terça-feira, 8 de abril de 2014

Lisboa no The Washington Post

Lisboa continua na moda. Desta vez é o jornal norte-americano The Washington Post, que num longo artigo intitulado Falling in love, and longing, in Lisbon, da autoria de Anja Mutic, escritora e colaboradora do guia dedicado a Portugal da Lonely Planet, faz um retrato completo de Lisboa no país em que “a música marca a melancolia”. Do Terreiro do Paço, “recentemente restaurado”, a Alfama, “o mais antigo bairro da cidade”, Mutic também viaja na emblemática carreira do elétrico 28, hoje com circuito mais adaptado ao turista, mas nem por isso menos autêntica, diz Mutic.

Lisboa pode não ter os monumentos mais conhecidos da Europa, nem ser ainda uma cidade devidamente preparada para receber os que nos visitam como deve ser, mas com a sua luz, a sua cor e a sua alegria, continua a encantar e a marcar quem nos visita e que têm sido um dos seus melhores cartões de visita. 

Este é o tempo de fazer com que em Lisboa o turismo seja encarado como uma prioridade e onde o papel a desempenhar pela Câmara Municipal deverá ser fundamental ao contrário do que tem sucedido nos últimos anos.

domingo, 6 de abril de 2014

Assim ou assim - Faz hoje 3 anos

Quando há precisamente 3 anos estávamos a um passo da banca rota, lembram-se qual era a principal preocupação de José Sócrates?


Relembre aqui os acontecimentos que antecederam o pedido de ajuda externa, a 6 de Abril de 2011

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Lisboa antes do terramoto de 1755

Estou surpreso de ainda não ter aparecido a Canavilhas e os restantes pseudo entendidos em Miró a defenderem também os 4 quadros que mostram Lisboa - Hospital Real de Todos-os-Santos, o Palácio da Ribeira, o Mosteiro dos Jerónimos e o Convento de Mafra,  antes do Terramoto de 1755 e que vão estar pela primeira vez em exposição na Cordoria Nacional, na Feira de Arte e Antiguidades de Lisboa entre 5 e 13 de Abril.



Ao contrário dos 85 quadros de Miró, estes 4, que não valem de certeza os milhões dos Mirós, mas que nos dizem-nos qualquer coisa sobre a nossa história e a nossa cidade, mereciam que todos os que se bateram pelos "Mirós", se batessem também para que se mantivessem juntos e em Portugal. Estes sim, têm todas as razões para que o Estado ou a Câmara Municipal de Lisboa, os comprem e os tornem por exemplo património da cidade de Lisboa, expostos no Museu da Cidade onde todos os poderíamos ver
Actualização - Noticia Público 27-10-2014

Acabo com os sem-abrigo em 4 anos e nunca defendi um segundo resgate

Depois de anteontem ter aberto a época das promessas socialistas, com a mirabolante proposta de acabar com os sem-abrigo em 4 anos, sem especificar como ou com que meios,  a não ser que vá seguir o conselho de uma ex autarca alfacinha e os vá enviar a todos para Trás-os-Montes para cavarem as muitas terras que por lá há, Tó Zé (in)Seguro afirmou hoje no debate quinzenal na A.R., que nunca defendeu um 2º resgate.

Se quanto à primeira promessa da época, ela "É uma completa irresponsabilidade. O líder socialista não faz a mínima ideia dos fatores inerentes aos sem-abrigo” e de ser considerada como “uma mera declaração de circunstância”, já a afirmação de hoje na A.R. revela uma preocupante perda de memória por parte do líder socialista, ao esquecer-se do que afirmou bem recentemente, quando afirmou que “um segundo resgate parece inevitável e que "Só um novo Governo resultante de eleições estará em condições de negociar com a troika".

Em vez de dar atenção só ao que por vezes se diz contra Portugal lá fora, o Tó Zé (in)Seguro, devia prestar mais atenção ao que passa cá dentro e ir lendo o que outros, provavelmente mais atentos à realidade, vão escrevendo lá fora sobre o enorme esforço que Portugal e os portugueses têm feito e que começa a apresentar resultados positivos. Já é tempo de parar de insinuar sobre o que o governo está a pensar fazer ou supostamente a negociar seja com quem for e de se pronunciar sobre os resultados cada vez mais consistentes da economia portuguesa.

Onde está o MH370

Ouvem as conversas da Merkel, espiam-nos e fotografam-nos do espaço, mas com tantos meios envolvidos nas buscas, além das muitas especulações, incertezas e outras tantas teorias, a única certeza 27 dias depois de ter desaparecido, é que ninguém sabe onde está ou o que é que aconteceu ao avião do voo 370 da Malasya Airlines.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Manifesto da memória - Reestruturar a dívida seria trágico!

Eles talvez não se lembrem do que fizeram
Talvez não se lembrem do que disseram
Mas o país lembra-se
A dívida que está a pagar não o deixa esquecer.

Curiosa a forma como pensavam alguns dos 74 subscritores do manifesto da Versailles (gente fina é outra coisa) e outros actuais apoiantes da reestruturação da divida, há uns tempos atrás.

É tempo desta gente deixar de dar palpites ao sabor do vento e começarem a serem coerentes e pensarem primeiro em Portugal em vez de continuarem a tudo fazer para terem tempo de antena nos media.

Para recordar, porque a memória, de alguns, é pequena.

Portugal é 97% mar

Numa iniciativa conjunta dos Ministérios da Educação, da Agricultura e do Mar e do Oceanário, começou hoje a ser distribuído pelas diversas escolas do país, do primeiro ciclo ao secundário, tanto públicas como privadas, o novo mapa de Portugal, onde é evidenciado o vasto território imerso que integra as águas interiores, o mar territorial e a plataforma continental de Portugal.

O mapa de Portugal que conhecemos mostra o território terrestre e o território marítimo que se estende até ao limite da Zona Económica Exclusiva. A proposta de extensão da Plataforma Continental, revela uma nova dimensão do território que integra o leito e o subsolo do mar além das 200 milhas náuticas. O novo mapa de Portugal representa um dos maiores países do mundo. A caminho de um território marítimo 40 vezes superior ao terrestre, 97% de Portugal é mar.

Este novo mapa mostra-nos que ao contrário do território emerso, que conta apenas com cerca de 92.000 quilómetros quadrados (incluindo as ilhas dos Arquipélagos dos Açores e Madeira), a plataforma continental de Portugal conta com mais de 3.800.000 quilómetros quadrados, correspondendo cerca de 1.600.000 quilómetros quadrados ao fundo marinho da Zona Económica Exclusiva (ZEE) e 2.150.000 quilómetros quadrados à plataforma continental situada para além das 200 milhas náuticas (1 milha náutica corresponde a 1852 m) medidas a partir da linha de costa. 

Saiba mais no site Kit do Mar