sábado, 15 de março de 2014

A União Europeia, Portugal e o Futuro

Numa altura em que se aproximam as eleições Europeias e em que alguns estão mais interessados em fazer da acção governativa o centro do debate, esquecendo-se que o que vai a votos é a Europa e a politica que queremos para a Europa, o PSD edita um livro com o titulo "A União Europeia, Portugal e o Futuro", onde são apresentadas as Linhas Gerais de Politica Europeia, que o PSD defende.

Este é um contributo do PSD para a discussão europeia, que é mais urgente e significativo do que nunca, atendendo ao facto reconhecido de a União Europeia viver uma das mais graves crises da sua história.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Em 1640, foram 40 os conjurados....Hoje são 70 os ressabiados!

Ainda a propósito dos 70 irresponsáveis, convém relembrar o que o cabecilha deles disse em finais de 2005, era Primeiro Ministro José Sócrates - «SCUT pagam-se a si próprias e geram excedente orçamental». Os últimos anos mostraram-nos de forma muito dolorosa o contrário. E é este Senhor o principal impulsionador de uma ideia que só iria fazer o país e os portugueses sofrerem ainda mais do que aquilo que já nos fez sofrer, com as suas brilhantes ideias.

E se virmos bem quem são as 70 "personalidades", vem-me à memória a famosa "espiral recessiva", por muitos dos subscritores desejada e propagandeada e que fruto da firmeza do Governo e do enorme esforço pedido aos portugueses, felizmente não se verificou, sendo positivos os sinais que vão aparecendo, o que não significa, bem longe disso, que a crise acabou.

Mas convém também ter em consideração as declarações da Drª Teodora Cardoso, personalidade insuspeita, que sempre se posicionou à esquerda e que pode ser considerada de tudo, menos de apoiante do actual Governo e que sabe-se lá porquê a nossa oposição e os velhos do Restelo não comentam - “É a pior altura possível para falar da reestruturação da dívida (...) Portugal cumpriu o programa. Está a sair do programa e quer regressar aos mercados. Tem condições para isso (...) Se nós estivéssemos numa situação catastrófica, não haveria outro remédio, como não houve na Grécia. Mas nós não somos a Grécia. Dizemos isso há anos e agora parece que estamos a querer ser a Grécia outra vez. Isso [reestruturação da dívida] não resolve os problemas. O que resolve o problema da sustentabilidade da dívida é pormos a economia a crescer - e para isso precisamos de financiamento e nós não devemos afastar esse financiamento - e disciplina orçamental"

E porque este assunto tem motivado cada vez mais opiniões e cada vez mais contra, de gente dos mais variados quadrantes, gente sensata que sabe distinguir o que são interesses pessoais dos interesses do país, permitam-me aconselhar-vos mais dois artigos, bem fundamentados e que deitam por terra a ideia maluca da restruturação da divida, quando estamos apenas a dois meses do fim do programa de ajustamento financeiro a que estivemos sujeitos nos últimos anos e que deixará profundas marcas no futuro próximo da vida do país.


E é bom não nos esquecermos o que aconteceu aquando da crise do irrevogável e dos custos que isso teve para o país. É que coincidentemente ou não, ontem os Juros da dívida portuguesa sobem 10 pontos base após seis sessões em queda. Esta é, não tenho dúvidas, uma das consequências de uma atitude irrefletida e irresponsável, que foi a divulgação deste manifesto e da qual os seus subscritores tinham perfeita consciência.

Basta de empurrarem, ainda mais, para as gerações futuras, os erros que cometeram  e de se recusarem a contribuir para que o país os possa resolver. Se não querem ajudar, então que se calem.

Como dizia a minha amiga Maria Helena Coelho, "Em 1640, foram 40 os conjurados....Hoje são 70 os ressabiados!" E basta ver a lista dos 70 nomes, para realmente se perceber que esta gente lida mal com o sucesso dos outros e que não passam realmente de um grupo de ressabiados.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Porque não se calam!

O manifesto dos 70, tem feito desde ontem as delicias da nossa oposição e de muita da nossa decadente imprensa, que quando descobriu que entre os referidos subscritores, se encontravam 2 assessores do Presidente da Republica, parece que se esqueceram de todos os outros que anunciaram inicialmente. A propósito, deixo aqui duas "reflexões" muito oportunas, para todos os que acham que devemos ter uma postura irresponsável e não cumpridora das nossas obrigações com os credores internacionais.


A segunda da autoria de João Vieira Pereira, aponta "Os 9 erros do manifesto dos 70", de forma sintética, mas muito clara, pondo em causa alguns dos argumentos apresentados pelos signatários e da forma como alguns deles de repente mudaram de opinião, nomeadamente sobre os benefícios que sempre defenderam da entrada no Euro, mas que parece agora terem sido sempre contra essa adesão.

É caso para perguntar a estes 70 subscritores, alguns que não temos dado por eles há vários anos e que agora, quando todos os indicadores começam a apresentar resultados positivos, fruto do enorme esforço que foi e está a ser exigido aos Portugueses e estamos a 2 meses do fim do programa de resgate - Porque não se calam?

segunda-feira, 10 de março de 2014

Juros da dívida abaixo de 4,5%

Lembram-se da "famosa" afirmação do Ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, quando afirmou que se queríamos evitar um 2º resgate a nossa taxa de juro (a 10 anos), teria que baixar dos 4,5%? A escandaleira que a esquerda, a começar pelo PS e pelo Tó Zé (in)Seguro fizeram na altura.


Hoje o que é que o Tó Zé (in)Seguro e o Assis irão dizer? Que este é mais um sinal que o esforço pedido aos portugueses não apresenta resultados? Que estamos no mau caminho?

domingo, 2 de março de 2014

Funalcoitão - Mas onde é que está a polémica

Sempre que alguém inova ou faz diferente, levantam-se logo os velhos do Restelo ou, como é o caso, das corporações (ou de alguma delas). Este anúncio da Funalcoitão não desrespeita ninguém, trata com dignidade, se bem que com alguma ironia, um sector que nem sempre tem sido notícia pelas melhores razões e que teve o mérito de catapultar para as "primeiras páginas" a Funalcoitão. E não é isso que se pretende quando se faz um anúncio? 

Com criatividade da BAR, produzido pela Krypton, um anúncio português, realizado em Portugal, para uma empresa portuguesa e com um texto (poema) muitíssimo bem escolhido de um grande poeta português - Mário de Sá Carneiro., e que termina com um slogan que resume o espírito do negócio: “Mais do que enterros, fazemos homenagens.”

Sinceramente não sei onde está a polémica, a não ser que seja inveja, daqueles que estando acomodados, vêm no dinamismo dos mais novos um obstaculo ao seu sucesso, que em menos de um mês já têm quase 80.000 visualizações no YouTube e que são notícia por todo o lado e por boas razões.

2013 em 100 imagens

Em cem fotos, um ano de desastres naturais, violência e medo — mas também protestos, transformações no quotidiano, vitórias e esperança.

sábado, 1 de março de 2014

As alterações ao Código da Estrada e a falta de educação automobilística que ainda existe nas nossas estradas.

Além da já tão falada forma de como se deve circular nas rotundas, que pode originar multa de 60€ a 300€ e dos novos limites de álcool para condutores profissionais e recém-encartados, desde 1 de Janeiro são várias as alterações ao Código da Estrada, que convém ter presente para não se ser surpreendido por alguma multa indesejável.

Neste diagrama do jornal Público, ficam as principais:

Saiba mais, neste folheto da ANSRaquiaquiaqui e aqui

Mas não seria tão ao mais importante que estas alterações ao código da estrada, que pelo menos nestes primeiros tempos tão poucas multas motivaram, com destaque para apenas quatro por má circulação nas rotundas (mas qual é o policia que se vai preocupar em multar condutores na Rotunda do Marquês, por exemplo), se se apostasse verdadeiramente na sensibilização e educação para os cuidados a ter no acto de conduzir, de forma a reduzir o número de acidentes e de mortes, que continuam a existir nas nossas estradas.

O exemplo de condução criminosa, de um condutor profissional da Repsol, numa estrada da Madeira, que este vídeo mostra é bem o exemplo de que muito ainda há para fazer no campo da prevenção rodoviária:

Não sei se este condutor foi ou não sancionado pelas autoridades ou pela Repsol, mas o vídeo ao circular publicamente na Internet e ser do conhecimento público, deveria motivar uma intervenção por parte das autoridades e o resultado de tal investigação ser tornado público, para servir de exemplo a todos os que impunemente continuam a praticar uma condução criminosa.

Se conduzir não arrisque
Campanha ANSR Dezembro 2013