costas aos problemas e ficam do lado da população e lutam pelos seus interesses. Assim se marca a diferença e se trabalha por uma melhor qualidade de vida, da qual a segurança é um dos pilares essenciais.

Vamos agora aguardar pelo agendamento da discussão desta petição na Assembleia da República e ver quem vai ficar ao lado da população e quais os que irão preferir os alinhar ao lado do governo, por mero taticismo politico.

E quanto ao argumento utilizado para o encerramento da esquadra em 25 de Dezembro de 2016, e que se prendia com os grandes custos de arrendamento, não nos podemos esquecer que em 15 de Fevereiro deste ano, a Junta de Freguesia, na presença do Senhor Vereador Carlos Castro e do Comandante Distrital de Lisboa da PSP, disponibilizou a titulo gratuito, instalações para a 32ª esquadra poder regressar à Freguesia, até que a CML encontre um local definitivo, como se comprometeu em reunião camarária de 2-12-2014.

A esta oferta, que parecia resolver de imediato o problema, nem o governo, nem a PSP, nem a Câmara Municipal, deram até hoje qualquer resposta. Aliás, o incómodo do Senhor Vereador Carlos Castro foi tal, que nem teve a humildade de se pronunciar, fosse em que sentido fosse, no momento em que publicamente o Senhor Presidente da Junta de Freguesia de Avenidas Novas fez publicamente a oferta (em Assembleia de Freguesia), preferindo ignorar por completo esta solução, que mereceu o aplauso generalizado dos presentes, que enchiam por completo a sala onde se realizou a Assembleia de Freguesia, no Grupo Excursionista "Os Económicos", no Bairro Santos.

sábado, 22 de novembro de 2014

Avenida da República & Arq. Norte Júnior

Participei hoje de manhã no último passeio, organizado pelo Fórum Cidadania Lx, no âmbito dos 135 anos do nascimento do Arquitecto Manuel Joaquim Norte Junior, que teve como guias Deolinda Folgado e Catarina Oliveira e os apoios da Junta de Freguesia de Avenidas Novas, Avenidas Novas - Associação de Moradores das Avenidas Novas de Lisboa e Colóquio Norte Júnior/Universidade Autónoma de Lisboa.

Este passeio iniciou-se com mais uma visita ao Clube Militar Naval (Av Defensores de Chaves), continuou pela observação da frente de quarteirão da Av. Duque de Ávila (entre as Av Defensores de Chaves e República), a que se seguiu o quarteirão da Av da Republica  onde se localiza a Pastelaria Versailles e Casa Xangai, lojas cujos interiores são da autoria de Norte Júnior.

Estes duas frentes de quarteirão, são praticamente as únicas intactas, que permitem ainda observar o que foram as Avenidas Novas e que infelizmente ao longo dos anos, pouco a pouco, se tem perdido. É urgente a preservação e principalmente a classificação destas duas frentes, de forma a preservar-se o que de melhor as Avenidas Novas têm.
Frente de quarteirão da Av. Duque de Ávila
Frente de quarteirão da Av. da República (foto Fev 2012)
O passeio continuou pela Av da República, com observação daquele que é provavelmente um dos mais emblemáticos prédios desta artéria - o edifício da Esfera da Armilar - e que é aquele que maior perigo de demolição corre, apesar de se encontrar intacto e perfeitamente recuperável e que urge preservar.

Seguiram-se os nº 71 da Av da Republica e nº 6 da Av de Berna, prédios onde à semelhança do nº 20 da Av. Duque de Ávila, foi possível, graças à intervenção da Junta de Freguesia de Avenidas Novas, visitar em cada um deles um dos andares.

Terminamos com uma visita ao palacete onde hoje se situa a sede da Junta de Freguesia de Avenidas Novas e um dos maiores e mais bonitos palacetes da autoria de Norton Júnior, que foi possível visitar parte do seu interior, nomeadamente o seu emblemático torreão, de onde se tem uma fascinante vista do Campo Pequeno.

Paulo Ferrero (Forúm Cidadania LX), José Marinho (Membro da Ass. Freg. de Avenidas Novas eleito pelo PSD), Catarina Oliveira (D. Geral do Património e uma das guias da visita), Paulo Lopes (Vice-Presidente da Associação de Moradores das Avenidas Novas e membro da Ass. Freg. de Avenidas Novas, eleito pelo PSD) e António Parente (Vogal do executivo da Junta de Freguesia de Avenidas Novas)
Um agradecimento final por mais esta iniciativa, ao incansável Paulo Ferrero e ao Forúm Cidadania LX,  sem os quais não teria sido possível, que se mantêm na primeira linha na defesa do património arquitetónico de Lisboa, que tão mal tratado tem sido e que as Avenidas Novas têm sido uma das principais vitimas. 

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Segurança nas Avenidas Novas

A propósito da notícia de hoje do I, intitulada "Moradores de Lisboa não querem a prostituição como vizinha", é importante não esquecermos que temos hoje nas Avenidas Novas vários problemas de Segurança que se espalham um pouco por toda a Freguesia e que tendo origens diferentes e prejudicando naturalmente também de forma diferente os moradores, afectam de forma incisiva a qualidade de vida dos mesmos.

Como é referido na noticia, também o lado patrimonial não pode ser colocado de lado, uma vez que quer no caso da noticiado, como em alguns dos outros casos o valor patrimonial dos imoveis é fortemente atingido, desvalorizando-os.

Se no caso referido na zona da Rua Rodrigo da Fonseca, que tendo antecedentes que remontam há mais 30 ou 40 anos, mas que apesar de alguma acalmia nos últimos anos, teve um inesperado e súbito agravamento desde o Verão passado e no Bairro Santos, onde as questões de segurança são já antigas, tendo mesmo levado ao encerramento de um Centro Comercial devido ao elevado número de assaltos, as outras situações são mais recentes. Se não vejamos:

 - A existência de cidadãos de leste, que apesar de irem sendo "expulsos" pela policia (com a intervenção Câmara e da Junta de Freguesia de Avenidas Novas), dos locais que vão ocupando - Quinta do Ferro, junto aos novos edifícios da EPUL da Av das Forças Armadas, nos terrenos frente ao edifício da MEO na Av Alvaro Pais, a verdade é que estes cidadão se vão mantendo na zona, sendo actualmente visíveis diariamente em vários locais do zona, como os jardins junto a Rua da Cruz Vermelha ou da Rua Julieta Ferrão ou até nos antigos terrenos do Mercado, junto à Av das Forças Armadas, provocam uma enorme sensação de insegurança aos moradores locais;

- A já famosa, pelas piores razões, "Casa de Pasto" da Rua do Arco Cego, que abrindo e fechando sem se conseguir perceber muito bem porquê e com autorização de quem, provoca largos ajuntamentos, principalmente de jovens, frequentemente superiores a mais 100 pessoas, que provocam barulho até altas horas da noite e deixando as ruas circundantes num estado imundo, com a consequente perda de qualidade de vida por parte de todos os que moram, não só junto ao prédio onde se situa o referido estabelecimento, mas também nos quarteirões circundantes;

- Na Rua Filipa de Vilhena, no quarteirão do Jardim do Arco Cego, devido principalmente ao preço a que é vendida a cerveja pelos estabelecimentos de restauração da zona, é normal durante o dia o muro do jardim na Rua Filipa de Vilhena e o próprio jardim serem "invadidos" por jovens, a maioria estudantes do IST, que deixam a rua e o jardim num estado imundo, provocando por vezes alguns desacatos que já levaram a policia a intervir e que impedem por um lado a utilização do Jardim por outros cidadãos, que não se sentem à vontade devido à enorme quantidade de lixo que estes jovens espalham pelo jardim, e por outro prejudicam o sossego dos moradores locais, uma vez que alguns dos estabelecimentos continuam a servir os clientes, até muito para lá da hora para que estão licenciados,  

- Ainda na zona do Jardim do Arco Cego a recente abertura de um bar na Av. João Crisóstomo, numa artéria que apesar dos estabelecimentos de restauração existentes há muitos anos na zona ou mesmo do Bingo, nunca teve problemas de barulho ou de insegurança permanente durante a noite, trouxe aos moradores do prédio um verdadeiro inferno, quer com a música a propagar-se por todo o prédio, quer pelo barulho provocado frequentemente pelos clientes na rua além de algum clima de insegurança, que por vezes os grupos de clientes à porta do bar  a altas horas da noite, transmitem a quem lá vive.

No Bairro Santos o sentimento de insegurança é já antigo e cresceu nos últimos meses, com o aumento de assaltos a residências particulares, com o assassinato de um morador do Bairro, bem como do barulho e assaltos a viaturas durante a noite na zona das escadinhas da Rua Francisco de Holanda para a Rua Beneficência.

Também a onda de roubos de metais, das portas dos prédios e mesmo no interior dos mesmos, que sendo transversal a toda a Freguesia, têm-se sentido mais no Bairro Azul, e na zona entre o Saldanha e o Campo Pequeno, provoca nos moradores uma enorme insegurança e no caso dos mais idosos mesmo medo, que os leva a evitarem sair de casa, principalmente a partir do meio da tarde.

Naturalmente que o que hoje é noticiado pelo I, ao concentrar numa zona só, um pouco de todos os casos que atrás relatei, a que se soma uma crescente onda de prostituição, só por si atesta bem para a gravidade da situação, com a agravante de em alguns dias da semana, de manhã à noite, os moradores serem ameaçados pelo simples facto de estarem na rua ou de quererem entrar em suas casas, exige uma intervenção que resolva urgentemente este problema, que ameaça gravemente a segurança de quem lá vive.

Uma palavra final, de satisfação, para o facto de em quase todos estes casos os moradores se terem organizado para defenderem os seus direitos e como grupo terem uma posição mais forte junto das mais variadas entidades, apresentando propostas que contribuam para uma resolução das diversas situações, mas também para a atenção que Policia, Junta de Freguesia e mesmo a Câmara, têm dado a estes casos, se bem que nem sempre com os resultados desejados e principalmente com a rapidez que se impõe.

Pessoalmente não posso deixar de sublinhar, também com muita satisfação, a intervenção activa que a Junta de Freguesia de Avenidas Novas tem tido em muitas destas situações, mostrando não só que está atenta ao que se passa na sua área geográfica e de saber ouvir os seus moradores, mas principalmente de agir rapidamente na tentativa de contribuir para a sua resolução.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Abertura do Festival da Ponte


Paulo Lopes (PSD Assembleia de Freguesia), Fernando António (Comandante da 31ª Esquadra da PSP), José Marinho (PSD Assembleia de Freguesia) e José Melo (Coordenador da área social da Junta de Freguesia Avenidas Novas)
Na presença dos meus companheiros do PSD José Marinho e José Caeiro enquanto membros da Assembleia de Freguesia de Avenidas Novas, tivemos oportunidade de dialogar com alguns dos intervenientes neste projecto, como o Sr Comandante da 31ª Esquadra da PSP, com o coordenador da área social na Junta de Freguesia e com o Drº Rui Marques, que foi o anfitrião desta cerimónia e um dos responsáveis pelo projecto.

José Caeiro (membro da lista do PSD à Assembleia de Freguesia), Isabel Simas (membro da Junta de Freguesia), Paulo Lopes e José Marinho
Na ocasião tivemos ainda oportunidade de saudar, na pessoa do Senhor Presidente da Junta de Freguesia, a participação da Junta de Freguesia, como parceira neste projecto, que é mais uma marca de ruptura com o passado, onde a Junta de Freguesia estava de costas voltadas a tudo o que acontecia na Freguesia, incentivando não só a Junta de Freguesia para que tenha uma maior participação neste projecto, que tenho a certeza que pode ter uma palavra importante na revitalização do Bairro Santos, como também a de servir de interlocutor junto de outras entidades da Freguesia, de forma a envolve-las neste projecto.

Paulo Lopes, José Marinho e Daniel Gonçalves (Presidente da Junta de Freguesia de Avenidas Novas)
Paulo Lopes, José Marinho e o Dr. Rui Marques (Km2/IPAV)
Uma palavra final, mas nem por isso menos importante, de agradecimento a todos os voluntários, que nos últimos dias trabalharam para que a festa a que hoje assistimos fosse possível (que continuará amanhã e sábado) e que mereceram o agradecimento e o devido destaque que o Dr. Rui Marques fez questão de assinalar no final da sessão de abertura do Festival, chamando-os ao palco. Eles são e serão no futuro, tenho a certeza uma das faces mais visíveis do projecto.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Visita ao Posto de Limpeza da Junta de Freguesia de Avenidas Novas

Pedro Paradinha (PS), Isabel Varão (PCP), Fátima Samouqueiro (PSD) e Paulo Lopes (PSD)
Em representação do PSD, e inserido nos trabalhos da Comissão para o  Acompanhamento da Transferência de Competências da CML para a Junta de Freguesia de Avenidas Novas, constituída no âmbito da Assembleia de Freguesia, visitei hoje as instalações do Posto de Limpeza da Junta de Freguesia de Avenidas Novas, sito na Rua de São Sebastião da Pedreira.

Sem querer, neste momento, nem antecipar as conclusões que a Comissão vai incluir no relatório a apresentar à Assembleia de Freguesia, nem tecer quaisquer comentários sobre as instalações, que por via da reforma administrativa da cidade de Lisboa, a Câmara Municipal passou para a responsabilidade da Junta de Freguesia, não posso no entanto deixar de referir desde já e com enorme satisfação que, ao contrário de outros que anteviam que esta reforma seria altamente prejudicial para a população e mesmo para os funcionários municipais a transferir para a Junta de Freguesia, a mesma está a ser um enorme sucesso.

Por um lado, porque saí desta visita com a certeza que existe uma excelente relação de trabalho entre o encarregado do Posto, Sr. Paulo Vitorino, e a Junta de Freguesia, que se traduz numa melhor organização dos trabalhos, com evidentes reflexos na limpeza da Freguesia.

Por outro, porque essa melhoria na limpeza da Freguesia foi unanimemente considerada por todos os presentes - PSD, PS, CDS e PCP, como uma realidade muito positiva.

Pedro Paradinha (PS), Isabel Varão (PCP), Fátima Samouqueiro (PSD), Pedro Ribeiro (Tesoureiro da Junta de Freguesia), Bruno Maia (Presidente da Assembleia de Freguesia), José Soares (CDS) e Paulo Vitorino (Encarregado do Posto de Limpeza)

domingo, 15 de junho de 2014

Férias nas Avenidas Novas

Estes dois programa de Férias para crianças e jovens da Freguesia, organizados pela Junta de Freguesia de Avenidas Novas, irão abranger mais de 350 crianças.

Informações na Junta de Freguesia de Avenidas Novas - 914934991 e 217978861 para a Colónia de Férias e 933407310 para a Praia Campo

1ª corrida Avenidas Novas - Pupilos do Exército

Enquanto autarca na Assembleia de Freguesia de Avenidas Novas, estive hoje de manhã presente pelas 10 horas, a acompanhar a partida da primeira corrida e caminhada, organizada pela Junta de Freguesia de Avenidas Novas em colaboração com os Pupilos do Exército, no alto do Parque Eduardo VII.

Da Esq para a Dir: Paulo Lopes (Assembleia de Freguesia de Avenidas Novas), José Soares (vogal da Junta de Freguesia de Avenidas Novas), David Sequeira (Associação Pupilos do Exército), Daniel Gonçalves (Presidente da Junta de Freguesia de Avenidas Novas), Ricardo Pereira (Organização) e José Melo (coordenador da área do desporto na Junta de Freguesia de Avenidas Novas)
Esta primeira prova da Junta de Freguesia de Avenidas Novas, contou com mais de 170 participantes, divididos entre a corrida de 10Km e a caminhada de 5Km. Ambas as provas tiveram o seu inicio no alto do Parque Eduardo VII e terminaram no Instituto Pupilos do Exército.

Partida da corrida, dada pelo Presidente da Junta de Freguesia de Avenidas Novas
Partida da caminhada dada pelo Sr. David Sequeira da Associação dos Pupilos do Exército

Mais uma iniciativa da Junta de Freguesia de Avenidas Novas, que marca a diferença com as anteriores gestões autárquicas e que tenho a certeza que para o ano, terá um número de participações bastante mais elevado, para o qual o Grupo Excursionista "Os Económicos", que após vários anos inactivo, está novamente funcionar e com eleições já marcadas para eleger a nova direcção, dará de certeza o seu contributo com uma participação numerosa.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Arraial Refood - Avenidas Novas

Luisa Chaves, Paulo Lopes, Daniel Gonçalves, Cristina Martins, António Parente e Isabel Simas
Como no ano passado, também este ano marcámos presença no Arraial da Refood, que se realizou hoje na AV. Conde Valbom. Uma causa e um projecto que já ultrapassou os limites da Freguesia, estando já espalhado por toda a Lisboa, mas que muito tem contribuindo para que muitos moradores das Avenidas Novas possam ter, pelo menos, uma refeição diária.

A área social e de apoio aos mais desprotegidos da Freguesia, foi a prioridade número um do programa, com que nos apresentamos em Setembro passado ao eleitorado das Avenidas Novas, e com o qual ganhámos as eleições na Freguesia. Como tal  não podíamos, enquanto eleitos da Freguesia, na Junta e Assembleia de Freguesia, de nos juntarmos a mais esta festa da Refood e de mais uma vez transmitirmos a nossa solidariedade e apoio ao Hunter Halder, que sabe que poderá contar sempre com o actual executivo de Avenidas Novas e com os autarcas do PSD, neste seu projecto que tanta ajuda trouxe e trás aos mais carenciados das Avenidas Novas.
Huter Halder, com os membros da Junta de Freguesia, Assembleia de Freguesia presentes e com alguns dos colaboradores da Junta de Freguesia  
Uma festa que animou a zona pedonal da Av. Conde Valbom, desde as 16 horas e até ao inicio da noite e que juntou centenas de pessoas, que de uma forma sempre bem disposta e animada, mostraram o seu apoio à Refood, ao magnifico trabalho que tem desenvolvido da Freguesia e aos voluntários que permitem que a Refood chegue cada vez a mais lares.

Uma palavra final de agradecimento muito especial para a minha grande amiga e autarca do PSD na Assembleia de Freguesia de Avenidas Novas, voluntária desde a primeira hora da Refood, Luísa Chaves, que hoje mais uma vez nos brindou com a sua alegria e que com o seu contributo foi uma das pessoas que fez com que esta festa fosse mais um enorme sucesso.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Festas nas Avenidas Novas

Como já vem sendo habitual nos últimos anos, a REFOOD, promove o seu Arraial de Santo António, na Av. Conde Valbom no dia 13 de Junho, a partir das 16 horas. Participe e traga o seu contributo alimentar, ajudando dessa forma a enriquecer uma festa que é para todos, mas dedicada em especial a todos aqueles que nesta época de dificuldades precisam e contam com o nosso apoio.

No dia 21, os Escuteiros e as Guias de Nossa Senhora de Fátima, realizam também o seu Arraial, que como sempre decorrerá no adro da Igreja de Nossa Senhora de Fátima a partir das 20.00 horas.


Nos dias 19, 20 e 21 a organização Quilometro Quadrado, promove o Festival da Ponte, como já aqui publiquei e cujo programa provisório, pode ser consultado aqui.

Na rumo das politicas de apoio social e de apoio às instituições sediadas na Freguesia, a Junta de Freguesia apoia, e muito bem, estas iniciativas.

Espero que para o ano, com o Grupo Excursionista "Os Económicos", já de novo em plena actividade, com novos corpos sociais legalmente eleitos, possamos voltar a ter um Arraial de Santo António, incluído no programa oficial das festas de Lisboa.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

PSD intervém junto da EMEL em defesa dos moradores do Bairro Santos

Muito se tem dito e comentado nos últimos dias sobre a instalação, por parte da EMEL, de zonas de estacionamento pago e de bolsas reservadas a moradores, no Bairro Santos.

Há vários anos que se ouviam reclamações por o Bairro ser uma ilha no centro de zonas tarifadas e por esse motivo, ponto de fuga e de estacionamento de centenas de carros, cujos proprietários utilizavam o Bairro unicamente para estacionarem, para depois irem para os seus locais de trabalho fora do Bairro (como é o caso de muitos funcionários do HSM), impedindo dessa forma os moradores de estacionarem. Esta situação levou a que fossem vários os pedidos de moradores para que a Câmara ou EMEL interviessem no Bairro de forma a disciplinar o estacionamento. Aliás o assunto foi por várias vezes levantado na Assembleia de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, e a resposta que a Junta de Freguesia de então sempre deu, era a que a EMEL não considerava a zona rentável, razão pela qual não iria intervir no Bairro.

E foi na sequência dessas reclamações, (mais uma vez ouvidas ao longo da última campanha eleitoral autárquica),  que levou a que a Junta de Freguesia respondesse positivamente, e muito bem, à EMEL quando esta lhe solicitou um parecer sobre esta questão.

No entanto, esteve muito mal a EMEL na forma como iniciou este processo, desde logo por ter procedido à execução da instalação das zonas de estacionamento, sem antes ter falado com a população, levando naturalmente a inúmeros mal-entendidos e contra-informação, a que não ajudou haver ruas mal identificadas, sinalização deficiente, e folhetos distribuídos pela EMEL com informações incorrectas e funcionários incapazes de prestar os esclarecimentos necessários, ainda que sempre se tenham mostrado cordiais e educados. 

A agravar toda a situação, o facto da EMEL ter optado por apenas parquear sensivelmente metade do Bairro criando uma situação de desigualdade e de discriminação entre os moradores do Bairro, totalmente injustificada, e que levou naturalmente a que se verificasse uma fuga para a zona a sul das Ruas Cardeal Mercier e Carlos Réis, onde se verificou um aumento exponencial de viaturas à procura de estacionamento.

Tudo isto teria sido evitável se a EMEL – empresa tutelada pela Câmara Municipal de Lisboa – tivesse optado por uma postura mais dialogante, não só com os órgãos autárquicos de Avenidas Novas, mas com a própria população.

Perante todos estes problemas, os autarcas do PSD na Assembleia de Freguesia de Avenidas Novas  fizeram chegar à Junta de Freguesia várias reclamações e recomendações, que naturalmente foram por esta defendidas junto da EMEL e que entretanto já mereceram genericamente resposta positiva da EMEL, nomeadamente acedendo a que os moradores da Zona não concessionada possam requerer o dístico de residente para poderem estacionar na zona concessionada.

No entanto, mais uma vez, esta solução só contemplou parte dos moradores da rua Filipe da Mata, continuando os restantes a serem tratados como cidadãos de segunda.

Face a esta situação, e sem prejuízo de todos os esforços que têm vindo a ser desenvolvidos pela Junta de Freguesia, mas a título de complementariedade a esses mesmos esforços, os membros da Assembleia de Freguesia, eleitos pelo PSD, solicitaram à EMEL que realizasse uma visita ao Bairro, de forma a melhor identificarem e avaliarem as situações pendentes.

Na sequência da visita que se realizou na passada sexta feira, e que contou com 3 técnicos superiores da EMEL, Jose Marinho (membro da Assembleia de Freguesia), Isabel Simas (vogal da Junta de Freguesia) e José Caeiro, membro da lista do PSD, fomos já hoje informados pela EMEL que todos os moradores da zona do Bairro Santos que neste momento não é concessionada, incluindo todos os da Rua Filipe da Mata, vão poder requerer o cartão de residente, ou seja, desta forma é reposta a situação de igualdade e pacificação dos moradores, que com muita razão estavam revoltados e se sentiam discriminados pela EMEL.

Foi ainda esclarecido que não passou de um boato a afirmação de que a zona a sul das ruas Cardeal Mercier e Carlos Reis, não seria concessionada à EMEL, por  lobie/pressão da empresa Rupauto, que dessa forma poderia continuar a estacionar livremente as suas viaturas sem pagar. De facto, tal não corresponde à verdade, tendo ficado claro que a referida empresa negociou com a EMEL o aluguer de diversos lugares no parque de estacionamento da Av. Álvaro Pais, o que permite libertar muitos lugares de estacionamento, respondendo a outra reclamação antiga dos moradores, que desde há muito se queixavam de a referida empresa usar a via pública como sua garagem.

Devido às motos normalmente estacionadas na zona da Rua Soeiro Pereira Gomes, e uma vez que não estava prevista nenhuma zona para o estacionamento das mesmas, foi também por nós solicitado à EMEL que equacionasse a criação de lugares específicos para estes veículos, sugestão que foi aceite.

Informamos também que, com a nossa intervenção e a anuência da EMEL, foi possível encontrar uma solução para o estacionamento de viaturas do Tribunal Central Administrativo, que permitirá também libertar lugares de estacionamento na via pública, ao mesmo tempo que se resolve o problema do estacionamento em 2ª fila que normalmente existe naquela zona.

Os eleitos do PSD, tanto na Junta como na Assembleia de Freguesia de Avenidas Novas mostram desta forma, e mais uma vez, que estão atentos ao que se passa na Freguesia e intervêm sempre que necessário para defender os direitos legítimos dos fregueses, não se limitando a participar em reuniões ou  a levantar o braço esperando que as soluções apareçam.

Aproveitámos ainda para solicitar à EMEL que repense a decisão de não parquear a zona a sul das Ruas Cardial Mercier e Carlos Reis, criando bolsas para residentes nalgumas ruas, e proceda ao parqueamento de outras, permitindo dessa forma criar uma rotatividade no estacionamento, que só pode ser positiva para o Bairro. Ficámos com a convicção clara de que a EMEL será sensível a este pedido, pelo que foi avançada a realização de uma nova visita ao Bairro, para se fazer um balanço do funcionamento da zona já intervencionada, bem como para se saber o que realmente tenciona a EMEL fazer na outra zona.

domingo, 8 de junho de 2014

Ainda o chumbo pela esquerda do Regulamento do Gabinete de Psicologia das Avenidas Novas

O meu post sobre o chumbo do Regulamento do Gabinete de Psicologia da Freguesia de Avenidas Novas, por parte dos partidos de esquerda - PS, PCP e BE, parece ter deixado alguns autarcas do PS na Assembleia de Freguesia, bem como outros seus apoiantes algo "nervosos", tendo mesmo motivado um comentário do Senhor Presidente da Assembleia de Freguesia de Avenidas Novas, eleito pelo PS, no Facebook

Para o devido esclarecimento, e para que não restem qualquer tipo de dúvidas, não só mantenho exactamente tudo o que escrevi, como entendi responder a esse comentário, de forma a repor a verdade e a esclarecer algumas questões que me parecem importantes e que tornam o chumbo deste regulamento, apenas explicado como uma posição meramente politica dos partidos de esquerda na Assembleia de Freguesia e não por não concordarem com o regulamento em si.

"Meu caro Bruno Maia, este executivo da Junta de Freguesia de Avenidas Novas tem tido uma actuação totalmente transparente (ao contrário de executivos presididos pelo PS em Lisboa), ao ter já publicados como manda a Lei, todos os contratos no portal Basegov. Por outro lado, a informação escrita do Presidente da Junta de Freguesia, apresentada na última Assembleia de Freguesia, não só cumpre rigorosamente com o que estipula a Lei (também ao contrário de muitos executivos Lisboetas, maioritariamente presididos pelo PS) como apresenta informação que vai muito mais além do que o legalmente exigido, como é por exemplo a menção da publicação dos contratos a que se refere.

Provavelmente se assim não fosse, desconheceria por completo a existência destes contratos. Desta forma este executivo, que tem o meu total apoio, permite-lhe a si e a toda a oposição ter conhecimento do que se passa na sua gestão, além de lhe permitirem uma oposição mais fundamentada. Portanto julgo que respondi à sua pergunta, sobre se conheço esses contratos.

Por outro lado ainda, o seu comentário mostra desconhecer grandemente o trabalho que era executado no passado nesta área. Se a sua ideia era a de manter o que era feito no passado nas Freguesia de Nossa Senhora de Fátima e de São Sebastião da Pedreira, então não só tem toda a razão, como provavelmente as tais 4 técnicas que refere até seriam demais, pelo que felizmente que não ganhou.

Este executivo quer ir muito mais longe. Lembro-lhe que no passado não havia, por exemplo, a Comissão Social de Freguesia, nem uma participação na Comissão de Apoio a Jovens e Menores em Risco, assim como não havia projectos como os aprovados na última Assembleia de Freguesia, alguns dos quais mereceram, e bem, o voto favorável do PS, como o a sala de estudo ou o banco de livros. Para todos estes projectos são precisos técnicos.

Acontece que, ao contrário do que sugere, estes técnicos e o Regulamento que V. Exa chumbou, não se destinavam unicamente a apoiar crianças ou jovens que estudam nas "nossas" escolas, como foi afirmado no debate, nem para meramente continuar o trabalho feito no passado. Como já disse, o actual executivo pretende ir muito mais longe e abranger toda uma população da Freguesia e durante todo o ano (e não só no ano lectivo), que hoje mais do que nunca precisa de um apoio na área da psicologia clínica, como são por exemplo os casos de muitos desempregados, de idosos que mais do que viverem sozinhos, vivem totalmente isolados e com enormes dificuldades e até de sem abrigos que existem na nossa Freguesia. Além de apoio psicológico, este era mais um projecto de carácter iminentemente social, que os partidos de esquerda, que continuam a julgarem-se arautos das causas sociais, impediram que exista, por agora na Freguesia.

E para tudo isto as tais 4 técnicas a que se refere são manifestamente insuficientes, como é bom de ver.

E quanto ao Projecto Intervir que refere (que curiosamente já não existe) e que verifico que desconhece o seu funcionamento e as suas regras, o mesmo  destinava-se apenas a fomentar o desenvolvimento integral das crianças e jovens, promovendo competências pessoais e sociais impulsionando a autonomia, responsabilização, participação ativa e tomada de decisão, nomeadamente através de sessões de informação/sensibilização no âmbito da prevenção dos comportamentos de risco e promoção de estilos de vida saudáveis, sessões de formação parental e realização de atividades lúdico-pedagógicas. Pelo que, como pode ver não incluía o acompanhamento psicológico. Aliás, bastar-lhe-ia ter lido as recomendações insítas no regulamento do Programa INTERVIR, mais especificamente o seu artigo 20.º, para verificar que a tal psicologia clinica não podia ser “enquadrada neste programa”.

Assim facilmente se depreende que não só o programa INTERVIR ou outros, não cumpririam com as necessidades da Freguesia, que nesta área não se limitam aos jovens, como seria portanto necessário a contratação de mais técnicos. Para além disso, a necessidade óbvia de que todas estas acções na área do apoio social se desenvolvam de forma coordenada, e a inexistência de alguém, com experiência já demonstrada, que pudesse desempenhar tais funções, levou à contratação do técnico que refere.

Já a contratação de uma empresa permite à Junta de Freguesia ter ao seu dispor um leque de técnicos na área social, que de outra forma não seria possível ou só o seria se se procedesse à contratação de vários técnicos, com custos muito mais elevados. É pois com uma preocupação também económica que é feita esta contratação.

Julgo que fica assim mais do que justificada a necessidade destas contratações, que foram feitas com total transparência e dentro dos parâmetros exigidos por Lei, e que como facilmente se vê, não precisam de nenhuma “justificação politica” como argumenta.

Mais, para a elaboração dos diversos regulamentos e projectos, são necessários técnicos que saibam o que estão a fazer, que analisaram o que existia e permitiu fazer uma avaliação das necessidades. Esta é uma área muito importante da actuação da Junta de Freguesia e não podem ser curiosos a criarem os regulamentos e regras e só depois é que se contratariam os técnicos. Era como começar uma casa pelo telhado. E esta Junta não faz as coisas ao contrário. Primeiros temos que construir bons alicerces, o que significa que primeiro foi necessário criar a equipa. É assim que as coisas funcionam.

Quanto aos valores que refere, e que são os dos contratos que estão publicados, seria bom que desse a informação toda e não fizesse demagogia barata. Os valores que refere são para 3 anos, conforme pode ser verificado no portal Base (e não para 1 ano, como parece resultar do seu comentário). Considerando que a empresa de psicologia irá “fornecer” 4 técnicos de diversas áreas, isto significaria um valor médio mensal para os 3 anos inferior a 800,00€ por técnico, o que em parte só é possível com a contratação da referida empresa, pois a alternativa seria contratar os mesmos técnicos individualmente, por um valor muito mais elevado e para os quais não haveria uma necessidade permanente.

Repare que, se eu usasse a mesma técnica, também poderia agora utilizar a mesma fonte e dizer que V. Exa., ao ter perdido as eleições nas Avenidas Novas, celebrou um contrato com a Câmara Municipal de Lisboa no valor de 165.564,00€, para organizar a agenda e o relacionamento do Senhor Vice-Presidente (quem sabe, já presidente) com as Juntas de Freguesia. Claro que V. Exa. iria ripostar que o Contrato foi celebrado por quatro anos. Mas convém reparar que, enquanto os contratos celebrados pela Junta a que se refere são de três anos, o seu é de quatro, sendo difícil de antever a especial fundamentação que um tal contrato terá merecido, em cumprimento do artigo 48.º do CCP, face às funções de organização de agenda e relacionamento com as juntas, ainda que não se ignore que a contratação de V. Exa. se terá baseado “em razões de especial aptidão técnica e intelectual, bem como na experiência profissional”.

Por fim  permita-me dizer-lhe que ao contrário de V. Exa eu não separo as minhas funções de autarca das de cidadão. Assim o post no meu blog, reflete a posição de um cidadão, que é ao mesmo tempo membro (se bem que em substituição) da Assembleia de Freguesia de Avenidas Novas, que lê a documentação que lhe é apresentada para deliberar, estuda atentamente esses mesmos documentos, questiona o que eventualmente lhe levante dúvidas e só depois decide. Mas como membro da Assembleia de Freguesia também me compete, sem demagogia, fiscalizar a acção da Junta de Freguesia, o que é muito diferente daquilo que por ventura pretende dar a entender, pelo que tem razão quando afirma que a Junta nada tem a ver quer com o meu post inicial, nem com esta minha resposta ao seu comentário, que reflectem única e exclusivamente a forma, como no presente caso, vi a forma inexplicável como V. Exa, o PS, o PCP e o BE, votaram contra um regulamento que apenas visava regulamentar a forma como os fregueses das Avenidas Novas poderiam aceder ao serviço proposto, não tento por isso nada a ver com contratações.

Assembleia de Freguesia de Avenidas Novas aprova Regulamentos e Protocolos

Na última Assembleia de Freguesia Ordinária de Avenidas Novas, iniciada a 29 de Abril e que se prolongou por mais duas reuniões a 22 e 29 de Maio, foram aprovados diversos regulamentos, protocolos e a tabela de taxas a praticar pela Freguesia.

A apresentação por parte da Junta de Freguesia de 9 regulamentos, visa por uma lado dar cumprimento a imperativos legais que obrigam a que por exemplo os equipamentos da Freguesia como o mercado do Bairro Santos e as instalações desportivas tenham regulamentos próprios de funcionamento ou que as taxas a praticar pela Freguesia, tenham por base um regulamento que determine a forma como as mesmas são criadas e aplicadas. No caso dos projectos desenvolvidos pela Junta de Freguesia, além da questão legal, acresce a importância de que os mesmos estejam devidamente regulados para poderem funcionar, ficando também dessa forma bem definidos quem pode usufruir desses projectos e apoios, que têm uma vertente iminentemente de apoio social, como foi prometido durante a campanha eleitoral pelo PSD e CDS, partidos que venceram as eleições na Freguesia.

Se por um lado a existência destes regulamentos é só por si, um sinal de transparência do funcionamento da Junta de Freguesia, pois a simples existência dos mesmos, impede que fique ao livre arbítrio de quem gere esses projectos ou equipamentos a tomada de decisões ou o de beneficiar determinados utentes em detrimento de outros, por outro é mais um sinal de clara ruptura com o passado onde este tipo de regulamentos era quase inexistente, permitindo uma gestão totalmente casuística dos meios das Juntas de Freguesia.

Os regulamentos aprovados  foram: (ente parêntesis estão as proposta apresentadas á Assembleia de Freguesia, pela Junta de Freguesia, com a devida fundamentação)

- Regulamento de Taxas (proposta) e a Tabela de Taxas e Preços a cobrar pelas actividades da Junta de Freguesia e na utilização privada de bens do domínio público e privado da autarquia;








De forma totalmente inexplicável (como já aqui referi), uma vez que não foi feita qualquer critica ou observação ao regulamento apresentado, apenas tendo sido levantadas questões politicas (no final da votação o Senhor Presidente da Assembleia de Freguesia, eleito pelo PS, afirmou de forma muito clara, que o voto contra do PS foi uma posição politica) e sobre a contratação de serviços nesta área (legal, como afirmou também o Senhor Presidente da Assembleia de Freguesia), os partidos da oposição (PS / PCP / BE), chumbaram o Regulamento do Gabinete de Psicologia (proposta).

Na prática este chumbo inviabilizou a existência de um serviço de apoio nesta área, e que ao contrário do que tem sido afirmado, não pretendia apenas servir as crianças que estudam nas "nossas" escolas, mas sim toda uma população da Freguesia e durante todo o ano, que hoje mais do que nunca precisa de um apoio na área da psicologia clinica, como são por exemplo os casos de muitos desempregados, de idosos, que mais do que viverem sozinhos, vivem totalmente isolados e com enormes dificuldades e até de sem abrigos que existem na nossa Freguesia. Além de apoio psicológico, este era mais um projecto de carácter iminentemente social, que os partidos de esquerda, que continuam a julgarem-se arautos das causas sociais, impediram que exista, por agora na Freguesia. E digo por agora, pois espero que esta infeliz decisão seja repensada e que este projecto possa prosseguir, uma vez que a Junta de Freguesia já estava a apoiar alguns utentes aos quais teve de comunicar, com todas as consequências negativas de tal decisão, o fim do seu apoio (espero que temporariamente).

Foi também aprovado o Quadro de Pessoal da Freguesia (proposta)

Foram ainda aprovados 3 protocolos, que visam proporcionar condições vantajosas de utilização de serviços aos fregueses das Avenidas Novas:

- Protocolo de colaboração com o Ginásio New Level (serviços de saúde e bem-estar em ginásio (proposta)



A Assembleia aprovou ainda 2 isenções de taxas a entidades sediadas na Freguesia, para a utilização do Polidesportivo da Rua Filipe da Mata, como já aqui referi.

domingo, 1 de junho de 2014

Actividades no Polidesportivo da Rua Filipe da Mata

Na Assembleia de Freguesia de Avenidas Novas, realizada na quinta-feira, por iniciativa da Junta de Freguesia, foram aprovadas por unanimidade, duas propostas de isenção de taxas pela utilização do espaço do Polidesportivo e Jardim Infantil da Rua Filipe da Mata, "com o propósito de satisfazer as necessidades das instituições sediadas na nossa Freguesia".

A primeira, solicitada pela Igreja de Ação Bíblica, visa a utilização do espaço durante o dia de hoje, por cerca de 50 famílias e tem como finalidade a realização de "Jogos em família" e de um "Almoço - churrasco oferecido pela igreja".

A segunda, foi solicitada pela Associação Quilómetro Quadrado (Instituto Padre António Vieira), para a utilização do espaço nos dias 20 e 21 de Junho, para a realização de diversas actividades integradas no "Festival da Ponte", que vai decorrer nos dias 19, 20 e 21 de Junho, em diversos locais do Bairro Santos.

Ao responder positivamente a estas duas solicitações, a Junta de Freguesia (a quem cabe a decisão de em primeira instancia aceitar ou não o pedido para a utilização do espaço), está não só a apoiar as duas instituições sediadas na Freguesia, mas ao mesmo tempo a dinamizar a vida social, cultural e desportiva do próprio Bairro, uma vez que estas iniciativas são abertas à população.

Acompanho desde 1985 a actividade autárquica da ex-Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, seja como autarca, seja como cidadão interessado na vida da Freguesia e não me lembro de por uma única vez, ver um pedido de isenção de taxas a instituições da Freguesia ou a qualquer parceria entre estas duas instituições e a Freguesia, ter surgido numa Assembleia de Freguesia.

E este é mais um claro sinal de que a actual Junta de Freguesia de Avenidas Novas está não só atenta às instituições da Freguesia, como pretende com elas ter uma forte ligação em beneficio da Freguesia, ao mesmo tempo que o faz no rigoroso cumprimento da Lei e com total transparência, a que, infelizmente, não estávamos habituados, nem era usual na gestão da Junta de Freguesia, marcando desta forma a diferença em relação a um passado recente, onde os autarcas viviam fechados dentro de quatro paredes, alheios ao que se passava na Freguesia e cuja forma de actuação era obscura e muito pouco regular, como o Tribunal de Contas apurou e revelou.

sábado, 31 de maio de 2014

Porta a Porta - Avenidas Novas

Porta A Porta, projecto da Junta de Freguesia de Avenidas Novas, que tem como finalidade, facilitar a mobilidade dos moradores, não só do Bairro Santos, mas de toda a Freguesia, já está em funcionamento desde o início desta semana.

Este serviço, que se estende à área da Freguesia, dá acesso a ligações e centros de confluência de vários transportes públicos, mas também ao Centro de Saúde de Sete Rios, que localizando-se fora da área geográfica da Freguesia, é o Centro de Saúde que abrange a nossa Freguesia.
O serviço fará, por agora, 4 percursos diários, com início às 9h15m, 11h,15m, 14h,15m e 16h,15m, com o percurso assinalado no mapa, mas que pode ser também consultado aqui.

A utilização é gratuita e não carece de qualquer tipo de marcação, bastando aos interessados na sua utilização fazerem sinal ao motorista da viatura, para que este pare.

Muito se tem dito e escrito nas últimas semanas sobre este serviço da Junta de Freguesia, nomeadamente de que a Junta de Freguesia tinha apresentado o projecto publicamente em 29 de Abril, na Assembleia de Freguesia e que afinal tal não teria passado de mera propaganda, pois na prática nada teria acontecido. 

E muito do que alguns quiseram fazer crer na população não passou de mera demagogia, que visou apenas confundir a população e criar um clima de "revolta" totalmente injustificado, escondendo os verdadeiros motivos que levaram a um atraso de cerca de 3 semanas no início deste projecto.

É pois importante repor a verdade. A única razão que motivou este atraso foi o chumbo pela oposição, liderada pelo PS, na Assembleia de Freguesia, da proposta de revisão orçamental apresentada pela Junta de Freguesia, necessária para que a mesma detivesse os meios legais para, por exemplo, poder pagar parte das remunerações dos trabalhadores da limpeza, que foram transferidos da CML ou permitir colocar em funcionamento o Porta a Porta.

De forma resumida, o que se passou foi que o orçamento aprovado, em finais de 2013 pela Assembleia de Freguesia para o ano de 2014, não previa determinadas despesas e até receitas, por não existir na altura nenhum acordo sobre a transferência da competências da CML para a Junta de Freguesia, impedindo que se conhecessem os custos individuais e pormenorizados de todas as competências/projectos a serem transferidos.

Ao desconhecer esses custos e não os tendo podido, por isso, cabimentar/prever no orçamento para 2014, a Junta de Freguesia apresentou a necessária revisão orçamental, para ter a base legal necessária e imprescindível para poder realizar essa despesa, face ao regime previsto na Lei dos Compromissos (que impede que se realize despesa que não esteja devidamente orçamentada).

A oposição liderada pelo PS chumbou a proposta de revisão orçamental, sem ter invocado qualquer irregularidade ou ilegalidade na mesma, sem ter feito qualquer intervenção, ou colocado qualquer questão ou pedido qualquer esclarecimento, apenas invocando que entendia que deveria ter sido ouvida nos termos do estatuto do direito da oposição, o que não corresponde à verdade, como facilmente se conclui da leitura do número 3 do Artigo 5º da referida Lei que apenas prevê que: "Os partidos políticos representados nos órgãos deliberativos das autarquias locais e que não façam parte dos correspondentes órgãos executivos, (...) têm o direito de ser ouvidos sobre as propostas dos respectivos orçamentos e planos de actividade", não referindo as possíveis revisões orçamentais.

O executivo da Junta de Freguesia tem mostrado, desde o início do mandato, total abertura para o diálogo com todas as entidades e forças políticas, como mais uma vez demonstrou. Por isso, teria bastado ao Partido Socialista, que sabia que na Assembleia de Freguesia de Abril, seriam discutidas as contas de 2013 e que teria que haver obrigatoriamente uma proposta de revisão orçamental, seja para a inclusão do saldo de 2013, seja pelas questões decorrentes da assinatura a 10 de Março do acordo de transferências de competências da Câmara para as Juntas, manifestado atempadamente o seu desejo de ser ouvido. 

Essa simples manifestação teria obviado a todos os inconvenientes do chumbo verificado e da necessidade de convocação de uma Assembleia de Freguesia Extraordinária, a 15 de Maio, onde foi apresentada e aprovada, uma nova proposta de revisão orçamental, sem que mais uma vez o PS tivesse feito qualquer intervenção ou comentário sobre a mesma, além de ter afirmado que viabilizava a proposta então apresentada, por terem sido ouvidos pelo executivo.

É importante que o PS perceba o papel que tem na Freguesia, actue a pensar no bem estar da população, deixe de olhar para o seu umbigo, faça oposição de forma construtiva e fundamentada e sempre a pensar primeiro na comunidade e só depois nos seus interesses políticos ou eleitorais.

Da parte do PSD e do executivo da Junta de Freguesia de Avenidas Novas, a população já sabe que tudo faremos para prestar novos e melhores serviços, sempre no cumprimento das disposições e exigências legais e que estaremos sempre abertos ao diálogo com todos.

Adenda: Por iniciativa dos eleitos do PSD na Assembleia de Freguesia, foi já solicitado à Junta de Freguesia, alterações pontuais ao percurso aqui apresentado (que me foi entregue a solicitação minha), de forma a melhor servir a população do Bairro Santos, o que foi aceite pela Junta de Freguesia. Espero em breve poder apresentar um mapa com o novo percurso.