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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Nos 70 eurodeputados mais influentes há apenas 2 portugueses e são do PSD

No estudo desenvolvido pela ‘VoteWatch Europe” – organização apartidária e não-governamental internacional, criada para promover um melhor conhecimento e maior escrutínio sobre a política da União Europeia - na lista dos 70 eurodeputados mais influentes, apenas constam 2 portugueses: José Manuel Fernandes, no 31º lugar e Paulo Rangel no 45º.

Não é de certeza por acaso, que são ambos do PSD. Enquanto que uns dizem que fazem e são, outros são realmente influentes e fazem! É que representar e defender Portugal na Europa, não é apenas estar no PE e falar alto como muitos, mas sim ter os melhores argumentos e trabalho desenvolvido. Só assim se consegue estar entre os melhores.

domingo, 30 de agosto de 2015

O passado do PS legitima as suspeitas, sobre a partidarização da Justiça pelos socialistas


Estas afirmações provocaram uma despropositada resposta e declarações de uma gravidade extrema do Francisco Assis, levantando falsas e infundadas suspeitas sobre uma pseudo "operação de partidarização do sistema judicial".


Porque a memória socialista é curta e tentam por todos os meios esconder o passado e as acções dos seus dirigentes, convém avivar-lhes a memória, mostrar que os que vergonhosamente tentaram realmente influenciar e partidarizar a justiça, chegando ao ponto de afirmarem que se estavam "cagando para o segredo de justiça", são os mesmos socialistas - António Costa, Ferro Rodrigues entre outros - que agora querem voltar o poder.

Felizmente que a Justiça nos últimos anos mudou e para melhor. O "clima que se vive e que não decorreu apenas de medidas que tivessem sido tomadas por este Governo, mas que tem permitido que os cidadãos avaliem o funcionamento da justiça de uma forma mais positiva do que no passado"

Adenda: “No tempo do Dr. Pinto Monteiro, quem tinha processos mediáticos acabava com processos disciplinares
A denúncia é do recém eleito presidente do Sindicato do Ministério Público, António Ventinhas, numa entrevista à Antena 1.
"Suscitava-se uma grande polémica à volta daqueles colegas que estavam a investigar processos sensíveis e, muitas das vezes, os colegas acabavam com processos de averiguações ou processos disciplinares. É claro que, com este tipo de atitude, não havia grande incentivo para investigar pessoas poderosas, porque determinadas atuações podiam acabar em prejuízo para a carreira”, disse o dirigente sindical".

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Francisco Assis - O cábula mor

É fundamental que os Portugueses saibam em quem votam no próximo Domingo.

É importante que saibam qual foi o desempenho dos actuais cabeças de listas no mandato que agora termina.

As estatísticas oficiais, mostram que Francisco Assis é um Deputado faltoso e muito pouco interventivo no mandato que cumpriu em Bruxelas. Da fama de homem preguiçoso, não se livra: “Nasceu Para Não Trabalhar” !

Basta fazer a comparação com Paulo Rangel e com Nuno Melo, para percebermos o que vale o cábula Francisco Assis. As diferenças são notórias quer em intervenções e iniciativas individuais credíveis quer em todas as decisões que têm de ser negociadas.

É importante que se perceba porque é que Assis, durante a campanha eleitoral que agora está a terminar, não quis discutir a Europa.  E a resposta é simples: porque quase nada fez nos últimos 5 anos no PE, onde foi um dos deputados portugueses mais faltosos.

Duarte Marques, fez esta semana na sua crónica semanal no Expresso, intitulada "O BE quer estar de Pé e Assis nem se sentou no PE" o retrato de quem é realmente Francisco Assis.

"A vantagem da "transparência" das instituições europeias é que nos permite acompanhar e escrutinar o trabalho dos nossos eurodeputados. Se consultarmos o site do Parlamento Europeu poderemos verificar com exatidão aquele que foi o trabalho do cabeça de lista do PS às próximas eleições europeias.

Em 5 anos de mandato, Francisco Assis fez apenas 9 perguntas escritas à Comissão Europeia, teve 25 participações entre intervenções e declarações de voto e fez 0 (ZERO) relatórios. Até António Costa, que só esteve no Parlamento Europeu durante cerca de um ano e ficou conhecido pelas suas dificuldades linguísticas, fez mais do que Assis que cumpriu o mandato de 5 anos. É lamentável que em 5 anos, com staff próprio pago pelo Parlamento Europeu, todas as condições necessárias, não tenha produzido praticamente nada. A estatística não nos diz tudo, mas neste caso, nem estatística o salva. Foi mesmo zero. Aliás, até nas presenças foi pouco assíduo (só esteve em 65% das reuniões) como se poderá  ver neste relatório oficial. 

(...) É nesse aspeto o mais fraco dos cabeças de lista. João Ferreira do PCP e Marisa Matias do Bloco de Esquerda têm uma folha de serviços que não envergonha ninguém, digo-o aliás com orgulho, que os Eurodeputados portugueses têm em média uma excelente reputação em Bruxelas, independentemente dos seus partidos. Sobre Paulo Rangel sou suspeito para falar, dado que com ele trabalhei de perto, mas é hoje claramente um dos eurodeputados mais decisivos e influentes no Parlamento Europeu e a ele podemos, por exemplo, agradecer o facto de mantermos uma representação de 21 eurodeputados, conseguidos através de duras negociações na altura da reorganização do Parlamento Europeu.

É isso que está em causa nestas eleições europeias. Saber quem está mais preparado e nos garante mais empenho na defesa do interesse nacional e de Portugal. Francisco Assis (...) teve apenas 5 atividades no plenário (média anual) e fez apenas 1,5 perguntas por cado ano que esteve em Bruxelas. Será esta a mudança que os socialistas tanto defendem para o país?"

A diferença é evidente. Domingo a decisão só pode recair naqueles que já deram provas que estão à altura do desafio Europeu e que estarão sempre na primeira linha da defesa dos interesses de Portugal e dos portugueses na Europa,

Domingo voto