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quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Alameda Edgar Cardoso, central de camionagem clandestina

Os autocarros de turismo tomaram de assalto a Alameda Edgar Cardoso (Parque Eduardo VII), transformando esta artéria numa autêntica central de camionagem clandestina.

Seja aos fim-de-semana, seja aos dias de semana, o estacionamento de dezenas de autocarros de turismo ocupam selvaticamente centenas de lugares de estacionamento, empurrando para dentro do Bairro do Alto do Parque (Rua Rodrigo da Fonseca e limítrofes) centenas de automóveis à procura de lugares de para estacionarem, fazendo com que mesmo aos fim-de-semana os moradores tenham enormes dificuldades em estacionar.

Muitos destes autocarros já chegam aqui vazios, sem turistas, que ficaram noutro qualquer ponto da cidade, ficando aqui a fazerem horas para os irem recolher de novo mais tarde.

Os lugares ocupados por estes autocarros, são lugares devidamente marcados para estacionamento pago de automóveis ligeiros. Sendo esta uma zona amarela da EMEL, devidamente assinalada, onde não está previsto o estacionamento deste tipo de viaturas, não se compreende a passividade quer da CML quer da EMEL, mas também da PSP e GNR (que patrulha a cavalo a zona), ao permitirem este caos.

A situação têm-se vindo a agravar nos últimos tempos, ao ponto de como é visível em algumas das fotos, os autocarros de turismos já estacionarem em 2ª fila, deixando apenas uma faixa de rodagem livre, para a circulação nos dois sentidos.

PS.: Este tema foi levado à Assembleia de Freguesia de Avenidas Novas de 22-9-2016, pela Associação de Moradores do Bairro do Alto do Parque, que tem documentado esta situação na sua página do Facebook.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

PSD intervém junto da EMEL em defesa dos moradores do Bairro Santos

Muito se tem dito e comentado nos últimos dias sobre a instalação, por parte da EMEL, de zonas de estacionamento pago e de bolsas reservadas a moradores, no Bairro Santos.

Há vários anos que se ouviam reclamações por o Bairro ser uma ilha no centro de zonas tarifadas e por esse motivo, ponto de fuga e de estacionamento de centenas de carros, cujos proprietários utilizavam o Bairro unicamente para estacionarem, para depois irem para os seus locais de trabalho fora do Bairro (como é o caso de muitos funcionários do HSM), impedindo dessa forma os moradores de estacionarem. Esta situação levou a que fossem vários os pedidos de moradores para que a Câmara ou EMEL interviessem no Bairro de forma a disciplinar o estacionamento. Aliás o assunto foi por várias vezes levantado na Assembleia de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, e a resposta que a Junta de Freguesia de então sempre deu, era a que a EMEL não considerava a zona rentável, razão pela qual não iria intervir no Bairro.

E foi na sequência dessas reclamações, (mais uma vez ouvidas ao longo da última campanha eleitoral autárquica),  que levou a que a Junta de Freguesia respondesse positivamente, e muito bem, à EMEL quando esta lhe solicitou um parecer sobre esta questão.

No entanto, esteve muito mal a EMEL na forma como iniciou este processo, desde logo por ter procedido à execução da instalação das zonas de estacionamento, sem antes ter falado com a população, levando naturalmente a inúmeros mal-entendidos e contra-informação, a que não ajudou haver ruas mal identificadas, sinalização deficiente, e folhetos distribuídos pela EMEL com informações incorrectas e funcionários incapazes de prestar os esclarecimentos necessários, ainda que sempre se tenham mostrado cordiais e educados. 

A agravar toda a situação, o facto da EMEL ter optado por apenas parquear sensivelmente metade do Bairro criando uma situação de desigualdade e de discriminação entre os moradores do Bairro, totalmente injustificada, e que levou naturalmente a que se verificasse uma fuga para a zona a sul das Ruas Cardeal Mercier e Carlos Réis, onde se verificou um aumento exponencial de viaturas à procura de estacionamento.

Tudo isto teria sido evitável se a EMEL – empresa tutelada pela Câmara Municipal de Lisboa – tivesse optado por uma postura mais dialogante, não só com os órgãos autárquicos de Avenidas Novas, mas com a própria população.

Perante todos estes problemas, os autarcas do PSD na Assembleia de Freguesia de Avenidas Novas  fizeram chegar à Junta de Freguesia várias reclamações e recomendações, que naturalmente foram por esta defendidas junto da EMEL e que entretanto já mereceram genericamente resposta positiva da EMEL, nomeadamente acedendo a que os moradores da Zona não concessionada possam requerer o dístico de residente para poderem estacionar na zona concessionada.

No entanto, mais uma vez, esta solução só contemplou parte dos moradores da rua Filipe da Mata, continuando os restantes a serem tratados como cidadãos de segunda.

Face a esta situação, e sem prejuízo de todos os esforços que têm vindo a ser desenvolvidos pela Junta de Freguesia, mas a título de complementariedade a esses mesmos esforços, os membros da Assembleia de Freguesia, eleitos pelo PSD, solicitaram à EMEL que realizasse uma visita ao Bairro, de forma a melhor identificarem e avaliarem as situações pendentes.

Na sequência da visita que se realizou na passada sexta feira, e que contou com 3 técnicos superiores da EMEL, Jose Marinho (membro da Assembleia de Freguesia), Isabel Simas (vogal da Junta de Freguesia) e José Caeiro, membro da lista do PSD, fomos já hoje informados pela EMEL que todos os moradores da zona do Bairro Santos que neste momento não é concessionada, incluindo todos os da Rua Filipe da Mata, vão poder requerer o cartão de residente, ou seja, desta forma é reposta a situação de igualdade e pacificação dos moradores, que com muita razão estavam revoltados e se sentiam discriminados pela EMEL.

Foi ainda esclarecido que não passou de um boato a afirmação de que a zona a sul das ruas Cardeal Mercier e Carlos Reis, não seria concessionada à EMEL, por  lobie/pressão da empresa Rupauto, que dessa forma poderia continuar a estacionar livremente as suas viaturas sem pagar. De facto, tal não corresponde à verdade, tendo ficado claro que a referida empresa negociou com a EMEL o aluguer de diversos lugares no parque de estacionamento da Av. Álvaro Pais, o que permite libertar muitos lugares de estacionamento, respondendo a outra reclamação antiga dos moradores, que desde há muito se queixavam de a referida empresa usar a via pública como sua garagem.

Devido às motos normalmente estacionadas na zona da Rua Soeiro Pereira Gomes, e uma vez que não estava prevista nenhuma zona para o estacionamento das mesmas, foi também por nós solicitado à EMEL que equacionasse a criação de lugares específicos para estes veículos, sugestão que foi aceite.

Informamos também que, com a nossa intervenção e a anuência da EMEL, foi possível encontrar uma solução para o estacionamento de viaturas do Tribunal Central Administrativo, que permitirá também libertar lugares de estacionamento na via pública, ao mesmo tempo que se resolve o problema do estacionamento em 2ª fila que normalmente existe naquela zona.

Os eleitos do PSD, tanto na Junta como na Assembleia de Freguesia de Avenidas Novas mostram desta forma, e mais uma vez, que estão atentos ao que se passa na Freguesia e intervêm sempre que necessário para defender os direitos legítimos dos fregueses, não se limitando a participar em reuniões ou  a levantar o braço esperando que as soluções apareçam.

Aproveitámos ainda para solicitar à EMEL que repense a decisão de não parquear a zona a sul das Ruas Cardial Mercier e Carlos Reis, criando bolsas para residentes nalgumas ruas, e proceda ao parqueamento de outras, permitindo dessa forma criar uma rotatividade no estacionamento, que só pode ser positiva para o Bairro. Ficámos com a convicção clara de que a EMEL será sensível a este pedido, pelo que foi avançada a realização de uma nova visita ao Bairro, para se fazer um balanço do funcionamento da zona já intervencionada, bem como para se saber o que realmente tenciona a EMEL fazer na outra zona.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Mais estacionamento e alteração na circulação de autocarros nas Avenidas Novas

In I 2-11-2012
Pouco mais de ano depois da sua criação em 29 de Setembro de 2011, a Associação de Moradores das Avenidas Novas é hoje um parceiro credível e imprescindível  no encontrar de soluções para esta zona nobre da cidade de Lisboa que são as Avenidas Novas.

Prova disso são os recentes envolvimentos da Associação com a Câmara Municipal de Lisboa, na campanha de sensibilização que está a decorrer na zona do Jardim do Arco do Cego, mas também na sua presença a convite do Gabinete do Vereador Nunes da Silva, na reunião de 8 de Outubro, para em conjunto com as Juntas de Freguesias e com os técnicos camarários, analisar, debater e propor alternativas, para o plano camarário, Novas Avenidas Novas, apresentado a 20 de Setembro no Palácio Galveias. Mas também a sua repetida aparição na imprensa, são prova disso mesmo: da credibilidade desta Associação.


Dessa reunião e conforme comunicado distribuído aos associados e de que o Jornal I fez eco, os resultados obtidos são positivos, e constam do memorando* da CML.

Naturalmente que nem todos estarão totalmente de acordo com as alterações conseguidas pela Associação. Mas não nos podemos esquecer que a Associação nada pode impor à Câmara e que o seu papel é apenas o de tentar conseguir que a Câmara seja sensível às reclamações e observações dos moradores e comerciantes. E nesse aspecto, julgo que os resultados obtidos não deixam margem para dúvidas, para mais quando a Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, em vez de defender e representar os moradores, como seria sua obrigação e para o qual foi eleita, mais uma vez pouco ou nada mais fez do que entrar calada e sair muda da reunião.

* Os desenhos mencionados no memorando da CML, podem ser consultados aqui:
Desenho 0 - Planta de acessibilidades e estacionamento
Desenho 1 - Av. Sá da Bandeira
Desenho 2 - Av. João Crisóstomo
Desenho 3 - Av. Defensores de Chaves
Desenho 4 - R. Filipa de Vilhena
Desenho 5 - Av. Rovisco Pais
Desenho 6 - Esquema de circulação
Desenho 7 - Estacionamento
Desenho 8 - Rede de transportes públicos
Desenho 9 - Circulação pedonal

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Antiga gare da estação do Arco Cego vai ser transformada num espaço polivalente

No espaço da antiga gare do Arco Cego, onde hoje funciona provisoriamente um parque de estacionamento e ainda se encontra um placard a anunciar o "Futuro espaço museológico dos transportes de Lisboa" irá nascer afinal um espaço polivalente aberto 24 horas.
Com base num acordo celebrado entre a CML e o Instituto Superior Técnico, no passado dia 27 de Maio, a universidade vai criar "um grande espaço de estudo aberto 24 horas por dia a todos os estudantes universitários de todas as universidades de Lisboa, disponibilizar ao público um conjunto de bens culturais actualmente fechados nas instalações do Técnico, através da criação de um espaço museológico dedicado à engenharia, à ciência, à tecnologia e à arquitectura. (...) Vai ser criada uma grande mediateca de âmbito cientifico e tecnológico que permita concentrar num único edifício todas as muitas bibliotecas sectoriais que se encontram espalhadas pelo campo do Técnico, colocando um enorme acervo bibliográfico do IST à disposição de um maior número de utilizadores."

Este acordo prevê ainda a construção pelo IST, a titulo de contrapartida pela cedência do espaço pela CML, de "um espaço de pelo menos de 500 m2 de área bruta a utilizar pela CML para instalar serviços de protecção civil", nomeadamente para realojar o "quartel do Regimento de Sapadores Bombeiros na Defensores de Chaves, que está muito deteriorado e que vai ser o primeiro posto urbano que vamos ter a funcionar na cidade".

Perde-se assim um espaço museológico previsto desde que começou a reabilitação da antiga estação da Carris, iniciativa do antigo Presidente da Câmara Pedro Santana Lopes, de que a parte mais visível é o jardim inaugurado em 2005, mas ganha-se um conjunto de serviços que vão trazer a esta zona da cidade novos utentes e trazer, espera-se, uma nova vida local, nomeadamente "fora de horas " e aos fins-de-semana.

Segundo o Sol, o IST espera que a obra comece em 2012.

Como já nos vêm habituando sobre tudo o que se passa na Freguesia, da Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, até hoje, nem uma palavra sobre este assunto, quer em reuniões de Junta ou Assembleia de Freguesia (a última reunião decorreu a semana passada no dia 29 de Junho), quer no site quer mesmo na revista da Junta!

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Título Carris/Metro/Parque 30 dias integra parque da Av. Álvaro Pais

In Público 18.06.2011, por Inês Boaventura
Título único que permite estacionamento e uso de 
transportes colectivos em Lisboa custará 49 euros

O título Carris/Metro/Parque 30 dias vai custar 49 euros e permitirá estacionar nos parques aderentes - por enquanto sete da EMEL e três da Empark, sendo um deles o da Av Álvaro Pais localizado na Freguesia de Nossa Senhora de Fátima - e seguir viagem até ao centro de Lisboa num autocarro ou no metro.

Veja aqui a notícia na integra

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Zonas vermelhas de estacionamento em Lisboa

Os traços vermelhos que esta semana apareceram em algumas ruas da zona central da cidade, servem para identificar as novas "zonas vermelhas" de estacionamento da EMEL, limitadas a 2 horas com um custo hora de 1,60€ por hora.

Independentemente de não concordar com estas novas "zonas vermelhas", elas deviam estar muito bem identificadas nomeadamente nos parquímetros, pois os traços, cuja cor não está prevista no código da estrada, só por si nada dizem a quem não conheça o seu significado, além de esta cor ir previsivelmente desaparecer com alguma rapidez.

Nos parquímetros e apesar de estarem identificados no "sinal" com uma faixa vermelha, e de nas laterais dos mesmos existirem uns painéis com diversa informação, a mais importante é quase microscópica.

Estes parquímetros apenas devem ser utilizados nestas artérias, sendo que existem outros parquímetros em artérias perpendiculares a estas e a pouquíssimos metros destas, que não podem ser utilizados para estacionar nas zonas vermelhas, pois as suas tarifas são diferentes.

É pois de esperar enganos involuntários dos automobilistas e uma caça à multa desenfreada nestas zonas.

Por outro lado na zona mais visível do parquímetro, aquela que fica na face onde se procede ao pagamento, nem uma chamada de atenção, quer para o custo quer para o prazo máximo de estacionamento.

Fica pois a ideia de que não existe uma verdadeira vontade por parte da EMEL de informar os utentes sobre estas novas tarifas.

Quantos aos riscos vermelhos (riscos sim, porque não são marcas rodoviárias), eles não são mais que uma aberração e mais um foco de poluição visual na cidade.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

O que são estes traços vermelhos?

Alguém sabe o que significam ou para que servem estes traços vermelhos, que apareceram na Av. de Berna? 

Será alguma nova regra de trânsito?

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Novo tarifário da EMEL


Entram em vigor no próximo dia 4 de Julho as novas tarifas de estacionamento em Lisboa da Empresa Pública Municipal de Mobilidade e Estacionamento (EMEL).

Estas novas tarifas foram aprovadas na Assembleia Municipal de Lisboa, no passado dia 19, com os votos da maioria de esquerda, tendo o PSD, CDS e PPM votado contra e o MPT absteve-se.

Com a criação de três zonas de estacionamento, a freguesia de Nossa Senhora de Fátima, na área compreendida entre as avenidas de Berna e Duque de Ávila (zona amarela e vermelha) vai sofrer um aumento muito significativo do custo de estacionamento, sendo que no resto da freguesia (zona verde) se deve verificar uma descida das taxas.

Segundo a SIC/LUSA, na zona vermelha "uma hora de estacionamento nestas ruas vai passar a custar o dobro, ou seja, 1,60 euros. A segunda hora deixa de custar 1,80 euros e passa a custar 3,20, (...). Aqui, o estacionamento passa a ser permitido apenas por duas horas."