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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Boas notícias? Sim, mas...


Se esmiuçarmos um pouco este crescimento do PIB, que muitas alegrias está a dar desde ontem à gerigonça, verificamos que o mesmo assenta em factores pontuais como o turismo e onde se "destaca-se mesmo a venda de aviões militares para a Roménia, num contrato cujo valor ascende a cerca de 180 milhões de euros". Será que nos próximos meses vamos continuar a ter F-19 para vender e contribuir para a subida do PIB?

Ou seja, os mercados externos e a situação global, que têm sido apontados pelo governo como os principais culpados do fraco crescimento económico, são neste momento o grande motivo para as alegrias momentâneas da geringonça, aproveitando este facto para desviarem a atenção do buraco que está a ser a novela dos administradores da CGD e das respectivas declarações de rendimentos.

De reter também que do 2º para o 3º trimestre, aquele que era, no famoso plano macroeconómico dos 12 mágicos, o grande motor para o crescimento - a procura interna - "registou um contributo negativo".

Mas este crescimento de 1,6% no 3º trimestre, fica ao nível do resultado obtido no 3º trimestre de 2015 e aquém do obtido nos 1º e 2º trimestres do mesmo ano, resultados então considerados insuficientes pelo PS.

Como diz o Ricardo Arroja no Insurgente, estes dados "são duplamente surpreendentes. Porque surpreenderam pela positiva, e ainda bem. E, ao mesmo tempo, são surpreendentes porque não reflectem de modo algum a estratégia económica do Governo. É, pois, paradoxal que um Governo que fez da aposta no consumo interno a sua força motriz veja a economia portuguesa alcançar os melhores resultados trimestrais dos últimos anos não por via da procura interna, mas sim através da procura externa (...) Moral da história: a política económica do Governo pouco tem a ver com o número hoje divulgado. Ainda bem".

Boas notícias? Sim, mas ....

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

E agora Galamba, o que é que vais celebrar?

Económico 2-3-2015
No ano em que o PIB português progrediu 1,6%, o sempre cómico João Galamba, um dos 12 mágicos do cenário que previa um crescimento de 2,6% ao ano, afirmava ser "difícil de perceber o que celebram Passos e Portas".

Pois bem. Agora que o governo socialista de António Costa, acompanhado pelo silêncio ensurdecedor do PCP e do BE, prevê para este ano apenas um crescimento de 1,2% e de 1,7% para 2017, mas em que o Banco de Portugal "aponta para uma desaceleração do PIB, de 1,6 por cento em 2015 para 1,1 por cento em 2016", e em que o "consumo privado deverá desacelerar de 2,6 por cento em 2015 para 1,8 por cento em 2016", é caso para perguntar ao João Galamba o que vai celebrar.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

E quer esta gente ser governo XVII



Depois de tudo pelo que o país teve que passar, devido aos desvarios e teimosias do 44, que nos deixou em herança um Portugal quase na bancarrota, este resultado deveria merecer a congratulação e os aplausos de todos. Mas não, o PS continua a lidar mal com o sucesso de Portugal e dos portugueses. É o dizer mal, apenas por dizer!

Esquece-se Ferro Rodrigues, que com o PS no governo, ao fim de 6 anos o resultado foi uma Troika. Com o PSD em apenas 3 anos regressámos ao crescimento. Pequeno sem dúvida, mas incomparavelmente melhor do que continuarmos de mão estendida a negociar e a pedir ajuda aos nossos parceiros internacionais, como outros, que parecem ser para os socialistas o exemplo a seguir. Triste exemplo, diga-se.

Se não estivéssemos hoje, como infelizmente ainda vamos estar ainda muitos anos, a pagar essa ajuda e as loucuras das SCOUTS e PPP's Socráticas, imagine-se qual poderia ser hoje o crescimento de Portugal.

É caso para dizer, Por qué no te callas, Ferro Rodrigues.

E quer esta gente ser governo!

Adenda:
Outubro de 2013: PS teme que Orçamento provoque recessão em 2014
Hoje: PS perplexo com elogios do Governo a "resultados medíocres"