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terça-feira, 8 de novembro de 2016

Quem é que está afinal a destabilizar a CGD?


Depois das trapalhadas a que António Costa e Mário Centeno mergulharam a CGD nas últimas semanas, só faltava agora um euro-deputado socialista, ex-secretário de estado de António Guterres, vir colocar a hipótese de serem os depositantes a pagarem o buraco da CGD. Mas estes socialistas estão todos doidos? Como é que podemos acreditar nesta gente, que brinca com o dinheiro dos outros de forma totalmente despudorada e leviana?

Seria interessante ouvir agora o Jerónimo de Sousa e a Catarina Martins, que acusaram o PSD de estar a destabilizar a recapitalização da CGD e sabermos da voz dos geringonços quem é que está realmente a "querer “desestabilizar” o processo de capitalização da CGD"?   

Esta forma de pensar e de agir é a diferença como o anterior governo e o actual encaram situações idênticas: para o actual pagam os depositantes e todos nós enquanto contribuintes; para o anterior (lembrem-se do BES) foram os bancos que pagaram. Uma pequena questão que faz toda a diferença na forma de gerir os problemas que o sistema bancário tem colocado ao país.

São motivos mais do que suficientes para perguntar, quem é que está realmente a destabilizar a CGD?

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Misturando alhos com bugalhos desde 1143 e nunca ninguém reparou

Enquanto alguns se limitam a repetir o que o governo lhes mete na cabeça, há outros que se deram ao trabalho de ir ao fundo do baú, pesquisar e desmontar as balelas do Mário Centeno. Porque razão queria o governo mudar a metodologia de apresentação dos dados da proposta de orçamento para 2017, quando ainda no ano passado os aparesentou como dedes sempre todos os governos o fizeram? Só poderia ser, como já sabemos, para esconder algumas verdades incómodas. Seria para rir não fosse o nosso dinheiro a estar em causa.

"Dei-me ao trabalho de ir ao arquivo dos Orçamentos do Estado dos últimos 20 anos. E todos os ministros das Finanças - todos, sem excepção, do PS, do PSD ou do CDS - utilizaram a boa regra de comparar o orçamento do ano seguinte com a estimativa de execução do ano em curso. Aqui estão exemplos de anos aleatórios e ministérios aleatórios. Mas vão lá ver (www.dgo.pt) os outros. Andaram todos então a misturar "alhos com bugalhos" e nunca ninguém tinha reparado: FMI, CE, BCE, BdP, Parlamento, UTAO, CFP, INE, Eurostat, jornalistas... todos enganados durante tantos anos. Até este governo se enganou e apresentou o OE2016 com essa metodologia. Até, há poucas semanas, ter descoberto a luz" - por Paulo Ferreira in Facebook

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Palavra dada, palavra honrada!

Económico 23-12-2016
Publico 23-8-2016
Palavra dada tem que ser palavra honrada!
                                                                           António Costa 10-11-2015

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Portugueses trabalham muito e são baratos

"Economia não cresce mais por causa do sistema bancário". O governo até está a trabalhar bem, mas os bancos e a conjectura internacional é que são uns malandros. Mas será que ninguém explicou ainda a este geringonço que a economia não cresce porque os investidores não acreditam num país que é comandado por comunistas e a extrema esquerda?


Curioso, estas declarações são de ontem, apesar de Mário Centeno já as ter afirmado na semana passada em Nova Iorque, e não descubro em lado nenhum críticas das esganiçadas e dos indignados do costume. Onde andará o Carvalho da Silva? O Mário Nogueira? As Mortáguas? O Jerónimo? O Galamba? O Arménio? A Avoila? Os precários? A engordarem pela certa, tantos são os sapos que têm engolido nos últimos tempos.


Mas não era o consumo privado que ia ser a salvação e a alavanca para o relançamento da economia? Coitados dos geringonços. De tão envergonhados que andam, nem se ouvem.

Indicadores Coincidentes: Actividade Económica e Consumo Privado
Fonte: Banco de Portugal

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Mais de meio milhão de euros de ordenado/ano, numa empresa pública é imoral

Agora tudo é normal para a esquerda. Imagine-se o que seria se tivesse sido um governo do PSD a tomar qualquer uma destas iniciativas.

Entretanto o geringonço Centeno já veio acalmar os parceiros, quanto ao aumento dos gestores. Se se aumentam uns, aumentam-se todos:“O objetivo face aos trabalhadores é que tenham um tratamento de remuneração e de carreiras idêntico ao do restante setor bancário”. Só que na CGD somos todos nós que pagamos.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Afinal o governo de Passos Coelho relizou reformas estruturais

Geringonça a dois tempos.

Em Portugal têm o discurso de que o Governo PSD-CDS de Passos Coelho, foi a mãe de todos os males, mas quando têm de falar para lá fora, o sentido do discurso é outro. Há um ano foi António Costa a elogiar o trabalho de Passos Coelho (lembram-se do discurso no encontro com empresários chineses?) e a afirmar que Portugal estava muito melhor que há 4 anos, quando o PS e Sócrates eram Governo.


"The good thing about the debt is that it has been falling since 2014". "Patience is of the essence at this moment. The country … went through an adjustment process, very strong in its public finances". "The reforms to materialize they need time". É Mário Centeno quem o diz.

São os próprios socialistas que reconhecem os esforços e os exitos do governo PSD-CDS e dos portugueses nos últimos 4 anos. Falta apenas saber se a geringonça vai dar o tal tempo que as reformas que foram feitas precisam para se materializem, ou se apenas vão continuar a reverter o que foi conseguido e a contentar o bloco e principalmente os comunistas, para que continuem a suportar o governo, como ainda retemente fizeram no conflito com os estivadores, onde vergonhosamente e cobardemente António Costa se ajoalhou perante os sindicalistas comunistas.

Duas caras, dois discursos, a estratégia de António Costa e sus muchachos, para agradar ao seu eleitorado e à esquerda radical que o apoia, e ao mesmo tempo tentar manter a confiança dos investidores e governos estrangeiros.

domingo, 6 de setembro de 2015

E quer esta gente ser governo XXXII



Quanto à segunda, Marco António Costa, denunciou as verdadeiras intenções por detrás desta proposta - "O Partido Socialista quer usar parte dos dinheiros do Fundo de Estabilização da Segurança Social, que deve estar guardado para uma situação de emergência para assegurar o pagamento das responsabilidades sociais do Estado, para apoiar obras de construção civil, no âmbito da renovação urbana", algo que o PS e António Costa foram incapazes de fazer em Lisboa, apesar de o actual Governo ter assumido 43% da dívida da Câmara de Lisboa (responsabilizando-se dessa forma  pelo pagamento da dívida de médio e longo prazo do município, no valor de 286 milhões de euros).

O vice-presidente social-democrata criticou, por outro lado, a proposta do PS "de reduzir em oito pontos percentuais a receita da TSU", o que, assinalou, "pode ter um impacto até 14.000 milhões de euros, se for incluída também a Caixa Geral de Aposentações.

João Galamba pode vir agora criticar o PSD de “distorcer” de forma “grosseira e desonesta” a proposta do PS, mas a verdade é que o PS propõe uma descida da TSU, colocando em causa, como é fácil de prever, os compromissos da segurança social para com os seus beneficiários, ao mesmo tempo que quer utilizar dinheiro da segurança social para promover a renovação urbana.


A verdade é que António Costa não faz a minima ideia de como financiaria as suas propostas se ganhasse as eleições, pois só assim se compreende esta diarreia de propostas inexplicáveis, com que diariamente nos vai brindando. Até seria para rir, se não fosse trágico.

E quer esta gente ser governo!!