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terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Mário Nogueira está aborrecido

"numa altura em que já devíamos estar a encaminhar-nos para a vinculação generalizada mas em que parece que o objetivo vai voltar a ficar muito aquém do necessário para cumprir a ambição de chegar ao final da legislatura com mais 20 mil nos quadros. Se nos tempos de Nuno Crato foram 4 mil, como pode um governo PS, apoiado no Parlamento pelo resto da esquerda, fazer menos? Ora, Mário Nogueira está aborrecido. E tem boas razões para isso".

Finalmente e ao fim de mais de um ano de governo socialista, apoiado pela geringonça, Mário Nogueira dá um ar da sua graça, e até ameaça o governo com formas de luta, que poderão ser "fortes". Cuidado!

"A primeira proposta do Ministério, abrangendo professores com 20 anos de serviço, acabava - segundo as contas dos sindicatos - por limitar as vagas a 100, de um universo potencial de 433.

Sindicatos de professores e associação de contratados partilham a preocupação com os "filtros" impostos pelo Ministério da Educação (ME) para a vinculação extraordinária, que ameaçam reduzir as reais entradas nos quadros a uma fração das potenciais. Com a nova fasquia dos 12 anos de serviço, prevista no projeto de portaria apresentado sexta-feira às organizações sindicais, cerca de seis mil professores seriam elegíveis. Mas a oferta tem tantas condicionantes que, receia Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof, "no final poderão não ser mais de mil"".

Há pois que continuar a clamar por Justiça para Nuno Crato, em que este é apenas mais um caso em que ao contrário desta gerigonça que nos governa, a Educação foi vista de uma forma integrada e de futuro, no governo de Pedro Passos Coelho. Vejam-se os resultados do PISA 2015 e dos testes TIMMS, onde nos primeiros os alunos portugueses de 15 anos ficaram pela primeira vez acima da média da OCDE e nos segundos os alunos do 4º ano superaram a Finlândia e a Holanda, que são considerados normalmente como referencia.

Resultados de que o até insuspeito socialista El País, deu eco na nossa vizinha Espanha, prova de que a narrativa da desgraça e do abandono da educação pelo anterior governo, propagada por sindicatos e geringonços, não passavam de simples insinuações não fundamentadas. Mais a "OCDE diz que Portugal, juntamente com a Colômbia, está entre os poucos sistemas educativos com reformas bem sucedidas nas melhorias dos resultados".

Realmente Mário Nogueira tem razões para estar aborrecido, pois afinal o ministro que durante 4 anos não parou de criticar e difamar, afinal apresenta resultados bem melhores do que ele desejaria.

terça-feira, 8 de novembro de 2016

O sucesso das politicas de Nuno Crato, começa agora a ser visível e quantificável

Jornal de Negócios 7-11-2016
Onde andas tu Mário Nogueira?

Afinal durante o Governo PSD/CDS, as politicas educativas levadas a cabo pelo, diariamente contestado pela FENPROF, Ministro Nuno Castro, aproximaram Portugal da média da UE.

Mas seria demasiado pedir ao estalinista Nogueira, comentar o sucesso de todos os que tornaram possíveis estes resultados e que vão muito para além da iniciativa do governo - os alunos, os pais e os professores.

Elogiar os que têm sucesso e contribuem para o sucesso de Portugal, é algo que Mário Nogueira não consegue reconhecer. Para Mário Nogueira só há duas atitudes - dizer mal, só mal e nada mais que mal, se o governo não for apoiado pelo PCP, ou então engolir sapos e estar num permanente silencio se o governo for apoiado pelo seu partido. 

sábado, 11 de outubro de 2014

É preciso de uma vez por todas responsabilizar na administração pública quem erra

Há uns dias partilhei no meu facebook, um post de Pinho Cardão, publicado no blog  4R - Quarta República, em que tendo como base o eterno problema da colocação de professores e acrescento eu o do Citius na Justiça, o autor afirma que:

"Nuno Crato foi responsável pela centralização do concurso, (...), e foi responsável pela definição e valoração dos requesitos que estabeleciam a ordem da classificação dos candidatos. Mas a tradução informática de tais requesitos por certo que não lhe pertenceu, mas sim aos técnicos e burocratas do Ministério. Não era obviamente função do Ministro operacionalizar a decisão política
Pois, nesta guerra política ao Ministro, ninguém ainda atribuiu um mínimo de culpa que fosse aos responsáveis directos pela asneira, incompetentes na tarefa que lhes era pedida e tinham a obrigação de cumprir com zelo e rigor. 
Claro que há dezenas de anos que se repetem erros técnicos e burocráticos de natureza semelhante, qualquer que seja a etiologia dos ministros, sejam do PS ou do PSD e os fizeram tombar. Os burocratas, aliados aos sindicatos dos professores, sabem bem que eles ficam e são os donos, mesmo se no caminho vão trucidando os desgraçados ministros que lhes caem pela frente".

E esta é uma verdade que desde sempre se tentou esconder e ninguém nunca quis assumir, pois é mais fácil pedir a cabeça de um Ministro, que acusar funcionários públicos (que não dá votos e enfurece os sindicatos, para os quais os trabalhadores nunca têm culpa de nada), levantar processos de inquérito e disciplinares, se for caso disso, sancionando os verdadeiros culpados por erros, que naquilo que no presente interessa principalmente, estão a privar de aulas alguns milhares de alunos e a impedir um acesso célere a vários processos judiciais.




É preciso de uma vez por todas, responsabilizar na administração pública, como acontece na iniciativa privada, quem erra, gostem os sindicatos em geral e o Sr. Mário Nogueira em particular, ou não!