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quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Portugal sobe 15 lugares e ocupa 36º lugar no ranking mundial de competitividade


Conforme afirma hoje Vital Moreira no seu blog Causa Nossa, "Com resultados "mistos" noutras áreas, o "programa de ajustamento" parece estar a dar frutos num dos seus principais objetivos: a melhoria da competitividade económica do País", um dado que nossa oposição tende sistematicamente a desvalorizar.

Ainda segundo Vital Moreira "Portugal beneficia de uma subida substancial no ranking, trepando da 51ª posição para a 36º, eliminando o gap em relação à Espanha (35º), nosso principal competidor, e abandonando a cauda dos Estados-membros da UE, estando agora a meio da tabela (14ª posição). Notável!"

Outro dado que é sistemáticamente omitido quer pela oposição, quer mesmo por uma grande parte da nossa imprensa, é a redução que este Governo conseguiu na despesa, que como ontem o Ministro Poiares Maduro referiu, não se centrou apenas nos salários e pensões: "Na realidade a despesa primária excluindo remunerações foi reduzida por este governo em mais de 6 mil milhões ao ano. Houve uma redução muito superior em áreas que não dizem respeito a salários e pensões do que nessas áreas". E este terá sido um dos muitos factores que contribuíram para esta significativa subida de Portugal neste ranking, onde um dos muitos pontos analisados são as instituições e a sua eficiência.

O Relatório de Competitividade Global 2014-2015, pode ser consultado aqui
O ranking mundial de competitividade 2014-2015 pode ser consultado aqui

sábado, 17 de maio de 2014

Caminho para o Crescimento: Uma estratégia de reforma de médio prazo para Portugal

Portugal terminou hoje do programa de ajustamento de três anos, acordado com a UE/FMI, com as finanças públicas mais sólidas e a economia mais competitiva: em 2013, o saldo da conta corrente apresentou superávite pela primeira vez em décadas, e está no caminho certo para atingir um excedente orçamental primário este ano, o primeiro desde 1997. Juntamente com as reformas estruturais, estas políticas começaram a dar frutos já há um ano, uma vez que a economia começou a crescer de novo e a criação de emprego foi retomada.

Nestes três últimos anos foram realizados progressos consideráveis graças ao esforço e à determinação dos Portugueses. No entanto, muito há ainda por fazer.

Para fortalecer estas bases sólidas e construir sobre elas, o Governo adotou uma Estratégia de médio prazo destinada a garantir que a dívida é mantida numa trajetória claramente descendente e que as reformas prosseguirão no ritmo necessário - «Caminho para o Crescimento: Uma estratégia de reforma a médio prazo para Portugal», que descreve os principais compromissos assumidos pelo Governo, a respetiva estratégia de reformas para o futuro e apresenta uma lista e um calendário para as próximas medidas. 

No âmbito dos compromissos decorrentes da moeda única, Portugal deve prosseguir o processo de consolidação orçamental e reduzir a sua dívida pública. E, embora Portugal esteja a regressar ao crescimento, é necessário manter o atual ritmo de reformas de forma a apoiar a retoma e aumentar os ganhos de competitividade entretanto alcançados

Faça o download do documento aqui

Para obter uma lista completa e detalhes sobre as centenas de medidas adotadas durante o programa, ver: «A Gestão do Programa de Ajustamento: 1000 dias, 450 medidas cumpridas»

A Gestão do Programa de Ajustamento: 1000 dias e 450 medidas cumpridas

A Gestão do Programa de Ajustamento: 1000 dias e 450 medidas cumpridas”, foi apresentado pelo Governo no passado dia 9 e dá conta do trabalho feito ao longo dos últimos três anos no cumprimento do programa de ajustamento económico e financeiro acordado com a Troika.

Este livro explica, de forma sucinta, as metas a que o País se propôs e aquilo que foi alcançado, "não pretende portanto contar a história do Programa de Ajustamento ou avaliar o impacto do mesmo. Pretende algo bastante mais simples, mas num certo sentido mais exigível: prestar contas do que foi feito em concreto no âmbito dos Memorandos acordados pelo Estado Português e a Comissão Europeia, BCE e FMI (...) e reequilibrar a percepção que a generalidade das pessoas tem sobre o Programa de Ajustamento.

Todos conhecemos a face mais dura, nunca escamoteada, do ajustamento – o exigente caminho que tem sido percorrido para corrigir os desequilíbrios macroeconómicos e orçamentais. Todos conhecemos as metas do défice, o nível da dívida pública, a evolução dos custos do financiamento da dívida. Todos conhecemos os problemas mas também as pequenas vitórias que foram surgindo neste processo assim como os crescentes sinais de recuperação económica e criação de emprego.

Menos conhecida é a agenda estrutural presente nos Memorandos de entendimento. Se estes se resumissem às metas do défice, uma página bastaria. No entanto sabemos que os dois documentos acordados com a Comissão Europeia, BCE e FMI têm várias dezenas de páginas, sem dúvida menos lidas mas não menos importantes. São as páginas que contêm as centenas de medidas de transformação estrutural da nossa economia. 

Este documento conta essa estória menos conhecida. Descreve as medidas pouco faladas mas que no fundo ocuparam o dia-a-dia deste Governo e o de centenas de pessoas em gabinetes ministeriais e serviços da Administração Pública."

Como é salientado no prefácio do Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho, Portugal tem “todas as razões para ter esperança no futuro”.

Faça o download do livro aqui

domingo, 6 de abril de 2014

Assim ou assim - Faz hoje 3 anos

Quando há precisamente 3 anos estávamos a um passo da banca rota, lembram-se qual era a principal preocupação de José Sócrates?


Relembre aqui os acontecimentos que antecederam o pedido de ajuda externa, a 6 de Abril de 2011

domingo, 30 de março de 2014

Portugal é o herói-surpresa da retoma na Zona Euro


E quanto à gravidade das afirmações, só se forem as do líder da oposição, que continua a tudo fazer para descredibilizar os resultados do enorme esforço pedido aos portugueses, mas que começa a apresentar resultados, ainda ténues, mas claramente positivos, que levaram o Financial Times a afirmar que "Portugal é o herói-surpresa da retoma na Zona Euro".


Mas o FT não deixa no entanto de realçar que “Apesar dos sinais positivos de que a economia emergirá este ano, após três anos consecutivos de recessão (…), muitos portugueses não têm grandes perspectivas de um alívio imediato das dificuldades que vivem”, pelo que devemos encarar estes sinais positivos de forma cautelosa, pois ainda falta muito, até que os portugueses sintam nos seus bolsos estes sinais de retoma da economia e da confiança que os mercados voltaram a ter em Portugal.

sábado, 29 de março de 2014

Os Nobel e a economia portuguesa



Com ou sem restruturação, com mais ou menos austeridade as opiniões sobre o enorme esforço pedido aos portugueses e os bons resultados que se começam a registar, apontam no mesmo sentido: estamos no bom caminho.

Novos cortes só devem visar quem ganha muito

Para aqueles que acusam o Presidente da República de não intervir a tempo, as últimas intervenções do Chefe de Estado têm antecipado os acontecimentos, enviando mensagens muito claras do que pensa que devem ser os caminhos que o país deve seguir no futuro imediado.

Ontem no Alentejo, o Presidente da República foi muito claro:




Quando todos os indicadores mostram que estamos no bom caminho, destacando-se a consistente descida dos juros da dívida, nomeadamente a taxa de juro da dívida a 10 anos, que foi ontem negociada abaixo dos quatro por cento, pela primeira vez desde Janeiro de 2010, as palavras do Senhor Presidente da República não podem deixar de ter as devidas consequências.

E para os que andam, por um lado, mais distraídos com a intervenção do Senhor Presidente da República e por outro com os que julgam que o fim do programa de ajustamento em Maio, significa o fim da austeridade e do rigor financeiro e orçamental, relembro aqui o prefácio do livro Roteiros VIII, onde o Chefe de Estado afirma que, "é uma ilusão pensar que as exigências de rigor orçamental colocadas a Portugal irão desaparecer em meados de 2014, com o fim do atual programa de ajustamento económico e financeiro. Qualquer que seja o governo em funções, o escrutínio europeu reforçado das finanças públicas portuguesas, bem como a monitorização da política económica, vai prolongar-se muito para além da conclusão do atual programa de ajustamento.

Estou firmemente convicto de que os Portugueses preferem o compromisso ao conflito. Ao longo dos últimos anos, vivendo pesados sacrifícios, os nossos cidadãos revelaram um extraordinário sentido de responsabilidade. Agora, é chegado o tempo de as forças político-partidárias mostrarem que estão à altura desta exemplar atitude do povo português".

Prefácio do livro Roteiros VIII, a ler aqui na integra

sexta-feira, 21 de março de 2014

Palpites sobre dívida não contam para nada

Em entrevista à TSF, Vítor Bento afirma que o recente debate sobre a questão da dívida pública tem sido feito por vozes mal informadas e que não estudaram o problema: «a maior parte das pessoas que fala na praça pública não sabe daquilo que fala, não estudam. E, portanto, mandam palpites. Palpites que entretém o circo mediático, mas que não contam para nada, e não resolvem problema nenhum».

Sobre o "debate" a que temos assistido ultimamente sobre o que fazer acerca da nossa divida pública, Vítor Bento defende que o país deve gastar «o esforço intelectual para descobrir o que deve fazer, e estudar os problemas», em vez de se limitar a «exigir aos outros que façam coisas por nós».

A ouvir com atenção, na integra hoje a partir das 20.00h na TSF. 
Excerto da entrevista pode ser ouvido aqui

quarta-feira, 19 de março de 2014

Maldita espiral recessiva

Mais uma vez a emissão de divida hoje realizada, saldou-se num enorme sucesso, com a procura a exceder a oferta, com as taxas de juros a 6 a 12 meses a baixarem novamente, caindo para menos de metade, respectivamente para 0,438% e 0,602%. 

Também hoje os juros da dívida a 10 anos, atingiram novos mínimos desde 2010 atingindo os 4,338%, sendo cada vez mais uma certeza que iremos deixar o programa de assistência económica e financeira, abaixo dos 4,5% falados pelo Ministro Rui Machete em Novembro passado e que na altura provocaram uma resposta totalmente despropositada do líder da oposição.   


Sendo ainda taxas de juro comparativamente altas se olharmos para o que se passa noutros países europeus, estes são valores que nos permitem começar a encarar o futuro de forma mais tranquila e um sinal cada vez mais consistente da confiança dos mercados e de que estamos no bom caminho.

É caso para perguntar ao Tó Zé (in)Seguro onde para a maldita espiral recessiva.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Juros da dívida abaixo de 4,5%

Lembram-se da "famosa" afirmação do Ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, quando afirmou que se queríamos evitar um 2º resgate a nossa taxa de juro (a 10 anos), teria que baixar dos 4,5%? A escandaleira que a esquerda, a começar pelo PS e pelo Tó Zé (in)Seguro fizeram na altura.


Hoje o que é que o Tó Zé (in)Seguro e o Assis irão dizer? Que este é mais um sinal que o esforço pedido aos portugueses não apresenta resultados? Que estamos no mau caminho?

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Ainda os 4,5% de Rui Machete

Pseudo-intelectuais de esquerda, sindicalistas, jornalistas e profissionais do quanto pior melhor, a começar pelo To Zé (in)Seguro, blasfemaram cobras e lagartos, contra as declarações do Ministro Rui Machete, quando este afirmou que teríamos que chegar a uma taxa de juro 4,5%, se queremos evitar um 2º resgate.

Mais recentemente rejubilaram por a Irlanda ter decidido sair do programa ajustamento pelo seu próprio pé, dispensando qualquer tipo de programa cautelar, seja lá o que isso for ou o que se chame e porque, segundo eles, Portugal vai de certeza continuar a precisar de ser apoiado.

Curiosamente esses mesmos profetas da desgraça, esqueceram-se de referir, que a Irlanda chegou ao fim do seu programa de ajustamento, com uma taxa de juro a 10 anos no mercado secundário de 3,6%.

Aconselho a este propósito a leitura do post "Juro da dívida pública irlandesa a 7 meses do termo do Programa, como era?", publicado no blog 4R - Quarta República a 20 de Novembro.