terça-feira, 29 de setembro de 2015

É por estas e por outras que não gosto deste senhor

Não gosto, nunca gostei e não me parece que venha a gostar deste senhor, que tive o bom senso de não apoiar em 1986. Um troca-tintas e vira casacas, que nos últimos anos tão depressa diz uma coisa como o seu contrário.

Mas apesar de discordar do seu percurso politico e da forma como tem agido e intervindo na vida politica nacional nos últimos anos, vale a pena recordar como é que falou de Sócrates em 2011, dizendo pior do seu ex-primeiro ministro, do que muitos adversários disseram, não sabendo guardar algum decoro por quem ao fim de muitos anos o chamou de novo para integrar um Governo. Não deixa também de ser surpreendente verificar, que apenas tece elogios a Sócrates relativamente ao seu 1º governo, aquele de que fez parte, parecendo afirmar que o 1º governo apenas teve um bom desempenho porque ele estava lá. Presunção e água benta, cada qual toma a que quer...

É preciso muita lata, muita desfaçatez e muito descaramento, para depois de tudo o que disse da governação socialista de Sócrates, vir agora apoiar António Costa, que continua a defender as politicas levadas a cabo por José Sócrates e cujo programa eleitoral se baseia no mesmo tipo de politicas e promessas, que quase levaram o país à bancarrota.


Será isto que queremos de novo para Portugal?

O PS é o partido que em 2013 desejou um novo resgate para Portugal

Porque a memória de alguns é curta, nunca é tarde de mais para lhes lembrar certas verdades.

Em Julho de 2013, o líder do PS, António José Seguro, acompanhado entre outros por Maria de Belém, afirmava a necessidade de um segundo resgate a Portugal, defendendo que o actual Governo não tinha condições nem legitimidade para negociar com os parceiros europeus esse novo programa de ajuda a Portugal.

domingo, 27 de setembro de 2015

A proposta do PS para a Segurança Social é perigosa


Nesta entrevista ao Diário de Noticias, Bagão Félix, muito critico desde sempre para o actual governo, vem agora chamar à atenção para os perigos e fragilidades da proposta do PS para a Segurança Social, que se baseia numa "fezada na economia" e "numa "fé" enorme nas folhas de cálculo como método de financiamento da SS", sem se esquecer de referir que é possível poupar os 600 milhões, propostos pela coligação, sem se mexer nas pensões e que é irrealista o corte proposto pelo PS de 1020 milhões nas pensões não contributivas.

Quanto às alternativas de financiamento da Segurança Social, propostas pelo PS, mais não são que "trocar receitas certas na SS por receitas incertas, senão mesmo falaciosas. Quanto às portagens, acho que foi um descuido de entusiasmo do Dr. António Costa de que já deve estar arrependido".

Mas sobre estas afirmações, o mais curioso é o silêncio ensurdecedor da esquerda em geral e em particular dos socialistas, que nos últimos anos têm utilizado Bagão Félix como arma de arremesso contra o governo e agora nada dizem e a quem aconselho uma leitura atenta.

Programa do PS é um exercício muito difícil




Quem o afirma é o ex-ministro das Finanças de José Sócrates, onde sem deixar de fazer alguns elogios ao programa construído por Costa, deixa vários alertas sobre os perigos que podem vir com a sua implementação.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Para o nº 2 da lista do PS por Castelo Branco, António José Seguro seria melhor candidato a primeiro ministro


Quando nem um candidato a deputado socialista, acredita no candidato a primeiro ministro do próprio partido, como é que os portugueses podem ter confiança em António Costa?

São cada vez mais os candidatos socialistas a colocarem pauzinhos na engrenagem de António Costa.

Eurico Brilhante Dias, nº 2 por Castelo Branco é apenas mais um candidato socialista a dar uma facadinha no António Costa. Ou será que percebendo que a situação é cada vez mais complicada para o PS, já está a pensar na noite de 4 de Outubro, e começa a abandonar o barco, para ser dos primeiros a fazer a António Costa, o que este fez a Seguro? Advinham-se tempos interessantes para os lados do Largo do Rato.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Quando Portugal pediu ajuda, os cofres públicos só tinham €300 milhões

Expresso Maio 2011
"Quando Portugal pediu ajuda, os cofres públicos só tinham €300 milhões. Sem auxilio externo, não há dinheiro para junho.

Na semana em que José Sócrates decidiu finalmente avançar para o pedido de ajuda internacional, os cofres do Estado estavam praticamente a zero."

Porque a memória é curta, especialmente a dos socialistas, nunca é demais recordar certas verdades.