sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Medina no seu melhor ou a realidade versus a ficção

A realidade: Saldanha hoje de manhã
In Facebook
Esta é a realidade a que Fernando Medina e Manuel Salgado estão a sujeitar a cidade, em troca da construção de ciclovias. Será que vale a pena?

A ficção
In Site CML 5-7-2016
Mas esta é a mesma vereação, que ainda há menos de 3 meses, afirmava que não só não seria abatida nenhuma árvore no Saldanha, como não seria abatida mais nenhuma árvore na Av Fontes Pereira de Melo (após as 5 abatidas em meados de Junho).

Infelizmente para Lisboa e para os Lisboetas, a realidade desmente Fernando Medina e Manuel Salgado. No Saldanha o abate de árvores está em curso e na Fontes Pereira de Melo, árvores nem vê-las (com a excepção das que se encontram nos canteiros do Fórum Picoas, onde mesmo assim houve o abate de pelo menos uma).

Enfim, uma Câmara socialista no seu melhor, a mentir descaradamente aos Lisboetas.

Adenda: A carta do Senhor Vereador Manuel Salgado, onde é expressamente referido que no Saldanha só serão transplantadas 2 árvores e não haverá abatimentos, como também não haverá mais abatimentos na Fontes Pereira de Melo, pode ser consultada aqui

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

O futuro da democracia pelos amigos do BE

In El Metropolitano de Madrid

Para a esquerdalha, o princípio "um homem, um voto", não passa disso mesmo: um principio, que só tem valor quando lhes interessa. Para esta gente vale tudo para atingir o poder, mesmo que para isso seja necessário abolir um dos princípios mais sagrados da democracia.

É importante não nos esquecermos, que como até há pouco tempo com o Syriza, este Podemos é um partido irmão do nosso BE. Se hoje em Portugal, com apenas 10% dos votos já mandam no governo, imaginem o que seria se algum dia viessem a ser governo. Ao contrário do que alguém ironicamente um dia sugeriu, não teríamos apenas uma suspensão por uns meses da democracia. Passaríamos rapidamente a viver numa ditadura.

domingo, 18 de setembro de 2016

Afinal no arranque do ano escolar, nem tudo corre bem e há problemas que se agravam




E como já era muita coisa para o manter calado, Mário Nogueira apareceu finalmente esta semana, com pantufinhas de lã para não fazer muito barulho, a dizer que "quem olha de fora, o ano letivo começou muito bem, mas (...) que nas escolas há problemas que continuam e alguns até se agravaram".




Problemas que se agravam relativamente a anos anteriores? Falta de pessoal? E a Fenprof não convoca nenhuma manifestação a pedir a cabeça do ministro? Decididamente a tradição já não é o que era.

Perante os problemas de sempre, é realmente incrível a diferença de postura do BE, PS e PCP, nomeadamente quando o número de professores por colocar é superior ao do ano anterior. Para estes geringonços a diferença é que no passado a culpa era do Passos Coelhos e do Nuno Crato. Este ano a culpa é da baixa natalidade e da consequente diminuição de alunos.

sábado, 17 de setembro de 2016

A normalidade no arranque do ano escolar e a postura dos geringonços

Intervenção do Deputado Duarte Marques no debate sobre o arranque do ano escolar a 15-9-2016
"É incrível a diferença de postura do BE, PS e PCP perante os mesmos factos entre este ano e os anteriores". 

Sobre este mesmo tema a Professora Eugénia Gambôa, publicou no Jornal Sol, um esclarecedor artigo, onde nos relembra a figura de Mário Nogueira, tão activo e protestante em anos anteriores e que este ano se manteve estranhamente silencioso, perante os mesmos problemas

(...) "O início das aulas passou a determinar o sucesso ou insucesso de um ministro e mesmo de um governo. Uma arma poderosa brilhantemente aproveitada pela Fenprof, que cresceu e floresceu à sombra dos concursos de colocação de professores. Há muitos anos que é o profissional mediático Mário Nogueira que determina lapidarmente o ‘caos’ ou a ‘tranquilidade’ da abertura, critério oportunamente aproveitado pelos partidos políticos afetos.

Elenco factos que noutros contextos determinaram o ‘caos’ na abertura do ano letivo. Este ano temos alunos em contentores? Sim. Temos escolas com rachas nas paredes, infiltrações, com placas de fibrocimento degradadas? Sim. Nunca foi tão baixa a execução do investimento público na manutenção do edificado. Teremos mais funcionários nas escolas? Não, com a agravante que, para garantir as mesmas funções, se reforçará o recurso a precários. Haverá professores com horário-zero? Sim, e até aumentaram. Haverá turmas com alunos de diferentes níveis no 1.º ciclo? Sim. Haverá turmas com o limite máximo de alunos? Sim. Haverá turmas com menos de 6 alunos? Sim. Teremos todos os alunos com todas as aulas no primeiro dia de escola? Não. A percentagem de professores não colocados atempadamente face ao ano anterior é idêntica.

Mas este ano tudo está ‘tranquilo’. O que mudou? Na operação e nos procedimentos de colocação e atribuição de recursos, nada; no investimento regredimos, na autonomia das escolas retrocedemos, na transparência e acesso público aos dados, recuámos. O que mudou foi apenas a Fenprof, que de oposição passou a governo. 

Esta é uma abertura de um novo ano letivo como tantas outras, pois ‘caos’ só quando Mário Nogueira determinar."

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Espanha sem governo, consegue taxa de juro 67% inferior à nossa

Económico 14-9-2016
Dívida portuguesa a 10 anos com juros de 3,24% afasta-se da espanhola que está nos 1,07%




Mas para este governo, tudo é normal e dentro do previsto. Lembram-se quando no anterior governo as taxas estavam a descer, a oposição de esquerda dizer que tal se devia apenas à ajuda do BCE e do seu programa de compra de dívidas?

E agora qual é a razão para estarem a subir, se a ajuda do BCE continua?

Alguns factos sobre a dívida pública portuguesa e a nossa situação financeira - Aqui

domingo, 11 de setembro de 2016

A baixa politica de António Costa, o abutre político

António Costa não olha a meios para atingir os fins. Para António Costa vale tudo, mesmo mentir aos portugueses de forma escandalosa, como o fez hoje ao comentar as notícias sobre os resultados da colocação de alunos nas universidades e politécnicos, criticando duramente o anterior governo, esquecendo-se que este é o terceiro ano consecutivo, em que o número de alunos que ingressa no ensino superior aumenta, prova que tal em nada se deve ao trabalho do actual governo, mas antes uma consequência lógica de um trabalho iniciado pelo governo PSD-CDS.

O meu amigo Duarte Marques, colocou um post no Facebook, onde coloca os pontos nos ii e em poucas palavras repõe a verdade, que tanto parece incomodar a geringonça:

Mais uma imbecilidade de António Costa, o abutre político ||

A boa notícia de pelo 3º ano consecutivo voltarmos a ter mais alunos a ingressarem no ensino superior em nada se deve a políticas deste governo, mas antes do anterior que sem abdicar da exigência: a)implementou o alargamento da escolaridade obrigatória e em paralelo melhorou as taxas de escolarização dos 16, 17 e 18 anos; b) melhorou a taxa de conclusão do secundário; baixou as taxas de retenção para mínimos históricos; melhorou significativamente o sistema de ação social. 

Ou seja, se há mais alunos a terminar o 12º e com melhor aproveitamento escolar, qual a surpresa por haver mais entradas? Vejam as estatísticas e tirem as suas conclusões. Afirmar que este aumento representa a "morte do modelo de desenvolvimento que a direita quis impor neste pais" mostra bem a capacidade de mentir de António Costa. Além do mérito de alunos e professores, são as medidas que a esquerda tanto criticou que afinal dão estes resultados. As vacas não voam, os bons resultados dão trabalho.

Adenda - na sua coluna de opinião no Expresso de hoje (13-9-2016) Duarte Marques detalha melhor esta questão e explica aos geringonços, que mais não estão que "a festejar o sucesso das políticas que tanto criticaram. E assim sendo, ao que parece, Nuno Crato não era assim tão mau". A ler!

Défice externo aumentou 19 vezes até Junho, resultado das boas politicas geringonças

As taxas de juro a longo prazo, descem em todos os países, nomeadamente aqui ao lado em Espanha, que curiosamente está sem governo desde há mais de 8 meses.

Mas perante tanta evidência, António Costa e a geringonça, continuam a afirmar que tudo vai bem e de acordo com o previsto no orçamento. Palavras para quê? Os números falam por si!