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sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Aumento das portagens: Palavra dada não é palavra honrada!


Lembram-se das promessas de António Costa em 2015?


Na oposição e em campanha é fácil fazer promessas e assumir compromissos. O dificil é honrar a palavra dada. Só falta virem dizer um dia destes, que só não aboliram as portagens na Via do Infante, por imposição do PCP e do BE!

Curiosamente, ou talvez não, não se houve nem uma palavra das comissões de utentes, outrora tão ativas contra as portagens na Via do Infante, quando os governos eram liderados pelo PSD. É caso para dizer, diz-me com quem tem calas, dir-te-ei de que partido és.

É cada vez mais evidente o controlo das mais diversas comissões de utentes - das portagens, dos transportes públicos, da área da saúde - por parte do PCP, que ao longo dos anos tem usado e abusado deste expediente, para fazer política e oposição a diversos governos, em vez de defenderem os interesses daqueles que supostamente dizem representar.

Situação idêntica é o silêncio dos sindicatos, com especial evidência dos da Inter, que desde que o PCP permitiu a existência deste governo, têm mantido um silêncio quase absoluto, de é exemplo máximo o Sindicato dos Professores e o até há um ano atrás sempre contestatário Mário Nogueira, mas que desde que a geringonça tomou o poder, parece ter ficado afónico.

domingo, 30 de outubro de 2016

Retrato de um projeto falhado

A realidade prova que a palavra dada não está a se a ser honrada. Com prejuízo no dia-a-dia dos portugueses.

Os números e a realidade provam que o modelo económico e social que a esquerda vendeu aos portugueses falhou:
- Não traz mais e melhor
emprego;

- Não acrescenta qualidade de vida aos portugueses;

- Fragiliza a vida dos portugueses e fragiliza o País.

Quase um ano depois, é este o retrato da aliança das esquerdas.


Aqui é possível ver os compromissos públicos do atual Primeiro-Ministro confrontados com a realidade retratada por vários órgãos de comunicação social. 

Das promessas socialistas – não contestadas mas apoiadas pela maioria parlamentar – à nova realidade dos portugueses distam quase dez meses do atual governo. Um tempo que de “novo” pouco revelou. Trouxe um regresso ao passado de velhos hábitos e maus resultados ou até mesmo a estagnação do presente. Das aspirações dos portugueses. Dos sonhos de várias gerações. Recuperou modelos que já provaram resultar em sacrifícios que retiraram o horizonte de maior felicidade a que todos ambicionamos.

domingo, 23 de outubro de 2016

Para António Costa, a palavra deixou de ser para honrar



A Lei 159-D/2015 em vigor e aprovada pela geringonça em 18-12-2015, é clara na forma como determina o fim da sobretaxa a partir de dia 1 de Janeiro do próximo ano. Já não são só as promessas eleitorais que não conseguem cumprir, são as próprias Leis que criaram que não cumprem. E fazem-no não a pensarem no país, mas apenas no calendário eleitoral, pois caso contrário diriam ao país, que independentemente da altura em que deixar de ser aplicada, terá efeito sobre todo o rendimento de 2017.

E o pagamento aos pensionistas e funcionários públicos do Subsidio de Natal por inteiro em novembro? Outra promessa que não vai ser cumprida, pelo segundo ano consecutivo.

Quanto à "Palavra dada tem que ser palavra honrada", estamos cada vez mais esclarecidos!

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Onde andam as promessas dos 12 mágicos de Abril do ano passado

As promessas dos 12 mágicos do PS apresentadas em Abril do ano passado têm vindo a desaparecer e o "OE 2017 enterra de vez as expectativas criadas durante a campanha para as legislativas quanto a um cenário mais rosa de crescimento da economia portuguesa".

Se não vejamos: 

A previsão era que "o produto interno bruto pudesse acelerar 2,4% em 2016 e 3,1% em 2017. Segundo o OE 2017, a economia só vai crescer 1,2% em este ano e 1,5% no próximo". E é importante não nos esquecermos que em 2015, com o governo PSD/CDS a economia cresceu 1,6%!





E por fim uma das principais bandeiras de campanha do PS, também se está a desvanecer. A previsão de crescimento do emprego era de "1,4% em 2016 e 1,9% em 2017. Mas o OE 2017 só conta agora que o emprego suba 0,8% este ano e 1% no próximo".

Palavra dada, palavra honrada!

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Onde andam os prometidos crescimentos de 2,4% e 3,1%

Via FB Luis Faria
A propósito da revisão em baixa do crescimento para 2016 e 2017 (1,2% e 1,5%) é bom não nos esquecermos do que o PS dizia e prometia há um ano atrás e que agora tudo faz para esquecer e esconder, chegando ao desplante de ter apagado do seu site o milagroso cenário macro económico, que previa crescimentos de 2,4% e 3,1%, para 2016 e 2017.

Via 31 da Armada

Apesar de o conseguirem apagar do site, não conseguem apagar as noticias que na altura o noticiaram e que podem ser vistas aqui e aqui.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Palavra dada, palavra honrada!

Económico 23-12-2016
Publico 23-8-2016
Palavra dada tem que ser palavra honrada!
                                                                           António Costa 10-11-2015