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sexta-feira, 21 de março de 2014

Palpites sobre dívida não contam para nada

Em entrevista à TSF, Vítor Bento afirma que o recente debate sobre a questão da dívida pública tem sido feito por vozes mal informadas e que não estudaram o problema: «a maior parte das pessoas que fala na praça pública não sabe daquilo que fala, não estudam. E, portanto, mandam palpites. Palpites que entretém o circo mediático, mas que não contam para nada, e não resolvem problema nenhum».

Sobre o "debate" a que temos assistido ultimamente sobre o que fazer acerca da nossa divida pública, Vítor Bento defende que o país deve gastar «o esforço intelectual para descobrir o que deve fazer, e estudar os problemas», em vez de se limitar a «exigir aos outros que façam coisas por nós».

A ouvir com atenção, na integra hoje a partir das 20.00h na TSF. 
Excerto da entrevista pode ser ouvido aqui

quarta-feira, 19 de março de 2014

Maldita espiral recessiva

Mais uma vez a emissão de divida hoje realizada, saldou-se num enorme sucesso, com a procura a exceder a oferta, com as taxas de juros a 6 a 12 meses a baixarem novamente, caindo para menos de metade, respectivamente para 0,438% e 0,602%. 

Também hoje os juros da dívida a 10 anos, atingiram novos mínimos desde 2010 atingindo os 4,338%, sendo cada vez mais uma certeza que iremos deixar o programa de assistência económica e financeira, abaixo dos 4,5% falados pelo Ministro Rui Machete em Novembro passado e que na altura provocaram uma resposta totalmente despropositada do líder da oposição.   


Sendo ainda taxas de juro comparativamente altas se olharmos para o que se passa noutros países europeus, estes são valores que nos permitem começar a encarar o futuro de forma mais tranquila e um sinal cada vez mais consistente da confiança dos mercados e de que estamos no bom caminho.

É caso para perguntar ao Tó Zé (in)Seguro onde para a maldita espiral recessiva.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Em 1640, foram 40 os conjurados....Hoje são 70 os ressabiados!

Ainda a propósito dos 70 irresponsáveis, convém relembrar o que o cabecilha deles disse em finais de 2005, era Primeiro Ministro José Sócrates - «SCUT pagam-se a si próprias e geram excedente orçamental». Os últimos anos mostraram-nos de forma muito dolorosa o contrário. E é este Senhor o principal impulsionador de uma ideia que só iria fazer o país e os portugueses sofrerem ainda mais do que aquilo que já nos fez sofrer, com as suas brilhantes ideias.

E se virmos bem quem são as 70 "personalidades", vem-me à memória a famosa "espiral recessiva", por muitos dos subscritores desejada e propagandeada e que fruto da firmeza do Governo e do enorme esforço pedido aos portugueses, felizmente não se verificou, sendo positivos os sinais que vão aparecendo, o que não significa, bem longe disso, que a crise acabou.

Mas convém também ter em consideração as declarações da Drª Teodora Cardoso, personalidade insuspeita, que sempre se posicionou à esquerda e que pode ser considerada de tudo, menos de apoiante do actual Governo e que sabe-se lá porquê a nossa oposição e os velhos do Restelo não comentam - “É a pior altura possível para falar da reestruturação da dívida (...) Portugal cumpriu o programa. Está a sair do programa e quer regressar aos mercados. Tem condições para isso (...) Se nós estivéssemos numa situação catastrófica, não haveria outro remédio, como não houve na Grécia. Mas nós não somos a Grécia. Dizemos isso há anos e agora parece que estamos a querer ser a Grécia outra vez. Isso [reestruturação da dívida] não resolve os problemas. O que resolve o problema da sustentabilidade da dívida é pormos a economia a crescer - e para isso precisamos de financiamento e nós não devemos afastar esse financiamento - e disciplina orçamental"

E porque este assunto tem motivado cada vez mais opiniões e cada vez mais contra, de gente dos mais variados quadrantes, gente sensata que sabe distinguir o que são interesses pessoais dos interesses do país, permitam-me aconselhar-vos mais dois artigos, bem fundamentados e que deitam por terra a ideia maluca da restruturação da divida, quando estamos apenas a dois meses do fim do programa de ajustamento financeiro a que estivemos sujeitos nos últimos anos e que deixará profundas marcas no futuro próximo da vida do país.


E é bom não nos esquecermos o que aconteceu aquando da crise do irrevogável e dos custos que isso teve para o país. É que coincidentemente ou não, ontem os Juros da dívida portuguesa sobem 10 pontos base após seis sessões em queda. Esta é, não tenho dúvidas, uma das consequências de uma atitude irrefletida e irresponsável, que foi a divulgação deste manifesto e da qual os seus subscritores tinham perfeita consciência.

Basta de empurrarem, ainda mais, para as gerações futuras, os erros que cometeram  e de se recusarem a contribuir para que o país os possa resolver. Se não querem ajudar, então que se calem.

Como dizia a minha amiga Maria Helena Coelho, "Em 1640, foram 40 os conjurados....Hoje são 70 os ressabiados!" E basta ver a lista dos 70 nomes, para realmente se perceber que esta gente lida mal com o sucesso dos outros e que não passam realmente de um grupo de ressabiados.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Porque não se calam!

O manifesto dos 70, tem feito desde ontem as delicias da nossa oposição e de muita da nossa decadente imprensa, que quando descobriu que entre os referidos subscritores, se encontravam 2 assessores do Presidente da Republica, parece que se esqueceram de todos os outros que anunciaram inicialmente. A propósito, deixo aqui duas "reflexões" muito oportunas, para todos os que acham que devemos ter uma postura irresponsável e não cumpridora das nossas obrigações com os credores internacionais.


A segunda da autoria de João Vieira Pereira, aponta "Os 9 erros do manifesto dos 70", de forma sintética, mas muito clara, pondo em causa alguns dos argumentos apresentados pelos signatários e da forma como alguns deles de repente mudaram de opinião, nomeadamente sobre os benefícios que sempre defenderam da entrada no Euro, mas que parece agora terem sido sempre contra essa adesão.

É caso para perguntar a estes 70 subscritores, alguns que não temos dado por eles há vários anos e que agora, quando todos os indicadores começam a apresentar resultados positivos, fruto do enorme esforço que foi e está a ser exigido aos Portugueses e estamos a 2 meses do fim do programa de resgate - Porque não se calam?

segunda-feira, 10 de março de 2014

Juros da dívida abaixo de 4,5%

Lembram-se da "famosa" afirmação do Ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, quando afirmou que se queríamos evitar um 2º resgate a nossa taxa de juro (a 10 anos), teria que baixar dos 4,5%? A escandaleira que a esquerda, a começar pelo PS e pelo Tó Zé (in)Seguro fizeram na altura.


Hoje o que é que o Tó Zé (in)Seguro e o Assis irão dizer? Que este é mais um sinal que o esforço pedido aos portugueses não apresenta resultados? Que estamos no mau caminho?

domingo, 16 de fevereiro de 2014

As profecias falhadas do orçamento de 2013

As profecias não concretizadas sobre o cumprimento das metas do Orçamento de Estado para 2013, proferidas pelo Tó Zé (in)Seguro e pelos brilhantes Socráticos que na altura ainda o seguravam. Quem não acertou foi o PS!

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

"É um erro tremendo dizer que queremos renegociar dívida"

In Dinheiro Vivo e TSF 8/2/2014
"O principio da renegociação é um erro". Quem o afirma é o socialista, ex-ministro das Finanças de António Guterres e actual Presidente do Tribunal de Contas, Guilherme d'Oliveira Martins.


Parece que só o Tó Zé (in)Seguro é que ainda não conseguiu perceber aquilo que é o óbvio!

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Até os Socialistas concordam que estamos no bom caminho


Quem o diz é Vital Moreira, eurodeputado socialista, com quem nunca esperei concordar tanto como nestes últimos tempos, nomeadamente quando se tem pronunciado sobre a austeridade e as decisões do tribunal constitucional.

Esta opinião socialista, é mais uma prova, de que por um lado Portugal está no bom caminho e que as recentes noticias sobre os mais variados indicadores económicos, mostram que estamos a conseguir sair do buraco, onde o PS/Sócrates nos deixaram em 2011 e por outro, que o Partido Socialista não tem soluções para Portugal nem é alternativa ao actual governo.

E a continuar a pensar e a escrever desta forma, não sei quem será o próximo cabeça de lista do PS às Europeias.......

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Ainda os 4,5% de Rui Machete

Pseudo-intelectuais de esquerda, sindicalistas, jornalistas e profissionais do quanto pior melhor, a começar pelo To Zé (in)Seguro, blasfemaram cobras e lagartos, contra as declarações do Ministro Rui Machete, quando este afirmou que teríamos que chegar a uma taxa de juro 4,5%, se queremos evitar um 2º resgate.

Mais recentemente rejubilaram por a Irlanda ter decidido sair do programa ajustamento pelo seu próprio pé, dispensando qualquer tipo de programa cautelar, seja lá o que isso for ou o que se chame e porque, segundo eles, Portugal vai de certeza continuar a precisar de ser apoiado.

Curiosamente esses mesmos profetas da desgraça, esqueceram-se de referir, que a Irlanda chegou ao fim do seu programa de ajustamento, com uma taxa de juro a 10 anos no mercado secundário de 3,6%.

Aconselho a este propósito a leitura do post "Juro da dívida pública irlandesa a 7 meses do termo do Programa, como era?", publicado no blog 4R - Quarta República a 20 de Novembro.

domingo, 10 de março de 2013

Uma crise anunciada

Prefácio do livro "Roteiros VII", publicado pelo Presidente da República, onde é feita uma análise das razões que nos levaram a esta crise e do consequente pedido de apoio financeiro externo, apoiado por 90% dos deputados, questões que muitos continuam a querer esquecer e actuam como se não tivessem qualquer responsabilidade na actual crise.

Aos que criticam o "silêncio" do Presidente da República, é respondido de uma forma clara que não é com protagonismos e exposição mediática, que o Presidente da República pode ajudar o país, mas sim com uma verdadeira "magistratura de influencia", muita vezes executada longe dos olhares dos media e desconhecida da maioria dos Portugueses, mas que tem contribuído, tenha a certeza, para que Portugal venha recuperando a sua credibilidade quer internacional, quer junto dos Portugueses, que têm contribuindo de uma forma exemplar, para sairmos da crise. 


Download do PDF do prefácio aqui

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

A propósito do regresso aos mercados e do alargamento do prazo para pagar os empréstimos

Um esclarecimento necessário e oportuno de José Manuel Fernandes, pois têm-se ouvido e lido muitos disparates, ele explica por partes, pois o tema é difícil, principalmente para alguns socialistas que tentam a todo o custo ter razão, quando não a têm. A realidade é, felizmente para Portugal, bem diferente daquela que esses senhores nos querem impingir.

Já quanto ao regresso aos mercados, e quando o mercado americano ainda não fechou as notícias são sem sombra de dúvidas boas. Ainda não é a luz ao fim do túnel, que está muito longe, mas é um claro caminho de esperança e sinal de estarmos no bom caminho.

sábado, 3 de novembro de 2012

Único num momento único

SIC Noticias 31-10-2012
Uma análise, de Paulo Teixeira Pinto, lúcida e com sentido de estado, sobre o momento único que o País atravessa.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Sei o que assinaste em Maio passado

in 31 da Armada, 22-01-2012


Trabalhamos a meia hora extra para ler mesmo o memorando da troika e depois comparar com as declarações públicas que o PS tem feito sobre as principais medidas. Os achados são extraordinários.