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sábado, 29 de março de 2014

Novos cortes só devem visar quem ganha muito

Para aqueles que acusam o Presidente da República de não intervir a tempo, as últimas intervenções do Chefe de Estado têm antecipado os acontecimentos, enviando mensagens muito claras do que pensa que devem ser os caminhos que o país deve seguir no futuro imediado.

Ontem no Alentejo, o Presidente da República foi muito claro:




Quando todos os indicadores mostram que estamos no bom caminho, destacando-se a consistente descida dos juros da dívida, nomeadamente a taxa de juro da dívida a 10 anos, que foi ontem negociada abaixo dos quatro por cento, pela primeira vez desde Janeiro de 2010, as palavras do Senhor Presidente da República não podem deixar de ter as devidas consequências.

E para os que andam, por um lado, mais distraídos com a intervenção do Senhor Presidente da República e por outro com os que julgam que o fim do programa de ajustamento em Maio, significa o fim da austeridade e do rigor financeiro e orçamental, relembro aqui o prefácio do livro Roteiros VIII, onde o Chefe de Estado afirma que, "é uma ilusão pensar que as exigências de rigor orçamental colocadas a Portugal irão desaparecer em meados de 2014, com o fim do atual programa de ajustamento económico e financeiro. Qualquer que seja o governo em funções, o escrutínio europeu reforçado das finanças públicas portuguesas, bem como a monitorização da política económica, vai prolongar-se muito para além da conclusão do atual programa de ajustamento.

Estou firmemente convicto de que os Portugueses preferem o compromisso ao conflito. Ao longo dos últimos anos, vivendo pesados sacrifícios, os nossos cidadãos revelaram um extraordinário sentido de responsabilidade. Agora, é chegado o tempo de as forças político-partidárias mostrarem que estão à altura desta exemplar atitude do povo português".

Prefácio do livro Roteiros VIII, a ler aqui na integra

domingo, 10 de março de 2013

Uma crise anunciada

Prefácio do livro "Roteiros VII", publicado pelo Presidente da República, onde é feita uma análise das razões que nos levaram a esta crise e do consequente pedido de apoio financeiro externo, apoiado por 90% dos deputados, questões que muitos continuam a querer esquecer e actuam como se não tivessem qualquer responsabilidade na actual crise.

Aos que criticam o "silêncio" do Presidente da República, é respondido de uma forma clara que não é com protagonismos e exposição mediática, que o Presidente da República pode ajudar o país, mas sim com uma verdadeira "magistratura de influencia", muita vezes executada longe dos olhares dos media e desconhecida da maioria dos Portugueses, mas que tem contribuído, tenha a certeza, para que Portugal venha recuperando a sua credibilidade quer internacional, quer junto dos Portugueses, que têm contribuindo de uma forma exemplar, para sairmos da crise. 


Download do PDF do prefácio aqui