quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Eleições para a Comissão Política do Núcleo Central do PSD


Em ano de eleições autárquicas estas eleições ganham ainda maior importância, depois de estas estruturas, que são aquelas que mais próximas devem estar dos militantes e a quem compete a coordenação dos autarcas ao nível das Freguesias, estarem inexistentes há vários anos.

É pois importante que acima de tudo exista uma forte mobilização, para que já a partir de Sábado o PSD dê em Lisboa um sinal que está unido e empenhado na dura batalha que se aproxima. A participação de todos é importante!

Sou candidato na Lista A, encabeçada pelo nosso companheiro Daniel Gonçalves, que me desafiou para esta dura missão que é a de coordenar as 8 Freguesias do Núcleo Central. Desafio que aceitei, na certeza de poder contribuir para um núcleo forte e unido, que garanta a estabilidade, mas ao mesmo tempo a determinação que o PSD deve ter, na defesa dos interesses de Lisboa e dos Lisboetas.

Com base em 4 pilares - Respeitar as Identidades Locais / Pensar Jovem / Informar os militantes / Formar para ganhar, apresentamos um programa claro e integrado naquelas que são as competências estatutárias dos núcleos e elaborado a pensar já na nova estrutura administrativa de Lisboa.

Um programa pela positiva, que tem no respeito pelas diversas realidades das 8 Freguesias, o ponto de partida para a acção que nos propomos desenvolver.

A Lista que apresentamos, a que se juntam os 8 gabinetes autárquicos, evolvendo 55 companheiros com forte enraizamento local, a maioria com grande experiência politica e autárquica, é garantia de um trabalho sério e dedicado.

Ao longo dos últimos anos tenho mantido uma presença regular aqui. Os militantes sabem que levo muito a sério os desafios que assumo. Sabem que não sou dos que desistem nem dos que à primeira adversidade esmorecem. Sabem que comigo a informação e a formação são vectores a que dou enorme importância.

Só mantendo um canal de informação regular com os militantes e apostando fortemente na formação dos nossos autarcas, nos actuais e nos futuros, o PSD pode ter uma implantação forte.

Estes são princípios que vi bem marcados nas ideias do companheiro Daniel Gonçalves e que me levaram a aceitar integrar, sem hesitar, a Lista A.

Conto com o vosso apoio e o vosso voto na LISTA A!

Conheça a nossa lista aqui
Conheça o nosso programa aqui

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Obras ilegais continuam no Bairro do Arco do Cego

Subscrevi hoje um protesto que é ao mesmo tempo um pedido de informação, sobre as obras "ilegais" que continuam a aparecer no Bairro do Arco Cego, sem que aparentemente a Câmara Municipal de Lisboa, tome alguma medida no sentido de inverter estes abusos, que pouco a pouco vão descaracterizando o Bairro, pois "Pelo que nos é dado a observar no terreno, há uma completa falta de interesse na conservação do património arquitectónico do Bairro do Arco Cego".

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Fraquinho, Fraquinho, Fraquinho

Após umas semanas de reuniões, a conclusão a que a dupla Seguro / Costa chegaram, foi que a culpa da situação que o país vive hoje, foi dos Estados Unidos, das dívidas soberanas, do Euro e do actual governo. O Governo Sócrates tudo fez para salvar Portugal e o PEC IV era a solução!

Depois de entre 1995 e 2011 terem estado 13 anos no governo e de recentemente se terem recusado a participar na discussão da reforma do estado, vêm agora dizer que "O PS deve liderar o debate sobre a reforma do Estado" e até o sistema eleitoral já querem alterar.

Propostas concretas, além do aumento do salário mínimo e das pensões (o socialismo no seu melhor), pouquinhas ou nenhumas e a maioria dependem da Europa. Os outros que trabalhem.

E nem no titulo conseguem ser originais. Usaram o de uma moção de Pedro Passos Coelho em 2010.

E é isto que o PS tem a dizer ao país. Fraquinho. Muito fraquinho. 

domingo, 10 de fevereiro de 2013

54 anos da Freguesia

Na Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, existem cada vez mais casos de pobreza envergonhada e mesmo de fome e onde várias ONG's desenvolvem a sua actividade de apoio aos mais necessitados, com destaque para a Reffod, que evolve já mais de 300 voluntários e o aproveitamento diário de cerca de 300 refeições, evitando que no total 100.000 refeições fossem para o lixo. (ver aos18m.30s)

Mas enquanto isto acontece, a Senhora Presidente da referida Freguesia, Idalina Flora, resolveu esta semana comemorar os 54 anos da Freguesia, com uma missa solene com um coro contratado (algo que num estado laico fica sempre bem) e um jantar num hotel de 4 estrelas da Freguesia, para os autarcas e alguns ex autarcas da Freguesia e para os seus amigos, num total de mais de 100 convidados.

Curiosamente e apenas justificável com a vergonha que este jantar representa, não existe nenhuma referencia ao mesmo nem site da Freguesia, nem nos editais. Mais uma actividade secreta desta Freguesia.

UMA VERGONHA, numa altura em que a fome é uma realidade nesta Freguesia e quando a Senhora Presidente diz alto e bom som, para quem a queira ouvir, que a Freguesia não tem dinheiro, esquecendo-se dos mais de 500.000€ que estão no banco!

Curiosamente na mesma semana a Internacional Socialista sempre preocupada com o estado social e os mais desfavorecidos, reuniu num hotel de 5 estrelas de Cascais. Mas como por cá, lá também houve alguém a "denegrir" o bom nome desta grande instituição. As pessoas a esforçaram-se tanto para bem receber os amigos e vem logo alguém dizer mal. Só pode ser inveja!

sábado, 9 de fevereiro de 2013

O outro lado dos refrigerantes

Meio&Mensagem 11-10-2012
Um filme animado produzido para o Center of Science in the Public Interest (CSPI) por Alex Bogusky, um nome histórico da publicidade dos Estados Unidos, que depois de anos a trabalhar para marcas como a Coca-Cola e a Burguer King, mudou de lado e é desde há alguns anos um activista contra o fast-food e os refrigerantes.

Neste vídeo, recorrendo a uma família de ursos, critica a indústria dos refrigerantes, com referencias bem directas à Coca-Cola. Há uma clara ligação da mensagem do vídeo com a campanha da Coca-Cola que assenta a sua comunicação na felicidade

No filme os ursos vão sofrendo de diversos problemas de saúde, provocados pelo consumo excessivo dos refrigerantes. Aumentam de peso, os dentes caiem, surgem os diabetes que levam mesmo a uma amputação. No fim, os ursos compreendem que os seus problemas de saúde provêm dos refrigerantes e do excesso de açúcar que estes contêm e deitam os refrigerantes fora.

Um filme didáctico que bem podia passar nas nossas escolas.

Como é referido no site da campanha, “Partilhe no Facebook. Tuíte isso. Dê um Pin nisso. Compartilhe no Google+. Envie o link por e-mail a seus amigos e parentes. Mostre o vídeo na escola. Sente-se e assista com toda a sua família. Faça uma noite do cinema e veja o vídeo antes do filme principal. Fale sobre ‘Os verdadeiros ursos’ no YouTube. Coloque no seu blog ou website. Faça isso. Você é o mensageiro.

Compartilhar é o único meio que temos de fazer com que a infeliz verdade sobre o refrigerante se espalhe pelo mundo

Saiba mais aqui

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Desinformação à Portuguesa

Como um título cria desinformação, ou como depois de uma entrevista ao Ministro Vitor Gaspar, onde de forma claríssima estava explicado que o financiamento para o TGV Lisboa-Madrid tinha sido renegociado e que os fundos iriam ser utilizados num novo projecto reformulado e focado nas mercadorias, se consegue dizer e escrever tanto disparate.

Os Socráticos Socialistas que já andavam a deitar foguetes e a fazer a festa pelo "regresso do TGV", podem-se acalmar: "não, ele não volta!" Tudo devidamente esclarecido e com a reposição da verdade necessária pelo João Caetano Dias

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Sobre a Reforma do Estado – Entrevista a Jorge Moreira da Silva


Apesar de ter sido realizada a 30 de Outubro do ano passado, mantém toda a actualidade, mais ainda quando o Tó Zé Seguro, vem agora colocar como condição para participar na discussão sobre a reforma do estado, a “retirada de imediato do memorando o compromisso do corte de quatro mil milhões”. Até aqui não participavam na discussão.  Agora que vêm que estão a ficar isolados nesta sua posição de auto exclusão, que ninguém entende, já colocam condições.


Depois de termos iniciado uma caminhada com um défice perto dos 9%, de chegar este ano a 5%, no próximo ano a 4,5%, e a seguir a 2,5%, e de isto ter sido alcançado com uma fortíssima redução da despesa pública em 13 mil milhões de euros e da redução do défice estrutural primário em 6% em 2 anos, o que são valores recorde na nossa Democracia, temos que fazer escolhas” 

A verdade é que “todos querem a redução da despesa, todos falam da redefinição das funções do estado, mas na hora da verdade, todos os pretextos servem, ora a constituição, ora se a carta chegou ou se não chegou, se estava previamente discutido...

Nós queremos reduzir o peso do estado na economia”. Será que os outros também querem? Ou querem manter as mordomias, numa perspectiva de se voltarem ao poder, continuarem a esbanjar.