sábado, 12 de janeiro de 2013

Endoideceram de vez

In Expresso 12-1-2013

As trapalhadas e as alterações ao plano de tráfego da CML para a Avenida da Liberdade/Marquês de Pombal, continuam


Cai assim aquela que era uma das principais alterações propostas pela CML em Maio passado e que ao contrário do prometido - diminuir o tráfego na Avenida da Liberdade - veio foi criar o caos e a confusão nos automobilistas e moradores.

Será que o Costa e o Nunes da Silva endoideceram de vez e ao fim de 6 meses, ainda não perceberam que, apesar das muitas alterações que têm introduzido a este maquiavélico esquema de circulação, ainda não resolveram nada do que se propunham resolver e apenas criaram o caos, quer na Avenida da Liberdade, quer em toda a sua envolvente, como é o caso das Ruas da Escola Politécnica e D. Pedro V.

E já agora onde anda o Zé, que tanto prejudicou Lisboa com a sua guerra contra o túnel do Marquês? Provavelmente continua a dormir.

É tempo de dizer basta a tanto experimentalismo em Lisboa e de fazerem dos Lisboetas e dos automobilistas cobaias.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Faz o que eu digo, não faças o que eu faço

In Público e TVI 24
Glória Araújo, deputada do Partido Socialista (PS), foi detida na passada sexta-feira em Lisboa, por conduzir com excesso de álcool no sangue (2,41 gramas por litro), bem acima do limite a partir do qual esta infracção é qualificada como crime (1,2 g/l).

A deputada socialista faz parte da Comissão para a Ética, a Cidadania e a Comunicação. (...)A nível partidário, integra a comissão nacional do PS.

Glória Araújo já participou até em acções sobre a segurança na estrada, como a Comissão Interparlamentar da Segurança Rodoviária (Setembro de 2008) e um encontro com empresários em Lousada para debater a Estratégia Nacional para a Segurança Rodoviária (Março de 2009).

Será um crime não lhe ser retirada a imunidade parlamentar e ter muito descaramento para continuar como deputada.

É caso para se dizer "Faz o que eu digo, não faças o que eu faço" ou de como passar de uma ilustre desconhecia na AR, se bem que já por lá anda há 7 anos, a um caso nacional!

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Revista nova?

Na última semana de 2012, a Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima lançou um novo número da sua revista. Um número duplamente novo! Novo porque é o último editado e novo porque apresenta uma nova linha gráfica, a segunda no mesmo ano, em que apenas foram editados 2 números. Curioso é o mínimo que se pode dizer.

Depois de não ter editado o número de início de ano em 2012, por, segundo edital da Senhora Presidente, estarem a preparar uma nova revista, o resultado apresentado em Agosto foi tão fraco, com tantos erros, repetições e gralhas, que acharam melhor deitar todo o trabalho desenvolvido durante vários meses para o lixo, para agora apresentarem um número claramente melhor, com uma linha gráfica simples, mas coerente do princípio ao fim. Em suma, um resultado melhor que o de Agosto, se bem que com algumas arestas a limar. A pergunta que se coloca é quanto é que custou a brincadeira do número de Agosto.

Já quanto ao conteúdo, nada de novo. Estes dois últimos números continuam a reflectir bem a acção desta Junta de Freguesia: caduca, paralisada e fechada sobre si mesmo e que, continua ao longo dos anos a apresentar as mesmas actividades, sem nada inovar e que ignora o que se passa na Freguesia, dando a impressão que tudo vai bem, quando são muitos os problemas na Freguesia.

E não nos esqueçamos que no final de 2011, Nossa Senhora de Fátima tinha cerca de 500.000,00€ em banco, pelo que falta de dinheiro não é de certeza desculpa para não apresentarem obra. É mesmo incompetência e falta de vontade.

Quanto à publicidade constante nestes dois últimos números e como em muitos aspectos nesta Junta de Freguesia, dúvidas se levantam sobre a sua legalidade. Ou estarei eu a ler mal o código da publicidade?

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Feliz Ano Novo


segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Casa da Moeda classificada como monumento de interesse público


No último dia do ano, uma boa notícia para Lisboa e para a Freguesia de Nossa Senhora de Fátima. A Casa da Moeda e Valores Selados é a partir de hoje monumento de interesse público, conforme Portaria n.º 740-ET/2012, hoje publicada.

Segundo o Diário da República, "a Casa da Moeda e Valores Selados é uma das obras maiores do primeiro modernismo português, sendo igualmente considerada a obra -prima do arquiteto Jorge Segurado. Ocupa um quarteirão das Avenidas Novas, zona de expansão da cidade cuja concepção arquitectónica resulta da fusão entre as novas teorias funcionalistas e a continuidade do uso da linguagem formal de cunho eclético e nacionalista, adotada pelo Estado Novo como meio de afirmação e legitimação, que teve justamente o seu expoente máximo nas obras públicas de caráter monumental. Do conjunto urbano onde se insere fazem parte a antiga Estação do Arco do Cego, o Instituto Superior Técnico, o Instituto Nacional de Estatística e o edifício do então Liceu de Dona Filipa de Lencastre, do mesmo arquiteto, no bairro social do Arco do Cego, para além de prédios de habitação onde se destacam diversos imóveis de expressão modernista, de construção coeva ou posterior, resultantes da urbanização da zona nas décadas de 30 a 50 do século XX.
Destinadas a receber os serviços administrativos e fabris da Casa da Moeda, em laboração contínua desde finais do século XIII, as novas instalações respondem à busca do racionalismo construtivo que caracteriza a evolução arquitectónica da época. O programa modernista do edifício, extremamente exigente do ponto de vista funcional, revela-se nas opções construtivas e nos materiais empregues. A singularidade do projeto revela-se desde logo no programa misto, que conjuga a monumentalidade do edifício da administração com os três corpos das oficinas, onde o paradigma racional se plasma na adequação exata entre forma e função. A acentuada horizontalidade do conjunto, reforçada por coberturas em terraço, conjuga -se com as largas superfícies parietais de fenestrações regulares, e os motivos decorativos e referências estéticas encontram -se perfeitamente submetidos ao caráter utilitário da obra.
(...) Devido ao seu caráter funcional, a Casa da Moeda não tem nenhum paralelismo tipológico em Portugal, detendo igualmente valor único enquanto testemunho da complexa modernidade portuguesa durante a fase de maturação do regime fascista.
(...) A zona especial de proteção (ZEP) tem em consideração os condicionamentos do local, e (...) a sua fixação visa salvaguardar os nexos de lugar e de conjunto urbano, imprescindíveis para a compreensão do valor arquitectónico da Casa da Moeda e Valores Selados."
No blog Restos de Colecção, pode-se conhecer um pouco mais sobre a história da Casa da Moeda, e ver ainda algumas fotos da época da sua inauguração.

sábado, 29 de dezembro de 2012

Cabras no centro da cidade

Cabras a pastar no Centro de Lisboa - Bairro Santos.
Mais um sinal dos tempos de crise?