Estas palavras do Prof David Justino relativamente à educação, aplicam-se infelizmente nos tempos que correm, à situação que o país vive, de radicalismos e facilitismos, em que tudo se quer repor, revogar ou eliminar, apenas por questões ideológicas, sem se identificarem as razões e se avaliarem as consequências de tais actos.
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
domingo, 27 de dezembro de 2015
Com amigos destes quem precisa de inimigos?
O candidato presidencial do PCP e actual correia transmissora das posições oficiais dos comunistas, não foi brando, quando expressou a opinião dos comunistas sobre o actual governo, ao acusa-lo de continuar a “política do antigamente” e a pôr de novo o povo a pagar, por “atos tresloucados” dos grandes capitalistas.
Mas Edgar Silva foi mais longe, atacando frontalmente o governo de António Costa, ao afirmar, menos de 1 mês depois de os comunistas ajudarem a aprovar o programa de governo socialista, que “Precisamos de medidas novas, que sejam de justiça social, que reponham direitos, que permitam reconquistar a dignidade, a esperança e a confiança. Portugal do que menos precisa são medidas à maneira do que o PSD e o CDS vinham a impor a Portugal, à maneira das receitas da ‘troika’ nacional e estrangeira”
É caso para perguntar com amigos destes quem precisa de inimigos?
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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
BOAS FESTAS
Aos meus amigos e a todos os que continuam a seguir, a ler ou apenas a dar uma “espreitadela” por este blog, mas que com a vossa presença diária me dão força para continuar, desejo um Feliz Natal e um 2016 que nos permita manter viva a esperança que não nos abandonou nestes últimos anos.
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
Governação, realidade e ideologia
"Numa alusão à esquerda europeia no seu todo e em quem defende caminhos diferentes do rigor orçamental, Cavaco insistiu que "a governação ideológica pode durar algum tempo, fazer alguns estragos, deixar faturas para pagar, mas depois é derrotada pela realidade". (Encontro anual do Conselho da Diáspora Portuguesa, Cascais, 22-12-2015)
Será este um governo de interesse nacional?
À falta de razões ou justificações credíveis e de fácil compreensão para a generalidade dos portugueses, o governo lá se vai escondendo atrás do "interesse nacional", para justificar o injustificável
Sobre o aumento do salário minimo nacional, sem acordo dos parceiros sociais - "Isso é indiscutível. O governo toma as decisões em função daquilo que considera ser o interesse nacional"
Sobre o Banif - "Esta venda tem um custo muito elevado para os contribuintes, mas é, no atual contexto, a melhor solução que defende o interesse nacional"
Sobre a TAP e o já famoso "regresso para o estado, com ou sem acordo" - O PS não deu ainda a conhecer o plano que tem para a empresa, caso venha a resgatar os 15% de capital que faltam para a maioria. No programa de governo esclarece apenas que, pela importância que tem para o país, deve manter-se na alçada do Estado.
Sobre o défice excessivo - "É do estrito interesse nacional que nada aconteça nestes próximos 29 dias que possa perturbar um objetivo que todo o país comunga, que é que o país possa sair do procedimento por défice excessivo."
Mas afinal o que é isso do "interesse nacional", que serve de justificação para tudo? Uma coisa é colocar o "interesse nacional" acima do interesse partidário, como pediam, e bem, alguns apoiantes deste governo. Algo completamente diferente é que o interesse nacional, seja a única justificação para tudo o que este governo entende fazer, independentemente dos custos futuros para o país, que algumas dessas decisões venham a ter.
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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
Palavra dada, palavra honrada
Em Setembro, já em clara campanha eleitoral, o líder do PS deixou claro que se for ele a liderar o próximo Executivo, o subsídio de Natal dos funcionários públicos volta a ser pago de uma vez só e na data habitual: em novembro.
Esperam-se as manifestações da Inter e as declarações da Catarina e do Jerónimo, de apoio a mais uma medida, que visa repor a justiça social e dar um passo significativo no fim da austeridade.
Mais uma promessa socialista, quebrada em menos de 1 mês de governo.
Esperam-se as manifestações da Inter e as declarações da Catarina e do Jerónimo, de apoio a mais uma medida, que visa repor a justiça social e dar um passo significativo no fim da austeridade.
Mais uma promessa socialista, quebrada em menos de 1 mês de governo.
domingo, 20 de dezembro de 2015
A demagogia propagandística de António Costa já começou
Para chegar ao Governo, valeu tudo, até vender a alma ao diabo, desde que isso lhe garantisse o lugar de Primeiro Ministro.
Depois de chegar ao poleiro com o apoio da extrema esquerda, para António Costa continua a valer tudo, até mentir despudoradamente, desde que com isso ache que engana os portugueses e dessa forma os coloca a seu lado. Mas desta vez, e para inicio de mandato, António Costa, está a ir longe demais, no seu descaramento, demagogia e populismo com que propagandeia algumas medidas do Governo.
Primeiro foi a sobretaxa, que inicialmente prometeu acabar mal chegasse ao governo, depois que a reduziria para metade e chegado ao governo, mantem-na e para muitos igual ao que estava. Mas o despudoramento não se fica por aqui. António Costa tem a lata de afirmar que com ele os que tiverem rendimentos abaixo de 7.000€ ficam isentos, quando com o Governo PSD-CDS e por força da Lei, estes cidadãos já estavam isentos. É caso para perguntar, como é que estes socialistas isentam seja do que for, aqueles que no passado já estavam isentos. É preciso ter mesmo muito despudor, para mentir com tanto descaramento.
O tão apregoado fim da austeridade, afinal é só para alguns pensionistas, pois os que tiverem pensões milionárias acima dos 628,80€ vão continuar a ter as suas pensões congeladas e cumulo dos cúmulos, os detentores das pensões mais baixas até 262 euros (o primeiro escalão da pensão mínima de velhice e invalidez), as do regime agrícola e as pensões sociais, serão aumentas apenas cerca de 1,00€, quando o PSD-CDS proponha um aumento de 2,60€.
Nos outros escalões até aos 628,80€, que terá um aumento máximo de 2,5€ (0,4%), haverá aumentos de 0,30€ (0,01€/dia) e de 0,50€. Esta "subida é de um valor negligenciável: 0,3%, ou metade da atual taxa de inflação, que se cifrou em novembro em 0,64%, segundo o INE" e é inferior à projecção da inflação para 2016 da Comissão Europeia que se situa nos 1,1%.
Ficamos pois a saber, que depois de 4 anos de criticas e ataques ao Governo PSD-CDS por estar a destruir o estado social, estes são aumentos cheios de justiça social e que na óptica da esquerda, representam um virar de página na austeridade que tem afectado os reformados, apesar de serem inferiores à inflação, representando portanto uma perda real do poder de compra. A esquerda parece ter percebido agora, que não se pode acabar com a austeridade de um momento para outro, quando, como dizia Vitor Gaspar “Não há dinheiro”. Agora entendem o que quer dizer?
Por fim temos o caso da redução da Contribuição Extraordinária de Solidariedade (CES) apresentada pelo PS, exactamente igual à que em 27 de Novembro o PSD tinha apresentado, que foi aprovada por maioria com os votos favoráveis do PS, PSD, CDS e PAN e os votos contra do PCP e BE. O caricato deste caso, é que a proposta apresentada inicialmente pelo PSD foi rejeitada pelo PS, apenas e só, porque não foi proposta pelos socialistas. Ao contrário do que apregoou António Costa em campanha eleitoral, agora sim, é caso para perguntar quem é que está a entrar numa estratégia de radicalismo ideológico.
Como afirmou o deputado do PSD Leitão Amaro, "Registamos e valorizamos a vossa mudança. Há 20 dias votaram contra porque a proposta tinha o nosso logótipo, hoje votam a favor porque a proposta tem o vosso logótipo. Quando a austeridade é de esquerda é boa; se não é vossa, é ideológica e inaceitável"
“Era um absurdo que, por tática política, votássemos contra. Seremos uma oposição responsável. Não votaremos ‘não’ só porque não”.
É esta forma de estar na politica, que nos diferencia e sempre diferenciará dos Socialistas Comuna Syrizicos. Como dizia Sá Carneiro "pôr a sinceridade das posições acima dos jogos pessoais, isso é política que vale a pena”
O tão apregoado fim da austeridade, afinal é só para alguns pensionistas, pois os que tiverem pensões milionárias acima dos 628,80€ vão continuar a ter as suas pensões congeladas e cumulo dos cúmulos, os detentores das pensões mais baixas até 262 euros (o primeiro escalão da pensão mínima de velhice e invalidez), as do regime agrícola e as pensões sociais, serão aumentas apenas cerca de 1,00€, quando o PSD-CDS proponha um aumento de 2,60€.
Nos outros escalões até aos 628,80€, que terá um aumento máximo de 2,5€ (0,4%), haverá aumentos de 0,30€ (0,01€/dia) e de 0,50€. Esta "subida é de um valor negligenciável: 0,3%, ou metade da atual taxa de inflação, que se cifrou em novembro em 0,64%, segundo o INE" e é inferior à projecção da inflação para 2016 da Comissão Europeia que se situa nos 1,1%.
Ficamos pois a saber, que depois de 4 anos de criticas e ataques ao Governo PSD-CDS por estar a destruir o estado social, estes são aumentos cheios de justiça social e que na óptica da esquerda, representam um virar de página na austeridade que tem afectado os reformados, apesar de serem inferiores à inflação, representando portanto uma perda real do poder de compra. A esquerda parece ter percebido agora, que não se pode acabar com a austeridade de um momento para outro, quando, como dizia Vitor Gaspar “Não há dinheiro”. Agora entendem o que quer dizer?
Por fim temos o caso da redução da Contribuição Extraordinária de Solidariedade (CES) apresentada pelo PS, exactamente igual à que em 27 de Novembro o PSD tinha apresentado, que foi aprovada por maioria com os votos favoráveis do PS, PSD, CDS e PAN e os votos contra do PCP e BE. O caricato deste caso, é que a proposta apresentada inicialmente pelo PSD foi rejeitada pelo PS, apenas e só, porque não foi proposta pelos socialistas. Ao contrário do que apregoou António Costa em campanha eleitoral, agora sim, é caso para perguntar quem é que está a entrar numa estratégia de radicalismo ideológico.
Como afirmou o deputado do PSD Leitão Amaro, "Registamos e valorizamos a vossa mudança. Há 20 dias votaram contra porque a proposta tinha o nosso logótipo, hoje votam a favor porque a proposta tem o vosso logótipo. Quando a austeridade é de esquerda é boa; se não é vossa, é ideológica e inaceitável"
“Era um absurdo que, por tática política, votássemos contra. Seremos uma oposição responsável. Não votaremos ‘não’ só porque não”.
É esta forma de estar na politica, que nos diferencia e sempre diferenciará dos Socialistas Comuna Syrizicos. Como dizia Sá Carneiro "pôr a sinceridade das posições acima dos jogos pessoais, isso é política que vale a pena”
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