Mostrar mensagens com a etiqueta PS. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta PS. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Começamos bem


Começamos bem. Para baixarem a factura da luz aumentam a dos telefones. Como, não explicam.

Sabendo-se que há mais telefones que contadores de electricidade, está bem de ver o que vai acontecer, nomeadamente  "se um consumidor ou uma família com mais do que um contrato com um operador", ou com contratos com várias operadoras, "ficará sujeito ao pagamento da taxa mais do que uma vez".

O socialismo syrizico no seu melhor.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

“Ab sofort!, unverzüglich”

Morreu Guenter Schabowski, o homem que em 9 de Novembro de 1989 com apenas 3 palavras - “Ab sofort!, unverzüglich” (Imediatamente! Sem demora!) - derrubou de forma inesperada para todos o Muro de Berlim, num processo que se tinha iniciado apenas 3 meses antes em Leipzig, quando um punhado de pessoas insatisfeitas com o governo da Alemanha Oriental organizou uma manifestação pacífica no adro da igreja de São Nicolau.

Com a queda do Muro de Berlim, iniciava-se o desmoronamento do Bloco de Leste e de todo um sistema politico opressivo, de que em Portugal, 15 anos depois da nossa revolução de Abril, apenas o PCP e outros extremistas de esquerda continuavam a defender a todo custo. Curiosamente os mesmos com os quais António Costa quer agora estabelecer um acordo governativo e, sabe-se lá, até levar para um futuro governo por si liderado.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Antes de 4 de Outubro a extrema-esquerda era sinal de irresponsabilidade

A 3 dias das eleições, para Carlos César, PC e BE, não passavam de partidos demagógicos e radicais e Jerónimo de Sousa e Catarina Martins eram boas pessoas, mas votar neles era pedir mais irresponsabilidade.

3 dias depois, estes irresponsáveis, demagógicos e radicais passaram a ser os melhores parceiros para governar Portugal, com os quais Carlos César se tem sentado à mesa das negociações, tudo fazendo ao que parece, para garantir o poder.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Muralha de aço

Alguém já viu por aí a muralha de aço que o PS prometeu para hoje?

Seguir-se-á o novo hino socialista "Força, força, camarada Costa"?

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

O que o PS não quis ouvir








Isto é o que de importante o Presidente disse ontem aos Portugueses em geral e em particular a António Costa, que nestas três últimas semanas acenou com um pseudo acordo que asseguraria um governo estável para 4 anos, mas que chegado o momento de o apresentar, o mesmo não existe, nem sabemos se virá a existir. Posto perante este facto não restava outra saída ao Presidente da Republica.

É realmente lamentável o comportamento de António Costa, ao tentar dar a entender aos Portugueses, que tinha um acordo com o PC e o BE, que só não o mostrava para não dar trunfos à direita, quando na verdade nada ou quase nada tem. 

Mais uma vez António Costa brinca com os Portugueses e as conclusões da reunião da Comissão Politica de ontem, são prova mais do suficiente, que ainda não conseguiu chegar a um acordo. Será que vai chegar? E se chegar, com que preço para Portugal?

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Por falar em surpresas desagradáveis

Ontem Fernando Medina não encontrou ninguém que quisesse pagar parte da divida da Câmara Municipal de Lisboa.

Seria esta uma das surpresas desagradáveis, de que o PS têm insistentemente falado nos últimos dias?


Esta é sem dúvida uma surpresa desagradável de "grande gravidade económica" para Fernando Medina, para a CML e para Lisboa, que vê assim adiada por mais uma vez uma solução para  aqueles terrenos.

Vamos aguardar pacientemente até às 17 horas do dia 2 de Dezembro, a ver se da mais de uma dezena de investidores, que falava em Junho o vereador das finanças, algum reaparece ou se a Câmara tem que fazer aquilo que parece óbvio - alterar as condições actuais da hasta pública.

domingo, 18 de outubro de 2015

Prefiro mil vezes os credores aos comunistas

Discordando na parte em que coloca a Coligação Portugal à Frente e o PS, no mesmo prato da balança, pois é por demais evidente para todos, que a Coligação tudo tem feito para chegar a um entendimento com o PS e que o PS assumidamente não trata nem negoceia com a Coligação, como negoceia com o PC e o BE, este artigo de opinião do António Barreto merece ser lido, principalmente pela esquerda, que continua a ver vitórias em todo o lado, menos em quem ganhou estas eleições, ao mesmo tempo que se esquecem que são muitos mais os pontos que os separam do que aqueles que os poderiam unir e que isso foi por demais evidente nos ataques e insultos que trocaram durante a campanha.  

(...) Seria bom que se visse nos programas do PCP e do Bloco o que estes partidos pretendem do futuro de Portugal, da democracia em geral, da democracia avançada em particular, da União Europeia, do euro, da NATO, da iniciativa privada, do investimento internacional, do endividamento externo, da negociação da dívida...(...)  Na verdade, o PCP não faz parte das soluções democráticas. O PCP integra o sistema democrático pela simples razão de que a democracia é o regime de todos, incluindo dos não democratas. Essa é a força da democracia, por vezes a sua fraqueza. Mas o PCP nunca deu provas de considerar a democracia algo mais do que uma simples transição para o regime comunista, através de uma democracia avançada, cujos horrores são conhecidos. Enquanto o PCP se mantiver fiel a tudo quanto o fez viver até hoje, deveremos tratá-lo como todos os comunismos e fascismos: combatê-los com a liberdade. A ter de ficar nas mãos de alguém, prefiro mil vezes os credores aos comunistas. Destes, sei que não se sai vivo nem livre".

sábado, 17 de outubro de 2015

Isto é um putedo!





Há muito que o MRPP e o grande educador do proletariado português, não nos brindavam com tão deliciosa prosa.

Embora discordando ideologicamente do Camarada Arnaldo Matos, a verdade é que coloca o dedo na frida relativamente ao PC e ao BE, que depois de dizerem cobras e lagartos do PS na campanha eleitoral e de o acusarem de estar sempre do lado da direita quando esteve no governo, agora tudo parecem fazer para lhes viabilizarem um governo. Mas será que é isso mesmo que pretendem, ou estaremos assistir a uma grande farsa, em que por um lado negoceiam com o PS, e por outro, BE e PC, poucas ou nenhumas garantias de estabilidade e segurança oferecem a António Costa.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

63,8% são contra governo de esquerda

Não é normal comentar ou publicitar sondagens. Mas tendo em consideração que, na sua globalidade, as sondagens realizadas durante a recente campanha eleitoral, acertaram no resultado final, não deixa de ser expressivo o resultado desta sondagem, realizada pela Aximage para o CM e na qual 52,5% dos inquiridos preferem um governo da coligação PSD-CDS com o participação ou apoio parlamentar socialista, contra apenas 36,3 que preferem uma solução de esquerda, seja ela qual for.

Na mesma sondagem, 63,8% dos inquiridos manifestaram-se contra um acordo para um governo de esquerda

Nem mais!



"o espaço à direita do PS, sairá, não se duvide, ileso de tudo isto. Enganado mas incólume. Se vierem a desaguar na oposição, PSD e CDS serão implacáveis. Mais unidos que nunca, quando falam do país sabem o que dizem e do que falam. Estão serenos como um lago suíço e, ao contrário de António Costa, não estão desesperados, nem têm pressa. Sabem que o tempo corre a seu favor. Têm agido com responsabilidade e inteligência política. Não foi devido a eles que as bolsas já hoje se inquietaram e ainda a procissão não saiu da igreja.

E mesmo sabendo nós que na política há ainda mais surpresas do que na vida, o mal está feito: haja ou não haja estreia da peça, António Costa não terá, face ao país ou face a mim mesma, uma segunda oportunidade para se redimir deste seu assalto ao poder". (In Observador 14-10-2015, por Maria João Avilez)

Sim, porque é de um puro e simples assalto ao poder, aquilo a que estamos a assistir, por parte de António Costa e da esquerda radical, numa lógica de poder pelo poder, com o único fim de impedir, por todos os meios, que quem ganhou governe, e tendo como programa apenas a reversão de todas as medidas do anterior governo.

Como disse Sá Carneiro "A politica sem risco é uma chatice mas sem ética é uma vergonha". E ética é um conceito que tem andado muito afastado para os lado do Largo do Rato.

domingo, 11 de outubro de 2015

Para António Costa parece valer tudo para chegar a primeiro ministro

Antes de 4 de Outubro, para António Costa o “PCP e Bloco de Esquerda eram meros partidos de protesto”, que "Querem estar nas manifestações, mas não no Governo", tendo mesmo apelidado de "parasita" o Bloco de Esquerda.

Volvidos apenas uns dias, é com estes mesmos parasitas e contestatários que António Costa negoceia, numa tentativa desesperada de chegar a primeiro ministro.


Terá sido nisto que os portugueses votaram, quando disseram que não o queriam como primeiro ministro? Não, não foi e António Costa sabe-o bem. Sabe que está a tentar obter na secretaria o que não conseguiu nas urnas e isso apenas tem um nome - Fraude!

Os portugueses sabem agora que António Costa é um melão, que apenas depois das eleições se revelou aos portugueses e aos socialistas, nos quais está a provocar divisões que poderão vir a ter consequências imprevisíveis.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Quando nem a mulher acredita...


Quando António Costa nem a mulher consegue convencer de que o PS é a solução, Domingo um voto pode fazer a diferença, entre continuarmos no caminho da estabilidade e da saída da crise ou voltarmos a 2011, à beira da bancarrota e à troika, em que o Governo PS, de que António Costa fez parte, nos deixou.

Domingo tu podes fazer a diferença!

terça-feira, 29 de setembro de 2015

É por estas e por outras que não gosto deste senhor

Não gosto, nunca gostei e não me parece que venha a gostar deste senhor, que tive o bom senso de não apoiar em 1986. Um troca-tintas e vira casacas, que nos últimos anos tão depressa diz uma coisa como o seu contrário.

Mas apesar de discordar do seu percurso politico e da forma como tem agido e intervindo na vida politica nacional nos últimos anos, vale a pena recordar como é que falou de Sócrates em 2011, dizendo pior do seu ex-primeiro ministro, do que muitos adversários disseram, não sabendo guardar algum decoro por quem ao fim de muitos anos o chamou de novo para integrar um Governo. Não deixa também de ser surpreendente verificar, que apenas tece elogios a Sócrates relativamente ao seu 1º governo, aquele de que fez parte, parecendo afirmar que o 1º governo apenas teve um bom desempenho porque ele estava lá. Presunção e água benta, cada qual toma a que quer...

É preciso muita lata, muita desfaçatez e muito descaramento, para depois de tudo o que disse da governação socialista de Sócrates, vir agora apoiar António Costa, que continua a defender as politicas levadas a cabo por José Sócrates e cujo programa eleitoral se baseia no mesmo tipo de politicas e promessas, que quase levaram o país à bancarrota.


Será isto que queremos de novo para Portugal?

domingo, 27 de setembro de 2015

A proposta do PS para a Segurança Social é perigosa


Nesta entrevista ao Diário de Noticias, Bagão Félix, muito critico desde sempre para o actual governo, vem agora chamar à atenção para os perigos e fragilidades da proposta do PS para a Segurança Social, que se baseia numa "fezada na economia" e "numa "fé" enorme nas folhas de cálculo como método de financiamento da SS", sem se esquecer de referir que é possível poupar os 600 milhões, propostos pela coligação, sem se mexer nas pensões e que é irrealista o corte proposto pelo PS de 1020 milhões nas pensões não contributivas.

Quanto às alternativas de financiamento da Segurança Social, propostas pelo PS, mais não são que "trocar receitas certas na SS por receitas incertas, senão mesmo falaciosas. Quanto às portagens, acho que foi um descuido de entusiasmo do Dr. António Costa de que já deve estar arrependido".

Mas sobre estas afirmações, o mais curioso é o silêncio ensurdecedor da esquerda em geral e em particular dos socialistas, que nos últimos anos têm utilizado Bagão Félix como arma de arremesso contra o governo e agora nada dizem e a quem aconselho uma leitura atenta.

Programa do PS é um exercício muito difícil




Quem o afirma é o ex-ministro das Finanças de José Sócrates, onde sem deixar de fazer alguns elogios ao programa construído por Costa, deixa vários alertas sobre os perigos que podem vir com a sua implementação.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Para o nº 2 da lista do PS por Castelo Branco, António José Seguro seria melhor candidato a primeiro ministro


Quando nem um candidato a deputado socialista, acredita no candidato a primeiro ministro do próprio partido, como é que os portugueses podem ter confiança em António Costa?

São cada vez mais os candidatos socialistas a colocarem pauzinhos na engrenagem de António Costa.

Eurico Brilhante Dias, nº 2 por Castelo Branco é apenas mais um candidato socialista a dar uma facadinha no António Costa. Ou será que percebendo que a situação é cada vez mais complicada para o PS, já está a pensar na noite de 4 de Outubro, e começa a abandonar o barco, para ser dos primeiros a fazer a António Costa, o que este fez a Seguro? Advinham-se tempos interessantes para os lados do Largo do Rato.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

É esta a confiança que António Costa promete ao país

Se dúvidas houvesse de que o PS coloca os interesses do partido à frente dos interesses do país, ou como António Costa disse, "O que interessa é que o PS ganhe", hoje o líder socialista esclareceu todas as dúvidas, quando ao mesmo tempo que afirma que desconhece o programa da coligação, vem afirmar sem margens para dúvidas que não vai viabilizar o próximo orçamento de estado, se a coligação ganhar as legislativas.

Depois da recusa de ontem ao convite de Pedro Passos Coelho, para após as eleições se sentarem à mesa para discutirem uma reforma da segurança social, estas declarações são de uma enorme irresponsabilidade, para alguém que quer ser primeiro ministro e promete uma alternativa de confiança. Que confiança podem os portugueses esperar de alguém que se recusa desde já a conversar depois das eleições (independente de ganhar o PS ou a coligação, e de Pedro Passos Coelho ter afirmado estar disponível em qualquer das situações), e sem conhecer um futuro Orçamento de Estado, já afirma não estar disponível para o viabilizar, lançando uma ameaça de instabilidade ao país.

Com esta atitude, António Costa, como bom socialista que é, mostra valorizar mais os seus interesses pessoais e politicos, que a estabilidade que o país precisa.

Falta saber se o PS perder as eleições, António Costa se aguenta no dia seguinte à frente do PS e portanto se estará em condições de decidir seja o que for.

Adenda: "Desde a I República que não aparecia um cacique da envergadura do dr. Costa na cena política portuguesa, pronto a meter o país no fundo por vaidade pessoal ou conveniências partidárias. Apareceu anteontem. Pobres de nós". Vasco Pulido Valente, Público 20-9-2015