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sábado, 23 de novembro de 2013

Um dia a casa vem abaixo

Desde sempre, talvez há 30 anos ou mais, que conheci o nº 160 da Rua da Beneficência e o nº 22 da Rua Cristóvão de Figueiredo, abandonados e em ruína, em permanente perigo de alguma parte cair na via pública. Apesar das grades da Polícia Municipal que pretendiam impedir a passagem de peões, mas que eram permanente encostadas à parede, e da sinalização, muitos peões teimavam em passar naquele passeio e muitos automobilistas continuavam a estacionar. Felizmente que nunca aconteceu nenhum acidente, mas o perigo aumentava de ano para ano.

Ao longo dos anos foram muitas as historias que se ouviram sobre o porquê de estes dois imoveis estarem abandonados. Desde desentendimentos entre possíveis herdeiros a estarem arrolados num processo judicial, de tudo se ouvia um pouco.

Afinal a razão é apenas a da falta de entendimento entre o proprietário dos terrenos, que ali pretende construir um prédio, com uma altura que a CML considera excessiva, não aprovando os diversos projectos que entretanto terão sido apresentados.

Felizmente que o bom senso entre a Câmara Municipal de Lisboa e o proprietário prevaleceu e esta semana os prédios foram demolidos, evitando-se assim uma possível tragédia. A Câmara parece ter isentado de taxas a demolição, que ficou a cargo do proprietário.

Vamos agora aguardar para sabermos quantos mais anos durará o braço de ferro entre Câmara e proprietário, para conhecermos o prédio que ali nascerá.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Muita obra , Nenhuma limpeza!

Na ânsia de desbaratar os mais de meio milhão de Euros, que a Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima tinha na sua conta bancária no fim de 2012, a Senhora Presidente que agora se apresenta ao eleitorado como "independente", esquece as funções mais básicas de qualquer autarquia: o apoio aos mais desfavorecidos e a limpeza.

O estado em que se encontrava a Rua da Beneficência no passado sábado, é bem o espelho da intervenção de alguém, que apenas está preocupada com o seu futuro politico e há muito esqueceu os reais problemas da Freguesia. O lixo está por todo o lado na Freguesia!

Para a nova Freguesia das Avenidas Novas, no dia 29 de Setembro, queremos alguém que Sinta Lisboa como sua, que esteja todos os dias de olhos postos nos seus problemas, desde o primeiro ao ultimo dia de mandato. Queremos uma equipa que intervenha permanentemente na Freguesia e não apenas no último mês de mandato.

Daniel Gonçalves e a coligação Sentir Lisboa às Avenidas Novas, pelas experiencias profissionais e autárquicas dos seus candidatos, são só por si o garante de que esta equipa vai estar dedicada única e exclusivamente às Avenidas Novas, cumprindo com as suas obrigações próprias e das que possam vir a ser protocoladas no futuro, mas também exigindo da Câmara Municipal de Lisboa que cumpra com as suas obrigações na Freguesia.

Com o Daniel Gonçalves, as Avenidas Novas terão alguém que não se calará na Assembleia Municipal (onde os Presidentes de Junta de Freguesia têm assento por inerência), ao contrário de quem agora se recandidata como independente (não se sabe de quê), mas que durante 8 anos como Presidente de Junta nunca, rigorosamente nunca, interveio na Assembleia Municipal de Lisboa, além de não ter estado presente em cerca de metade das reuniões desse órgão  Não é isto que queremos para as Avenidas Novas. Não é assim que se defende a Freguesia e a sua população.

"A criação de brigadas permanentes de limpeza, que permitam acabar de vez com o lixo acumulado com que nos confrontamos todos os dias nas ruas e jardins de Lisboa, é uma das primeiras medidas que Fernando Seara implementará logo após a sua tomada de posse como presidente da Câmara Municipal. É uma medida urgente para melhorar a higiene urbana e a qualidade de vida dos moradores, e também a imagem da capital do país para os visitantes".

domingo, 8 de setembro de 2013

Obras assim não!

Esta é a obra de António Costa no Bairro Santos, prometida há mais de 2 anos e a que a Presidente de Junta de Nossa Senhora de Fátima e o seu capacho engenhocas se quiseram colar, propagandeando como sua, uma obra para a qual nada fizeram, numa estratégia eleitoralista e de pura demagogia.

O prometido arranjo das ruas do Bairro Santos não passa, nalguns dos casos, naquelas ruas cuja faixa de rodagem era (e nalguns casos ainda é) de paralelos, de um simples despejar de de uma camada de alcatrão, com o desastroso resultado que é visível, por exemplo nas Ruas Francisco Tomás da Costa e Jorge Afonso.

O resultado é um tapete de alcatrão que na melhor das situações se encontra ao nível dos passeios, mas na maior parte destes casos, está mais alto que os passeios, nalguns casos 10 cm ou mais, o que provocou a necessidade de deixar um canal entre o alcatrão e o passeio para o escoamento das águas pluviais. Vamos ver o resultado desta brilhante obra de engenharia, de que o falhado engenhocas Figueiredo tanto parece orgulhar-se, no próximo inverno. Mas não será preciso muito, para se perceber que vamos ter alguns passeios inundados.

Além nos naturais inconvenientes e perigo para todos os peões, esta situação é um enorme obstáculo para os deficientes motores e para todos os que têm uma mobilidade reduzida, como são os inúmeros idosos que vivem neste bairro.

Aliás já aconteceram nestas poucas semanas desde que colocaram este tapete de alcatrão, alguns acidentes com peões, num dos casos com graves consequências para o peão e também com pelo menos uma viatura.

Mas agora que as obras se encontram paradas, tendo ficado a meio na Rua da Beneficência, não será altura de se parar para refletir e evitar que tal desastre aconteça também na principal rua do Bairro?

É que é fácil verificar, que se a estratégia na Rua da Beneficência, onde os passeios têm pouquíssimos centímetros de altura, for a mesma, vamos ter o alcatrão mais alto que os passeios, as sarjetas e as diversas caixas técnicas (esgotos e outras), abaixo do nível do alcatrão  criando uma espécie de buracos e com todas as consequências a que atrás me referi.

Espero que o bom senso prevaleça e que em vez de despejarem umas toneladas de alcatrão a pensar unicamente nas eleições, seja feita uma verdadeira requalificação que a Rua da Beneficência merece e precisa, começando por se retirarem os paralelos e preparar devidamente o solo, para só depois ser colocado um tapete de alcatrão. É verdade que esta solução não permite ter a rua pronta antes das eleições, mas tem a vantagem de ser uma verdadeira requalificação, que todos queremos.

Basta de demagogia, popularismo e de obras de fachada a pensar nas eleições. Precisamos na nova freguesia das Avenidas Novas, de uma nova equipa que trabalhe dia a dia durante os 4 anos anos de mandato a pensar na sua Freguesia e em permanente ligação com a população e não apenas nas ultimas semanas do mandato.

Percebe-se cada vez melhor a decisão do PSD de não reiterar a confiança para mais um mandato à actual Presidente de Junta e apresentar ao eleitorado uma equipa nova, coesa, experiente, conhecedora da Freguesia e motivada, para bem servir a Freguesia e assim marcar a diferença. Alguém que Sinta Lisboa como sua.