segunda-feira, 6 de junho de 2011

Apolo70 - 40 anos

In Público 29-5-2011
Via Cidadania LX
Era o belíssimo e bem programado cinema forrado a napa branca, onde as poltronas encostadas à parede eram o poiso ideal; era a loja de brinquedos sucursal da fabulosa e hoje também extinta Pelicano (Av. Roma); eram a novidade chamada hamburguer, num restaurante circular, também ele decorado com poltronas; eram os gelados, era o bowling, era a casa dos animais. Hoje resta a Livraria.

domingo, 5 de junho de 2011

Os nossos filhos merecem mais e melhor

Apesar de ter visto uma empresa de jardinagem, no inicio desta semana, a começar a trabalhar nos espaços verdes ao cuidado da Freguesa Nossa Senhora de Fátima e de aparentemente ter havido também ao longo da semana uma limpeza das papeleiras nesses mesmos locais, comparativamente ao que tem sucedido em semanas anteriores, a verdade é que ontem ao final da tarde era este o estado do Jardim Gomes de Amorim (Casa da Moeda).

Este é um jardim e um parque infantil, dos que têm maior afluência na Freguesia. Não é de certeza este o exemplo de limpeza e de civismo que queremos ensinar aos mais pequeninos. Não é de certeza isto que lhes ensinam nas creches e escolas. Não é de certeza isto que os pais querem, junto de um parque infantil, onde os seus filhos brincam.


Este problema, neste jardim é infelizmente antigo e parece que nem Câmara nem Junta de Freguesia têm interesse em resolver, empurrando o problema entre uma e outra instituição, num ping pong que se prolonga há demasiados anos e que de forma alguma beneficia nem a cidade, nem os moradores nem principalmente aqueles que usam habitualmente este espaço.

Apelo mais uma vez para que Câmara e Junta de Freguesia coloquem de parte as suas divergências, que se sentem a uma mesa e de uma vez por todas resolvam esta situação, para bem da cidade, da população e principalmente das crianças!


quinta-feira, 2 de junho de 2011

Museu Fernando Pessa – Será desta?


Inaugurado em 25 de Novembro de 2001, o Museu Municipal Fernando Pessa teve uma vida curta e atribulada, estando aberto ao público apenas alguns meses, após o que apenas abriu esporadicamente, tendo todas as viaturas lá expostas, mais de 40, incluindo o Rover 2000 de 1966 de Fernando Pessa, sido retiradas e devolvidas aos seus proprietários em 2009.


O museu que tinha como objectivo homenagear o conhecido jornalista, esteve localizado na Av. das Forças Armadas, no terreno do antigo mercado abastecedor de Lisboa, onde apenas restam dois pavilhões vazios, 2 salas e umas casas de banho actualmente ocupadas por dois sem abrigo, além de uma tela velha e desbotada a anunciar o museu.


É pois com alguma surpresa, mas também com satisfação, que os moradores dos prédios vizinhos destas construções, foram contactados esta semana pela empresa Gauss, para uma inspecção às suas casas, de forma a precaver qualquer dano provocado pelos trabalhos de construção civil que fazem parte integrante do Projecto de Construção do Museu Fernando Pessa que se prevêm começar no próximo dia 16.


A avançar definitivamente, a construção deste museu, do qual nada se sabe, espera-se que devolva àquele local a dignidade que esta zona central de Lisboa merece. Este é um espaço que se encontra abandonado e onde na zona encostada aos prédios agora inspecionados cresce mato que atinge em certas alturas do ano quase um metro de altura e que abriga todo o tipo de bicharada, além de outras visitas indesejadas.

No entanto, quando o secretismo parece ser o principal ingrediente, ficamos desconfiados do que realmente se pretende.

Na zona nada indica que o local vá entrar em obras. Ontem na reunião pública descentralizada da Câmara Municipal de Lisboa, que se realizou na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, na Avenida de Berna, nem da parte do Senhor Presidente da Câmara, nem de parte da Senhora Presidente da Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, se ouviu uma palavra sobre este assunto, o que têm que concordar não deixa de ser estranho.

Mais uma vez teremos que esperar para ver o que vai acontecer. Mas estaremos atentos!

(Sobre o Museu Fernando Pessa inaugurado em 2001, veja este dois artigos, que fazem um pouco da história deste tema: Auto MotorPúblico)

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Resposta à CML

A rápida resposta dos serviços camarários ao meu post anterior, onde a coloquei como comentário, mostra eficiência dos serviços e que os mesmos estão atentos às reclamações dos munícipes. Nesse sentido, tive oportunidade de imediatamente agradecer essa mesma rápida resposta.

Agora aquilo que não fica bem à CML, ainda por cima numa situação em que a causa nem é da sua responsabilidade directa é responder com afirmações que de todo fogem à realidade.

Dizer que “tem Divisão de Jardins efectuado alguns trabalhos como a limpeza e cortes de relva uma vez por semana”é não saber de que espaços estamos a falar ou desconhecer por completo a realidade actual desses mesmos espaços.

Quanto ao Jardim Gomes de Amorim, as fotos publicadas no post anterior, falam por si. Além do lixo, facilmente se vê que a relva não é cortada há muito mais de uma semana.

Mas temos outros exemplos. Nos espaços verdes localizados junto à Av. Das Forças Armadas (entre os nº 95 a 111), é fácil concluir pelas fotos seguintes que há várias semanas, talvez mais de 2 ou 3 meses, que nenhuma manutenção ali é feita.


Aliás nesta zona o canteiro frente aos nº 95 a 99, nunca foi alvo de manutenção desde há muitos anos, estando transformado em terra batida onde só crescem infestantes. Aliás o "mato" desse local tem sido cortado de vez enquanto pela CML, desde que o ano passado reclamei desta situação.

Também nos espaços verdes entre a Rua Julieta Ferrão e a Av. Álvaro Pais, qualquer pessoa verifica que não existe nenhuma intervenção já há várias semanas.

Retenho no entanto da resposta da CML de forma muito positiva a afirmação de que "A Junta de Freguesia prevê assegurar os trabalhos diários de manutenção a partir do fim do mês de Maio", pois os dois espaços que mais frequento, Av Forças Armadas e Jardim Gomes de Amorim, há muitos anos que não têm intervenção diária e às vezes nem semanal.

Assim colocam-se as seguintes questões:
- Não fiscaliza a CML o trabalho que é feito nos espaços protocolados?
- Não coincidindo a resposta que a CML me enviou com a realidade, será que a chefia da Divisão de Jardins julga que os seus serviços estão a assegurar os mínimos de manutenção desses espaços quando isso não é verdade?
- Uma vez que a JFNSF “não está a assegurar a manutenção dos jardins ou das áreas ajardinadas da sua responsabilidade”, se bem que temporariamente, foram devolvidas à CML as verbas proporcionais?

Senhores Presidentes (de Câmara e de Junta),
A população em geral e os moradores e utilizadores destes espaços, não querem saber de quem é a responsabilidade. Estes são espaços públicos da cidade de Lisboa e as pessoas querem é que estejam tratados para que todos se sintam bem e continuem a gostar de viver em Lisboa.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Jardim Gomes de Amorim na passada sexta-feira

Na passada sexta-feira era este o triste panorama que se deparava a quem estava ou passava pelo Jardim Gomes de Amorim, vulgarmente conhecido por Jardim da Casa da Moeda.

Tem-se assistido nos últimos anos a uma gradual degradação deste jardim, cuja manutenção foi delegada na Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima (JFNSF) pela Câmara Municipal de Lisboa (CML).

Seja por incompetência funcional, seja por não ter capacidade, a JFNSF, deixou de fazer a manutenção dos espaços verdes que lhe estavam protocolados, devolvendo à CML essa mesma manutenção, segundo informação dada publicamente pela Senhora Presidente de Junta na última Assembleia de Freguesia.

Seja qual for a razão, a verdade é que desde há vários meses diversos espaços verdes da Freguesia de Nossa Senhora de Fátima estão votados ao abandono.

No caso concreto, este é um espaço com parque infantil, que é diariamente utilizado por muitas crianças e não é difícil de perceber que existe um claro perigo para a saúde pública.

Para a população é indiferente de quem é a responsabilidade pela manutenção destes espaços. Querem é que eles se mantenham bem tratados e limpos de forma a poderem ser utilizados na sua totalidade e em segurança.

Esta é uma situação que exigia que há muito tempo tivessem sido tomadas as medidas necessárias que permitissem ter evitado chegar-se a este estado de degradação. Mas infelizmente, apesar de alertada, a JFNSF nada fez.

Numa altura em que se pedem e bem, mais competências para as Juntas de Freguesia de Lisboa, este é um claro sinal de uma Presidente de Junta que desiste, por não saber ouvir aqueles que desde há muito a alertam para diversos problemas de funcionamento da Junta de Freguesia, e recentemente tornados públicos por uma auditoria do Tribunal de Contas

Se a JFNSF não trata destes espaços, não se entende porque  é que a CML também nada faz. É urgente intervir e devolver a este e a outros espaços da Freguesia de Nossa Senhora de Fátima a dignidade que já tiveram.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Duque de Ávila. Na avenida nova arruma-se o desespero dentro das lojas

In "Ionline" 16 Maio 2011

Lojistas exigem que a Metro de Lisboa pague indemnizações e prejuízos depois de seis anos e meio de obras. Lembram a poeira, a fuga dos clientes e os vários assaltos.

sábado, 14 de maio de 2011

Uma imagem vale mais que mil palavras

Gráfico da dívida pública