Mostrar mensagens com a etiqueta Lisboa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Lisboa. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Em Lisboa vale tudo, até bancos de jardim a mais de 1.000,00€

"É fartar, vilanagem"

Depois das bicicletas a mais de 16.000,00€ cada, temos agora bancos de jardim a mais de 1.000,00€ cada.

Agora já sabemos o porquê de tantas taxas e taxistas que António Costa e os amigos criaram e aumentaram na cidade de Lisboa. Alguém tem que pagar os desvarios socialistas!

Assim vai Lisboa .... Mal!

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Medina, o imperador

Produzido a partir do vídeo original, este vídeo de estudante Erasmus em Lisboa, faz furor nas redes sociais e serve de base para criticar a megalomania de Fernando Medina.

Sem deixar de realçar também o que de bom temos para oferecer, aos que querem vir para Lisboa investir, estudar ou simplesmente morar, o vídeo mostra-nos o enorme estaleiro de obras em que a cidade está transformada. Obras sem planeamento, de consequências imprevisíveis, apenas a pensar no calendário eleitoral.

Assim vais Lisboa...Mal !!!

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

De quem têm medo Fernando Medina e o PS

VERGONHA!

Ontem na Assembleia Municipal de Lisboa foi rejeitada, pelo Partido Socialista, uma proposta de criação de uma "Comissão eventual sobre o procedimento de contratação da empreitada de requalificação da Segunda Circular".

A proposta foi apresentada pelo BE, e que o PSD apoiou, pretendia dar a maior transparência possível neste processo. No entanto o receio, por parte do PS e de Medina, de que se investigue a fundo as causas da abrupta pausa do procedimento concursal das obras é evidente.

Fernando Medina e o PS não querem que se saiba mais nada sobre este assunto o que revela insegurança, pois se nada houvesse de menos claro porque chumbariam a criação desta comissão? Já diz o ditado popular "Onde há fumo há fogo".

Assim vais Lisboa...Mal !!!

domingo, 16 de outubro de 2016

Em Lisboa cada bicicleta vai custar mais de 16.000,00€

10 anos depois de anunciado o Sistema Público de Bicicletas Partilhadas de Lisboa foi finalmente adjudicado: 8 anos, 1.400 bicicletas e 140 estações, por 23 milhões de euro. Como dizia o outro "é só fazer as contas", mais de 16.000,00€ por bicicleta.

Com receitas previstas pela EMEL de apenas 1,3 milhões de euro por ano (900 mil de tarifário e 400 mil de publicidade), seremos nós todos a pagar para apenas 3000 utilizadores regulares utilizarem.

Os nossos impostos dão para tudo!

domingo, 9 de outubro de 2016

Em Lisboa há dinheiro, mas não tem havido cabeça

Nesta entrevista ao DN, José Eduardo Martins explica de forma simples, directa e em poucas palavras, os complicados problemas que Lisboa vive, deixando pistas do que será o programa do PSD para a cidade.
A ler!

"Como todas as taxas aumentaram brutalmente no ano passado, como se resolveu o problema do aeroporto, Lisboa parece que ganhou o Euromilhões e não sabe o que há de fazer ao dinheiro. Há dinheiro mas não há cabeça. (...) Para ser mais moderna, mais dinâmica, mais empreendedora tem antes de mais de inverter este problema demográfico de ter expulsado um conjunto de lisboetas da cidade".

"Claro que não temos turistas a mais, temos é uma péssima gestão do turismo em Lisboa. (...) Se a cidade decidir que não quer ter terminal de contentores, que quer ser uma cidade cujo principal ativo são os 16 quilómetros de costa, e quer ter uma atividade virada para a náutica de recreio a Administração do Porto de Lisboa ou governo vão mesmo decidir contra a cidade e fazer aqui um terminal de contentores?"

Lisboa "é uma cidade que está agrafada no presente, sem capacidade de olhar para o futuro. A cidade tem sido gerida de forma muito pouco transparente (...) os lisboetas já não aguentam mais obras feitas em catadupa. É o próprio vereador que já esteve na câmara com António Costa, que é supostamente uma autoridade no trânsito, o vereador Nunes da Silva, o primeiro a vir dizer que isto é apenas calendário eleitoral".

"Temos um metropolitano de Lisboa e uma carris, que neste modelo de passagem para a municipalização, a câmara tem mostrado estar tão apta a gerir essas novas realidades como a tratar o problema do estacionamento em segunda fila, que chega a ter dimensões ridículas. Há um terço da cidade que não é servida pelo metropolitano. Pode um programa de futuro ignorar isto?"

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Por falar em surpresas desagradáveis

Ontem Fernando Medina não encontrou ninguém que quisesse pagar parte da divida da Câmara Municipal de Lisboa.

Seria esta uma das surpresas desagradáveis, de que o PS têm insistentemente falado nos últimos dias?


Esta é sem dúvida uma surpresa desagradável de "grande gravidade económica" para Fernando Medina, para a CML e para Lisboa, que vê assim adiada por mais uma vez uma solução para  aqueles terrenos.

Vamos aguardar pacientemente até às 17 horas do dia 2 de Dezembro, a ver se da mais de uma dezena de investidores, que falava em Junho o vereador das finanças, algum reaparece ou se a Câmara tem que fazer aquilo que parece óbvio - alterar as condições actuais da hasta pública.

domingo, 5 de abril de 2015

Lisboa em destaque no New York


O New York Times tem por diversas vezes elogiado Lisboa e alguns dos seus tesouros, que fazem com que Lisboa seja apetecível e com pormenores únicos - os azulejos (se bem que se não tomarmos as devidas precauções, brevemente apenas os teremos na nosso memória e nos museus) ou o rejuvenescimento de espaços antigos, fazendo com que tudo "Everything old is new again in the Portuguese capital" - apresentando este vídeo na sua popular rubrica 36 Hours

Nos últimos anos têm sido inúmeros os artigos que internacionalmente promovem Lisboa, melhor que nós próprios e valorizam Lisboa como nós não temos conseguido.   

Pena é que Lisboa não promova da mesma forma a cidade, as suas novidades e os seus recantos, da mesma forma e com a mesma intensidade, junto dos Lisboetas. A CML não protege e não promove os nossos tesouros, sejam eles públicos ou da iniciativa privada e em alguns casos até parece que existe vontade de destruir alguns, como é cada vez mais evidente com o vergonhoso ataque à calçada portuguesa e pela falta de atenção que tem dado ao azulejo

Lisboa precisa de uma Câmara Municipal, que cuide da cidade e do bem estar dos seus cidadãos, se deixe de obras faraónicas e de fachada, mas que ao mesmo tempo tenha a preocupação de ter uma cidade para os turistas, que são uma importante fonte de receita para a cidade e para muitos comerciantes e que de forma alguma devemos desprezar e principalmente maltratar.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Para quê tanta bandeira em Arroios?

Sempre defendi que as autarquias devem manter uma comunicação viva e regular com os seus munícipes, no sentido de os informar das suas actividades e projectos, mas principalmente para através dessa comunicação os motivar e incentivar a participar na vida da autarquia.

Muitos vêm nesta divulgação um mero exercício de propaganda e um gasto de dinheiro público. Mas se como deveria sempre ser, estivermos perante autarquias dinâmicas, com uma forte actividade em prol da sua população e projectos que a envolvam, é de todo o interesse que a população conheça essas programas e actividades, pois só assim poderá usufruir plenamente dos mesmos. E isso só é possível com uma comunicação regular. O custo com esta comunicação, não só não pode ser visto como um gasto, mas sim como um investimento no bem-estar da população.

Algo bem diferente são, por exemplo, as bandeiras que a Junta de Freguesia de Arroios, em jeito de animal que delimita o seu território, resolveu espalhar um pouco por toda a freguesia, mas com especial destaque para aquelas que há umas semanas apareceram nos limites da freguesia. Com um custo que é seguramente elevado, quer das próprias bandeiras e mastros, mas também de taxas camarárias (que parto do principio que terão sido pedidas e pagas, pois não há a mínima razão para o não o terem sido ou para que tenha sido concedida pela Câmara uma qualquer isenção), qual o benefício para a freguesia e o bem-estar da população desta acção, além de mera propaganda.

Imagine-se agora que todas as freguesias de Lisboa, tinham a mesma ideia. Além de mais um factor de enorme poluição visual na cidade e de mais obstáculos permanentes nos passeios, numa altura em que se deveria trabalhar no sentido de diminuir estes obstáculos, criaria nas pessoas uma enorme confusão o porquê de tanta bandeira (principalmente em artérias que são fronteira de várias freguesias).

Se em freguesias que pela sua localização mais isolada, pode fazer sentido colocar sinalização nas estradas a marcar os seus limites, em grandes centros urbanos como Lisboa, tal é totalmente despropositado e sem interesse, além de ser manifestamente um desperdício de dinheiro público.


segunda-feira, 2 de março de 2015

António Costa não fala verdade quando diz que reduziu a divida da Câmara Municipal de Lisboa

António Costa tem um sério problema em falar verdade. 

Depois de em 20 de Julho de 1982, em conferência de imprensa na CML, ter afirmado que a partir dessa data os "terrenos do aeroporto são propriedade do estado, que, em contrapartida, assume o pagamento da dívida de médio e longo prazo do município, no valor de 286 milhões de euros", agora quer convencer os portugueses em geral e os lisboetas em particular, que é um génio da gestão autárquica, quando afirma que "Eu reduzi a dívida que herdei em 40%, o senhor primeiro-ministro aumentou em 18% a dívida que herdou (...) esta é a diferença de quem gere bem e de quem gere mal"

António Costa só se esqueceu de referir que para que tal proeza tenha sido possível o "Estado assumiu 43% da dívida da Câmara de Lisboa".

Sim é verdade, quem contribuiu para a redução da brutal divida da CML, foi o Governo de Pedro Passos Coelho, não tendo António Costa mexido uma palha para tal redução!

Para aqueles que têm memória curta, a história explica-se de forma simples.

O estado pagou à CML em 1982, 286 milhões de euros, (relativos maioritariamente aos terrenos do aeroporto, mas também à Parque Expo, entre outros assuntos), com a condição do valor se destinar ao abate da dívida (assumindo o estado na prática 43% da divida da Câmara). Desta forma o governo encerrou a questão da expropriação dos terrenos do Aeroporto de Lisboa, feita em 1942 por Duarte Pacheco na dupla qualidade de Ministro das Obras Públicas e Presidente da CML e que começou com o processo judicial movido em 1989, pelo então Presidente da CML, Kruz Abecassis, sobre a titularidade dos terrenos do aeroporto.

A mais esta tirada de quem quer ser primeiro ministro, mas continua sem apresentar propostas ao país e a enganar os portugueses, omitindo a verdade, chama-se desonestidade politica, arma de arremesso e baixa politica

sábado, 21 de fevereiro de 2015

As Rodas de Lisboa

Um pouco da história da Carris e de Lisboa, do tempo em que esta empresa, como tantas outras eram "auto-suficientes". Havia menos população e o preço do bilhete, o mais pequeno, tinha o mesmo valor que uma carcaça (pão mais pequeno). Hoje um bilhete é do valor de um pequeno almoço, e a empresa é deficitária...

Houve evolução? Evidentemente, mas que evolução... deixa-nos a pensar! 

Filme de 1951 comemorativo do "Cinquentenário da electrificação dos transportes urbanos", com locução de Fernando Pessa e colaboração musical da banda de Música dos empregados da Companhia Carris de Ferro de Lisboa, sob a Direcção de António Lopes Ribeiro e Francisco Ribeiro

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Finalmente António Costa assume que Lisboa deixou de ser a sua prioridade

Só se esqueceu foi de avisar os lisboetas, que não era Lisboa que estava nos seus horizontes. Mas se alguém ainda tinha dúvidas que Lisboa já não fazia parte das suas prioridades, hoje finalmente António Costa assumiu aquilo que era, já há muito tempo, uma evidência:

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

A transparência de António Costa

É importante que os Lisboetas saibam quem realmente dirige a sua Câmara e principalmente como a dirige. Em total obscuridade, sem estudos que validem as suas opções, contra a opinião dos técnicos, sem responder à oposição e mais preocupado com a sua campanha a primeiro ministro, António Costa vai fazendo de Lisboa um laboratório de experiencias, com claros prejuízos para a cidade, os Lisboetas e todos aqueles que no dia a dia têm que andar por Lisboa.

Em apenas 2 parágrafos, Sérgio Azevedo*, resume bem o estilo de governação de António Costa, o tal que afirma que quer vir a governar o país como governa Lisboa. Por outras palavras, um governo em modo "quero, posso e mando":



Mesmo quando o director municipal de mobilidade afirmou que a CML corria sérios riscos ao assumir essa gestão. Aliás em Lisboa, não há um único partido da oposição que possa, com rigor, afirmar que a CML responde sempre e atempadamente aos seus pedidos de informação. Nenhum! O mesmo se passa com a recente decisão de proibição de circulação automóvel. O director municipal volta a afirmar que não há estudos. A câmara, e outras entidades (sobretudo as que os fizeram), dizem que há. Mas mais uma vez ninguém os conhece. Mesmo quando sabemos que o acto da CML é um acto inválido pois a competência é da Assembleia Municipal, tal como foi com a implementação da ZER 1 e 2. Há um grave problema de transparência na CML. E se não há, parece. E nisto é como diz o outro "não basta ser é preciso parecer"In I On-line 9-2-2015

*Deputado e líder da bancada do PSD na Assembleia Municipal de Lisboa

A bosta em Lisboa

Lisboa está cada vez mais na moda e são cada vez mais os turistas que nos visitam e tecem os maiores elogios à nossa cidade. E também na mais variada imprensa internacional, são feitos os maiores elogios e recomendações para visitar Lisboa.

Mas há um ponto que divide claramente as opiniões: a limpeza da cidade em particular os cocós espalhados pelos passeios.

Se é bem verdade que não somos uma Suíça, onde as regras e obrigações para quem quer ter um animal de companhia, são bastante mais rigorosas do que as nossas e onde todos cumprem, também não deixa de ser verdade que há países onde o problema da limpeza das cidades é bem pior do que o da nossa Lisboa. E não falo apenas de países do dito 3º mundo. Para falarmos apenas da Europa, já vi cidades bem mais sujas que Lisboa.

Mas também é verdade que a problemática dos cocós dos cãezinhos é uma praga, que em nada abona em favor da nossa cidade e que por onde já andei não vi, como em Lisboa.






Se bem que um pouco exagerada em alguns aspectos, esta crónica de Lucy Pepper, que pode ser lida na integra aqui, faz um retrato real do que se passa em Lisboa (e também em muitos outros locais do país), e retrata situações que todos nós já presenciámos ou até infelizmente já pisámos.

Felizmente é habitual vermos cada vez mais pessoas a apanhar e colocar no lixo o cocó do seu cão. Mas a verdade é que existe a sensação de que este é um problema que, se não está a aumentar, está pelo menos na mesma, por mais campanhas que sejam feitas. E se no centro da cidade e nas zonas mais turísticas, este problema não é tão visível (provavelmente porque menos habitadas), quando vamos para zonas predominantemente residenciais, como Campolide, Campo de Ourique, Benfica, entre muitas outras, então a praga espreita a cada esquina e ninguém está a salvo de ser a próxima vítima.

Por um lado é realmente importante reforçar a sensibilização, logo nos primeiros anos de escola, por outro é importante identificar os prevaricadores e, porque não, revelando a sua identificação publicamente ou apelando à denuncia por parte de vizinhos dos donos de cães que não apanhem os respectivos cocós, e aumentar substancialmente as penalizações.

Se até aqui esta era uma responsabilidade exclusiva da Câmara, que nunca conseguiu ser eficaz na resolução do problema, agora que a limpeza urbana compete na maior parte da cidade às Juntas de Freguesia que, estando mais próximas dos moradores, têm a obrigação de melhor identificar os donos dos animais e por consequência agir com maior eficácia no combate a esta praga, contribuindo dessa forma para uma cidade mais limpa.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Restrição imposta a carros antigos no centro de Lisboa poderá afinal ser ilegal

Além de avulsa, de exclusão social e de prejudicar gravemente centenas ou mesmo milhares de empresas, que ficam impedidas de poder circular com as suas viaturas numa parte importante da cidade, perdendo dessa forma negócios e clientes, afinal parece que a medida de restringir a circulação a carros antigos em Lisboa, imposta pela maioria socialista, é ilegal.

A este propósito é importante relembrar alguns factos, como escreveu recentemente o vereador do PSD na Câmara Municipal de Lisboa, António Prôa:


Mas esta norma cega, imposta por uma teimosia de António Costa, não teve também em atenção, como atrás referi, os prejuízos económicos que vai causar no tecido empresarial, já de si muito debilitado, da cidade da Lisboa, como é o caso das oficinas de reparação automóvel. A este respeito as reportagens da TSF (entre os minutos 6.50 e 10.55) e da SIC (abaixo), onde não posso deixar de realçar a intervenção do meu amigo José Marinho, são bem elucidativas desta realidade.


E é este António Costa o tal que afirma que quer vir a governar o país como governa a cidade de Lisboa, onde cada vez está menos presente.

Adenda: Veja aqui a noticia completa do Sol

domingo, 11 de janeiro de 2015

A calçada portuguesa deve ser preservada

Esteve esta semana em discussão na Assembleia da República, a Petição "Pela Manutenção da Calçada Portuguesa na Cidade de Lisboa!", lançada em 2013 pelo Fórum Cidadania LX e que foi subscrita por mais de 4500 pessoas, de que eu me orgulho de ter sido uma delas.

Desta discussão, que pouco mais foi que isso mesmo, fica a unanimidade dos deputados pelo reconhecimento e dignificação da profissão de calceteiro e pela necessidade da sua preservação. Esperava-se mais. Mas protegidos pela capa da não interferência nas competências da CML, nem uma simples resolução ou recomendação foi apresentada.

Mas este debate foi no entanto importante pelo destaque, mesmo que momentâneo,  que permitiu dar à Calçada Portuguesa e principalmente pela chamada de atenção que alguns Deputados não deixaram de fazer, para o ataque que a CML tem vindo nos últimos tempos a fazer, a este património da cidade de Lisboa.


sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Drogaria S. Pereira Leão

Aproveitando para fazer algumas compras natalícias, dei ontem um passeio pela baixa, onde infelizmente as lojas encerradas começam em algumas zonas a ser mais que aquelas que se encontram abertas (caso da Rua dos Fanqueiros). E no momento em que uma das suas mais antigas e tradicionais lojas, tem o seu futuro ameaçado, sendo neste momento o encerramento o mais certo, (para no seu local nascer mais um hotel), não pude deixar de ir visitar e fazer uma compra, talvez a última, à Drogaria S. Pereira Leão, na Rua da Prata, estabelecimento onde entrei dezenas de vezes e que faz parte das minhas memórias de um baixa de outros tempos, que era realmente o centro de Lisboa e onde podíamos encontrar de tudo.

Que saudades desses tempos. Que saudades dessa baixa, que a Câmara de Lisboa insiste em não preservar e onde podia haver espaço para tudo e para todos, do comércio tradicional aos novos hotéis. Ambos fazem falta a Lisboa e ambos podiam contribuir para a valorização, comercial, económica e turística da baixa. Bastava para tal que houvesse vontade e determinação politica.



Foto site Drogaria S. Pereira Leão
Conheça um pouco mais da Drogaria S. Pereira Leão, no seu site ou em Arqueolojista.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Se não sabem não mexam

 
Os atentados à Calçada Artística Portuguesa, continuam. Em apenas "meia dúzia" de metros, este é o estado em que se encontra a calçada portuguesa na Av. da República, entre os números 20 a 28.

Desde buracos e remendos a mobiliário urbano em cima de desenhos, este é o estado em que se encontra a calçada portuguesa na Av da República, de que este quarteirão é infelizmente um triste exemplo.

Se não sabem tapar buracos em calçada portuguesa, então não mexam.

Numa artéria considerada estruturante pela CML, central da cidade, por onde passam diariamente milhares de pessoas, nomeadamente turistas, este é o exemplo que a Câmara oferece, daquilo que é mais representativo e único da nossa cidade e que deveria estar no topo das prioridades da manutenção e preservação do património de Lisboa.

É urgente que a Câmara olhe para o estado a que está a deixar chegar a Calçada Portuguesa na Av. da República e intervenha urgentemente, de modo a que seja possível travar a degradação a que assistimos diariamente.

Fotos de hoje às 17.00 horas

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

E 10 dias depois, lá apareceu o Orçamento, com novas taxas e taxinhas

10 dias depois do prazo a que a Lei obrigava António Costa a entregar a proposta de Orçamento para 2015 na Assembleia Municipal, hoje de manhã lá foi a mesma entregue aos Vereadores.

E como já se desconfiava lá vêm mais umas taxas e taxinhas, que numa primeira leitura chegam aos 52,3 milhões de euros (protecção civil: 18,9 M€, taxa turística: 7 M€ e tarifa de resíduos urbanos: 26,4 M€), pouco faltando para a intenção de Fernando Medina manifestada recentemente (60 M€)

Vamos aguardar para ver com que mais surpresas Costa vai brindar os Lisboetas.

Aditamamento: Afinal as intenções de Fernando Medina são bem maiores - 71 M€ de aumentos em taxas e taxinhas, face ao orçamento inicial do ano passado.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Onde anda o orçamento para Lisboa?

Uma semana depois da data legalmente prevista na Lei das finanças locais - 31 de Outubro - data cumprida por todas as outras Câmaras Municipais da Área Metropolitana de Lisboa, António Costa continua a não entregar na Assembleia Municipal de Lisboa, o Orçamento Municipal para 2015.

Costa justifica-se com a necessidade de conhecer e analisar o Orçamento de Estado, que é conhecido desde dia 15. Se todas as outras Câmaras tiveram a capacidade de nesse período analisarem o Orçamento de Estado, então Lisboa também o deveria ter tido, ou então estamos perante manifesta incapacidade de análise de António Costa e da sua equipa ou pior ainda, este é apenas um pretexto e António Costa esconde da Assembleia Municipal e dos Lisboetas os verdadeiros motivos para tão injustificável atraso.

Mas esta semana e cumprindo os prazos estatutários, António Costa entregou a sua Moção de Estratégia ao Congresso Socialista.

Costa relega assim para segundo plano a gestão da Cidade que o elegeu, incumpre grosseiramente a Lei e o seu Vice-Presidente, Fernando Medida, engana propositadamente os Vereadores da oposição e os Lisboetas, quando na passada segunda-feira informou que "A proposta de orçamento da Câmara Municipal de Lisboa para 2015 já está pronta e foi entregue esta segunda-feira, devendo ser apresentado publicamente nos próximos dias".

Estas são as prioridades de alguém que se julga acima da Lei e que definitivamente anda mais preocupado com a sua candidatura a Secretário Geral do PS e a primeiro ministro, do que em gerir Lisboa e disciplinar os seus vereadores.

Imaginem o que seria se este Senhor fosse primeiro ministro, quando nem um orçamento municipal consegue apresentar dentro do prazo que lhe exigido por Lei.

E quer esta gente ser governo!