sábado, 11 de janeiro de 2014

Alguns dados sobre as pensões em 2014

Os sacrifícios que em 2014, mais uma vez, vão ser pedidos a todos os portugueses e em particular aos pensionistas, são sem dúvida muito exigentes. Mas será que são os que mais protestam, os mais afectados? Será que dizem toda a verdade sobre este tema?

É importante ter em conta alguns dados, quando falamos sobre as pensões, nomeadamente o facto de pelo terceiro ano consecutivo o governo ir aumentar as pensões minímas, sociais e rurais (ao contrário do anterior governo PS/Sócrates, que as congelou), de 87% dos pensionistas não serem abrangidos pela CES e do seu valor ser maior para os que têm pensões maiores e de apenas menos de 1% dos pensionistas sofrerem reduções em 2014. Uma clara preocupação de protecção dos mais desfavorecidos, ao contrário do que a esquerda quer tentar fazer crer.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Obrigado Eusébio

Dos muitos milhares que no Estádio da Luz, nas ruas de Lisboa e um pouco por todo o país através da televisão, a Old Trafford que durante um minuto aplaudiu Eusébio de pé, ao minuto de silencio hoje em Santiago Barnabeu onde os jogadores do Real de Madrid jogaram com uma braçadeira preta ou à Internet onde um pouco por todo o mundo a palavra Eusébio foi das mais procuradas, sendo mesmo a mais procurada em 6 países, em todo o Mundo foram milhões os que disseram Obrigado ao Rei.

Muito poucos no mundo merecerão tamanha homenagem e reconhecimento no seu país e fora dele. Algo só reservado aos Grandes. E Eusébio é e sempre será um dos Grandes do futebol. Para mim que cresci com os seus êxitos, os seus golos e as alegrias que deu ao Benfica e a Portugal, será sempre o Maior.

Como dizia ontem Alexandre Borges no 31 da Armada, Eusébio foi o último Rei de Portugal!

PS. Ao autor da foto, que desconheço quem seja, os meus parabéns, por com um "disparo" ter captado o sentimento de toda uma Nação!

Eusébio não merecia isto

Sem comentários....

domingo, 5 de janeiro de 2014

Eusébio 1942-2014

Morreu Eusébio

O melhor jogador português de sempre e um dos melhores do Mundo, que ficará para sempre conhecido por o "pantera negra". Um génio, um simbolo do século XX, que ficará para sempre recordado como um dos grandes do futebol, onde terá sempre lugar na selecção dos melhores do mundo, uma equipa onde nunca será suplente.

Havia nele a máxima tensão
Como um clássico ordenava a própria força
sabia a contenção e era explosão
havia nele o touro e havia a corsa
Não era só institinto era ciência
magia e teoria já só prática
Havia nele a arte e a inteligência
do puro jogo e sua matemática
Buscava o golo mais que golo: só palavra
Abstracção. Ponto no espaço. Teorema.
Despido do supérfulo rematava
e então não era golo: era poema
                                                           Manuel Alegre

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

As consequências sociais da austeridade. Algumas dúvidas.

In Pedro Magalhães 29-12-2013
No seu blog, Pedro Magalhães colocou recentemente dois post's, onde abordando indicadores sobre a pobreza e a desigualdade em Portugal e as respectivas evoluções, coloca algumas dúvidas pertinentes, pois os dados obtidos surpreendem face à difícil situação económica e de grande austeridade a que o país se vê obrigado, consequência por um lado de politicas irresponsáveis dos governos socialistas e por outro dos compromissos internacionais assumidos e que temos que cumprir.

Convém ter em conta, que sendo a percentagem da população que está em risco de pobreza ou exclusão social, calculada com base naqueles que vivem com um rendimento (depois de transferências sociais) inferior a 60% da mediana e como é provável que o rendimento global tenha diminuído, então também o valor desse limite diminuiu, amenizando assim os riscos de aumento da pobreza e das desigualdades

Estes dados colocam Portugal muito próximo da média dos 27 países da UE ou mesmo abaixo. Será que os efeitos da austeridade vão demorar mais tempo a fazer-se sentir em Portugal do que nos outros países que estiveram ou estão sob algum tipo ajustamento orçamental, nalguns casos extremamente elevado ou será que que esses efeitos caíram maioritariamente na classe média?

E se no segundo post, Pedro Magalhães faz eco de comentários feitos ao seu post anterior, onde são dadas algumas explicações e razões, que nos permitem compreender um pouco melhor estes dados surpreendentes, também não é menos verdade que continuam a haver aqui alguns elementos de surpresa, especialmente na comparação com Espanha, Itália nuns casos, e Grécia e Irlanda, noutros, mas é evidente que um diagnóstico correcto de tudo isto vai precisar de mais dados e, especialmente, mais tempo.

Fico pois à espera que o Pedro Magalhães não dê por concluído este tema e com a brevidade possível, nos possa trazer mais dados que nos permitam compreender melhor os dados agora apresentados.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Feliz Ano Novo