sábado, 13 de julho de 2013

Postais das Avenidas Novas 6

A propósito de um artigo publicado no blog "O Corvo", intitulado "Uma cidade tolerante com o lixo", deixo-vos aqui algumas fotos da Avenida dos Defensores de Chaves, do passado sábado, onde é visível, não a falta de civismo, de que tanto se queixa o Vereador Sá Fernandes, mas a desorganização e falta de limpeza da Câmara Municipal.

É bem visível nestas fotos que as pessoas procuraram os locais próprios para colocarem o lixo, mas quando as papeleiras estão cheias não resta outra solução aos cidadãos, que a que se vê nas fotografias. E esta, é uma situação recorrente nesta zona da Avenida dos Defensores de Chaves (entre as Avenidas Miguel Bombarda e Duque de Ávila).

Se a actual Presidente da Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, que curiosamente vive nesta artéria, prestasse mais atenção à sua freguesia, em vez de andar preocupada com a sua campanha eleitoral e se o Senhor Vereador Sá Fernandes e a maioria socialista que governa Lisboa, prestassem mais atenção à limpeza da cidade e à sua gestão corrente, em vez de andarem a pensar em formas de permanentemente martirizarem os moradores das Avenidas Novas, com ideias e propostas que ninguém entende, estas situações de certeza que não aconteceriam.

Lisboa e as Avenidas Novas precisam de quem as Sinta, de quem permanentemente olhe pelas nossas ruas, de quem ouça quem cá vive. Sentir Lisboa é algo que esta maioria socialista que governa Lisboa não sabe o que é. É urgente mudar.

É urgente uma equipa nova a gerir a Freguesias das Avenidas Novas. Gente que Sinta, olhe por nós e aja em beneficio da Freguesia, em vez daqueles cuja única preocupação durante o actual mandato foi o de guardar o dinheiro no banco e nada fazerem, para agora, nos últimos 6 meses de mandato e da Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, o andarem a esbanjar de forma escandalosa.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Apresentação da Candidatura Sentir Lisboa - PSD / CDS / MPT, à Freguesia das Avenidas Novas

Jantar de apresentação da candidatura Sentir Lisboa - PSD / CDS / MPT à Freguesia das Avenidas Novas
Amanhã, 11 de Julho, pelas 20.00 horas, na Escola Secundária D. Pedro V 

Depois de quase 4 meses de campanha, em que já contactamos com dezenas de instituições da Freguesia, com comerciantes e com a população das Avenidas Novas, chegou o momento de apresentar a candidatura encabeçada pelo Daniel Gonçalves e a sua equipa, que vai dirigir a partir de Setembro a nova Freguesia das Avenidas Novas.

Conheça aqui, na minha página do Facebook, um pouco da nossa campanha, que desde Março, semana a semana, tem estado na rua, a apresentar-se aos eleitores e a ouvir aquilo que querem para a sua Freguesia.

EU FICO. Será irrevogável?

Ele já tinha avisado há muitos anos
Só se esqueceu de dizer é que era com mais poder!
Para bem do país espera-se que as birras, as ameaças e as indirectas sobre a condução do governo, tenham acabado e que de uma vez por todos cumpram com o que apregoam
pois se não andaram a brincar aos políticos, andaram de certeza a brincar com o nosso futuro.

Hoje no I, Pedro Braz Teixeira, faz uma análise sucinta, mas muito realista, sobre esta atitude "irreflectida, incoerente e totalmente irresponsável":





terça-feira, 9 de julho de 2013

Quatro meses depois CML volta atrás no processo do Pavilhão Carlos Lopes

In Público 9-7-2013
Mais uma trapalhada do Costa!

Quatro meses depois de terem decidido aceitar a única proposta apresentada e entregar a exploração do Pavilhão Carlos Lopes à Fundação de Solidariedade Social Aragão Pinto, dirigida pelo actual Presidente do Sporting, Bruno de Carvalho, contra a posição defendida na altura pelo PSD, os Vereadores Manuel de Brito e Manuel Salgado, levam amanhã a reunião de Câmara uma proposta para exclusão da referida proposta por  "flagrante contradição" com as normas do concurso.

Ou seja, os Senhores Vereadores Manuel de Brito e Manuel Salgado (PS), precisaram de 4 meses para perceberem que a proposta apresentada por Bruno de Carvalho violava em vários aspectos o caderno de encargos que serviu de base ao concurso. Manifesta incompetência da maioria socialista, que gere Lisboa com os pés. 

Quando se pensava que ao fim de décadas de abandono, o Pavilhão Carlos Lopes iria voltar a ter uma nova vida, concordando-se ou não com a proposta de Bruno Carvalho, eis que se volta à estaca zero e sabe-se lá a quantos mais anos de abandono e degradação.

O Pavilhão Carlos Lopes, Lisboa e as Avenidas Novas, merecem mais. Merecem uma equipa  autárquica que Sinta Lisboa e gira esta cidade a pensar nas pessoas e defenda o seu imenso património. 

Cinema Teatro Monumental

In Restos de Colecção 7-7-2013
Dezembro de 1951

O “Cinema-Teatro Monumental”, localizado na Praça Duque de Saldanha em Lisboa, foi inaugurado no dia 8 de Novembro de 1951, «único no seu género em todo o mundo» segundo alguns jornais da época, que acrescentavam: «um luxuoso edifício que, desde as linhas arquitectónicas do exterior à luxuosa comodidade dos seus interiores, oferece o tom moderno e de bom gosto da casa de espectáculos digna de figurar entres as melhores da Europa».

Derrubado em 1984 ("O maior assassinato da cultura nacional que há memória..." como diz o meu amigo Vasco Morgado), ficará para sempre na história de Lisboa e fará parte do importante legado histórico que a futura freguesia das Avenidas Novas herdará e a quem irá caber um importante papel na preservação e divulgação das memórias deste e outros edifícios que infelizmente já desapareceram, mas principalmente na defesa do património arquitectónico ainda existente.

Da minha parte guardo as recordações das grandes sessões de teatro no Carnaval, as dezenas de filmes que lá vi e os almoços com os meus pais e a minha avó quer no Monumental quer ao lado no Monte Carlo.

Veja aqui fotos e conheça um pouco da história do que foi este grande edifício, em mais um excelente post do José Leite no seu Restos de Colecção

domingo, 30 de junho de 2013

Quem é Mário Nogueira?

Por Henrique Raposo (*) In Povo Livre 26-6-2013
Um professor dá aulas e Mário Nogueira não dá aulas há mais de 20 anos. Parece mentira, mas este senhor está num perpétuo horário zero há duas décadas. A sua “carreira” docente conta com 32 anos de serviço, mas, na verdade, o Glorioso Líder da Fenprof só deu aulas nos primeiros 10 anos de vida profissional. Os últimos 22 anos foram dedicados ao sindicalismo profissional. Não, Mário Nogueira não é professor, é sindicalista. O que me leva a uma pergunta óbvia: como é que alguém que não dá aulas há vinte anos pode representar com realismo as pessoas que dão aulas todos os dias? 

E esta comédia sindical não se fica por aqui. Por artes burocráticas impenetráveis, Mário Nogueira tem sido avaliado como professor: recebeu o “Bom” correspondente à classificação de 7,9 obtida no agrupamento de escolas da Pedrulha, Coimbra (Correio da Manhã, Dezembro 2011). Mais uma vez, um camião de perguntas bate à porta: se não dá aulas, como é que este indivíduo pode ser avaliado como professor? Como é que se opera este milagre da lógica? Entre outras coisas, parece que conferências e artigos de jornal contam para a avaliação de Mário Nogueira. Fazer propaganda da Fenprof, ora essa, é igual ao confronto diário com turmas de vinte e tal garotos. Justo, justíssimo, justérrimo.

Se não é professor, quem é afinal Mário Nogueira? Na minha modesta opinião de contribuinte assaltado por horários zero e afins, Mário Nogueira é o verdadeiro ministro da educação. A cadeira do ministério vai mudando de dono, mas Mário Nogueira está lá sempre. Os governos sucedem-se, mas a Fenprof está lá sempre. E, com menor ou maior intensidade, as políticas educativas são determinadas pela Fenprof e não pelos governos democraticamente eleitos. A força das eleições nunca chega à tal escola pública, que é auto-gerida há décadas pela Fenprof. Curiosamente, TVs e jornais nunca fazem fogo sobre este sindicato. O poder da educação está ali, mas as redacções só sabem queimar ministros atrás de ministros. Nunca ouvi ou li uma entrevista a Mário Nogueira. Só vi e ouvi tempos de antena. Quem é Mário Nogueira? Um dos inimputáveis do regime.
(*) Jornalista, © Expresso

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Será que estes senhores se julgam donos da cidade?

Numa campanha eleitoral não pode valer tudo.

O respeito pelas regras democráticas, pelas ideias e propostas dos adversários e principalmente o respeito pelas entidades públicas, que deverão manter a sua independência face ás diversas forças públicas, são factores que devem estar na base de actuação de todas as forças concorrentes a qualquer acto eleitoral.

Infelizmente não é essa a forma de agir da candidatura do PS à Freguesia das Avenidas Novas, que não lhe chegando as paredes e as árvores existentes na Freguesia, utiliza de forma abusiva os placards informativas da Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, para promover um debate que vai levar a cabo brevemente na Freguesia e no qual estará presente o actual Presidente da Câmara de Lisboa, militante do PS.

Será que estes senhores se julgam donos da cidade? Já sabíamos que a tripla António Costa / Nunes da Silva / Sá Fernandes, desrespeitou os munícipes das Avenidas Novas durante todo a mandato, fazendo tábua rasa das suas opiniões e agindo permanentemente contra a sua vontade. Será que quando estamos ainda a 3 meses das eleições, acham que vale tudo para divulgarem a sua mensagem e que podem utilizar os placards de uma Junta de Freguesia para fazerem campanha eleitoral? Ou será que isto é já um sinal de desespero?