segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Obrigado Eusébio

Dos muitos milhares que no Estádio da Luz, nas ruas de Lisboa e um pouco por todo o país através da televisão, a Old Trafford que durante um minuto aplaudiu Eusébio de pé, ao minuto de silencio hoje em Santiago Barnabeu onde os jogadores do Real de Madrid jogaram com uma braçadeira preta ou à Internet onde um pouco por todo o mundo a palavra Eusébio foi das mais procuradas, sendo mesmo a mais procurada em 6 países, em todo o Mundo foram milhões os que disseram Obrigado ao Rei.

Muito poucos no mundo merecerão tamanha homenagem e reconhecimento no seu país e fora dele. Algo só reservado aos Grandes. E Eusébio é e sempre será um dos Grandes do futebol. Para mim que cresci com os seus êxitos, os seus golos e as alegrias que deu ao Benfica e a Portugal, será sempre o Maior.

Como dizia ontem Alexandre Borges no 31 da Armada, Eusébio foi o último Rei de Portugal!

PS. Ao autor da foto, que desconheço quem seja, os meus parabéns, por com um "disparo" ter captado o sentimento de toda uma Nação!

Eusébio não merecia isto

Sem comentários....

domingo, 5 de janeiro de 2014

Eusébio 1942-2014

Morreu Eusébio

O melhor jogador português de sempre e um dos melhores do Mundo, que ficará para sempre conhecido por o "pantera negra". Um génio, um simbolo do século XX, que ficará para sempre recordado como um dos grandes do futebol, onde terá sempre lugar na selecção dos melhores do mundo, uma equipa onde nunca será suplente.

Havia nele a máxima tensão
Como um clássico ordenava a própria força
sabia a contenção e era explosão
havia nele o touro e havia a corsa
Não era só institinto era ciência
magia e teoria já só prática
Havia nele a arte e a inteligência
do puro jogo e sua matemática
Buscava o golo mais que golo: só palavra
Abstracção. Ponto no espaço. Teorema.
Despido do supérfulo rematava
e então não era golo: era poema
                                                           Manuel Alegre

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

As consequências sociais da austeridade. Algumas dúvidas.

In Pedro Magalhães 29-12-2013
No seu blog, Pedro Magalhães colocou recentemente dois post's, onde abordando indicadores sobre a pobreza e a desigualdade em Portugal e as respectivas evoluções, coloca algumas dúvidas pertinentes, pois os dados obtidos surpreendem face à difícil situação económica e de grande austeridade a que o país se vê obrigado, consequência por um lado de politicas irresponsáveis dos governos socialistas e por outro dos compromissos internacionais assumidos e que temos que cumprir.

Convém ter em conta, que sendo a percentagem da população que está em risco de pobreza ou exclusão social, calculada com base naqueles que vivem com um rendimento (depois de transferências sociais) inferior a 60% da mediana e como é provável que o rendimento global tenha diminuído, então também o valor desse limite diminuiu, amenizando assim os riscos de aumento da pobreza e das desigualdades

Estes dados colocam Portugal muito próximo da média dos 27 países da UE ou mesmo abaixo. Será que os efeitos da austeridade vão demorar mais tempo a fazer-se sentir em Portugal do que nos outros países que estiveram ou estão sob algum tipo ajustamento orçamental, nalguns casos extremamente elevado ou será que que esses efeitos caíram maioritariamente na classe média?

E se no segundo post, Pedro Magalhães faz eco de comentários feitos ao seu post anterior, onde são dadas algumas explicações e razões, que nos permitem compreender um pouco melhor estes dados surpreendentes, também não é menos verdade que continuam a haver aqui alguns elementos de surpresa, especialmente na comparação com Espanha, Itália nuns casos, e Grécia e Irlanda, noutros, mas é evidente que um diagnóstico correcto de tudo isto vai precisar de mais dados e, especialmente, mais tempo.

Fico pois à espera que o Pedro Magalhães não dê por concluído este tema e com a brevidade possível, nos possa trazer mais dados que nos permitam compreender melhor os dados agora apresentados.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Feliz Ano Novo

sábado, 28 de dezembro de 2013

Associação de Defesa do Património contra remoção da calçada portuguesa na capital

In Café Portugal 8-11-2013
A Associação de Defesa do Património de Lisboa (ADPLx) repudiou a intenção anunciada pelo presidente da Câmara Municipal, António Costa, de retirar a calçada portuguesa das ruas de Lisboa, mantendo-a apenas em algumas zonas turísticas. 

(...) «A calçada portuguesa é a herdeira directa das pavimentações romanas e a expressão portuguesa dessa tradição, embora os desenhos geométricos conhecidos na actualidade, com pedra escura e branca, tenham sido implementados só em 1842», escreveu a ADPLx.

Destacando que a calçada portuguesa é uma «imagem de marca de Portugal, concretamente de Lisboa», a presidente da associação, Aline Hall de Beuvink, defendeu que «não faz qualquer sentido» a remoção da calçada «ao invés de tirar partido desta mais-valia a nível cultural e turístico».

Aline Hall de Beuvink considerou ainda que «a profissão de calceteiro, uma das ainda poucas profissões típicas da cidade de Lisboa, deveria ser dignificada e fomentada, de forma a criar trabalho em tempo difíceis».

«A falta de profissionalismo que se tem verificado na colocação da calçada nos últimos anos é que faz com que esta tenha buracos e se danifique com facilidade, acrescentando-se, para isso, a negligência da Câmara Municipal, no que concerne a fiscalização, manutenção e limpeza das mesmas», acrescentou.

A ADPLx considerou que «dever-se-ia pagar um estudo para melhorar o revestimento da calçada e aperfeiçoar a formação dos calceteiros, e não um estudo para a retirar e substituir, descaracterizando cada vez mais a cidade, e passar a criar guetos turísticos».

A associação sugeriu ainda para «uma maior mobilidade em Lisboa» a «manutenção e limpeza dos passeios, a proibição de estacionamento de carros e uma melhor fiscalização das zonas pedestres». (...)

Ver artigo na integra aqui

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Não é gourmet é mal servido


Intervenção de Filipe Homem Fonseca, no encontro "Portugal é agora" no passado dia 11.

Num encontro que se queria apolítico, esta intervenção, que não deixa de ser uma critica politica ao momento actual, abrange algumas realidades que passam despercebidas a muitos, de uma forma séria, mas com humor e que deve servir para reflectirmos, sobre muito do que nos rodeia no dia a dia e de que nem dos damos conta.