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domingo, 8 de novembro de 2015

Avante camarada Costa (pelo menos enquanto o sol te brilhar)

"A insurreição vitoriosa de 7 de Novembro de 1917 e o processo de construção do socialismo na Rússia e nos territórios que, em 1922, se associaram na União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, que se lhe seguiu, deixam aos revolucionários de todo o mundo experiências e ensinamentos preciosos: o partido, a sua organização e princípios orgânicos; o papel do Partido, da classe operária e das massas; a necessidade de alianças políticas e sociais; o desenvolvimento da teoria do Estado e da revolução; a dialética entre o geral e o particular e a questão do poder permanecem hoje como questões centrais da teoria marxista-leninista.
(...) Na etapa actual, a luta por objectivos imediatos, por uma política patriótica e de esquerda e por uma democracia avançada, que inscreva os valores de Abril no futuro de Portugal, são assumidos como parte constitutiva da luta pelo socialismo.


(...) Tal como sucedeu na Rússia em 1917, também em Portugal a construção do socialismo nascerá da combinação dialéctica entre as leis gerais do desenvolvimento social e a realidade portuguesa nos seus múltiplos e diversificados aspectos. Entre os objectivos fundamentais da revolução socialista em Portugal que o PCP aponta no seu Programa incluem-se (...) a intervenção «permanente e criadora das massas populares em todos os aspectos da vida nacional»


(...) A alteração da correlação de forças à escala internacional provocada pelo desaparecimento da URSS e do campo socialista levou a violentos recuos civilizacionais. No entanto, as lutas de hoje pelos direitos dos trabalhadores e dos povos, em defesa da paz, da soberania e da democracia têm a marca de Outubro. Tenham ou não disso plena consciência os que as travam".

Isto não foi escrito no século passado. Isto foi escrito aqui no Avante de ontem, na comemoração dos 98 anos da Revolução de 1917, por aqueles com quem o PS e a sua direcção (menos 7 ou 9) querem chegar a um acordo politico para governarem Portugal.

Avante camarada Costa enquanto é tempo, porque o sol, com esta gente, não te brilhará por muito tempo.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Até Tsipras reconhece positivamente a intervenção de Pedro Passos Coelhos. Só Costa e os nossos syrizicos é que não querem ver.


Quando até Tsipras admite que se estava num impasse, quando o nosso Primeiro Ministro fez a proposta que desbloqueou o último entrave ao acordo, António Costa continua a insistir no ataque e a recorrer à difamação e desinformação, para denegrir a actuação do governo português, que desde o principio foi sempre parte activa na procura de uma solução, tendo tido sempre uma atitude muito compreensiva e colaborativa, não deixando ao mesmo tempo de defender, e bem, os interesses nacionais. E esses nunca passaram, nem poderiam passar por empurrar a Grécia para fora do Euro.

O pior cego é aquele que não quer ver e António Costa está cego pela sua ambição desmedida de chegar a Primeiro Ministro, não hesitando em recorrer à mentira, ao populismo fácil e prometer tudo e mais alguma coisa, para atingir esses objectivos.

Algo bem diferente era António Costa preocupar-se quer com a consumação efectiva do acordo conseguido, quer principalmente com o seu cumprimento. Mas isso já não lhe interessa

Adenda: Porque alguns Syrizicos e Socialistas rejubilaram com noticias segundo as quais, o Presidente do Conselho Europeu Donald Tusk apresenta uma versão diferente daquela apresentada pelo primeiro-ministro português, na passada segunda-feira, tentando desmentir o nosso Primeiro Ministro, aqui fica a prova de que Pedro Passos Coelho sempre teve razão no que afirmou e teve realmente uma intervenção importante, que desbloqueou o ultimo entrave nas negociações:

terça-feira, 14 de julho de 2015

Coisas verdadeiramente importantes

O acordo celebrado hoje entre o Irão e o grupo de países 5+1 (Estados Unidos, Reino Unido, França, Rússia, China + Alemanha) + a União Europeia, sobre o programa nuclear iraniana, após mais de 10 anos de impasses e 2 de complexas conversações internacionais é histórico.


Segue-se a difícil fase de execução de tudo o que ficou no papel, esperando que tudo se processe como acordado e principalmente que Israel, que sempre se opôs a este acordo e mantém a sua posição de que este acordo favorece descaradamente o Irão, não tenha razão.