domingo, 6 de setembro de 2015

E quer esta gente ser governo XXXII



Quanto à segunda, Marco António Costa, denunciou as verdadeiras intenções por detrás desta proposta - "O Partido Socialista quer usar parte dos dinheiros do Fundo de Estabilização da Segurança Social, que deve estar guardado para uma situação de emergência para assegurar o pagamento das responsabilidades sociais do Estado, para apoiar obras de construção civil, no âmbito da renovação urbana", algo que o PS e António Costa foram incapazes de fazer em Lisboa, apesar de o actual Governo ter assumido 43% da dívida da Câmara de Lisboa (responsabilizando-se dessa forma  pelo pagamento da dívida de médio e longo prazo do município, no valor de 286 milhões de euros).

O vice-presidente social-democrata criticou, por outro lado, a proposta do PS "de reduzir em oito pontos percentuais a receita da TSU", o que, assinalou, "pode ter um impacto até 14.000 milhões de euros, se for incluída também a Caixa Geral de Aposentações.

João Galamba pode vir agora criticar o PSD de “distorcer” de forma “grosseira e desonesta” a proposta do PS, mas a verdade é que o PS propõe uma descida da TSU, colocando em causa, como é fácil de prever, os compromissos da segurança social para com os seus beneficiários, ao mesmo tempo que quer utilizar dinheiro da segurança social para promover a renovação urbana.


A verdade é que António Costa não faz a minima ideia de como financiaria as suas propostas se ganhasse as eleições, pois só assim se compreende esta diarreia de propostas inexplicáveis, com que diariamente nos vai brindando. Até seria para rir, se não fosse trágico.

E quer esta gente ser governo!!

1 comentário:

Afonso Parreira disse...

(1) o actual Governo tem feito muitas asneiras: concordo
(2) também tem feito muitas coisas boas, que incomodam aqueles que viviam à conta do Estado: CONCORDO
(3) tendo lido os programas eleitorais de TODOS os partidos actualmente representados na Assembleia da República, e mais alguns que não estão, NÃO ENCONTRO ALTERNATIVA CREDÍVEL E VIÁVEL ao actual Governo