Mostrar mensagens com a etiqueta Portugal à Frente. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Portugal à Frente. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Quando nem a mulher acredita...


Quando António Costa nem a mulher consegue convencer de que o PS é a solução, Domingo um voto pode fazer a diferença, entre continuarmos no caminho da estabilidade e da saída da crise ou voltarmos a 2011, à beira da bancarrota e à troika, em que o Governo PS, de que António Costa fez parte, nos deixou.

Domingo tu podes fazer a diferença!

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Aumento da dívida: A desmistificação de um mito*

Sandra Pereira
A dívida pública aumentou, diz António Costa. E repete, repete até à exaustão como se uma mentira contada muitas vezes passasse a ser verdade. De facto a dívida pública aumentou nestes 4 anos mas Antonio Costa sabe porquê. Sabe porquê e não explica!! E não explica porque não lhe interessa.

Eu explico:

1) A dívida pública aumentou porque o número de entidades que passam a contabilizar para a dívida aumentou. No fundo essa dívida já existia mas não era contabilizada, estava desorçamentada. A título de exemplo, em 2011 as empresas de Transportes tinham uma dívida que ascendia a 17 mil milhões de euros. Por regras de cálculo do défice esses valores, e muitos outros, passaram a ser contabilizados. Até aí não eram, e essa foi uma das razões do pedido de resgate, as nossas contas não eram reais, e a dívida estava camuflada.

2) Se todos os anos temos défice, todos os anos estamos a gerar dívida que vai somando à dívida total. Por isso se torna tão importante reduzir ano após ano o défice. Relembro que em 2011 o nosso défice era de 11% e estima-se que este ano se situe abaixo dos 3%. Mais, se pedimos emprestados 78 mil milhões de Euros na sequência do resgate, como não aumentar a dívida???

3) O montante da dívida é calculado em razão da percentagem do PIB. Nestes 3 anos e, muito naturalmente, consequência do resgate o nosso PIB diminuiu pelo que a dívida em percentagem do PIB aumenta ainda que em montante real se mantenha inalterada.

4) Há inúmeros encargos decorrentes das PPP assinadas pelo Governo anterior que só iniciaram o seu efectivo pagamento em 2014. É que o Governo anterior utilizou um truque em inúmeros contratos de PPP em que o Estado beneficiava de um período de carência e só começava a pagar em 2014. Pelo que esse valor e esses encargos também fizeram com que a suposta dívida aumentasse, pese embora resultasse da gestão (eu acrescentaria, danosa) do Governo anterior.

Mais, este Governo estancou a dívida. E tanto assim foi que, neste preciso momento, não fosse o pagamento dos juros da dívida, e Portugal já não teria qualquer défice. Já estaríamos em excedente. E foi este o trabalho colossal que o Governo e os Portugueses fizeram.

E por isso não há como falar nestes 4 anos sem falar nas suas causas e nas suas origens. Todos os sacrifícios, e medidas de austeridade a que o país foi sujeito nestes 4 anos tiveram a sua causa nas políticas desastrosas do Governo anterior. Ou seja no PS que deixou no país uma situação absolutamente insustentável e por isso mesmo é que o país foi à bancarota.

* Por Sandra Pereira, Vereadora eleita pelo PSD na Câmara Municipal de Odivelas e candidata da Coligação Portugal à Frente

domingo, 13 de setembro de 2015

Uma verdade incómoda para os socialistas: ‘O PS não teria feito muito diferente do Governo’

É um dos mais respeitados sociólogos e pensadores da cultura portuguesa. Passou pelo Partido Comunista antes de aderir ao PS, foi ministro e deputado (...) assume-se como um liberal de esquerda.

Sempre atento à realidade politica  Nacional, deseja uma nova Constituição e a alteração do sistema eleitoral, temas muito sensíveis em todos os partidos, mas em que especialmente nos partidos de esquerda, com destaque para o PS, continuam a ser verdadeiros tabus.

Muito critico quanto à actuação do governo, não deixa no entanto de lhe reconhecer méritos em muitas áreas - "Temos mercado, estamos com taxa de juro aceitável, muito mais reduzidas, acho que isso foi bom. Também acho que o Governo, em alguns aspectos que envolviam mais facilidades demagógicas, reagiu com alguma teimosia e disse não - e fez bem. Por outro lado, também concordo com a maneira como o ministro da Saúde, por exemplo, tem reagido. Ainda há filas de espera, e haverá eternamente, mas houve um período em que o ministro estava de manhã à noite a ser bombardeado, em 90% dos casos por políticos dos vários partidos que arranjavam todas as maneiras através dos sindicatos, da Ordem dos Médicos e dos enfermeiros. E ele resistiu. Melhorou na gestão de algumas coisas, acho que teve um comportamento que merece elogio".


Mas acima de tudo, António Barreto tem o discernimento, que falta a António Costa e aos socialistas, de ver que aquilo que o PS nos apresenta não é uma verdadeira alternativa ao Governo PSD-CDS e ao programa eleitoral da coligação Portugal à Frente- "Do que até agora o PS produziu eu já vi sinais de que havia alternativas, mas são alternativas muito pontuais. Pelo que eu sei, não creio que o PS tivesse feito muito diferente".

Mas é numa análise sucinta sobre o que foram estes 4 anos, que António Barreto coloca o dedo na frida e nos diz com muita clareza, que apesar dos erros (que os houve) e dos cortes dramáticos que os Portugueses sofreram, não havia alternativa pois estávamos na bancarrota, ou que a haver, nos teria levado muito certamente à miséria e à desgraça total:


E o resultado que temos hoje, que nos permitiu dizer adeus definitivo à troika, não termos um programa cautelar que muitos diziam ser imprescindível, ou termos entrado por caminhos irresponsáveis de reestruturações, que outros insistentemente pediam, só foi possível graças à determinação do Governo e ao esforço que os portugueses e as empresas fizeram para que, com muitas dificuldades é certo, possamos hoje ver um futuro melhor do que aquele que à 4 anos atrás Sócrates e os socialistas nos deixaram.

sábado, 15 de agosto de 2015

Silly Season à Portuguesa... As listas de deputados

Rodrigo Gonçalves publicou esta semana na sua página no Facebook, um texto onde mais uma vez se constata que a constituição das listas de deputados nos partidos com uma larga base de militantes, em que a diversidade e pluralidade de opiniões, bem como a quantidade e qualidade dos seus quadros, são a base da sua força, nunca é um processo fácil.

Mais uma vez foi o que aconteceu este ano, com algumas demissões de militantes, que com a justificação de os partidos em que militavam já não reapresentarem os ideais da sua fundação, se afastaram, juntaram-se ou formaram novos partidos - PDR, Livre, Tempo de Mudança, MAS, Nós Cidadãos - ou pura e simplesmente passam a dizer mal do partido em que desde sempre militavam, apenas porque não foram escolhidos ou porque os seus ídolos ficaram de fora das listas. Curiosamente muitas destas demissões, verificam-se depois da aprovação das listas de deputados. Porque será?

Se é normal que as listas de deputados, representem a força das direcções politicas dos seus partidos, algumas opções são mal explicadas aos militantes, com a consequência natural de descontentamento das bases partidárias, ou de pelo menos de algumas delas.. E foi o que aconteceu nas listas do PSD, CDS e principalmente no PS, onde "este tema veio demonstrar que a bitola foi a imposição descarada o que revelou mais um lado de António Costa que os media não têm abordado mas que nesta “Estação Ridícula” começa a ser revelado de forma preocupante para alguns com a sucessão de casos e equívocos que têm sucedido no PS durante este período", motivando enormes controvérsias, que deixaram muitas estruturas distritais descontentes, tendo mesmo motivado a posterior troca de pelo menos um cabeça de lista.

Mas também a inserção de "indepententes" nas listas esteve mais uma vez presente. Independentes que raramente se têm revelado uma verdadeira mais valia para os partidos pelos quais se candidatam, causando mesmo mais dissabores do que real ganhos. Como refere o Rodrigo Gonçalves "parece-me que continua a existir o “mito” dos independentes como se de pessoas de outra galáxia “livre” se falasse"

Sobre este tema, e apesar de achar que a vitória da Coligação Portugal à Frente - PSD / CDS - é cada dia que passa cada vez mais uma certeza, e não uma mera possibilidade, e de poder questionar a oportunidade,  subscrevo o artigo de opinião do Rodrigo Gonçalves, acrescentando apenas a insatisfação de ver nas listas da coligação Portugal à Frente de nomes que em várias disputas eleitorais recentes, se candidataram contra os partidos que constituem a Coligação.

Mas porque entendo que o futuro de Portugal está à frente de uma mera escolha de nomes e porque acredito que o rumo que o governo PSD / CDS deu a Portugal, é o rumo certo, estarei nesta campanha, como sempre estive, ao lado do PSD, do seu Presidente e da Coligação Portugal à Frente.

O texto do Rodrigo Gonçalves pode ser lido na integra aqui ou aqui (PDF)