sábado, 12 de junho de 2010

Sessão Solene comemorativa dos 17º Aniversário da Freguesia da Cruz Quebrada-Dafundo

Passaram ontem 17 anos da criação da Freguesia da Cruz Quebrada-Dafundo, tendo a Junta de Freguesia promovido uma Sessão Solene pelas 21.00h nas instalações da Faculdade de Motricidade Humana.

Com a presença da Banda da SIMECQ e do Grupo de Serenatas da FMH, foram homenageadas várias personalidades que ao longo dos anos contribuíram para o crescimento, dinamização e desenvolvimento da Cruz Quebrada-Dafundo.


Em representação do PSD, fiz uma intervenção (que pode ser consultada na íntegra aqui), em que como membro da Assembleia de Freguesia, simbolizei na pessoa do Sr. Mário Salgado, primeiro Presidente da Assembleia de Freguesia em 1984, o trabalho e dedicação à Freguesia de todos os homenageados.

Chamei de seguida a atenção para alguns dos desafios com que a Freguesia se depara. E enquanto uns, como a proposta de alargamento dos limites da Freguesia, com a integração do Alto de Santa Catarina, são extremamente positivos para o futuro da Freguesia, outros devem-nos deixar muito preocupados e atentos.

Em conversa com o Presidente da Junta de Freguesia (à esquerda) e com o Sr. Mário Salgado (à direita)

Refiro-me, neste último caso, ao Plano de Pormenor da Área da Margem Direita do Rio Jamor e da tão propagada venda de alguns terrenos do Jamor.

Estes dois projectos devem merecer a atenção e participação de todos, pois está em causa o futuro do Freguesia. Informei ainda ter já solicitado a convocação de uma Assembleia de Freguesia extraordinária, para de uma forma isenta e transparente e com a participação dos principais interessados neste projecto – a população, ser possível darmos o nosso parecer, sem querer inviabilizar à partida o plano mas tendo como ponto principal o bem-estar daqueles que hoje vivem ou trabalham na Freguesia.

De referir que estes dois temas mereceram a unanimidade dos representantes dos agrupamentos com lugar na Assembleia de Freguesia e presentes nesta Sessão (PSD, IOMAF e PS), tendo ainda sido referido pelo representante do IOMAF o projecto que pretende unir a CRIL à CREL e que a concretizar-se irá criar mais uma barreira entre a Freguesia e o rio e que deverá em minha opinião ser merecedor do nosso acompanhamento, enquanto membros da Assembleia de Freguesia.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Suspensão da hasta pública de venda de terrenos do Estádio Nacional

Acabámos de ter conhecimento do despacho do juiz quanto ao nosso pedido de suspensão da hasta pública de venda das 3 parcelas de terreno do Estádio Nacional.

Veja aqui a informação completa, publicada no blog do Liga dos Amigos do Jamor - Amigos do Estádio Nacional, na terça-feira.

terça-feira, 8 de junho de 2010

BE questiona Governo sobre venda de terrenos do complexo desportivo do Jamor

In Ionline de 25 Maio 2010

"O Bloco de Esquerda pediu...explicações ao Governo sobre a venda "inadmissível" de 12 hectares de terrenos devolutos do complexo desportivo do Jamor para construção de acessos a um novo empreendimento urbanístico..." Leia aqui a noticia na totalidade

Milagre para o Dafundo, precisa-se

OEIRAS LOCAL: Milagre para o Dafundo, precisa-se!

domingo, 6 de junho de 2010

"Esplanadas" do Campo Pequeno ilegais?

Ainda na reunião pública da Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima do passado dia 31, foi dado conhecimento pelo vogal José Pedro Athaide do que se passa com as esplanadas à volta do Campo Pequeno.

Descreveu com algum pormenor, no que foi secundado pelo Sr. Secretário do Executivo Pedro Gamito, a situação de irregularidade em que todas aquelas esplanadas funcionam.

É verdade. Parece que nenhuma daquelas esplanadas tem licença de funcionamento, só assim se compreendendo que estejamos não na presença de esplanadas mas mais naquilo que poderemos descrever em alguns casos como de restaurantes montados na via pública, onde até porcos se assam, não se vendo nenhum critério de uniformização e cuja área de ocupação vai lentamente aumentando, descaracterizando e retirando dignidade ao local.

E quem é o responsável pela fiscalização e autorização (ou não) de tudo o que se passa na via pública? Nem mais nem menos que o Zé. Aquele que quando estava na oposição, tudo criticava e a tudo se opunha, em nome do bom funcionamento das instituições e dos seus regulamentos.

Era clara a intenção daquele vogal do executivo de levar a que a Junta alertasse e denunciasse este caso, pois ao funcionarem sem licença e completamente fora do espírito dos regulamentos de ocupação da via pública, a forma como muitas destas “esplanadas” funcionam, prejudicam e afastam até outros clientes que por exemplo se sentem mal com o fumo provocado por alguma delas.

Qual não foi o meu espanto, ao ouvir a Senhora Presidente dizer que não tem nada a ver com essa situação e que isso diz apenas respeito ao Campo Pequeno e à Câmara Municipal, não indo por isso intervir de nenhuma forma nem permitir que a Junta se meta naquilo, que segundo a Senhora Presidente, não lhe diz respeito de forma alguma.

Mas não será função da Junta e dos seus membros, como autarcas que mais próximos estão daquilo que se passa na sua área geográfica, alertar e denunciar o que de irregular se passa ou intervir quando o comportamento de alguns prejudica o interesse da comunidade.

E já agora, a Senhora Presidente tem lugar por inerência na Assembleia Municipal para quê? Não será esse o local próprio para denunciar estas e outras situações e pedir explicações ao Executivo Municipal, nomeadamente, como é o caso, ao Vereador Sá Fernandes?

Ainda os sacos de lixo nos passeios


E depois dizem que são os moradores que não têm civismo, que são porcos. E em parte é bem verdade. É vulgar vermos nesta zona da Av. das Forças Armadas montinhos de lixo no passeio encostados às paredes dos prédios que dão para a Rua Sanches Coelho, em vez de civilizadamente serem colocados nos contentores de lixo que todos os prédios têm.

Mas quando são as próprias entidades que deviam dar o exemplo, que deixam o lixo dias a fio no passeio, o que é que se espera.

Estes três sacos estão desde o final da manhã da passada terça feira no passeio, depois de empresa Plantagri (pelo menos quem andou a fazer o serviço, tinha o logótipo da Plantagri nas camisolas) ter andado a fazer a limpeza e corte da relva dos espaços verdes durante essa manhã.

Como vemos esta situação é recorrente e não se percebe porque é que os sacos com o lixo gerado pela limpeza destes espaços não são levados imediatamente por quem faz o serviço.

Com exemplos destes é difícil exigir seja o que for aos moradores em termos de limpeza!
E pelos vistos esta moda também se vê nas Avenidas...
(Av. Miguel Bombarda com a Av. Conde Valbom)

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Junta não apoia Arraial Popular no Bairro Santos

Na semana passada, ao sair de um restaurante no Bairro Santos, vejo colado na parte de trás de uma vitrina da Junta de Freguesia este comunicado dos “Económicos”:


Foi com total surpresa que li que a Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima não vai apoiar, este ano, os tradicionais arraias populares, que nos últimos anos, pela mão dos Económicos, voltaram a animar a Freguesia em Junho e aos quais a Junta em boa ocasião se associou e apoiou.

A surpresa foi ainda maior ao saber-se que, já este ano, a Junta havia apoiado a Festa de Carnaval promovida pela actual direcção dos Económicos, que decorreu com sucesso, não havendo portanto nenhuma razão aparente para que não voltasse agora a dar o seu apoio, associando-se a esta iniciativa.

Não querendo acreditar que a Junta se afastasse desta forma de uma das actividades que nos últimos anos maior sucesso tem tido na Freguesia, fui assistir à reunião pública da Junta de Freguesia, esta segunda-feira, para ver esclarecido aquilo que para mim mais não poderia ser que um equívoco.

E qual não foi o meu espanto quando ouvi da boca da Senhora Presidente de Junta que a Junta não vai mais apoiar o “Grupo Excursionista Os Económicos” - que é na prática a única colectividade a funcionar na nossa Freguesia - sem que para tal desse qualquer justificação concreta, envolvendo-se num emaranhado de justificações que nada justificaram.

De referir que, a actual comissão administrativa dos Económicos já tem, por parte da EGEAC, o apoio e o reconhecimento necessário para que o seu Arraial seja um dos Arraiais Populares oficialmente apoiados pela EGEAC (CML), o que só por si prova a regularidade de funcionamento da Colectividade, ao contrário do que a Senhora Presidente da Junta tentou fazer crer na reunião.

Perante isto, e o silêncio dos restantes vogais, só após uma intervenção do vogal eleito pelo CDS, a senhora Presidente acedeu a dar um apoio institucional aos Económicos na organização do arraial, que mais não era que disponibilizar as 16 vitrinas da Junta para a colocação de um cartaz desde que não fosse maior que um A4.

Não posso deixar de lamentar esta postura da Senhora Presidente que, pelo que foi dito na reunião, me pareceu ter sido tomada de forma isolada e sem deliberação do Executivo. Só posso compreender esta atitude por uma de duas razões.

Uma, o facto de a pessoa que está frente dos Económicos não ser a mesma pessoa que nos últimos dois anos organizou o Arraial, e que é aquela que tem assegurado o funcionamento do Parque de Jogos da Rua Filipa da Mata.

A outra, que se prende com rumores, os quais a Senhora Presidente não desmentiu na reunião pública da Junta, de que tem estado em negociações com uma colectividade de fora da Freguesia para lhes entregar a gestão quer do Pavilhão Polidesportivo, quer do Parque de Jogos da Filipe da Mata, sem sequer ter consultado ou ouvido os Económicos, ou promovido um qualquer tipo de discussão pública, que tornasse este processo transparente.

O que não deixa de ser estranho, são as relações familiares que existem entre o Presidente da tal colectividade em relação a alguns membros da lista da Assembleia de Freguesia do PSD e de membros da Comissão Politica local do PSD que é Presidida pelo Sr. Secretário da Junta de Freguesia.

E mais ainda. Desde sempre os autarcas de Nª Srª de Fátima, incluindo a actual Senhora Presidente, sempre criticaram que o campo de jogos do Campo Pequeno fosse gerido por essa mesma colectividade, por a mesma não ser sediada na Freguesia.

E faria aqui todo o sentido ouvir os Económicos, uma vez que pelos vistos tão bem geriram em vez da Junta o Parque de Jogos da Filipa da Mata, ao ponto de nos últimos 4 anos o terem feito sem haver qualquer tipo de documento escrito a definir os termos desse acordo/protocolo. Por muito que vos espante, isto mesmo foi afirmado pela Senhora Presidente da Junta, que disse que em 2005 quando assumiu a Presidência da Junta resolveu permitir que os Económicos continuassem a gerir o Parque de Jogos, como o tinham feito nos anos anteriores, mas sem fazer nenhum acordo escrito.

Pode-se perguntar como é que não havendo nada escrito entre as duas partes eram geridos os dinheiros provenientes das receitas da utilização e de publicidade do Parque Jogos e mesmo como é que era paga a pessoa dos Económicos que todos os dias lá estava.

E assim vai a cultura e o Desporto na Freguesia de Nossa Senhora de Fátima!