quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Terreiro do Paço - o antes e o depois

Valeu a pena?
Esta é uma das obras que a dupla António Costa / Sá Fernandes deixam em Lisboa. Basta de destruírem o nosso património.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Lisboa histórica e turística resumida a 29 locais

In Dinheiro Vivo 24-2-2014
Apesar de reconhecer que a grande maioria dos defeitos e problemas que ultimamente são colocados á caçada portuguesa, são devidos a uma má colocação da calçada, à utilização de materiais de inferior qualidade e a mão de obra não especializada, ao estacionamento abusivo em cima dos passeios e até, pasme-se, à falta de fiscalização, a Câmara insiste em substituir a calçada portuguesa por outros tipos de piso, como recentemente já o fez, por exemplo na Rua da Vitória, sem que a solução encontrada seja menos perigosa para os peões e até com criticas violentas de parte de um dos vereadores municipais.

Durante a discussão do Plano de Acessibilidade Pedonal de Lisboa, que foi aprovado na passada semana na Assembleia Municipal, e que "prevê a substituição da calçada portuguesa, em alguns espaços da cidade, mas não revela quais são as alternativas para a substituição deste pavimento" nem identifica quais são esses locais, a Câmara sempre se defendeu, afirmando que a calçada portuguesa seria mantida nas zonas históricas e turísticas, curiosamente locais por onde a começaram a substituir por outros tipos de piso. Veja-se o caso já citado da Rua da Vitória, a Praça do Comércio ou o miradouro de Santa Catarina.

Pois bem, só agora, após a aprovação do referido Plano, é que a "Câmara Municipal de Lisboa indica os espaços onde será preservada a calçada artística. São eles:


Mas o que tem estado em cima da mesa é a calçada portuguesa como um todo e não particularmente a calçada artística, donde somos levados a concluir que a CML apenas pretende preservar alguns locais (29) onde hoje existe a calçada artística e que no resto da cidade, onde apenas existe a calçada portuguesa lisa ou branca, sejam ou não zonas históricas ou turisticas, nada irá fazer para a preservar.

Mas olhando mais atentamente para a lista dos 29 locais onde, supostamente, será preservada a calçada artística, de repente lembro-me de alguns locais onde ainda existem excelentes trabalhos de calçada artística e que não constam da lista, como a Praça do Município, Rua do Alecrim/Largo Barão de Quintela, o Largo do Carmo, o Largo e Jardim da Estrela, o Padrão dos Descobrimentos ou Praça Luis de Camões entre muitos outros. Será que à semelhança do que aconteceu na Praça do Comércio, também nestes locais a calçada artística vais ser substituída por pedra de lioz?

Na Praça do Comércio era assim. Agora só em fotografia e se não tivermos atenção, brevemente só teremos recordações do que é a magnifica calçada portuguesa, pois a intenção da CML é a de acabar com a mesma, substituindo-a por outros materiais, como a pedra de lioz ou quem sabe até se betão.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

O amigo de Seguro

Um curioso vídeo dos "Jeunes Populaires" de Maio de 2013, aquando da passagem do primeiro ano de mandato de François Hollande. No segundo ano de mandato e para desespero do Tó Zé (in)Seguro, que em 2012 manifestou "enorme satisfação" pela vitória do socialista, François Hollande resolveu meter o socialismo na gaveta e declarar-se social-democrata.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Refood aumenta a sua área de intervenção nas Avenidas Novas

A Refood vai inaugurar já na Primavera um núcleo em São Sebastião da Pedreira, passando a contar com 2 núcleos na Freguesia de Avenidas Novas.

Com este alargamento, a Refood passa a cobrir toda a Freguesia de Avenidas Novas e estou certo que a partir do momento em que a Câmara Municipal de Lisboa passe finalmente para as Juntas os meios previstos para dar cumprimento às novas competências das Juntas de Freguesia, nomeadamente na área social, a população das Avenidas Novas poderá contar com uma estreita colaboração entre as duas instituições - Refood e Junta de Freguesia.

Do Rocio à Praça de D. Pedro IV - História do mobiliário urbano numa Praça de Lisboa de 1755 a 1920

Interessante estudo da autoria de Sílvia Barradas, doutoranda na Faculdade de Belas Artes de Barcelona, sobre a história do mobiliário urbano no Rocio de 1755 a 1920 e ao mesmo tempo da evolução da própria praça, do qual tomei conhecimento através do Fórum Cidadania LX

Uma nota de curiosidade para as páginas 21 a 24 do PDF, onde se podem ver os bancos encomendados para o Rossio, no século XIX e que parecem ser semelhantes aos que ainda estão no Príncipe Real e no Largo Trindade Coelho.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Freguesias actuais e futuras

Mais de ano depois da aprovação da Lei, em 8 Novembro de 2012, que entre outros assuntos, alterou o número de Freguesias em Lisboa, de 53 para 24, o site da CML continua a apresentar os mapas das actuais e futuras Freguesias, que mais não é do que o sinal de um site espelho de uma câmara parada.

Ou sinal de que mais de um ano depois da importantíssima alteração administrativa da nossa cidade, a mesma não foi ainda bem absorvida por alguns, e que resulta na enorme confusão em que ainda está a passagem das competências previstas na Lei para as Freguesias, que deveria ter acontecido no inicio do ano e que em finais de Fevereiro ainda nada aconteceu e que está a bloquear por completo o trabalho das Freguesias.

Custos do trabalho


Não foi nenhum perigoso neo-liberal fascisoide, que teve a ousadia de fazer uma afirmação, que muitos socialistas e militantes da nova esquerda caviar, diriam ser anticonstitucional e destruidora de um estado social de que tanto se gostam de apropriar. Quem o afirmou foi um ex-militante e ex-deputado comunista, ex-juiz do Tribunal Constitucional e actual deputado europeu eleito pelo Partido Socialista - Vital Moreira, que cada vez mais nos surpreende, com as suas posições.