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sábado, 4 de junho de 2016

Processo que culminou na resolução do BANF é apenas da responsabilidade da Gerigonça e do Banco de Portugal

Aos poucos vamos percebendo as razões e a pressa de António Costa e do actual governo, de a todo custo responsabilizarem o anterior Governo, pela opção escolhida para o BANIF. Com a resposta escrita desta semana de Bruxelas, enviada aos eurodeputados do PSD, fica clara que a responsabilidade é unicamente do Governo e do Banco de Portugal, ao mesmo tempo que se entende a postura do anterior governo de Passos Coelho na gestão deste dossier. 






A pressa e a tentativa de a todo custo tentar culpabilizar o anterior governo, teve como principal consequência um custo de 3 mil milhões de euros para os contribuintes, que no mínimo poderão ter sido muito menores "se o actual Governo tivesse recorrido à directiva de recuperação e resolução bancária (DRRB), a injecção de capital público teria sido inferior. “Eu não consigo compreender porque é que o Governo socialista protegeu os investidores e deixou os contribuintes pagar a factura”, referia fonte europeia já em Janeiro".

Só nos resta agradecer aos geringonços e às esganiçadas.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Será este um governo de interesse nacional?

À falta de razões ou justificações credíveis e de fácil compreensão para a generalidade dos portugueses, o governo lá se vai escondendo atrás do "interesse nacional", para justificar o injustificável

Sobre o aumento do salário minimo nacional, sem acordo dos parceiros sociais - "Isso é indiscutível. O governo toma as decisões em função daquilo que considera ser o interesse nacional"




Mas afinal o que é isso do "interesse nacional", que serve de justificação para tudo? Uma coisa é colocar o "interesse nacional" acima do interesse partidário, como pediam, e bem, alguns apoiantes deste governo. Algo completamente diferente é que o interesse nacional, seja a única justificação para tudo o que este governo entende fazer, independentemente dos custos futuros para o país, que algumas dessas decisões venham a ter.