segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Paróquia de Nª Srª de Fátima promove exposição, integrada nas comemorações do 75º Aniversário

Integrada nas comemorações do 75º Aniversário da Paróquia de Nossa Senhora de Fátima e com Organização da própria Paróquia, vai decorrer de 28 de Fevereiro a 31 de Maio, uma exposição intitulada, S. Julião - Memórias da antiga igreja, que pretende mostrar um "significativo espólio documental assim como alfaias litúrgicas, esculturas, mobiliário e paramentaria, num total de 80 objectos".

A exposição estará patente na antiga Igreja de S. Julião (hoje Museu do Dinheiro, ao lado da Câmara Municipal de Lisboa), que foi vendida em 1933 pela Arquiconfraria do Santíssimo Sacramento ao Banco de Portugal, cuja verba obtida serviu para a Arquiconfraria "adquirir o terreno onde viria a ser construída a actual Igreja de Nossa Senhora de Fátima, nas Avenidas Novas em Lisboa".

"Por esse motivo, parte significativa do espólio foi transferido para a nova Paróquia, ali se conservando inédito ate aos nossos dias".

Aqui está uma iniciativa que merecia a participação da Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, mas que sabe-se lá porquê, não consta.

Clique aqui, para saber mais sobre a exposição

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Para reflectir

A intervenção da secretária-geral da União Internacional de Jovens Socialistas, durante a reunião da Internacional Socialista em Cascais no inicio deste mês, deve ser merecedora de reflexão por todos nós, sejamos ou não socialistas e como o sabem, eu não o sou.

Beatriz Talegón, dirigiu-se aos líderes socialistas, mas as suas palavras vão muito para além do mundo socialista, que devem ser escutadas por todos, pois reflectem o que na realidade se passa e que muitos se recusam a querer ver. Os protestos não são nem contra nem a favor de alguém. As pessoas protestam porque estão a ver a sua vida ser afectada directamente. Como disse “O que nos deveria doer é que eles estão a pedir democracia, a pedir liberdade, (...) e nós não estamos aí”.

Apesar das criticas de que também foi alvo, esta mensagem é transversal a todos os partidos democráticos, que a deviam interpretar e adaptar as suas formas de agir e comunicar.


Veja aqui a intervenção na integra, e leia no Público e no DN

Os espontâneos, os fascistas e a Grândola

                          De Henrique Raposo, no Expresso a 21 de Fevereiro

De Alberto Gonçalves, no Diário de Notícias a 24 de Fevereiro

sábado, 23 de fevereiro de 2013

O futuro das Avenidas Novas começou hoje

Hoje começou a desenhar-se o futuro da Nova Freguesia das Avenidas Novas.

Na companhia dos meus amigos Daniel Gonçalves e José Marinho, iniciamos hoje uma caminhada vitoriosa nas Avenidas Novas, contactando com dois importantes intervenientes, que semana a semana ajudam a construir a Freguesia.

Nos próximos meses queremos ouvir aqueles que vivem, trabalham ou de uma qualquer forma dão o seu contributo para o bem estar nas Avenidas Novas, para apresentarmos aos eleitores nas próximas eleições autárquicas uma equipa e um programa, conhecedor das diversas facetas da Freguesia.

Contamos com todos, rigorosamente todos. Contem connosco!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Reunião Pública da Junta de Freguesia da Cruz Quebrada-Dafundo

Segundo Edital afixado na vitrine que se encontra no edifício da Junta de Freguesia da Cruz Quebrada-Dafundo, hoje deveria ter acontecido a 2ª reunião pública de 2013 do executivo da Junta de Freguesia.

Mas há hora marcada, 21.00h, a Junta de Freguesia apresentava-se fechada, como demonstra a fotografia e até às 21.50h, momento em que eu e outras pessoas abandonamos o local, não apareceu nem o Senhor Presidente da Junta nem nenhum dos membros do executivo.

E assim se passa mais um mês, o 4º, ou 5º ou talvez até mais, em que não se realiza a reunião pública mensal, que por Lei é obrigatória o executivo da Junta de Freguesia realizar.

E assim vai a gestão da Junta de Freguesia da Cruz Quebrada-Dafundo, que além da ausência das reuniões públicas e pelo que os membros demissionários do executivo têm afirmado nas Assembleias de Freguesia, não reúne há já vários meses. Como é que é possível gerir uma Junta de Freguesia sem reuniões?

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Liberdade de Expressão, Grândola e o Relvas

Via 31 da Armada e Forte Apache
Os arautos da Liberdade de expressão, resolveram, nos últimos dias, a partir de um dos símbolos da nossa Liberdade, passarem para o insulto barato e para a censura. E não é o Relvas que está em causa, o que faz ou o que ele iria dizer. O que está em causa é a Liberdade.



A Liberdade que uns têm de criticar, não se pode sobrepor à Liberdade que todos temos de emitir a nossa opinião. Não podemos ficar calados e permitir que os valores da Liberdade e da Democracia, sejam postos em causa. Aqueles que agora fecham os olhos à intolerância serão os mesmos que, amanhã, dela se vão queixar.

Como o António Barreto, eu também não gostei do que se passou ontem. Não gosto de ver que a Liberdade no meu país esteja a ser posta em causa. Não quero pensar, que aqueles que lutaram por ela o tenham feito em vão. Não esqueço os homens que como o Tenente Coimbra e o Furriel Pires, caíram ao defende-la. Não quero de novo um PREC no meu país!

PS: Declarações de Augusto Santos Silva na TVI

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Vitória!

Com a eleição ontem das Comissões Politicas dos Núcleos de Lisboa do PSD - Central, Ocidental e Oriental, foi dado o último passo para a reactivação destas estruturas, indispensáveis na dinamização e relacionamento com os militantes. Esta foi uma das promessas da actual Comissão Politica Concelhia e do Companheiro Mauro Xavier, que ao contrário do que muitos vaticinavam está totalmente cumprida.

Para o Núcleo Central, aquele a que pertenço, e o único em que se apresentaram 2 listas, a que eu integrei, Lista A,  venceu de forma clara e inequívoca com mais de 75% dos votos. A Lista A obteve 543 votos, a Lista B 163 votos e registaram-se 7 votos nulos e 6 brancos.

Este é um resultado que não deixa dúvidas a ninguém sobre quem é que os militantes do Núcleo Central querem para dirigir o seu núcleo e coordenar o trabalho autárquico nas suas Freguesias. Mas é ao mesmo tempo uma enorme responsabilidade que nos atribuem, com tão expressiva votação. Cabe-nos, agora, a nós não frustrar as expectativas que depositaram em nós e tal só poderá ser conseguido com muito empenho e dedicação, em permanente diálogo com os nossos militantes.

De sublinhar que este resultado é também uma escolha muito clara entre dois projectos muito distintos.  A Lista A com um programa muito objectivo e centrado naquelas que são as competências estatutárias do núcleo e que se apresentou aos eleitores sempre pela positiva de olhos postos no futuro e afirmando inequivocamente que contamos com TODOS os militantes, como primeiros embaixadores da nossa mensagem junto da população. Os militantes terão um papel fundamental na nossa estratégia!

Por outro lado, a Lista B optou desde o princípio por um discurso pela negativa,  levantando suspeições que nunca tiveram a hombridade de concretizar, apresentando mais queixas e reclamações do que ideias e propostas e quando o fizeram, fizeram-no de forma desenquadrada da realidade estatutária, utilizando para tal uma campanha demasiado agressiva e até provocatória junto dos militantes e que teve certamente o efeito contrário ao esperado, tantos eram ontem os comentários negativos a tal estratégia.

O resultado mostra que os militantes sabem muito bem o que querem.

Neste momento de Vitória, não posso deixar de manifestar publicamente o meu agradecimento ao Daniel Gonçalves pelo convite que me fez para integrar este projecto, reconhecendo, no entanto, que tal só foi possível porque um grupo de companheiros, que como eu, souberam colocar os interesses do PSD acima de questões pessoais e assim construir um projecto de inclusão do qual sai vitorioso o PSD, com uma especial referência para o José Luís Moreira da Silva, o Luís Newton, o Rodrigo Gonçalves e o Sérgio Azevedo.

Seria também incorrecto se me esquecesse do apoio que tive daqueles que nos últimos anos, quando necessário sempre me souberam chamar à razão, mas de quem tive sempre o apoio necessário e indispensável para continuar na defesa daquilo que considerava ser o melhor para o PSD em cada momento. Aos meus amigos e companheiros João Pedro Saldanha Serra, José Marinho, José Manuel Caetano Gomes, Luísa Chaves, Isabel Simas, Isabel Tavares, Isabel Andrade, Luísa Teixeira, Abel Veloso, Artur Madeira, Luís Albergaria, Manuela Maia e muito em especial à Cristiana que está sempre disponível para me aturar e ajudar, e a muitos outros que de certeza se revêm nestes nomes, o meu muito Obrigado pelo apoio que sempre me deram e do qual mais do que nunca espero poder continuar a ser merecedor. Um Obrigado especial ao meu grande amigo João Maia, que seria imperdoável esquecer neste momento tão difícil da sua vida, mas do qual nunca esquecerei os conselhos que sempre esteve pronto a dar-me e com quem muito aprendi.

A finalizar uma palavra especial de agradecimento a todos aqueles que, ontem, prescindiram de um pouco da sua tarde de Sábado para irem votar e com isso darem um forte sinal de que o PSD de Lisboa existe, está vivo e empenhado no desafio autárquico que se aproxima. Conto com TODOS para uma vitória do PSD. Contem comigo!