quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Portugal ganhou 1280 milhões a "salvar" os bancos

Maldita troika e Governo que 'deram' o dinheiro dos contribuintes aos banqueiros para salvar os bancos. (via Facebook, Duarte Marques, 28-12-2016)

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Mário Nogueira está aborrecido

"numa altura em que já devíamos estar a encaminhar-nos para a vinculação generalizada mas em que parece que o objetivo vai voltar a ficar muito aquém do necessário para cumprir a ambição de chegar ao final da legislatura com mais 20 mil nos quadros. Se nos tempos de Nuno Crato foram 4 mil, como pode um governo PS, apoiado no Parlamento pelo resto da esquerda, fazer menos? Ora, Mário Nogueira está aborrecido. E tem boas razões para isso".

Finalmente e ao fim de mais de um ano de governo socialista, apoiado pela geringonça, Mário Nogueira dá um ar da sua graça, e até ameaça o governo com formas de luta, que poderão ser "fortes". Cuidado!

"A primeira proposta do Ministério, abrangendo professores com 20 anos de serviço, acabava - segundo as contas dos sindicatos - por limitar as vagas a 100, de um universo potencial de 433.

Sindicatos de professores e associação de contratados partilham a preocupação com os "filtros" impostos pelo Ministério da Educação (ME) para a vinculação extraordinária, que ameaçam reduzir as reais entradas nos quadros a uma fração das potenciais. Com a nova fasquia dos 12 anos de serviço, prevista no projeto de portaria apresentado sexta-feira às organizações sindicais, cerca de seis mil professores seriam elegíveis. Mas a oferta tem tantas condicionantes que, receia Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof, "no final poderão não ser mais de mil"".

Há pois que continuar a clamar por Justiça para Nuno Crato, em que este é apenas mais um caso em que ao contrário desta gerigonça que nos governa, a Educação foi vista de uma forma integrada e de futuro, no governo de Pedro Passos Coelho. Vejam-se os resultados do PISA 2015 e dos testes TIMMS, onde nos primeiros os alunos portugueses de 15 anos ficaram pela primeira vez acima da média da OCDE e nos segundos os alunos do 4º ano superaram a Finlândia e a Holanda, que são considerados normalmente como referencia.

Resultados de que o até insuspeito socialista El País, deu eco na nossa vizinha Espanha, prova de que a narrativa da desgraça e do abandono da educação pelo anterior governo, propagada por sindicatos e geringonços, não passavam de simples insinuações não fundamentadas. Mais a "OCDE diz que Portugal, juntamente com a Colômbia, está entre os poucos sistemas educativos com reformas bem sucedidas nas melhorias dos resultados".

Realmente Mário Nogueira tem razões para estar aborrecido, pois afinal o ministro que durante 4 anos não parou de criticar e difamar, afinal apresenta resultados bem melhores do que ele desejaria.

domingo, 1 de janeiro de 2017

A geringonça e o aumento descontrolado da Dívida Pública em 2016

A frase atribuída a Jorge Sampaio (se bem que não foi exactamente assim que a proferiu, mas é assim que todos nos recordamos dela) "Há mais vida para além do défice", aplica-se muito bem à situação que temos hoje, em que o governo continua a insistir que tem o défice sobre controlo e que atingiremos as metas estabelecidas para este ano. Mas a que custo?

Enquanto que o anterior governo conseguiu uma redução do défice de 11,2% em 2010 para 2,98% em 2015 e ao mesmo tempo reduzir o aumento diário da dívida pública no mesmo período em mais de 25%, o actual governo socialista apoiado por PCP e BE, conseguiu em apenas 1 ano quase triplicar o aumento diário da dívida pública.

A inversão da trajectória ascendente da dívida pública, pela primeira vez em mais de 20 anos, conseguida pelo governo PSD-CDS de Pedro Passos Coelhos em 2015, foi rapidamente colocada em causa por uma geringonça, que de repente parece ter como único objectivo o valor do défice, custe isso o que custar ao país.

Factos são factos! A este ritmo, daqui a menos de um ano teremos um aumento diário da dívida pública igual ao que José Sócrates nos deixou em 2010 - 72,2 milhões de euro por dia!

Feliz Ano Novo


sábado, 31 de dezembro de 2016

Em 2016 o Investimento público cai 24,8%, contra um crescimento de 15% em 2015

Já percebem como é que a geringonça está a conseguir controlar o défice? É fácil, não se investe e faz-se um perdão fiscal, que só este ano rendeu 511 milhões de euro, e ainda têm a lata de afirmar que isto não altera meta do défice.

Ou seja o governo arrecada só este ano com o perdão fiscal, 5 vezes mais do que estava orçamentado, reduz brutalmente o investimento público, e quer convencer o povinho, que isto não altera a meta do défice, Pois não, alterar não altera, mas a meta que estabeleceram para o défice deste ano, só será atingida devido a estas soluções milagrosas. Se isto não é o plano B, C, D, ......, não sei o que será.

E este governo, que este ano reduz o investimento em quase 25%, é o mesmo que afirmava no seu programa eleitoral, "que o anterior governo aplicou, além do que estava previsto no Programa de Ajustamento, cortes nos serviços públicos e no investimento", mas que mesmo assim permitiram que em 2015 o investimento público tivesse crescido 15%.

Mas este é o mesmo governo, cujo primeiro ministro prometia no seu programa eleitoral "uma política de reposição dos rendimentos familiares, de alívio fiscal e contributivo sobre os consumidores, as empresas e os trabalhadores e de relançamento do investimento", que o futuro de Portugal "exige políticas orientadas para o crescimento económico, para o investimento" e "Dinamizar o investimento e a capacidade de atração de mais financiamento através de uma atitude pró-ativa na Europa".

Mas o programa eleitoral socialista era ainda mais preciso, afirmando que "O PS dará, por isso, prioridade a investimentos seletivos e complementares que permitam valorizar o investimento de base já realizado e concretizado e que criem sinergias e potenciem os recursos existentes como a capacidade de ciência e tecnologia, os recursos naturais ou a posição geoeconómica de Portugal no mundo"

"Virar a página da austeridade exige uma resposta a curto prazo, consubstanciada num programa para a recuperação económica, para o investimento e para o emprego que permita reagir rapidamente e começar a inverter os efeitos negativos das políticas de austeridade do governo da coligação de direita e as consequências da intervenção da troika".

Em Fevereiro de 2015, ano em que com o PSD na chefia do governo o investimento cresceu 15%, João Galamba, um dos 12 mágicos do PS, afirmava que "precisamos que o investimento aumente, porque sem investimento não há uma verdadeira transformação do tecido produtivo e esse é o objectivo de Portugal, Portugal se quer ter crescimento sustentável no futuro tem de mudar o seu perfil produtivo". Será que João Galamba mudou de posição?

Mas a realidade das promessas socialista é bem diferente. O Investimento caiu brutalmente e quanto ao "alivio fiscal e contributivo sobre os consumidores, as empresas e os trabalhadores" o aumento de 516 milhões de euro na cobrança de impostos em 2016, diz bem que esse alivio fiscal, não passa de um embuste.

Palavra dada, palavra honrada!

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Aumento das portagens: Palavra dada não é palavra honrada!


Lembram-se das promessas de António Costa em 2015?


Na oposição e em campanha é fácil fazer promessas e assumir compromissos. O dificil é honrar a palavra dada. Só falta virem dizer um dia destes, que só não aboliram as portagens na Via do Infante, por imposição do PCP e do BE!

Curiosamente, ou talvez não, não se houve nem uma palavra das comissões de utentes, outrora tão ativas contra as portagens na Via do Infante, quando os governos eram liderados pelo PSD. É caso para dizer, diz-me com quem tem calas, dir-te-ei de que partido és.

É cada vez mais evidente o controlo das mais diversas comissões de utentes - das portagens, dos transportes públicos, da área da saúde - por parte do PCP, que ao longo dos anos tem usado e abusado deste expediente, para fazer política e oposição a diversos governos, em vez de defenderem os interesses daqueles que supostamente dizem representar.

Situação idêntica é o silêncio dos sindicatos, com especial evidência dos da Inter, que desde que o PCP permitiu a existência deste governo, têm mantido um silêncio quase absoluto, de é exemplo máximo o Sindicato dos Professores e o até há um ano atrás sempre contestatário Mário Nogueira, mas que desde que a geringonça tomou o poder, parece ter ficado afónico.

terça-feira, 27 de dezembro de 2016