domingo, 10 de março de 2013
Uma crise anunciada
Prefácio do livro "Roteiros VII", publicado pelo Presidente da República, onde é feita uma análise das razões que nos levaram a esta crise e do consequente pedido de apoio financeiro externo, apoiado por 90% dos deputados, questões que muitos continuam a querer esquecer e actuam como se não tivessem qualquer responsabilidade na actual crise.
Aos que criticam o "silêncio" do Presidente da República, é respondido de uma forma clara que não é com protagonismos e exposição mediática, que o Presidente da República pode ajudar o país, mas sim com uma verdadeira "magistratura de influencia", muita vezes executada longe dos olhares dos media e desconhecida da maioria dos Portugueses, mas que tem contribuído, tenha a certeza, para que Portugal venha recuperando a sua credibilidade quer internacional, quer junto dos Portugueses, que têm contribuindo de uma forma exemplar, para sairmos da crise.
Download do PDF do prefácio aqui
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sábado, 9 de março de 2013
Saldanha - A praça mais caótica de Lisboa
In revista Sábado 7-03-2013
"Diariamente, centenas de pessoas fazem travessias fora das passadeiras. Quem cumpre as normas pode levar cinco minutos à espera nos semáforos.
(...) Em nenhum outro local de Lisboa automóveis e peões convivem de forma tão violenta.
(...) Entre 2004 e 2011 houve 230 acidentes no Saldanha, dos quais 35 foram atropelamentos".
Ler aqui o artigo na integra
Referido neste artigo da revista Sábado, o estudo da socióloga Hélène Frétigné - A Praça Adida, estudo de fluxos pedonais na praça do Duque de Saldanha, apresenta algumas razões para o caos referido no artigo, além de nos dar na sua primeira parte uma história da evolução da praça desde o final do sec XIX até quase aos nossos dias.
No estudo é afirmado que "apesar do grande fluxo pedonal gerado na praça – relativamente ao qual não é preciso dar grandes justificações – nada foi (nem está a ser) feito para melhorar as condições de circulação dos peões para aumentar as suas possibilidades da fruição, para fazer deste espaço tão frequentado um espaço de convívio, uma praça pública.
Surge então uma pergunta: será que são os centros comerciais que constituem a praça pública em lugar da Praça propriamente dita? É o que nos dá a entender o arquitecto Diogo Lino Pimentel, quando lhe é formulada a questão da má gestão da Praça no que diz respeito ao pouco interesse por parte da Câmara Municipal para dar resposta a essa necessidade de praça pública no Saldanha."
Um desafio para a próxima Vereação Municipal de Lisboa e para os futuros autarcas das Novas Freguesias das Avenidas Novas e de Arroios.
sábado, 2 de março de 2013
É preciso não ter vergonha nenhuma
E enquanto estiveram no Governo, do qual saíram à apenas 20 meses, estiveram a fazer o quê?
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Paróquia de Nª Srª de Fátima promove exposição, integrada nas comemorações do 75º Aniversário
Integrada nas comemorações do 75º Aniversário da Paróquia de Nossa Senhora de Fátima e com Organização da própria Paróquia, vai decorrer de 28 de Fevereiro a 31 de Maio, uma exposição intitulada, S. Julião - Memórias da antiga igreja, que pretende mostrar um "significativo espólio documental assim como alfaias litúrgicas, esculturas, mobiliário e paramentaria, num total de 80 objectos".
A exposição estará patente na antiga Igreja de S. Julião (hoje Museu do Dinheiro, ao lado da Câmara Municipal de Lisboa), que foi vendida em 1933 pela Arquiconfraria do Santíssimo Sacramento ao Banco de Portugal, cuja verba obtida serviu para a Arquiconfraria "adquirir o terreno onde viria a ser construída a actual Igreja de Nossa Senhora de Fátima, nas Avenidas Novas em Lisboa".
"Por esse motivo, parte significativa do espólio foi transferido para a nova Paróquia, ali se conservando inédito ate aos nossos dias".
Aqui está uma iniciativa que merecia a participação da Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, mas que sabe-se lá porquê, não consta.
Clique aqui, para saber mais sobre a exposição
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Para reflectir
A intervenção da secretária-geral da União Internacional de Jovens Socialistas, durante a reunião da Internacional Socialista em Cascais no inicio deste mês, deve ser merecedora de reflexão por todos nós, sejamos ou não socialistas e como o sabem, eu não o sou.
Beatriz Talegón, dirigiu-se aos líderes socialistas, mas as suas palavras vão muito para além do mundo socialista, que devem ser escutadas por todos, pois reflectem o que na realidade se passa e que muitos se recusam a querer ver. Os protestos não são nem contra nem a favor de alguém. As pessoas protestam porque estão a ver a sua vida ser afectada directamente. Como disse “O que nos deveria doer é que eles estão a pedir democracia, a pedir liberdade, (...) e nós não estamos aí”.
Apesar das criticas de que também foi alvo, esta mensagem é transversal a todos os partidos democráticos, que a deviam interpretar e adaptar as suas formas de agir e comunicar.
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Os espontâneos, os fascistas e a Grândola
De Henrique Raposo, no Expresso a 21 de Fevereiro
De Alberto Gonçalves, no Diário de Notícias a 24 de Fevereiro
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