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sábado, 19 de dezembro de 2015

Um mentiroso é sempre um mentiroso

Não vi a recente entrevista de José Sócrates à TVI. Mas do que li e vi na diversa impressa sobre a mesma, uma afirmação sobressaiu-me:


E sobressaiu-me, apenas porque tinha a ideia, que depois de uma rápida pesquisa pela internet, deixou de ser uma ideia, para ser uma certeza, de que o mesmo Sócrates tinha afirmado que tinha tido necessidade de contrair um empréstimo para ir estudar para Paris:


Um mentiroso é sempre um mentiroso!

Adenda: Retrato de Sócrates pelo próprio

terça-feira, 29 de setembro de 2015

É por estas e por outras que não gosto deste senhor

Não gosto, nunca gostei e não me parece que venha a gostar deste senhor, que tive o bom senso de não apoiar em 1986. Um troca-tintas e vira casacas, que nos últimos anos tão depressa diz uma coisa como o seu contrário.

Mas apesar de discordar do seu percurso politico e da forma como tem agido e intervindo na vida politica nacional nos últimos anos, vale a pena recordar como é que falou de Sócrates em 2011, dizendo pior do seu ex-primeiro ministro, do que muitos adversários disseram, não sabendo guardar algum decoro por quem ao fim de muitos anos o chamou de novo para integrar um Governo. Não deixa também de ser surpreendente verificar, que apenas tece elogios a Sócrates relativamente ao seu 1º governo, aquele de que fez parte, parecendo afirmar que o 1º governo apenas teve um bom desempenho porque ele estava lá. Presunção e água benta, cada qual toma a que quer...

É preciso muita lata, muita desfaçatez e muito descaramento, para depois de tudo o que disse da governação socialista de Sócrates, vir agora apoiar António Costa, que continua a defender as politicas levadas a cabo por José Sócrates e cujo programa eleitoral se baseia no mesmo tipo de politicas e promessas, que quase levaram o país à bancarrota.


Será isto que queremos de novo para Portugal?

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Quando Portugal pediu ajuda, os cofres públicos só tinham €300 milhões

Expresso Maio 2011
"Quando Portugal pediu ajuda, os cofres públicos só tinham €300 milhões. Sem auxilio externo, não há dinheiro para junho.

Na semana em que José Sócrates decidiu finalmente avançar para o pedido de ajuda internacional, os cofres do Estado estavam praticamente a zero."

Porque a memória é curta, especialmente a dos socialistas, nunca é demais recordar certas verdades.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Como a austeridade colocou um forte travão na dívida pública

Para além das explicações mais politicas ou práticas que já aqui e aqui publiquei, este post de João Pimentel Ferreira, publicado no blog Matemática Viva, dá-nos uma explicação "cientifica" recorrendo a exemplos práticos automobilísticos, que permitem um melhor entendimento do porquê de apesar da austeridade implementada por este governo desde o seu inicio e dos esforços que os portugueses fizeram durante estes 4 anos, só agora em 2015 se começa a inverter uma tendencia de subida permanente da divida, que se verificava sem interrupção desde 1992.

Mostra-nos também de forma clara, que apesar de nos anos de 2011 a 2014 (apesar de só ter tomado posse a 21 de Junho de 2011), o actual governo não ter conseguido travar a subida da dívida, a sua subida foi sendo sucessivamente menor de ano para ano, sendo negativa já em 2015.

A ler com atenção, especialmente para aqueles que demagogicamente continuam a insistir na mentira, de que este governo não conseguiu colocar um travão, um forte travão, no crescimento da divida pública, que teve o seu expoente máximo em 2010, último ano em que o PS e Socrates governaram e em que a divida pública de Portugal teve o maior crescimento de sempre.

(...) "A dívida pública é um sistema dinâmico porque qualquer variável de controlo que possa nela ser aplicada (os pedais no automóvel), estão longe de provocar no instante variações significativas. Cortar nos gastos do Estado não implica que a dívida desça de forma imediata, pois na dívida estão subjacentes compromissos de longo prazo, como o pagamento de juros em títulos plurianuais da dívida. Se alguns pagamentos como as PPP rodoviárias foram temporizados para alguns anos mais tarde, tal também tem efeitos dinâmicos na dívida. Podemos também afirmar de forma genérica que o Estado tem muitos compromissos financeiros, com muitas entidades, e que tal insere uma certa inércia no comportamento da dívida. Assim interessa estudar a dívida na ótica do estudo a sistemas dinâmicos. Neste caso por questões de simplicidade usamos sistemas dinâmicos discretos de segunda ordem, sendo cada ano civil a unidade de tempo.
No paralelismo da dívida pública com o automóvel de dois lugares, podemos afirmar que a distância na pista é o valor da dívida, ou seja, se o automóvel está na origem a dívida é zero, já se o automóvel está nos 160 metros, a dívida é 160 mil milhões de euros, ou seja, um metro por cada mil milhão de euros de dívida. Ora se num determinado instante em que os condutores avançam, eles trocarem de lugares e o novo condutor adotar uma tática diferente, o automóvel guarda uma inércia que precisa de ser corrigida, inércia essa que demora tempo a corrigir. Se o segundo automobilista quiser parar e fazer marcha-atrás, terá primeiro de travar. Mas mesmo que trave o automóvel, este continuará durante algum tempo no sentido positivo, ou seja, em frente (dívida a crescer, mas a crescer num ritmo mais baixo; automóvel a avançar, mas a avançar mais devagar). Só quando o automóvel estiver imobilizado, ou seja, a variação do avanço for zero (variação do avanço é a velocidade), é que o automóvel pode retornar e começar a fazer marcha-atrás.

Nesta contabilidade não se tem em conta ainda a variação do PIB, mas apenas o valor absoluto da dívida. Também não se contabilizam contabilidades paralelas (PPP, dívidas de empresas públicas), nem que mecanismos foram usados para baixar a dívida (por exemplo privatizações), fazemos apenas uma análise à dívida vista pelos valores que o PORDATA e o INE nos facultam. Resumindo, no caso do nosso automóvel, a distância percorrida pelo automóvel representa o valor absoluto da dívida; a velocidade do automóvel representa a variação da dívida; e a aceleração representa a variação de segunda ordem da dívida.
Caso o caro leitor tenha percebido a forma como funcionam estes sistemas dinâmicos (de segunda ordem), compreende de forma cristalina pelos gráficos acima que a austeridade impôs um forte travão na dívida pública. No primeiro ano do governo Sócrates, houve um aceleração da dívida, fenómeno que foi travado no segundo e terceiro anos, mas que foi novamente acelerado em ano eleitoral. Com a crise das dívidas soberanas em meados de 2008, a aceleração da dívida toma valores muito elevados em 2009, valores que se mantêm em 2010. Todavia conclui-se facilmente pelo gráfico que desde a entrada do governo seguinte que impôs políticas de austeridade, que a "velocidade" da dívida tem vindo sempre a diminuir, e que a "aceleração" da dívida é mesmo negativa. A partir de 2015 a velocidade da dívida é mesmo negativa e a dívida começa a descer a sua trajetória, ou seja, começa a diminuir.

Usando o nosso paralelismo pode-se dizer de forma categórica e inequívoca que as políticas de austeridade colocaram um forte "travão" no comportamento da dívida pública. Ignorar tal facto é ignorar as ciências matemáticas."

Artigo a ler na integra aqui

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Até o PS concorda: a culpa da crise e do desemprego é do.......PS


Depois fase religiosa, temos a fase da penitência. O novo cartaz do PS, sim do PS, mostra ao país que 5 anos depois ainda estamos a pagar as consequências da desgovernação de Sócrates e do PS.

Foi em 2010, ano em que a governação socialista batia records de despesa pública e de déficit, ainda antes da troika, que esta senhora ficou desempregada. E é o mesmo PS que era governo na altura e ainda o foi por mais um ano e meio, que o confirma.

Não diziam por aí, que iam despedir o guru Edson Athayde? Se calhar deviam era despedir a equipa toda de campanha, a começar pelo socrático Ascenso Simões, que parece andar mais preocupado em condecorar e em ilibar Sócrates, do que em dirigir uma campanha.

É caso para se dizer - Cada cavadela, sua minhoca!

Adenda:
Chicotada psicológica - Parece que o Costa me ouviu. O Ascenso Simões já foi despedido hoje (7-8-2015). As asneiras foram tantas, que como no futebol, quando a equipa não ganha, despede-se o treinador. A menos de dois meses das eleições, vamos ver quem é que o Costa vai desencantar para lhe dirigir a campanha e limpar as borradas que não param de se sucederem umas atrás das outras.

sábado, 25 de julho de 2015

Pois é! As contas estavam mal feitas e o PSD avisou

Na recente entrevista à SIC, no passado dia 14, Pedro Passos Coelho afirmou e explicou porque é que as contas do memorando estavam mal feitas e que não tinha sido ele que as tinha feito.

De imediato a esquerda, com especial preponderância de socialistas e syrizicos, acusaram Pedro Passos Coelho de ter concordado com o memorando e de o ter assinado, não passando esta afirmação de uma desculpa esfarrapada, para não ter cumprido com o que se comprometeu em campanha eleitoral.

Mas se por um lado, o Primeiro Ministro, na mesma entrevista teve a frontalidade de assumir que "Nessa altura tinha uma de duas escolhas para fazer, não havia uma terceira. Ou dizia: vamos anunciar que este programa não é cumprível, e portanto requerer um segundo programa - e estaríamos como está a Grécia -, ou vamos dar tudo por tudo, diga-se o que se disser sobre o que eu disse na campanha eleitoral e sobre o memorando original. E foi o que fizemos", por outro a tal esquerda, não teve a mesma coragem de assumir, que em devido tempo - Abril 2011 -  o PSD avisou, por Eduardo Catroga, que as contas que estavam a ser apresentadas à Missão Conjunta EU/BCE/FMI, não estariam correctas.

Em carta enviada ao então Ministro da Presidência do Conselho de Ministros, o socialista Pedro Silva Pereira, a 26 de Abril de 2011, Eduardo Catroga colocou em nome do PSD uma séria de questões e dúvidas, que já na altura indiciavam que as valores que o Governo socialista de José Socrates estava a apresentar estavam errados, como infelizmente todos viemos a ter conhecimento da pior maneira. Hoje sabemos que o anterior governo socrático, não contou “a verdade verdadeira” acerca da situação financeira de Portugal no momento de pedido do resgate.


Mas por acaso alguém se lembra se essa carta, como as enviadas a 13 do mesmo mês, por Pedro Passos Coelho ao Primeiro Ministro José Sócrates e a 20 do mesmo mês por Eduardo Catroga, tiveram resposta? 

Carta de Eduardo Catroga a Pedro Silva Pereira, na integra aqui

sábado, 21 de março de 2015

Manual do moralista

Manual do Moralista, por Luis Nobre (in Facebook)

1 - O 44 goza de presunção de inocência , não se pode falar do 44.

2 - A crise não começou com o pedido de ajuda externa do 44, mas sim com a tomada de posse do atual governo.

3 - A troica foi invenção dos mercados e não consequência do 44, aliás o 44, o Teixeira dos Santos e o Dr. Silva Pereira não assinaram nada com a trica, o documento é falso.

4 - A situação do pais em 2011, era muito boa estávamos todos de bolsos cheios, ficamos vazios de repente.

5 - As PPP, o Aeromoscas de Beja, o Novo Aeroporto de Lisboa, o TGV, não existem são falsificações da direita.

6 - O crescimento com investimento público é a sétima maravilha da economia, pois permite que alguns saquem desde logo a massa, e o pagamento das dívidas é culpa dos mercados.

7 - A culpa é da gorda em tudo, a Grécia um exemplo de soberania, o Tsyras o apóstolo da abundância, o resto da Europa tem de pagar esta abundância.

8 - Solidariedade europeia significa que os países mais pobres pagam aos do meio e os mais ricos pagam a todos.

9 - Só existe um povo soberano na Europa - o Grego - os demais paguem.

10 - O Moralista não fala do seu curso, da forma como obteve por nomeação do correspondente grupo partidário a sua mesada do estado, os deveres são dos outros o moralista é acima da lei e da suspeita.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Desmontar a regressão de João Galamba

Carlos Guimarães Pinto, desmontou no Insurgente, passo a passo, a primeira frase do artigo de opinião de João Galamba, hoje publicado no Expresso, onde este se limitou a fazer uma série de comparações estatísticas, sem mostrar um número e muito menos a mostrar a evolução desses dados nos períodos temporais em questão. Uma técnica a que já vamos estando habituados por parte destes socialistas, encostados a uma extrema esquerda caviar, que tudo fazem para passar uma esponja por tudo o que se passou e nas consequências provocadas, pelos governos Sócrates de 2005 a 2011.

"João Galamba podia até falar noutros recuos, por exemplo nos encargos com a dívida pública, onde o governo PS deixou o país a níveis só vistos no século XIX (sim, um recuo de mais de um século).

Tem razão João Galamba quando diz que a pobreza regrediu 1 década, o emprego 2 décadas, o investimento 3 décadas e a emigração mais de 50 anos. Esquece-se é de atribuir o mérito a quem mais o merece: o governo PS, que foi o responsável directo por quase todo esse recuo temporal."

"No fim de contas, a austeridade e o ajustamento dos ultimos anos não foram a causa mas sim a consequencia do recuo que estava em curso. Sem elas a situação do pais relativamente aos indicadores referidos seria hoje ainda pior do que em 2011."

A ler na integra - Dar mérito a quem o merece

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Dívida pública para totós


Uma explicação que só peca por tardia, depois da intoxicação que os partidos da oposição teimam em continuar a fazer, acusando o governo de ser o culpado do aumento da dívida, mas sem explicarem, principalmente o Partido Socialista, primeiro, quem foi o causador do brutal aumento da dívida em 46,8 pontos percentuais em apenas 6 anos (2005 a 2011) e depois o esforço que o actual governo fez, para de uma forma transparente tirar "debaixo do tapete" a divida que o PS e José Sócrates foram escondendo nas empresas públicas, não contando dessa forma para o cálculo da dívida total.



Aliás a transparência nunca foi, não é, e pelo que se pode adivinhar, nunca será, um dos pilares da actuação socialista, de que António Costa, como bom discípulo de José Sócrates é actualmente o exemplo máximo, pelas piores razões.

Um artigo a ler, aqui, com atenção!

Sobre esta questão o post "A falácia do aumento da dívida pública" de Carlos Guimarães Pinto, no Insurgente, merece igualmente a atenção.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Afinal parece que nem todos são iguais perante a Lei


Só que parece que há uns mais iguais que outros.



Estranho não se ouvir agora o António Arnaut e outros a mostrarem-se indignados, por mais um tratamento que nem no tempo da PIDE se via.

Não me tenho pronunciado sobre este processo e a prisão de um ex-primeiro ministro, que independentemente da oportunidade e da forma como foi efectuada, da simpatia ou ódio que a pessoa em causa nos provoca, foi e é algo de muito triste para o país e porque entendo que devemos deixar a justiça fazer o seu trabalho. Mas a ser verdade e a confirmar-se, esta denúncia dos guardas prisionais, é muito grave o que se estará a passar em Évora.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

E quer esta gente ser governo XI

"José Sócrates está sobretudo no seu direito de se defender e para se defender pode violar normas e regulamentos". Ou seja, no entender de Vera Jardim, militante socialista e ex-ministro da Justiça, pode-se violar a Lei.

Outra Lei certamente, "arbitrária", "indigna em democracia", burocrática e castradora dos mais básicos direitos de um recluso, provavelmente assinada pelo próprio recluso.

E quer esta gente ser governo!

terça-feira, 7 de outubro de 2014

A última viagem do Atlântida

in Expresso 7-10-2014
Como é que foi possível pensar num barco destes, para fazer viagens de 4 horas ou menos? Vale a pena ver este vídeo do Expresso, que nos mostra um pouco do interior deste barco, mas que infelizmente não mostra nenhuma da 7 suites e dos 20 camarotes, mas que deverão ser muitíssimo interessantes, principalmente se tivermos em consideração as longas viagens entre as ilhas dos Açores.

Este é um dos muitos exemplos de má gestão e despesismo dos Governos Socialistas, de José Sócrates (Republica) e Carlos César (Açores) e de uma empresa pública, paga por todos nós, que pelo que se pode concluir, tudo permitiu. Uma vergonha, pela qual parece que ninguém teve culpa.

Uma história para recordar, agora que o facilitismo socialista começa a querer colocar a cabeça de fora, tendo como prioridade repor feriados e anunciando votar contra a próxima proposta de orçamento de estado, quando nem sequer a conhecem, pois não foi ainda apresentada pelo Governo. 

domingo, 6 de abril de 2014

Assim ou assim - Faz hoje 3 anos

Quando há precisamente 3 anos estávamos a um passo da banca rota, lembram-se qual era a principal preocupação de José Sócrates?


Relembre aqui os acontecimentos que antecederam o pedido de ajuda externa, a 6 de Abril de 2011

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

A falácia do aumento da dívida pública

Via O Insurgente 3-2-2014
A propósito das mentiras com que Sócrates continua a brindar os poucos portugueses que ainda o ouvem aos domingos, nomeadamente a de que o actual governo é o único culpado pela continua subida da dívida pública, aqui fica um texto de Carlos Guimarães Pinto no "O Insurgente", sucinto, bem escrito, sem "palavrões" que o comum dos mortais não entende e muito esclarecedor para aqueles que continuam a achar que este governo é o culpado da crise, que Sócrates e os socialistas provocaram e que agora todos estamos a pagar.

Permitam-me acrescentar apenas um comentário do Camilo Lourenço, que retirei do Facebook - "Estou tão farto de falar no assunto da subida da dívidia pública (os défices de um ano são a dívida do ano seguinte) e dos erros de análise (pelo menos 10 pontos percentuais da subida devem-se a dívida que estava escondida e que a Troika obrigou a colocar no perímetro orçamental) que é bom ouvir mais gente a desmistificar a treta do costume..."



quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

O que estamos a fazer agora devia ter sido feito há 14 anos


Quem o diz, é Teixeira dos Santos, Ex-Ministro das Finanças de José Sócrates de 2005 a 2011, que afirma apoiar as medidas que estão a ser seguidas pelo actual Governo, que em seu entender apenas pecam por tardias. Mas vai mesmo mais longe, ao considerar que relativamente aos cortes salariais e de pensões era inevitavel entrar nos rendimentos mais baixos.

É caso para perguntar, porque é que ao fim de 6 anos no Governo Socialista, deixou chegar as finanças públicas ao estado a que chegaram, de quase banca rota e porque é que nada fez que evitasse o pedido de ajuda externa a que o país se viu obrigado e os sacrifícios que, por sua inacção, os portugueses estão a sofrer.

sábado, 14 de maio de 2011

Uma imagem vale mais que mil palavras

Gráfico da dívida pública