sábado, 5 de novembro de 2016

Fat tax afugenta 40 milhões de investimento

Aí está o primeiro resultado da Fat tax da geringonça - 40 milhões de investimento estrangeiro que se evaporam, aos quais teremos que somar os postos de trabalho, directos e indirectos, que se deixam de criar, além, é claro, do contributo que este investimento daria à nossa economia.

O aumento e criação de impostos a todo o custo, no desespero de arrecadar receitas, tem destes resultados.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

A geringonça e o crecimento da divida

PS, PCP e BE, passaram 4 anos a acusarem o governo de Passos Coelho de estar a aumentar a divida, esquecendo-se ao mesmo tempo de afirmarem que nesse período, o aumento sendo uma realidade, foi sendo sempre menor de ano para ano, tendo-se mesmo assistido a uma diminuição do aumento da divida em mais de 50% de 2012 para 2013.

Agora em 2016, em que o aumento da divida só em 9 meses já é mais do dobro de que o aumento verificado o ano passado, nem se lhes ouve uma pequena observação.

Enfim dois pesos e duas medidas a que os geringonços já nos habituaram.

O Governo e os currículos - A saga continua

Depois das declarações de licenciaturas inexistentes (falsas), a Ministra do Mar brinda-nos agora com um currículo de alguém que se dá ao desplante de afirmar que até se inscreveu numa faculdade mas que, devido à falta de tempo, nunca a frequentou. Só podem estar a gozar!!!

"Em 2005, matriculou-se na Universidade Lusófona de Lisboa que, devido à sua intensa actividade profissional, não chegou a frequentar."

Ninguém leu um disparate destes antes de ser assinado pela Ministra? Não tem a Ministra um Chefe de Gabinete ou Juristas que verifiquem os documentos antes de lhe chegarem às mãos?

Com uma carreira profissional de 30 anos, que revela, de forma muito resumida é verdade, a experiência e as capacidades profissionais do escolhido pela Ministra para seu adjunto, porque razão é que alguém se sujeita ao ridículo de colocar numa nota curricular tal disparate. Ter-se inscrito numa faculdade dá-lhe alguma competência especial? Permitiu-lhe passar à frente de outros eventuais candidatos ao lugar? Não? Então só podemos estar presentes por uma enorme falta de vergonha e de respeito por todos nós.

No meio disto tudo, ficamos sem saber as habilitações literárias do agora adjunto. Apenas uma curiosidade de somenos.

Definitivamente este governo dá-se mal com os currículos.

Caso alguém julgue que isto é uma montagem ou anedota (que não deixa de o ser) fica aqui o link para o Diário da República.

ADENDA: "Andam por aí uns artistas do spin a tentarem fazer, pateticamente, uma analogia entre os casos das licenciaturas falsas deste Governo e o que aconteceu com Miguel Relvas. A ideia, infantil, é tentar atenuar a culpa de uns com a do outro e embrulhar tudo no mesmo.
Sejamos claros: (i) não há qualquer similitude entre as situações; (ii) as atitudes dos dois Governos são completamente diferente; (iii) o problema não é esse - e tudo isto não passa de um exercício de comunicação da Geringonça para esconder a verdadeira questão política.
(i) Relvas não alegou ter uma licenciatura sem ter obtido o título universitário. Fê-lo de acordo com as regras que a própria universidade aplicou e declarou-se licenciado com um diploma na mão (exactamente o mesmo que fez Sócrates). Os dois boys socialistas conhecidos numa semana (até agora!) declaram TRÊS licenciaturas e não tinham nenhuma de acordo com as Universidades. Mentiram, portanto;
(ii) O Governo PSD/CDS investigou oficialmente o caso Relvas. Concluiu que a lei não tinha sido bem aplicada PELA UNIVERSIDADE e anulou administrativamente a licenciatura (o que só não aconteceu com Sócrates, por já ter prescrito, pois as investigações também provaram irregularidades, por a Lei não ter sido aplicada correctamente). O Governo da Geringonça fez o contrário: negou, tentou esconder, mentiu, desvalorizou e agora faz spin;
(iii) O que está em causa é a distinção de atitude dos dois Governos, apesar das diferenças de gravidade dos casos. O que está em causa é que um Sec de Estado foi corrido quando informou o ministro da mentira descabelada de um boy. O que está em causa é que, a serem verdadeiras as alegações do ex-Sec de Estado, tudo indica que o ministro sabia de tudo, foi conivente e mentiu. O que está em causa é que um ministro fraquíssimo, que só se manteve no cargo até agora por se vergar à Fenprof, pode estar perto do insustentável mesmo com o apoio do dr. Nogueira. O que está em causa é que estes casos revelam a verdadeira face de quem nos (des)governa e de como estão dispostos a tudo só para se manterem no poder".
Carlos Abreu Amorim

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Quem os viu e quem os vê

Negócios 29-10-2016
As recentes situações vividas no governo, com os casos das licenciaturas falsas declaradas por dois quadros do governo - o adjunto para os Assuntos Regionais do primeiro-ministro e o chefe de gabinete do Secretário de Estado da Juventude e do Desporto - são de uma enorme gravidade. Mas teriam igualmente a mesma gravidade se tivessem acontecido num governo do PSD.

A diferença está na atitude dos geringonços, comunistas e bloquistas, para quem as situações vividas a semana passada são condenáveis mas, que com as demissões, os casos estão devidamente esclarecidos e encerrados e não se fala mais no assunto.

Agora imagine-se o que esta esquerdalha não estaria já esganiçadamente a protestar, exigindo sangue e cabeças, se os mesmos casos ocorressem num governo do PSD. Enfim, dois pesos e duas medidas, a que esta geringonça já nos vem habituando, nomeadamente com o actual silêncio dos sindicatos, sobre tudo o que se está a passar na educação, e transportes de Lisboa, para citar apenas dois exemplos.

ADENDA: "Andam por aí uns artistas do spin a tentarem fazer, pateticamente, uma analogia entre os casos das licenciaturas falsas deste Governo e o que aconteceu com Miguel Relvas. A ideia, infantil, é tentar atenuar a culpa de uns com a do outro e embrulhar tudo no mesmo.
Sejamos claros: (i) não há qualquer similitude entre as situações; (ii) as atitudes dos dois Governos são completamente diferente; (iii) o problema não é esse - e tudo isto não passa de um exercício de comunicação da Geringonça para esconder a verdadeira questão política.
(i) Relvas não alegou ter uma licenciatura sem ter obtido o título universitário. Fê-lo de acordo com as regras que a própria universidade aplicou e declarou-se licenciado com um diploma na mão
(exactamente o mesmo que fez Sócrates). Os dois boys socialistas conhecidos numa semana (até agora!) declaram TRÊS licenciaturas e não tinham nenhuma de acordo com as Universidades. Mentiram, portanto;
(ii) O Governo PSD/CDS investigou oficialmente o caso Relvas. Concluiu que a lei não tinha sido bem aplicada PELA UNIVERSIDADE e anulou administrativamente a licenciatura
(o que só não aconteceu com Sócrates, por já ter prescrito, pois as investigações também provaram irregularidades, por a Lei não ter sido aplicada correctamente). O Governo da Geringonça fez o contrário: negou, tentou esconder, mentiu, desvalorizou e agora faz spin;
(iii) O que está em causa é a distinção de atitude dos dois Governos, apesar das diferenças de gravidade dos casos. O que está em causa é que um Sec de Estado foi corrido quando informou o ministro da mentira descabelada de um boy. O que está em causa é que, a serem verdadeiras as alegações do ex-Sec de Estado, tudo indica que o ministro sabia de tudo, foi conivente e mentiu. O que está em causa é que um ministro fraquíssimo, que só se manteve no cargo até agora por se vergar à Fenprof, pode estar perto do insustentável mesmo com o apoio do dr. Nogueira. O que está em causa é que estes casos revelam a verdadeira face de quem nos (des)governa e de como estão dispostos a tudo só para se manterem no poder.
"
Carlos Abreu Amorim
Deputado do PSD

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Misturando alhos com bugalhos desde 1143 e nunca ninguém reparou

Enquanto alguns se limitam a repetir o que o governo lhes mete na cabeça, há outros que se deram ao trabalho de ir ao fundo do baú, pesquisar e desmontar as balelas do Mário Centeno. Porque razão queria o governo mudar a metodologia de apresentação dos dados da proposta de orçamento para 2017, quando ainda no ano passado os aparesentou como dedes sempre todos os governos o fizeram? Só poderia ser, como já sabemos, para esconder algumas verdades incómodas. Seria para rir não fosse o nosso dinheiro a estar em causa.

"Dei-me ao trabalho de ir ao arquivo dos Orçamentos do Estado dos últimos 20 anos. E todos os ministros das Finanças - todos, sem excepção, do PS, do PSD ou do CDS - utilizaram a boa regra de comparar o orçamento do ano seguinte com a estimativa de execução do ano em curso. Aqui estão exemplos de anos aleatórios e ministérios aleatórios. Mas vão lá ver (www.dgo.pt) os outros. Andaram todos então a misturar "alhos com bugalhos" e nunca ninguém tinha reparado: FMI, CE, BCE, BdP, Parlamento, UTAO, CFP, INE, Eurostat, jornalistas... todos enganados durante tantos anos. Até este governo se enganou e apresentou o OE2016 com essa metodologia. Até, há poucas semanas, ter descoberto a luz" - por Paulo Ferreira in Facebook

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Paixão de Passos pela educação maior do que a de Costa

I on-lne 1-11-2016
Apesar da presença da Troika (na altura recentemente chegada ao país), de um défice em 2010 superior a 11% (herança de José Sócrates), dos cortes nos vencimentos dos funcionários públicos (e por consequência menor despesa), Pedro Passos Coelho conseguiu gastar em 2012 na educação mais do que António Costa prevê gastar em 2017.

Se considerarmos que, fruto da reposição das 35 horas, do aumento do subsídio de alimentação, da contratação de mais 5.000 professores e da alteração às regras no pagamento das compensações pagas aos professores contratados pela não renovação dos contractos anuais e temporários, seria previsível que os custos com pessoal aumentassem no orçamento para 2017. Mas não. Ao contrário do que seria lógico, vão baixar 281 milhões de euros. Sem dúvida que Tiago Brandão Rodrigues vai ter que fazer uma enorme ginástica orçamental, para conseguir chegar ao final do ano sem problemas.

E quanto à fraca desculpa de Mário Centeno, de que a oposição está a comparar dados que não são comparáveis (de despesa realizada - ou estimada - com dados de orçamentos), ela cai por terra quando se verifica que em 2012, 2013 e 2014 se gastou realmente mais com a educação, do que o actual governo estima gastar em 2016.

Orçamento de Estado para 2017: Vamos aos factos

O Orçamento de Estado para 2017 cria a ilusão de que dá mais dinheiro aos Portugueses, quando na verdade tira. Dá a ilusão de que a economia está bem, quando na verdade está a parar. Prova que a estratégia, dos 12 mágicos, que ia por o país a crescer não funcionou.

Este é um Orçamento que aumenta impostos e retira poder de compra aos portugueses e no qual não se encontra uma linha sobre como vai Portugal atrair investimento ou reduzir a dívida ou criar emprego qualificado para os jovens.

Este ciclo já tinha terminado. A geringonça trouxe-o de volta.