Há 22 anos, neste dia 24 de Novembro, morria uma das maiores vozes do Século XX
domingo, 24 de novembro de 2013
sábado, 23 de novembro de 2013
Um dia a casa vem abaixo
Desde sempre, talvez há 30 anos ou mais, que conheci o nº 160 da Rua da Beneficência e o nº 22 da Rua Cristóvão de Figueiredo, abandonados e em ruína, em permanente perigo de alguma parte cair na via pública. Apesar das grades da Polícia Municipal que pretendiam impedir a passagem de peões, mas que eram permanente encostadas à parede, e da sinalização, muitos peões teimavam em passar naquele passeio e muitos automobilistas continuavam a estacionar. Felizmente que nunca aconteceu nenhum acidente, mas o perigo aumentava de ano para ano.
Ao longo dos anos foram muitas as historias que se ouviram sobre o porquê de estes dois imoveis estarem abandonados. Desde desentendimentos entre possíveis herdeiros a estarem arrolados num processo judicial, de tudo se ouvia um pouco.
Afinal a razão é apenas a da falta de entendimento entre o proprietário dos terrenos, que ali pretende construir um prédio, com uma altura que a CML considera excessiva, não aprovando os diversos projectos que entretanto terão sido apresentados.
Felizmente que o bom senso entre a Câmara Municipal de Lisboa e o proprietário prevaleceu e esta semana os prédios foram demolidos, evitando-se assim uma possível tragédia. A Câmara parece ter isentado de taxas a demolição, que ficou a cargo do proprietário.
Vamos agora aguardar para sabermos quantos mais anos durará o braço de ferro entre Câmara e proprietário, para conhecermos o prédio que ali nascerá.
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Lixo no Bairro Santos
Este é o estado de imundice a que a Câmara Municipal de Lisboa continua a votar o Bairro Santos. A Rua Alfredo Roque Gameiro apresenta uma falta de limpeza permanente, além de , em alguns locais, um cheiro nauseabundo.
É urgente que as novas competências atribuídas às Juntas de Freguesia de Lisboa, comecem, gradualmente, a passar da Câmara para as Juntas de Freguesia, para que este estado de desleixo e falta de fiscalização termine, e o Bairro Santos comece a ser tratado como merece.
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Reinauguração das instalações da Refood em Nº Srª de Fátima
No passado sábado estive no Magusto promovido pelo Núcleo da Refood de Nossa Senhora Senhora de Fátima, que serviu ao mesmo tempo para marcar a reinauguração das suas instalações, após algumas obras de beneficiação.
Na ocasião tive a oportunidade de mais uma vez dar os parabéns ao Hunter Halder, por este seu projecto, que teve o seu inicio precisamente em Nossa Senhora de Fátima e que hoje se estende já a outras zonas da cidade - São Sebastião da Pedreira, Lumiar, Telheiras, Alvalade, Estrela, Parque das Nações, Carnide, Belém, envolvendo já cerca de 1000 voluntários. Só este núcleo conta com 250 voluntários, que ajudam diariamente cerca de 350 pessoas (110 famílias).
Esta foi uma tarde, que apesar do frio que já se começava a sentir, reuniu algumas centenas de pessoas, que não quiseram deixar de dar o seu apoio solidário a este projecto, que contou também com a presença da TVI.
Nos presentes destaque para o Sr. Cónego Luis Alberto (Pároco da Igreja de Nossa Senhora de Fátima, que cede as instalações onde funciona este núcleo da Reffood), e para os autarcas da Freguesia das Avenidas Novas.
Paulo Lopes, Isabel Simas, José Marinho, José Caeiro, Margarida Marinho, Cónego Luis Alberto e Daniel Gonçalves (Presidente da Junta de Freguesia das Avenidas Novas)
Cumprindo a promessa eleitoral de dar às causas sociais o seu total apoio e prioridade no mandato que agora iniciam, os autarcas das Avenidas Novas eleitos na lista do PSD/CDS/MPT, Daniel Gonçalves (Presidente da Junta de Freguesia), Pedro Ribeiro (Tesoureiro), José Pedro Athayde (Secretário) e Isabel Simas, bem como os membros da Assembleia de Freguesia, Luisa Chaves (Voluntária da Refood), José Marinho e Cristina Martins, aos quais eu próprio e o José Caeiro nos juntamos, não quisemos deixar de marcar presença, dando desta forma um claro sinal que as causas sociais serão a primeira prioridade da gestão da actual Junta de Freguesia das Avenidas Novas.
Outras fotos aqui
Luisa Chaves, Hunter Halder, João Pedro Gonçalves Pereira (Presidente da C. P. Concelhia de Lisboa do CDS e José Pedro Athayde
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sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Polícia, manifestações e o cumprimento da Lei
Quando a polícia não respeita a Lei nem a faz respeitar, que
respeito esperam ter, desde ontem, por parte da população?
Abriu-se um precedente grave, em que a primeira vitima foi o Director Nacional da PSP e em que muito provavelmente os principais prejudicados serão os próprios agentes da autoridade oriundos das diversas polícias.
Grave são também as declarações de dirigentes dos diversos sindicatos presentes na manifestação, em que ao mesmo tempo que descartaram qualquer responsabilidade nos acontecimentos, como quem "sacode a água do capote", afirmaram compreender a atitude de quem invadiu as escadarias. Como dirigentes sindicais, de forças a quem cabe manter a ordem pública e o cumprimento da Lei, tinham que ter condenado firmemente a atitude daqueles que incitaram ao derrube das barreiras e à invasão das escadarias.
O regresso dos Marretas
Os Marretas reuniram-se mais uma vez ontem à noite na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa e ninguém melhor que Pacheco Pereira, um dos oradores da noite, para definir o que lá se passou e ao que vêm:
Ideias não têm, apenas o dizer mal por dizer. Apenas o deitar abaixo porque sim. E o que não deixa de ser curioso, é que além da ausência dos principais dirigentes políticos de esquerda, do PS ao BE, foi o facto de a intervenção que maior destaque e ovação despertou, foi a do Marreta Pacheco, que já disse mal de tudo e de todos, que não sabe onde anda e muito menos para onde vai.
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quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Pepsi nunca mais!
Eu sou daqueles que preferi sempre a Coca-Cola à Pepsi. Mas nunca tive nada contra esta última e várias vezes a bebi. Até ontem. Depois desta campanha inqualificável, que visou não só o Cristiano Ronaldo, mas toda uma nação, Pepsi nunca mais!
As desculpas agora apresentadas pela Pepsi, vêm tarde. Não é admissível que uma multinacional, que se encontra instalada no nosso país há vários anos, apele desta forma à violência, contra um símbolo e uma referência de Portugal no mundo.
A resposta dos sempre atentos criativos portugueses não se fez esperar:
Parabéns para aqueles que com um sorriso e elevação souberam, na hora, responder à Pepsi e à sua infame campanha.
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