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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Juros: Portugal, os outros e a contínua defesa da geringonça por Marcelo

Se utilizarmos a lógica de Marcelo sobre a influência da inflação nos juros pagos na emissão de dívida de longo prazo de ontem, todos os outros países pagariam juros perto do zero ou mesmo abaixo. Ou seja, mesmo com esta nova teoria, nunca ouvida e que só se pode entender como mais uma intervenção do PR em defesa da geringonça, Portugal continuaria a pagar um valor muitíssimo superior ao dos seus parceiros europeus, distanciando-se cada vez mais da média europeia.

Será que instabilidade europeia que se continua a sentir, apenas afecta Portugal? Ou será que são os factores internos, que fazem a diferença neste cada vez maior afastamento dos juros que Portugal dos restantes países Europeus?

A verdade é que, mesmo com alguns altos e baixos, os juros não deixaram de subir desde que geringonça nos (des)governa, atingindo esta semana valores de Março de 2014!

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Espanha sem governo, consegue taxa de juro 67% inferior à nossa

Económico 14-9-2016
Dívida portuguesa a 10 anos com juros de 3,24% afasta-se da espanhola que está nos 1,07%




Mas para este governo, tudo é normal e dentro do previsto. Lembram-se quando no anterior governo as taxas estavam a descer, a oposição de esquerda dizer que tal se devia apenas à ajuda do BCE e do seu programa de compra de dívidas?

E agora qual é a razão para estarem a subir, se a ajuda do BCE continua?

Alguns factos sobre a dívida pública portuguesa e a nossa situação financeira - Aqui

domingo, 11 de setembro de 2016

Défice externo aumentou 19 vezes até Junho, resultado das boas politicas geringonças

As taxas de juro a longo prazo, descem em todos os países, nomeadamente aqui ao lado em Espanha, que curiosamente está sem governo desde há mais de 8 meses.

Mas perante tanta evidência, António Costa e a geringonça, continuam a afirmar que tudo vai bem e de acordo com o previsto no orçamento. Palavras para quê? Os números falam por si!

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

“Portugal é a nova criança problemática” da zona euro

Lá fora já começam a perceber as manobras do poucochinho e já se preparam para cortar a colecta...

Arrasador este relatório do CommerzbankEm menos de dois meses, a governação syrizica de António Costa, suportada pela extrema esquerda, já está a produzir resultados:




quarta-feira, 15 de julho de 2015

Ah, tal e coiso ... isto não se aguenta. Maldita espiral recessiva.

Mais um dia negro para as carpideiras, para os teóricos da espiral recessiva e os defensores da reestruturação da divida, solução que em Espanha já tem os radicais de esquerda do Podemos acreditam



Como esperado, nem o clima de grande incerteza que se vive hoje na Grécia, onde os juros a 2 anos no final da semana passada estavam quase nos 45%, prejudicou esta colocação de dívida. Se tivesse havido algum efeito, as taxas longas já teriam disparado. Quem coloca o seu dinheiro em Portugal, confia nos portugueses e no nosso governo, bem como no caminho que estamos a seguir.

Aguardo ansiosamente pelos comentários dos syrizicos de serviço cá do burgo, para quem esta é certamente uma péssima noticia.....

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Grécia à beira do abismo?


É altura para se perguntar onde andam aqueles que tanto festejaram a vitória do Syriza e que andam casa vez mais calados. Onde andam os 70 marretas do manifesto que defendiam a reestruturação da nossa dívida, como a única cura de todos os nossos problemas?

Lembram-se do que disse António Costa, na noite de 25 de Janeiro, após a vitória do Syriza? Vale sempre a pena recordar, o que aqueles que querem governar o nosso país, diziam nessa altura e o que desejavam para Portugal:



quinta-feira, 9 de abril de 2015

Juros a 2 anos -0,4% - Lembram-se da maldita espiral recessiva?

Lembram-se da maldita espiral recessiva?

Lembram-se da ideia da renegociação da divida?

Lembram-se do manifesto dos marretas?

Lembram-se do manifesto dos simpáticos, daqueles que queriam colocar os interesses gregos à frente dos nossos, entre os quais se incluem pelo menos dois pré-candidatos a Presidente da República?

Lembram-se daqueles que queriam que seguíssemos os passos dos gregos?

Portugal saiu da crise? Estamos agora bem e sem problemas? Claro que não. 

Ainda temos um longo caminho a percorrer, mas estas notícias de hoje, são mais um exemplo de que estamos no bom caminho e que não podemos voltar aos tempos do despesismo e desvarios socialistas, que nos levaram a pedir a ajuda externa em 2011, quando os mesmos juros, que hoje tocaram pela primeira vez na nossa história valores negativos, atingiam os 17,5%.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Portugal no bom caminho

Assim não vamos lá!!! Não se entende porque é que não dão ouvidos ao senhor sexy do cachecol e aos 31.


E hoje também, os juros da Grécia nas maturidades a cinco e as dez anos subiram para 14,3% e 9,45%, respectivamente, fruto do magnifico trabalho do novo governo grego, que voltou a não conseguir um acordo com os restantes parceiros europeus, onde mais uma vez não conseguiu ter nenhum dos restantes 18 países do seu lado.

E tudo isto acontece no mesmo dia em que Portugal, o seu governo e os portugueses, são elogiados pelo Eurogrupo, de uma forma clara e sem margem para dúvidas, pelo trabalho e esforço desenvolvido nos últimos 3 anos, em que o país esteve sob intervenção externa, que mostra "o quão depressa um país consegue recuperar" de um programa de ajuda externa, a exemplo do que tinha já acontecido com a Irlanda.


O que irão agora dizer as carpideiras perante estes resultados e elogios, prova clara que os mercados acreditam sem reservas no sucesso do programa português, pois se assim não fosse os juros não continuavam a cair de forma sustentada para a dívida portuguesa em contraponto com a grega que sobe.

Os próximos dias dirão se não vamos ter numa enorme tragédia grega, de contornos imprevisíveis para a Grécia, mas ao que tudo indica, e ao contrário do que a nossa esquerda desejaria, não afectará nem o resto da Europa nem o euro.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

domingo, 30 de março de 2014

Portugal é o herói-surpresa da retoma na Zona Euro


E quanto à gravidade das afirmações, só se forem as do líder da oposição, que continua a tudo fazer para descredibilizar os resultados do enorme esforço pedido aos portugueses, mas que começa a apresentar resultados, ainda ténues, mas claramente positivos, que levaram o Financial Times a afirmar que "Portugal é o herói-surpresa da retoma na Zona Euro".


Mas o FT não deixa no entanto de realçar que “Apesar dos sinais positivos de que a economia emergirá este ano, após três anos consecutivos de recessão (…), muitos portugueses não têm grandes perspectivas de um alívio imediato das dificuldades que vivem”, pelo que devemos encarar estes sinais positivos de forma cautelosa, pois ainda falta muito, até que os portugueses sintam nos seus bolsos estes sinais de retoma da economia e da confiança que os mercados voltaram a ter em Portugal.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Juros da dívida abaixo de 4,5%

Lembram-se da "famosa" afirmação do Ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, quando afirmou que se queríamos evitar um 2º resgate a nossa taxa de juro (a 10 anos), teria que baixar dos 4,5%? A escandaleira que a esquerda, a começar pelo PS e pelo Tó Zé (in)Seguro fizeram na altura.


Hoje o que é que o Tó Zé (in)Seguro e o Assis irão dizer? Que este é mais um sinal que o esforço pedido aos portugueses não apresenta resultados? Que estamos no mau caminho?

domingo, 19 de janeiro de 2014

Sinais positivos

Esta foi mais uma semana em que os sinais positivos de que estamos no bom caminho, são cada vez mais consistentes e de 2014 será o ano da viragem.

Todos os indicadores que mês após mês vão sendo conhecidos, indicam isso mesmo:

As duas emissões de divida pública, de dias 9 e 15 do corrente mês, atestam que a percepção de risco que os investidores têm sobre a dívida portuguesa está a diminuir consideravelmente.

No dia 15 os juros atingiram metade do valor pago anteriormente. Desde 2009 que Portugal não conseguia uma colocação de divida a juros tão baixos. Há cinco anos que tal não acontecia!

O Banco de Portugal reviu em alta as projeções para a economia portuguesa, prevendo crescimentos de 0.8 por cento e 1.3 por cento em 2014 e 2015.

Mas também no exterior, a percepção que existe e que começa a ser transmitida por algumas instituições financeiras como Commerzbank, que é o segundo maior banco comercial na Alemanha, é que o esforço pedido a todos os portugueses, começa a apresentar resultados credíveis e sustentados:


Todos estes indicadores revelam que Portugal está a sair da crise económica e financeira em que estava afundado em 2011, depois de 6 anos de governo Sócrates/PS. Mas apesar disso o PS do Tó Zé (in)Seguro teima em manter uma postura de contra vapor, mostrando sistematicamente ficar zangado com estes sinais ou revelar indisposição face às boas notícias.

Estas são, como é óbvio, muito boas notícias para Portugal.

Ler aqui a declaração de 15-1-2014 do Vice Presidente do PSD, após o conhecimento do sucesso que foi a emissão de divida pública de dia 15 de Janeiro.

sábado, 11 de janeiro de 2014

Estamos no bom caminho

São já por demais evidentes os sinais de que a recuperação económica está em marcha. Os indicadores do final de 2013, a continua quedas dos juros da dívida em todos os prazos e o sucesso do leilão de dívida desta semana, são prova de que estamos no bom caminho.

Significa isto que a crise chegou ao fim? Não! Ainda falta muito, muito tempo, para que os portugueses vejam os resultados, dos sacrifícios dos últimos anos, chegarem aos seus bolsos. Mas para isso é necessário que o rigor na gestão do país não abrande, para não virmos a sofrer novamente por culpa de governos que apenas esbanjaram aquilo que era de todos nós e se esqueceram do bem estar dos portugueses e do sucesso de Portugal. Como disse recentemente Vital Moreira "A austeridade - no sentido de gestão austera das finanças públicas - veio para ficar".

Tudo isto são más noticias para a uma esquerda desajustada da realidade, que começa cada vez mais a perder credibilidade, principalmente o Partido Socialista, que quer a todo o custo apagar da história recente que foi o único culpado da entrada da Troika em Portugal e que é incapaz de dar um contributo para o sucesso de Portugal. Ao Tó Zé (in)Seguro e aos seus camaradas resta-nos pedir-lhes que...