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terça-feira, 20 de maio de 2014

Usurpação de Olivença

Castelo de Olivença, Duarte D'Armas, c. 1509
Em 20 de Maio de 1801, a «Nobre, Leal e Notável Vila de Olivença» foi ocupada militarmente pelos exércitos de Espanha. Passam hoje precisamente 213 anos.

O ocupante iniciou e prosseguiu desde então, sem pudor, a colonização e a espanholização de um território onde, desde sempre, florescera a cultura portuguesa.

Impediu-se o contacto de Olivença com o resto do país, escondeu-se aos oliventinos a sua origem, a sua história, a sua cultura, castelhanizaram-se os seus nomes, proibiu-se o uso da (sua) língua portuguesa.

O processo de colonização, aculturação e espanholização, necessariamente apoiado na força e na repressão militar e policial, encontrando a resistência surda mas permanente dos oliventinos, continua ainda nos nossos dias.

Portugal e a cultura portuguesa defrontam-se com a ocupação e o sequestro de uma parte de si. A língua portuguesa – a pátria de Fernando Pessoa! – encontra-se diminuída na sua universalidade. Aqui, à nossa beira, em Olivença.

Em contraponto, também hoje, comemora-se o décimo segundo aniversário da República Democrática de Timor Leste, proclamada em 20 de Maio de 2002. No outro lado do Mundo.

Confiando que as Autoridades nacionais saibam tomar as medidas necessárias à defesa do Direito, da dignidade e dos interesses nacionais, o Grupo dos Amigos de Olivença exorta todos os portugueses, detentores da Soberania, a sustentarem com veemência a devolução do território oliventino.

Tal como Timor Lorosae afastou o ocupante estrangeiro e iniciou a construção do seu próprio Estado, reservando à língua portuguesa uma particular importância, também Olivença há-de obter Justiça, resgatando a sua Identidade, a sua História e a sua Liberdade, reencontrando-se com a Cultura e a Língua de Camões e de Pessoa!

Lisboa, 20 de Maio de 2014.

Para saber mais sobre a questão de Olivença, visite o site do Grupo dos Amigos de Olivença

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Calçada portuguesa em Olivença

Enquanto que por cá António Costa e a maioria socialista da Câmara Municipal de Lisboa, tudo fazem para paulatinamente acabar com a calçada portuguesa, aqui ao lado, na portuguesa vila de Olivença*, onde os sinais característicos da presença portuguesa se mantêm, apesar da governação espanhola, a calçada portuguesa é um dos símbolos mais visíveis, onde nem mesmo um dos nossos símbolos nacional - a esfera armilar, foi retirado.

Num artigo do Público de 29-01-2009 é afirmado que "Não só a língua identifica o passado português de Olivença" que "não se parece com qualquer outra cidade da região extremenha".  

E ao enunciar vários dos sinais que identificam sem sombra para dúvidas o passado de Olivença como português, a calçada portuguesa é a primeira a ser referida: "Reconhece-se a calçada típica portuguesa, a arquitectura manueliana aparece em cada frontaria das igrejas e até a entrada da câmara não se "libertou" do testemunho deixado pelo rei venturoso, que se projecta ainda com particular evidência nas torres de forma quadrada do castelo erguido na cidade."
Pena que em Lisboa, quem governa não tenha o mesmo cuidado e atenção com o nosso passado, a nossa história e com aquela que é uma das principais marcas de Lisboa, se não mesmo a mais importante.

É urgente preservar a calçada portuguesa. Petição "Pela Manutenção da Calçada Portuguesa na Cidade de Lisboa!", assine e divulgue!

*Ocupada por Espanha desde 1801, apesar das determinações internacionais (designadamente o Tratado de Viena de 1815) e dos próprios compromissos assumidos pelo Estado espanhol. Portugal não reconhece a Espanha a soberania sobre o território de Olivença.

Saber mais no site do Grupo dos Amigos de Olivença, aqui e aqui

domingo, 20 de maio de 2012

Olivença é Terra Portuguesa!


Em 20 de Maio de 1801 – vão passados 211 anos! – Olivença foi tomada pelo exército espanhol. A NOBRE, LEAL E NOTÁVEL VILA DE OLIVENÇA encontra-se, desde então, sequestrada pelo país vizinho.

Sustentando publicamente a posição político-diplomática e o direito constituído do nosso país (Olivença é, de jure, território de Portugal, não obstante encontrar-se, de facto, sob administração espanhola), o Grupo dos Amigos de Olivença vem pugnando, há largas dezenas de anos, pela discussão e resolução da Questão de Olivença, com a natural retrocessão do território a Portugal.

Percebendo a delicadeza que a Questão de Olivença apresenta no relacionamento peninsular, o Grupo dos Amigos de Olivença entende que só a assunção frontal, pública e desinibida do diferendo pelo Estado português, colocando-o na agenda diplomática luso-espanhola, permitirá ultrapassá-lo e resolvê-lo com Justiça.

Pedindo às Autoridades nacionais que tomem as medidas necessárias para a manutenção da Cultura Portuguesa em Olivença, O Grupo dos Amigos de Olivença exorta todos os portugueses, detentores da Soberania Nacional, a sustentarem e defenderam uma Olivença portuguesa, exigindo a sua retrocessão, repudiando dois séculos de alheamento e dando satisfação à História, à Cultura, ao Direito e à Moral.

Olivença é Terra Portuguesa!

A Direção do Grupo dos Amigos de Olivença
20-05-2012

Para saber mais sobre a questão de Olivença, visite o site do Grupo dos Amigos de Olivença